Bula Albatross WG - Adama

Bula Albatross WG

CI
Inseticida
1621
Adama

Composição

Fipronil 800 g/kg

Classificação

Terrestre
Inseticida
3 - Produto Moderadamente Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato, Ingestão

Tipo: Balde
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 1; 2; 2,5; 5; 6; 10; 15; 20; 25; 30; 40; 50 kg

Tipo: Big-bag
Material: Plástico
Capacidade: 100; 200; 500; 1000 kg

Tipo: Container
Material: Metálico/Plástico com estrutura metálica
Capacidade: 500; 1000; 2000; 5000; 10000 kg

Tipo: Frasco
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 0,1; 0,2; 0,25; 0,5; 1,0; 2,0; 2,5; 5,0 kg

Tipo: Galão
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 1,0; 2,0; 2,5; 5,0; 6,0; 10; 15; 20; 25; 30; 40; 50 kg

Tipo: Saco
Material: Aluminizado/Hidrossolúvel/Plástico/Papel revestido com polietileno
Capacidade: 0,1; 0,2; 0,25; 0,5; 1,0; 2,0; 2,5; 5,0 kg

Tipo: Tambor
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 50; 100; 150; 200; 250; 400; 500 kg.

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO

ALBATROSS WG é um inseticida contendo o ingrediente ativo Fipronil do grupo químico fenil pirazol, que age por contato e ingestão, recomendado para o controle de pragas nas culturas de batata, cana-de-açúcar e eucalipto.

MODO DE APLICAÇÃO

A aplicação do inseticida ALBATROSS WG poderá ser efetuada através de pulverização terrestre.

APLICAÇÃO TERRESTRE

BATATA E CANA-DE-AÇÚCAR

Para as culturas de batata e cana-de-açúcar, ALBATROSS WG pode ser aplicado com equipamento tratorizado, adaptado com bico de jato leque (plano) ou cônico, procurando sempre colocar o produto no local de ocorrência da praga a ser controlada. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que apresentem pouca deriva:
- Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micra) VMD;
- Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm²;

Volume de calda

- Batata: 150 a 300 L/ha
- Cana-de-açúcar: 100 a 300 L/ha.

EUCALIPTO (para imersão de mudas)

Preparar uma calda inseticida contendo 0,5% de ALBATROSS WG, proceder à imersão das bandejas com as mudas durante um período de 30 segundos, em seguida, retirá-las e deixar escorrer o excesso de calda por um período de 2 minutos. Aguardar a secagem das bandejas antes de efetuar o plantio das mudas.

- Volume de calda:
Eucalipto (imersão de mudas): 100 L de calda para 10.000 mudas.

EUCALIPTO (para pulverização de mudas)

Aplicar o produto com equipamento costal ou tratorizado, utilizando bico tipo cônico ou leque, de forma a obter uma cobertura uniforme do alvo a ser atingido.

- Volume de calda:
Eucalipto (pulverização de mudas): 20 mL/planta.

MODO DE PREPARO DA CALDA

Colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque de pulverização. Em seguida, adicionar ALBATROSS WG nas doses recomendadas, completando o tanque com água e mantendo a agitação da calda durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em seguida, mantendo o sistema de agitação do tanque em funcionamento durante a aplicação. Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o processo de preparo da calda.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS

Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
- Temperatura ambiente até 30ºC;
- Umidade relativa do ar no mínimo de 50%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h.

Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

GRUPO B2 INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida ALBATROSS WG pertence ao grupo B2 (bloqueadores de canais de cloro mediados pelo GABA) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do ALBATROSS WG como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência. Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo B2. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
- Usar ALBATROSS WG ou outro produto dos mesmos grupos químicos somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
- Aplicações sucessivas de ALBATROSS WG podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
- Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do ALBATROSS WG o período total de exposição a inseticidas do grupo químico dos Pirazol não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do ALBATROSS WG ou outros produtos do Grupo B2, quando for necessário;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).