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24/01/2010 às 12:00h - Caro Richard, Que existem lacunas em toda questão do aquecimento global, isso é fato, afinal a ciência não trabalha com verdades absolutas, mas com conhecimentos e esses pela própria essência da ciência devem evoluir. Há cientistas que dizem que estamos sofrendo um processo de resfriamento. O importante é fomentar a discussão científica e não a apaixonada que tem determinado lados e exigidos de todos que façam suas opções, não é dessa forma que iremos evoluir nas questões ambientais do planeta. Independente, de quantos os animais emitem o fato é que eles emitem e toda produção animal é uma potencial poluidora ambiental. A primeira coisa que devemos fazer é admitir essa verdade e a partir daí buscarmos uma maior equidade dessas produções com a conservação ambiental, ou como você descreve balanços positivos. Esse balanços, dentro de uma abordagem sistêmica, ainda não são positivos. Comentar ameaças e estabelecer cenários é uma das responsabilidades de um pesquisador, sempre colocando seus serviços e conhecimentos a serviço da sociedade para que as ameças sejam superadas e os cenários alterados. Interesses sempre existirão e esses não são características somente dos ambientalistas, são inerantes ao ser humano, cabe a nós mediar esses interesses e estabelecer os intesses comuns. Ambientalistas e ruralistas dizem ser partidários do desenvolvimento sustentável, há um interesse comum. O conflito está no caminho que ambos propõem para se chegar a ele que são diferentes, certamente o conhecimento pode auxliar na aproximação desses caminhos. (Julio Cesar P. Palhares)

29/12/2009 às 12:00h - Palhares, seu texto mais parece o de um ambientalista. É verdade que o comportamento do mercado futuro caminha para alguns aspectos que vc descreveu, como forma de pressão para reduzir preços e manipular o mercado. É tudo jogo de cena a questão em debate sobre o aquecimento, pelo menos na minha opinião e de alguns cientistas. Veja alguns de meus artigos aqui no Agrolink (como "CO2: a unanimidade da mídia é burra", ou ainda "Indefinições da ciência em tempos de COP-15", e também "Não existe aquecimento global". A ciência, na qual incluo vc e a Embrapa, precisa desempatar os números divulgados pelo IPCC. No caso da pecuária, por exemplo, o dado original de que a urina dos bovinos emite 2.0% de metano, enquanto a própria Embrapa e o Instituto de Zootecnia de Nova Odessa, demonstram que é de 0.4%, ou seja, cinco vezes menos, é abissal, e torna a pecuária uma criminosa ambiental. Tudo isso sem contar que no balanço de emissões da pecuária esquece-se de creditar o sequestro de CO2 pelas pastagens. Se refizermos o balanço de emissão/resgate periga a pecuária empatar, pois a agricultura ganha de goleada, emite muito menos e resgata muito mais. Tá tudo errado, meu caro cientista embrapiano, lute pela pecuária, não adianta comentar as ameaças e pintar desgraças, temos é que criticar os métodos dos ambientalistas, os objetivos, que são inconfessáveis, distorcidos, e há interesses mil por trás dessa lenga-lenga. (Richard Jakubaszko)