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Mofo azul

Míldio (Peronospora tabacina)

Culturas Afetadas: Fumo

Peronospora tabacina é o agente causal do mofo-azul que afeta principalmente a parte superior das plantas jovens de fumo. A doença possui maior importância nas culturas de fumo localizadas no sul do país, como Rio Grande do Sul e Santa Catarina, e nas plantações do estado de São Paulo. O fungo não causa danos na Região Norte. As principais hospedeiras desse fungo são as espécies do gênero

Nicotiana. As plantas do gênero solanáceas também são consideradas como possíveis hospedeiras.

Danos: As plantas de qualquer idade podem ser infectadas, entretanto os danos são mais severos quando a doença ocorre na fase de sementeira. O fungo pode destruir a sementeira em poucos dias devido à necrose da parte aérea das plantas. Inicialmente são observadas manchas amarelas de vários tamanhos sobre a superfície da folha, que podem atingir de 2 a 3 cm de diâmetro. As áreas na face inferior, correspondentes às manchas amarelas, possuem coloração branco-acizentada, apresentando às vezes reflexo azulado resultante da formação das estruturas reprodutivas do fungo. É possível observar a ocorrência de deformações das folhas e do broto terminal, assim como o escurecimento do broto terminal e morte da gema apical.

Controle: Recomenda-se evitar o plantio em áreas que ofereçam condições climáticas favoráveis ao fungo, solos com má drenagem e sombreamento excessivo. Pulverizações do canteiro com Mancozeb em intervalos de 10 a 15 dias ou com Folpet em intervalos de 7 a 10 dias.

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