Bula Alteza 30

acessos
Imazethapyr
4511
Basf

Composição

Glifosato 177.8 g/L Glicina Substituída
Imazetapir 30 g/L Imidazolinonas

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Seletivo, Sistêmico

Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Buva
(Conyza bonariensis)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Guanxuma dourada
(Sida urens)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Milheto
(Pennisetum americanum)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Soja Dessecação Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Plantio direto: dessecação das plantas infestantes da semeadura
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Plantio direto: dessecação das plantas infestantes da semeadura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Plantio direto: dessecação das plantas infestantes da semeadura
Buva
(Conyza bonariensis)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Plantio direto: dessecação das plantas infestantes da semeadura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Plantio direto: dessecação das plantas infestantes da semeadura
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Plantio direto: dessecação das plantas infestantes da semeadura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Plantio direto: dessecação das plantas infestantes da semeadura
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Plantio direto: dessecação das plantas infestantes da semeadura
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Plantio direto: dessecação das plantas infestantes da semeadura
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Plantio direto: dessecação das plantas infestantes da semeadura
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Plantio direto: dessecação das plantas infestantes da semeadura
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Plantio direto: dessecação das plantas infestantes da semeadura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Plantio direto: dessecação das plantas infestantes da semeadura
Guanxuma dourada
(Sida urens)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Plantio direto: dessecação das plantas infestantes da semeadura
Milheto
(Pennisetum americanum)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Plantio direto: dessecação das plantas infestantes da semeadura
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Plantio direto: dessecação das plantas infestantes da semeadura
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Plantio direto: dessecação das plantas infestantes da semeadura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Plantio direto: dessecação das plantas infestantes da semeadura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Plantio direto: dessecação das plantas infestantes da semeadura
Soja S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Buva
(Conyza bonariensis)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Guanxuma dourada
(Sida urens)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Milheto
(Pennisetum americanum)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 66 dias. Pós-emergência em jato dirigido

INSTRUÇÕES DE USO:
ALTEZA 30 é um herbicida sistêmico, resultante da combinação de dois princípios ativos -Imazetapir e Glifosato - com uso em pós-emergência na cultura de soja tolerante ao glifosato ou em dessecação antes do plantio (plantio direto) para a cultura de soja tolerante ou não ao glifosato.

Modo de Ação:
ALTEZA 30 é um herbicida sistêmico absorvido pelas folhas e raízes das plantas. Sendo uma combinação
de dois princípios ativos, atua na interrupção da síntese de valina, leucina e isoleucina, no decréscimo dos aminoácidos aromáticos tryptophan, tirosine e phenylalanine, que são necessários para a síntese protéica e também na inibição da fotossíntese e na síntese de ácido nucléico. Após a aplicação do produto, as plantas daninhas terão seu crescimento interrompido e morrerão.
ALTEZA 30 tem também ação de controle em pré-emergência para plantas daninhas sensíveis que germinarem após a aplicação, quando em condições climáticas adequadas.

ALTEZA 30 controla as plantas daninhas desde a pós-emergência precoce, até a pós-emergência tardia das plantas infestantes. No plantio direto pode ser utilizado como dessecante da vegetação existente antes do plantio, preferencialmente quando esta estiver em início de desenvolvimento.

Preparo da Calda Para Pulverização:
Coloque água limpa no tanque do pulverizador até 3/4 de sua capacidade. Com o agitador (retorno) acionado, adicione a quantidade recomendada de ALTEZA 30.

NÚMERO,ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
ALTEZA 30 pode ser aplicado desde a pós-emergência precoce até a pós-emergência tar
daninhas. No plantio direto pode ser utilizado como dessecante da vegetação existente antes do plantio, preferencialmente quando esta estiver em início de desenvolvimento.

MODO DE APLICAÇÃO:
Aplicação Terrestre:
A aplicação deve ser feita com equipamento terrestre manual ou motorizado corretamente calibrado. Para aplicação, use volume de calda de 100 a 300 litros por hectare. A pressão de trabalho deve ser de 40 - 60 lb/pol². O volume de calda e a pressão devem garantir uma cobertura adequada da área tratada. Dessecação: A aplicação deve ser uniforme em área total seguindo as mesmas recomendações referentes a volume e pressão.
Uso Específico em Soja Não Tolerante ao Glifosato: A aplicação deve ser em jato dirigido em faixa, isto é, entre as linhas da cultura, sem atingir a parte foliar da soja.

Aplicação Aérea:
A aplicação aérea deve ser feita em dessecação das plantas daninhas ou em pós-emergência somente em soja tolerante ao glifosato.
Aplicar volume de calda de 30-50 litros/ha, bicos D-10 ou D-12 com core 45, altura de vôo de 2 a 3 metros do solo, faixa de aplicação de 12 a 15 metros e ângulo do bico de 90º em relação a direção de vôo.
Evite derivas para as culturas vizinhas. Aplique apenas em condições ambientais favoráveis. Evite superposição de faixas de pulverização durante a aplicação. A boa prática agrícola recomenda a aplicação sem vento ou vento não superior a 8 km/h.

OBS.: Sobre outros equipamentos providenciar uma boa cobertura de pulverização. A critério do Engenheiro Agrônomo ou do Técnico responsável as condições poderão ser alteradas.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Soja 66 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPIs recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Somente as culturas de inverno e verão abaixo relacionadas poderão ser feitas em rotação com a
soja na área tratada com ALTEZA 30.
Culturas de inverno: trigo, cevada, aveia, azevém, soja, amendoim, feijão, ervilha, tremoço, milho "safrinha".
Cultura de verão: milho, soja, amendoim, feijão, ervilha e tremoço.

Quando da aplicação, evite a deriva para as culturas de soja tradicional não tolerante a glifosato adjacentes já implantadas. Nas aplicações em pós-emergência em jato dirigido evite que o produto atinja a parte verde (folhas, ramos e caule verde) da cultura da soja não tolerante ao glifosato.

Seletividade:
ALTEZA 30 é seletivo para a cultura de soja tolerante ao glifosato em qualquer modalidade de aplicação
registrada. Para a soja não tolerante ao glifosato o produto é seletivo em dessecação de plantas daninhas e em aplicação de pós-emergência em jato dirigido nas entrelinhas, não devendo entrar em contato com as partes verdes da cultura, evitando com isso a ocorrência de sintomas de amarelecimento, necrose e morte das plantas.

Precauções:
A adoção de boas práticas agrícolas são essenciais para o bom desenvolvimento da cultura e fechamento da mesma no limpo.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados. Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as instruções descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado (respirado), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR IMAZETAPIR E GLIFOSATO
Informações Médicas

Grupo Químico:
Imidazolinona e Glicina substituída.

Classe toxicológica:
II – Altamente tóxico

Vias de exposição:
Oral, inalatória e dérmica.

Toxicocinética:
Imazetapir:
Após administração oral em ratos, 92% foi excretado na urina e 5% nas fezes dentro de 24h. Os níveis de resíduos no sangue, fígado, rim, músculo e tecidos adiposos foram < 0,01 ppm após 48h.
Glifosato:
O glifosato é metabolizado principalmente em AMPA (acido aminometil fosfônico) que aparece no plasma cerca de 3,5 horas após a ingestão. Ambos, glifosato e seu metabólito, são excretados através da urina em até 7 dias.

Mecanismos de toxicidade:
Imazetapir:
Ainda não está claro o mecanismo exato de intoxicação pelos herbicidas do grupo Imidazolinona.
Glifosato:
As formulações contendo glifosato têm ação irritante e potencial corrosivo para pele e mucosas.

Sintomas e sinais clínicos:
Imazetapir:
A intoxicação aguda após ingestão de grande quantidade de herbicidas do grupo Imidazolinona resultou em: hipotensão, disfunção pulmonar, irritação da mucosa oral e do trato gastrintestinal, disfunção transitória hepática e renal. É comum vômito copioso logo após a ingestão. Sintomas severos incluíram diminuição da consciência e dificuldade respiratória requerendo intubação. Não se sabe a extensão da influência do surfactante na toxicidade. O prognóstico geralmente é bom após tratamento sintomático.

Sinais vitais
Pode haver decréscimo da pressão arterial após doses excessivas. Foi relatada febre em adultos após ingestão de grandes quantidades.

Cardiovascular
A hipotensão é comum após ampla ingestão.

Respiratório
A pneumonia por aspiração é uma ocorrência clínica comum após ingestão.

Neurológico
Os herbicidas do grupo imidazolinona são depressores do SNC, causando perda da consciência e coma em alguns casos.

Gastrintestinal
Náusea e vômito intenso são muito comuns logo após a ingestão. Podem ocorrer diarréia e dor abdominal.

Hepático
Pode ocorrer disfunção hepática transitória com elevação dos níveis séricos das transaminases hepáticas.

Geniturinário
Pode ocorrer disfunção renal transitória. Foi relatada elevação moderada da creatinina sérica após ingestão.

Ácido-básico I
Foi relatada acidose metabólica após ingestão.

Hematológico
Foi relatada leucocitose após ingestão.

Dermatológico
Pode ocorrer irritação dérmica moderada após contato com a pele. Membranas mucosas podem sofrer corrosão após ingestão ou respingos, devido à ação corrosiva desses herbicidas.





Glifosato:
As manifestações clínicas decorrentes da exposição são diretamente proporcionais à concentração e à quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição às formulações de glifosato.

Em casos de exposição:
Digestiva (Ingestão)
Podem ocorrer lesões corrosivas (ulcerativas) das mucosas oral, esofágica, gástrica e, menos freqüentemente, duodenal; disfagia, epigastralgia, náusea / vômitos, cólicas, diarréia. Também são observadas hematêmese e melena assim como e hepatite anictérica e pancreatite aguda; hipotensão arterial choque cardiogênico. Hipoxemia leve assintomática detectável por gasometria; infiltrado alveolar ou intersticial ao raio X, taquipnéia, dispnéia, tosse, broncoespasmo, edema pulmonar não cardiogênico e falência respiratória. Pode ocorrer pneumonite por bronco-aspiração. Também pode ocorrer oligúria, anúria e hematúria; acidose metabólica e insuficiência renal nos mais seriamentel intoxicados. As alterações neurológicas, que podem se complicar com convulsões, coma e morte, são atribuídas a hipóxia e/ou hipotensão.
Cutânea
Pode ocorrer dermatite de contato (eritema, queimação, prurido, vesículas, eczema).
Ocular
Pode resultar em irritação, dor e queimação ocular, turvação da visão, conjuntivite e edema palpebral. Respiratória
Pode ocorrer irritação das vias respiratórias altas. Nos casos de aspiração pode ocorrer pneumonite química.

Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

Tratamento:
O tratamento das intoxicações por Glifosato e Imazetapir é basicamente sintomático e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação, que visam limitar a absorção e os efeitos locais. ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontam inação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.

A) ÊMESE / NÃO RECOMENDADA
1) A êmese não é recomendada, contudo o vômito espontâneo pode ocorrer.

B) DILUÍÇÃO
1) O EMPREGO DE DILUENTES É CONTROVERSO: modelos experimentais têm sugerido que a diluição imediata pode diminuir os danos cáusticos, mas isso' ainda não foi suficientemente estudado em humanos.

C) LAVAGEM GÁSTRICA
1) Considere a aspiração gástrica com pequeno tubo nasogástrico flexível após: grandes ingestões e recentes. O risco de piora do dano à mucosa deve ser pesado frente ao benefício potencial.

D) CARVÃO ATIVADO
1) Administre uma suspensão de carvão ativado em água (mínimo de 240 ml de água / 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em infantes com menos de 1 ano de idade. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão do agrotóxico.
2) O uso de um catártico com o carvão ativado não é recomendado uma vez que não há evidência de que catárticos reduzem a absorção da droga e é sabido que, eles causam efeitos adversos tais como náusea, vômito, espasmos abdominais, desequilíbrio eletrolítico e, ocasionalmente, hipotensão.
3) COMPLICAÇÕES: êmese, aspiração. A aspiração pode ser complicada por falência respiratória aguda, síndrome da angústia respiratória do adulto ou bronquiolite obliterante.

Tratamento
Pelo fato de os herbicidas dos grupos imidazolinona e glicina substituída não serem inibidores de colinesterase, a atropina e pralidoxima não são indicadas.
Não há antídoto específico.
A)ENDOSCOPIA
Observe cuidadosamente os pacientes que ingeriram a substância quanto à i possibilidade de desenvolvimento de irritação ou queimaduras no esôfago ou I trato gastrintestinal. Se houver sinais de irritação ou queimaduras, considere a endoscopia para determinar a extensão dos danos.

B)LESÕES DE MUCOSAS

Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico. Nas ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores H2 ou bloqueadores de bomba de próton.

C) EQUILÍBRIO HIDRO-ELETROLÍTICO
Reidrate o paciente que estiver apresentando vômitos e diarréia.

D) DANO PULMONAR AGUDO
Os sintomas do dano pulmonar agudo após exposição tóxica podem levar de 24 a 72 horas para iniciar.
Esteja preparado para tratar edema pulmonar e fornecer suporte respiratório.
Mantenha a ventilação e oxigenação. Monitore através de gasometria arterial ou oximetria de pulso.
E) HIPOTENSÃO
Proceda à infusão de 10 a 20 ml / kg de fluido isotônico. Se a hipotensão persistir, administre dopamina (5 a 20 µg / kg / min) ou norepinefrina (Adulto: comece a infusão com 0,5 a 1 µg / kg / min; Criança: comece a infusão com 0,1 µg / kg / min).

F) ACIDOSE
Trate a acidose metabólica severa (pH < 7,1) com bicarbonato de sódio intravenoso. Comece com 1 a 2 mEq / kg em adultos e em crianças. Se necessário, pode-se repetir a dose empregando-se uma quantidade não superior à metade daquela inicialmente administrada. O intervalo mínimo de repetição da dose é de 10 minutos. Monitore os gases sanguíneos para ajustar a dose.

G) HEMODIÁLlSE
O papel da hemodiálise na remoção dos herbicidas do grupo da imidazolinona ainda não é conhecido. Contudo, a hemodiálise pode ser benéfica em casos severos apresentando falência renal.

Contra-indicações:
Provocar vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.
Evitar a utilização de drogas que possam comprometer a pressão arterial e deprimir a função cardiorrespiratória.

ATENÇÃO
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 11 2273 ou (12) 3128-1357

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO:
Imazetapir:
O produto age apenas nas plantas inibindo a biossíntese de valina, leucina e isoleucina, aminoácidos produzidos apenas por plantas e não por animais. É um ácido livre, fraco, que depois de ingerido movimenta-se livremente através do sistema digestivo e é rapidamente excretado.
A principal rota de eliminação do Imazetapir em ratos se dá através da rápida excreção do produto não modificado pela urina e em menor extensão pelas fezes, ficando claro que Imazetapir e seus metabólitos não são acumulados em tecidos e órgãos.

Glifosato:

O produto não é um inibidor da acetilcolinesterase e, portanto não existe o quadro clínico decorrente do acúmulo de acetilcolina no espaço intersináptico. Em testes "in vitro" com mitocôndrias isoladas de fígado de rato, o produto atua desacoplando a fosforilação oxidativa como resultado da interação com fosforilação oxidativa e na reação transidrogenase energia-dependente.
Em estudos "in vitro" com tecidos humanos a absorção cutânea foi menor que 2%, enquanto e em estudos com ratos a absorção oral chegou a 35-40% quando administrado por via oral na dose de 10 mg/kg de peso. Após a absorção do produto, este é distribuído no organismo, sendo encontrado principalmente nos intestinos, ossos, cólon e rins. As maiores concentrações foram encontradas no intestino delgado, acima de 34%, duas horas após a ingestão. Aparentemente o metabolismo do produto em animais é mínimo. Essencialmente são produzidos metabólitos não tóxicos e, aproximadamente, 100% do encontrado nos tecidos corresponde ao produto original.
O produto é eliminado na urina, atingindo rapidamente níveis muito baixos. Em geral, dois ou três dias depois da ingestão não é detectado na urina. Estudos em ratos mostraram que, aproximadamente, 36% da dose foi excretada na urina num período de 7 dias. Em ratos (machos) que receberam o produto radiomarcado, aproximadamente 20 a 30% foi eliminado na urina em 72 horas. Em estudos com animais, aproximadamente 51 % da dose foi excretada nas fezes num período de 7 dias. Em ratos (machos) que receberam o produto radiomarcado, aproximadamente 70 a 80% foi eliminado nas fezes em 72 horas.

EFEITOS AGUDOS:
Não foram realizados estudos em seres humanos e não existem sintomas agudos relatados de casos de intoxicação com o produto, em condições práticas de aplicação. Em estudos realizados com animais de laboratório Alteza®30 apresentou DL50 aguda oral (ratos) superior a 5.000 mg/kg de peso; DL50 aguda dermal (ratos) superior a 2.000 mg/kg de peso e CL50 inalatória (ratos) igual a 11,10 mg/L.
Em testes de laboratório, Alteza®30 causou irritação ocular em coelhos reversível dentro de 7 dias e eritema muito leve na pele íntegra de coelhos, reversível em 24 horas. O produto não causou sensibilidade cutânea em cobaias.
Os testes agudos que originaram as informações acima foram conduzidos de acordo com as diretrizes internacionais para o delineamento experimental de testes com animais de laboratório.

EFEITOS CRÔNICOS
Imazetapir: O Imazetapir foi testado em animais de laboratório, sendo administrado por via oral na dieta de ratos durante um período de 24 meses em diferentes concentrações. Nas doses de 5.000 e 10.000 ppm observou-se redução do peso corporal e redução do ganho cumulativo de peso corporal nas fêmeas. O NOEL estabelecido para este estudo foi de 1.000 ppm.
O Imazetapir foi também testado por um período de 18 meses em camundongos em diferentes concentrações. Na dose de 10.000 ppm observou-se redução do peso corporal e redução do ganho de peso corporal em fêmeas e machos. O NOEL estabelecido para este estudo foi de 5.000 ppm. Glifosato: Em estudos realizados com o GLIFOSATO afim de avaliar seus efeitos sobre o processo reprodutivo e sobre a progênie de animais de laboratório, bem como testes de mutagenicidade em células de bactérias e micronúcleos, os resultados obtidos foram negativos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é: PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE 111).

- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d' água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BASF S.A. - Telefones de Emergência
(0800) 11-2273 ou (OXX12) 3128-1357.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. a produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, Ca2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO E DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:

- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's ¬Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1,4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem Sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferi da para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local.onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL:

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia,

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM V AZIA
É obrigatório a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente, causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas infestantes que ocorrem na área. Além do uso de herbicidas, outros métodos são utilizados dentro de um manejo integrado de plantas infestantes, sendo eles o controle manual, o controle mecânico através de roça das ou cultivadores, a rotação de culturas e a dessecação da área antes do plantio, os mais utilizados e eficazes.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes resistentes a esse mecanismo de ação.
Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes, deverão ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Os herbicidas deverão estar registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um engenheiro agrônomo.