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SP: Governo assina protocolo de intenções para incentivar cultivo do bambu

Objetivo é aprimorar a cultura ao pequeno produtor paulista


A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e a Associação Brasileira dos Produtores de Bambu (Aprobambu) firmaram protocolo de intenções para desenvolverem novas técnicas de manejo e exploração de bambu, com o objetivo de aprimorar a cultura no Estado, com foco no desenvolvimento do pequeno produtor paulista. O contrato foi assinado em 15 de dezembro.

O documento foi assinado pelo secretário Arnaldo Jardim e pelo presidente da Associação, Guilherme Korte, no Palácio dos Bandeirantes, durante a realização do I Encontro das Cadeias Produtivas do Setor Agropecuário Paulista, que reuniu centenas de produtores, lideranças e autoridades para debater o segmento, com a presença do governador Geraldo Alckmin. Também assinaram o protocolo, como testemunhas, o secretário adjunto da Pasta estadual, Rubens Rizek e o secretário de Desenvolvimento Econômico do município de Atibaia, Livio Giosa.

Além de incentivar o cultivo do bambu em São Paulo, o protocolo visa criar controle da erosão do solo, por meio de projetos agroflorestais, e o desenvolvimento de tecnologias para a aplicação industrial do bambu, com a produção de aglomerados, carvão ativado, pisos, revestimentos, caibros e estruturas.

Arnaldo Jardim enfatizou os diversos ganhos que as ações conjuntas podem proporcionar à agricultura paulista. “Em termos econômicos, o bambu é um material versátil e que poderá atribuir maior competitividade à nossa indústria, com o desenvolvimento de novos materiais; e em termos ambientais, é uma opção de agricultura limpa e sustentável. E, principalmente, possibilitará que o pequeno produtor agregue maior valor à sua produção, gerando renda e emprego, uma das principais orientações que recebemos do governador Geraldo Alckmin”, afirmou.

O documento assinado prevê ainda ações para ampliação dos estoques de bambu no Estado de São Paulo e melhoria na exploração da matéria-prima e determina a formação de um Grupo Técnico de Cooperação (GTC), com representantes das entidades, que apresentará um Plano de Trabalho no período de 45 dias após sua constituição.
 

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