17/10
CBOT
BM&F

Soja
US$ 9,51 (NOV14)
R$ 52,90 (MAI15)

Milho
US$ 3,47 (DEZ14)
R$ 25,71 (NOV14 )


Aviação Agrícola


Aplicação de Defensivos

Vantagens da Tecnologia de Aplicação Aérea 

  • É mais barata
  • Tem maior qualidade
  • Reduz o tempo de aplicação
  • Reduz a quantidade de veiculantes
  • Não amassa a cultura
  • Aplica o defensivo no momento correto e oportuno
  • É mais segura, pois exige uma equipe técnica presente à aplicação
  • Aproveita melhor as condições climáticas
  • Dá garantia ao serviço, pois é planejada


 

Pulverização Aérea 

  • Inseticidas
  • Fungicidas
  • Herbicidas
  • Adubos
  • Sementes


Culturas 

  • Soja
  • Milho
  • Trigo
  • Arroz
  • Feijão
  • Banana
  • Reflorestamentos
  • e outros   

Aplicações Aero-Agrícolas
Custos Operacionais Diretos, em Reais
Aeronave EMB-202 Ipanema

 

Descrição

AvAlc

Av-Gas

Custos Diretos

 

 

  Combustível 1

90,00

280,00

  Óleo 2

5,00

5,00

a) Combust./ Óleo Lubrif.

 

95,00

285,00

 

 

 

  Mão de Obra 3

12,00

12,00

  Peças de Reposição

12,00

12,00

  Reservas para Revisão

3,60

3,60

  Motor 4

41,66

41,66

  Hélice 5

4,50

4,50

  Acessórios de Motor

15,00

15,00

b) Custos de Manutenção

88,76

88,76

 

 

 

c) Total de Custos Diretos
    p/ hora (+a +b)

373,76

 

Custos Indiretos

 

 

  Piloto (autônomo)

60.000,00

60.000,00

  Amortização (50% em 10 anos) 6

38.500,00

38.500,00

  Juros sobre 80% do capital
  (10,75 % anual) 6

66.220,00

66.220,00

  Seguro Anual (4% do valor do bem) 6

30.800,00

30.800,00

d) Total de Custos Indiretos    (500 horas)

195.520,00

195.520,00

 

e) Total de Custos Ind. p/ hora
    (+ d / 500 hr.)

391,04

391,04

f) Custos Totais p/ hora
    voada (+c +e)

 

Dados Básicos p/ Cálculo

 

 

  (1) Consumo de combustível

90 L/h

70 L/h

  (2) Consumo de óleo (incluindo troca)

1L cada 3h

1L cada 3h

  (3) Mão de obra - custo/hora

R$ 40,00

R$ 40,00

  Volume de mão de obra aplicado

0.3 h/h vôo

0.3 h/h vôo

  (4) Tempo de Revisão do Motor

1.500 h

1.500 h

  (5) Revisão de Hélice

1.500 h

1.500 h

  (6) Valor do Bem até a data

770.000,00

770.000,00

 

VOLUMES DE APLICAÇÃO

TÉCNICA

l/ha

ha/h

Alto volume-AV

40-60

30-50

Baixo volume-BV

10-30

60-70

Ultra baixo volume-UBV

< 5

80-120

 

Seja, por exemplo, o caso de se desejar calcular o número de bicos a serem utilizados na barra de pulverização de um avião agrícola (com velocidade de cruzeiro de 110 milhas por hora e faixa de deposição de 15 metros), para aplicar o volume de 40 l/ha à pressão de 40 psi, usando bicos D10-45 da Spraying Systems do Brasil Ltda. (Tabelado em função do tipo de jato, no caso, cônico).

  1. Área tratada por minuto: A = mph x fd x 0,00265 = 110 x 15 x 0,00267 = 4,4 ha/min
  2. Vazão total do equipamento: Q = l/ha x ha/min = 40 x 4,4 = 176 l/min
  3. Vazão unitária do bico: q = 4,16 l/min (tabelado)
  4. Número de bicos: N = Q/q = 176/4,16 = 42 bicos

NOTA: A barra de pulverização do avião Ipanema comporta até 50 bicos.

 

 

 

 

O ultraleve, além dos menores custos de aquisição ou aluguel, oferecem as vantagens de:

Necessitarem de menores pistas que os aviões convencionais.
Poderem operar em menores altitudes.
Serem econômicos e operacionais em áreas (plantadas) pequenas.
Apresentarem menores custos de manutenção.

Os ultraleves devem ter peso vazio por volta de 230 kg, carga alar de 25kg/m2 e até 2 ocupantes.

Atualmente os aviões agrícolas contam com sistemas DGPS (Sistemas Diferenciais de Posicionamento por Satélites) que, semelhante ao que ocorre na aerofotogrametria, pode seguir um planejamento de vôo, composto por linhas projetadas que recobrem a área a ser pulverizada. A aeronave pode ser mantida segundo estas linhas, acionando automaticamente o sistema de pulverização ao cruzar o limite da área e encerrando ao sair.
Vide a reportagem da Revista INFOGEO número 11, de jan/fev de 2000, páginas 27 e 28, intitulada: "O papel das Geotecnologias no desenvolvimento da agricultura".

 Eliminou-se assim a necessidade de pessoas sinalizando as linhas (os "bandeirinhas"), que corriam sérios riscos de intoxicação nesta tarefa. O sistema possui a capacidade de monitorar a quantidade aplicada, informando com mapas e relatórios o que foi realizado, permitindo avaliações e decisões mais eficientes por parte do piloto e do contratante. A mesmo tempo possibilita maior controle reduzindo o desperdício e a probabilidade de acidentes ambientais.
Na figura ao lado, vê-se o painel de comando de um Ipanema, sobressaindo-se pelo tamanho e posição (ao centro) um aparelho de DGPS, para indicar ao piloto a posição exata da aeronave (quando em vôo) e assim, dispensar os antigos "bandeirinhas" que ficavam no solo para indicar ao piloto a direção exata que deveria seguir para aplicar na faixa correta o agrotóxico.

 

Veículos Utilitários

Transporte de carga fracionada de um único produto em veículos utilitários. Em caso de produtos perigosos fracionados na mesma unidade de transporte, esta deve portar o descrito abaixo:

a) na frente: o painel de segurança, do lado do motorista. Na parte superior, deve haver o número de identificação de risco do produto, e na parte inferior, o número de identificação do produto (número de ONU, conforme Portaria do Ministério dos Transportes - Instruções complementares ao Regulamento do Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos), quando transportar apenas um produto;

b) na traseira: o painel de segurança, do lado do motorista, idêntico ao colocado na frente, e o rótulo indicativo do risco do produto, se todos os produtos pertencerem a uma mesma classe de risco;

c) nas laterais: o painel de segurança, idêntico aos colocados na frente e na traseira, e rótulo indicativo do risco do produto, colocado do centro para a traseira, em local visível, conforme regra acima.

  

 

Se houver mistura de produtos de número de ONU diferentes, o painel deve ser alaranjado e sem números. Para utilitários, o tamanho do painel de segurança é 22,5 x 30 cm e o rótulo de risco, 25 x 25 cm. No transporte de apenas um produto que tenha risco subsidiário, deverá ser colocado nas laterais e traseira o rótulo correspondente.

 

Transporte para a Fazenda

Quando um agricultor compra um agrotóxico e vai transportá-lo para a sua fazenda, também se fazem necessárias medidas de segurança. Seguem-se algumas indicações para o transporte no varejo:

  • É proibido o transporte de agrotóxicos dentro das cabines de veículos automotores ou dentro de carrocerias quando esta transportar pessoas, animais, alimentos, rações, etc.

  • O transporte de agrotóxicos acima da quantidade isenta exige que o motorista seja profissional e tenha curso para transporte de produtos perigosos.

  • Embalagens que contenham resíduos ou que estejam vazando não devem ser transportadas.

  • Para pequenas quantidades de agrotóxicos, o veículo recomendado é do tipo caminhonete, onde os produtos devem estar, preferencialmente, cobertos por lona impermeável e presos à carroceria do veículo.

  • Acondicionar os agrotóxicos de forma a não ultrapassarem o limite máximo da altura da carroceria.

  • Ao transportar qualquer quantidade de agrotóxicos, levar sempre consigo as instruções para casos de acidentes, contidas na ficha de emergência do produto.

  • Uma caixa fechada pode ser usada para separar pequenas quantidades de produtos fitossanitários, quando misturados com outro tipo de carga.

Ao transportar qualquer quantidade de agrotóxicos, levar sempre consigo as instruções para casos de acidentes, contidas na ficha de emergência do produto. Em caso de acidentes, devem ser tomadas medidas para evitar que possíveis vazamentos alcancem mananciais de águas ou que possam atingir culturas, pessoas, animais, depósitos ou instalações, etc. Deve ser providenciado o recolhimento seguro das porções vazadas. No caso de derramamento de grandes quantidades, devem ser avisados o fabricante e as autoridades locais, e deve-se seguir as informações contidas na ficha de emergência