Aftosa
compartilhar
| | mais


Paraná e Santa Catarina integram ações contra a febre aftosa

Visitas: 664

Paraná e Santa Catarina integram ações contra a febre aftosa
20/01/12 - 11:17 
As medidas para evitar a entrada do vírus da febre aftosa no Paraná e em Santa Catarina serão intensificadas nos próximos dias. A proposta foi discutida durante reuniões realizadas nesta semana, em Curitiba, entre as secretarias de Agricultura e Abastecimento do Paraná e de Agricultura e Pesca de Santa Catarina, além da superintendência do Ministério da Agricultura.

O encontro foi aberto pelos secretários Norberto Ortigara, do Paraná, e Airton Spies, de Santa Catarina. Também estavam presentes o presidente da Cidasc (Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina), Enori Barbieri, e o chefe em exercício do Defis (Departamento de Fiscalização e Defesa Agropecuária da secretaria paranaense), Gilmar Paiola.

A principal preocupação do dois estados é evitar a entrada da febre aftosa depois da notificação de mais um foco da doença, no início deste ano, no Departamento de San Pedro, no Paraguai. O primeiro foco foi registrado na mesma região em setembro de 2011.

“Estamos intensificado e integrando ações que só tendem a beneficiar os nossos pecuaristas. Uma ação conjunta entre os dois estados certamente vai resultar num trabalho mais eficiente de fiscalização”, disse Ortigara.

Durante a reunião, foram apresentadas propostas a serem viabilizadas a curto, médio e longo prazos. “A ideia inicial é trabalhar numa ação de emergência, mas que pode se transformar numa ação duradoura”, ressaltou Spies.

Entre as propostas a curto prazo estão a otimização dos recursos em barreiras fixas a e integração dos esforços permanentes, intensificando a fiscalização na fronteira com São Paulo e Mato Grosso do Sul; percorrer propriedades problemáticas nas divisas de Santa Catarina e do Paraná, estabelecendo ações em defesa; estudar a possibilidade de firmar um convênio entre os dois estados e o Ministério da Agricultura para ações de combate ao foco de febre aftosa paraguaio.

Entre as sugestões a médio prazo está o aprimoramento e compartilhamento do banco de dados do sistema de trânsito paranaense entre Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A ideia é que, a cada dois meses, o grupo de trabalho se reúna para dar continuidade às atividades conjuntas.

Barbieri destacou a necessidade de união entre os departamentos de defesa agropecuária dos dois estados: “O foco de febre aftosa registrado no país vizinho traz preocupação e coloca em risco a sanidade dos nossos rebanhos. A situação do Paraguai não é confortável, o vírus é circulante e devemos estar preparados para conter a entrada dele no Brasil”.

Santa Catarina está há 17 anos sem ocorrência de febre aftosa e é o único estado brasileiro certificado pela Organização Mundial de Saúde Animal como livre da doença sem vacinação. O Paraná tem como meta alcançar esse status em 2013. Hoje, o rebanho paranaense, incluindo bovinos e bubalinos, é de 9,2 milhões de cabeças. O rebanho catarinense conta com 4 milhões de cabeças.

Notícias Relacionadas

16/05/12 » GO: Comunicado - Influenza Equina
16/05/12 » Biotecnologia é aliada de pequena empresa de Maringá
16/05/12 » Cultivar BRS-piatã se destaca como opção na ILP
16/05/12 » Copersucar estima produção de açúcar do centro-sul em 32 mi t
16/05/12 » MBA IMEA : Aulas começam no dia 15 de junho

Comentários

Comente esse conteúdo preenchendo o formulário abaixo e clicando em enviar






- Opiniões expressas nesse ambiente são de exclusiva responsabilidade do autor e não necessariamente representam o posicionamento do Portal Agrolink.

Até o momento não houve nenhum comentário para esse conteúdo.

Colunistas | Eventos  | Cadastre-se  | Agrotempo  | Feiras e Fotos  | Vídeos
Ip: 66.249.72.103 Cod: -1 Est: -1 Cid: -1
Siga o Agrolink também nos seguintes sites
Twitter Orkut