Bula Alteza

acessos
Imazethapyr
4508
Basf

Composição

Glifosato 177.8 g/L Derivados da glicina
Imazethapyr 20 g/L Imidazolinonas

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Não seletivo, Sistêmico
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 3,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 66 dias. Pode ser aplicado na cultura de soja tolerante ao glifosato desde a pós-emergência precoce, até a pós-emergência tardia das plantas daninhas. No plantio direto pode ser utilizado como dessecante da vegetação existente antes do plantio, preferencialmente quando esta estiver em início de desenvolvimento
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
3 a 3,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 66 dias. Pode ser aplicado na cultura de soja tolerante ao glifosato desde a pós-emergência precoce, até a pós-emergência tardia das plantas daninhas. No plantio direto pode ser utilizado como dessecante da vegetação existente antes do plantio, preferencialmente quando esta estiver em início de desenvolvimento
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
3 a 4,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 66 dias. Pode ser aplicado na cultura de soja tolerante ao glifosato desde a pós-emergência precoce, até a pós-emergência tardia das plantas daninhas. No plantio direto pode ser utilizado como dessecante da vegetação existente antes do plantio, preferencialmente quando esta estiver em início de desenvolvimento
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
3 a 4,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 66 dias. Pode ser aplicado na cultura de soja tolerante ao glifosato desde a pós-emergência precoce, até a pós-emergência tardia das plantas daninhas. No plantio direto pode ser utilizado como dessecante da vegetação existente antes do plantio, preferencialmente quando esta estiver em início de desenvolvimento
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
3 a 4,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 66 dias. Pode ser aplicado na cultura de soja tolerante ao glifosato desde a pós-emergência precoce, até a pós-emergência tardia das plantas daninhas. No plantio direto pode ser utilizado como dessecante da vegetação existente antes do plantio, preferencialmente quando esta estiver em início de desenvolvimento
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
3 a 4,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 66 dias. Pode ser aplicado na cultura de soja tolerante ao glifosato desde a pós-emergência precoce, até a pós-emergência tardia das plantas daninhas. No plantio direto pode ser utilizado como dessecante da vegetação existente antes do plantio, preferencialmente quando esta estiver em início de desenvolvimento
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
3 a 4,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 66 dias. Pode ser aplicado na cultura de soja tolerante ao glifosato desde a pós-emergência precoce, até a pós-emergência tardia das plantas daninhas. No plantio direto pode ser utilizado como dessecante da vegetação existente antes do plantio, preferencialmente quando esta estiver em início de desenvolvimento
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
3 a 4,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 66 dias. Pode ser aplicado na cultura de soja tolerante ao glifosato desde a pós-emergência precoce, até a pós-emergência tardia das plantas daninhas. No plantio direto pode ser utilizado como dessecante da vegetação existente antes do plantio, preferencialmente quando esta estiver em início de desenvolvimento
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
3 a 4,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 66 dias. Pode ser aplicado na cultura de soja tolerante ao glifosato desde a pós-emergência precoce, até a pós-emergência tardia das plantas daninhas. No plantio direto pode ser utilizado como dessecante da vegetação existente antes do plantio, preferencialmente quando esta estiver em início de desenvolvimento
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
3 a 3,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 66 dias. Pode ser aplicado na cultura de soja tolerante ao glifosato desde a pós-emergência precoce, até a pós-emergência tardia das plantas daninhas. No plantio direto pode ser utilizado como dessecante da vegetação existente antes do plantio, preferencialmente quando esta estiver em início de desenvolvimento
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
3 a 4,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 66 dias. Pode ser aplicado na cultura de soja tolerante ao glifosato desde a pós-emergência precoce, até a pós-emergência tardia das plantas daninhas. No plantio direto pode ser utilizado como dessecante da vegetação existente antes do plantio, preferencialmente quando esta estiver em início de desenvolvimento
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 a 4,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 66 dias. Pode ser aplicado na cultura de soja tolerante ao glifosato desde a pós-emergência precoce, até a pós-emergência tardia das plantas daninhas. No plantio direto pode ser utilizado como dessecante da vegetação existente antes do plantio, preferencialmente quando esta estiver em início de desenvolvimento
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
3 a 4,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 66 dias. Pode ser aplicado na cultura de soja tolerante ao glifosato desde a pós-emergência precoce, até a pós-emergência tardia das plantas daninhas. No plantio direto pode ser utilizado como dessecante da vegetação existente antes do plantio, preferencialmente quando esta estiver em início de desenvolvimento
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
3 a 4,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 66 dias. Pode ser aplicado na cultura de soja tolerante ao glifosato desde a pós-emergência precoce, até a pós-emergência tardia das plantas daninhas. No plantio direto pode ser utilizado como dessecante da vegetação existente antes do plantio, preferencialmente quando esta estiver em início de desenvolvimento
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
3 a 4,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 66 dias. Pode ser aplicado na cultura de soja tolerante ao glifosato desde a pós-emergência precoce, até a pós-emergência tardia das plantas daninhas. No plantio direto pode ser utilizado como dessecante da vegetação existente antes do plantio, preferencialmente quando esta estiver em início de desenvolvimento
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3 a 3,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 66 dias. Pode ser aplicado na cultura de soja tolerante ao glifosato desde a pós-emergência precoce, até a pós-emergência tardia das plantas daninhas. No plantio direto pode ser utilizado como dessecante da vegetação existente antes do plantio, preferencialmente quando esta estiver em início de desenvolvimento
Picão preto
(Bidens pilosa)
3 a 3,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 66 dias. Pode ser aplicado na cultura de soja tolerante ao glifosato desde a pós-emergência precoce, até a pós-emergência tardia das plantas daninhas. No plantio direto pode ser utilizado como dessecante da vegetação existente antes do plantio, preferencialmente quando esta estiver em início de desenvolvimento
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
3 a 3,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 66 dias. Pode ser aplicado na cultura de soja tolerante ao glifosato desde a pós-emergência precoce, até a pós-emergência tardia das plantas daninhas. No plantio direto pode ser utilizado como dessecante da vegetação existente antes do plantio, preferencialmente quando esta estiver em início de desenvolvimento
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
3 a 3,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 66 dias. Pode ser aplicado na cultura de soja tolerante ao glifosato desde a pós-emergência precoce, até a pós-emergência tardia das plantas daninhas. No plantio direto pode ser utilizado como dessecante da vegetação existente antes do plantio, preferencialmente quando esta estiver em início de desenvolvimento

Frascos de Polietileno de 1 L; Bombonas de polietileno de 5; 10; 20; 100 e 200 L

INSTRUÇÕES DE USO:
ALTEZA ® é um herbicida sistêmico e não seletivo, resultante da combinação de dois princípios ativos-imazethapyr e glifosato - com uso específico na cultura de soja tolerante ao glifosato para aplicação em pós-emergência ou em dessecação antes do plantio (plantio direto) para a cultura de soja tolerante ou não ao glifosato.

MODO DE AÇÃO:
ALTEZA ® é um herbicida sistêmico absorvido pelas folhas e raízes das plantas. Sendo uma combinação de dois princípios ativos, atua na interrupção da síntese de valina, leucina e isoleucina, no decréscimo dos aminoácidos aromáticos tryptophan, tirosine e phenylalanine, que são necessários para a síntese protéica e também na inibição da fotossíntese e na síntese de ácido nucléico. Após a aplicação do produto, as plantas daninhas terão seu crescimento interrompido e morrerão.
ALTEZA ® tem também ação em pré-emergência para plantas daninhas sensíveis que germinarem após a aplicação, quando em condições climáticas adequadas.

CULTURAS, PLANTAS DANINHAS, DOSE E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Vide Indicações de Uso/Doses

PREPARO DA CALDA PARA PULVERIZAÇÃO:
Coloque água limpa no tanque do pulverizador até 3/4 de sua capacidade. Com o agitador (retorno) acionado, adicione a quantidade recomendada de ALTEZA ®.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Aplicação única por ciclo de cultura. ALTEZA ® pode ser aplicado na cultura de soja tolerante ao glifosato desde a pós-emergência precoce, até a pós-emergência tardia das plantas daninhas. No plantio direto pode ser utilizado como dessecante da vegetação existente antes do plantio, preferencialmente quando esta estiver em início de desenvolvimento.

MODO DE APLICAÇÃO:
Aplicação terrestre:
Uso específico: A aplicação deve ser feita com equioamento terrestre manual ou motorizado corretamente calibrado. Para aplicação, use volume de calda de 100 a 300 litros por hectare. A pressão de trabalho deve ser de 40 - 60 lb/pol2. O volume de calda e a pressão devem garantir uma cobertura adequada da área tratada.
Dessecação: A aplicação deve ser uniforme em área total seguindo-se as mesmas recomendações referentes a volume e pressão.

Aplicação aérea:
Aplicar volume de calda de 30-50 litros/ha, bicos D-10 ou D-12 com core 45, altura de vôo de 2 a 3 metros do solo, faixa de aplicação de 12 a 15 metros e ângulo do bico de 90° em relação a direção de vôo. Evite derivas para as culturas vizinhas. Aplique apenas em condições ambientais favoráveis. Evite superposição de faixas de pulverização durante a aplicação. A boa prática agrícola recomenda a aplicação sem vento ou vento não superior a 8 km/h.
OBS: Sobre outros equipamentos providenciar uma boa cobertura de pulverização. A critério do Engenheiro Agrônomo ou do Técnico responsável as condições poderão ser alteradas.

INTERVALO DE SEGURANÇA: 66 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
I. Somente as culturas de inverno e verão abaixo relacionadas poderão ser feitas em rotação com a soja na área tratada com ALTEZA ®.

Culturas de inverno: trigo, cevada, aveia, azevém, soja, amendoim, feijão, ervilha, tremoço, milho "safrinha".
Culturas de verão: milho, soja, amendoim, feijão, ervilha e tremoço.

II. Quando da aplicação, evite deriva para as culturas adjacentes de soja tradicional não tolerante ao glifosato e já implantadas.

PRECAUÇÕES:
A adoção de boas práticas agrícolas é essencial para o bom desenvolvimento da cultura e fechamento da mesma no limpo.

SELETIVIDADE:
ALTEZA ® é seletivo somente em dessecação para a cultura da soja tradicional e seletivo para a cultura de soja tolerante ao glifosato em qualquer modalidade de aplicação registrada.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
-Produto para uso exclusivamente agrícola.
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
-Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
-Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
-Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
-Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
-Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
-Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
-Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as instruções descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
-Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
-Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
-Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
-Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
-Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
-Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
-Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
-Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
-Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
-Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
-Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
-Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
-Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
-Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. Não reutilizar a embalagem vazia.
-No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR IMAZETAPIR E GLlFOSATO

Informações Médicas

•Grupo Químico: Imidazolina e Glicina substituída
•Classe Toxicológica: III- Medianamente tóxico
•Vias de exposição: Oral, inalatória e dérmica.
•Toxicocinética:
Imazetapir:
Após administração oral em ratos, 92% foi excretado na urina e 5% nas fezes, dentro de 24h. Os níveis de resíduos no sangue, fígado, rim, músculo e tecidos adiposos foram < 0,01 ppm após 48h.
Glifosato:
O glifosato é metabolizado principalmente em AMPA (acido aminometil fosfônico) que aparece no plasma cerca de 3,5 horas após a ingestão. Ambos, glifosato e seu metabólito, são excretados através da urina em até 7 dias.
•Mecanismos de toxicidade:
Imazetapir:
Ainda não está claro o mecanismo exato de intoxicação pelos herbicidas do grupo imidazolinona.
Glifosato:
As formulações contendo glifosato têm ação irritante e potencial corrosivo para pele e mucosas.
•Sintomas e sinais clínicos:
Imazetapir:
A intoxicação aguda após ingestão de grande quantidade de herbicidas do grupo imidazolinona resultou em: hipotensão, disfunção pulmonar, irritação da mucosa oral e do trato gastrintestinal, disfunção transitória hepática e renal. É comum vômito copioso logo após a ingestão. Sintomas severos incluíram diminuição da consciência e dificuldade respiratória requerendo intubacão. Não sei. sabe a extensão da influência do surfactante na toxicidade. O prognóstico geralmente é bom após tratamento sintomático.
Sinais vitais
Pode haver decréscimo da pressão arterial após doses excessivas. Foi relatada febre em adultos após ingestão de grandes quantidades.
Cardiovascular
A hipotensão é comum após ampla ingestão.
Respiratório
A pneumonia por aspiração é uma ocorrência clínica comum após ingestão.
Neurológico
Os herbicidas do grupo imidazolinona são depressores do SNC, causando perda da consciência e coma em alguns casos.
Gastrintestinal
Náusea e vômito intenso são muito comuns logo após a ingestão. Podem ocorrer diarréia e dor abdominal.
Hepático
Pode ocorrer disfunção hepática transitória com elevação dos níveis séricos das transaminases hepáticas.
Geniturinário
Pode ocorrer disfunção renal transitória. Foi relatada elevação moderada da creatinina sérica após ingestão.
Ácido-básico
Foi relatada acidose metabólica após ingestão.
Hematológico
Foi relatada leucocitose após ingestão.
Dermatológico
Pode ocorrer irritação dérmica moderada após contato com a pele. Membranas mucosas podem sofrer corrosão após ingestão ou respingos, devido à ação corrosiva desses herbicidas.
Glifosato:
As manifestações clínicas decorrentes da exposição são diretamente proporcionais à concentração e à quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição às formulações de glifosato.
Em casos de exposição:
Digestiva (Ingestão)
Podem ocorrer lesões corrosivas (ulcerativas) das mucosas oral, esofágica, gástrica e, menos freqüentemente, duodenal; disfagia, epigastralgia, náusea / vômitos, cólicas, diarréia. Também são observadas hematêmese e melena, assim como e hepatite anictérica e pancreatite aguda; hipotensão arterial, choque cardiogênico. Hipoxemia leve assintomática detectável por gasometria; infiltrado alveolar ou intersticial ao raio X, taquipnéia, dispnéia, tosse, broncoespasmo, edema pulmonar não cardiogênico e falência respiratória. Pode ocorrer pneumonite por bronco-aspiração. Também pode ocorrer oligúria, anúria e hematúria; acidose metabólica e insuficiência renal nos mais seriamente intoxicados. As alterações neurológicas, que podem se complicar com convulsões, coma e morte, são atribuídas a hipóxia e/ou hipotensão.
Cutânea
Pode ocorrer dermatite de contato (eritema, queimação, prurido, vesículas, eczema).
Ocular
Pode resultar em irritação, dor e queimação ocular, turvação da visão, conjuntivite e edema palpebral.
Respiratória
Pode ocorrer irritação das vias respiratórias altas. Nos casos de aspiração pode ocorrer pneumonite química.
•Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
•Tratamento:
O tratamento das intoxicações por Glifosato e imazetapir é basicamente sintomático e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontam inação, que visam limitar a absorção e os efeitos locais. ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontam inação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.

Exposição Oral/ Parenteral

Prevenção da absorção

A) ÊMESE / NÃO RECOMENDADA
1) A êmese não é recomendada, contudo o vômito espontâneo pode ocorrer.

B) DILUIÇÃO
1) O EMPREGO DE DILUENTES É CONTROVERSO: modelos experimentais têm sugerido que a diluição imediata pode diminuir os danos cáusticos, mas isso ainda não foi suficientemente estudado em humanos.

C) LAVAGEM GÁSTRICA
1) Considere a aspiração gástrica com pequeno tubo nasogástrico flexível após grandes ingestões e recentes. O risco de piora do dano à mucosa deve ser pesado frente ao benefício potencial.

D) CARVÃO ATIVADO
1) Administre uma suspensão de carvão ativado em água (mínimo de 240 ml de água / 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 19/kg em infantes com menos de 1 ano de idade. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão do agrotóxico.
2) O uso de um catártico com o carvão ativado não é recomendado uma vez que não há evidência de que catárticos reduzem a absorção da droga e é sabido que eles causam efeitos adversos tais como náusea, vômito, espasmos abdominais, desequilíbrio eletrolítico e, ocasionalmente, hipotensão.
3) COMPLICAÇÕES: êmese, aspiração. A aspiração pode ser complicada por falência respiratória aguda, síndrome da angústia respiratória do adulto ou bronquiolite obliterante.

Tratamento

Pelo fato de os herbicidas dos grupos imidazolinona e glicina substituída não serem inibidores de colinesterase, a atropina e pralidoxima não são indicadas. Não há antídoto específico.

A) ENDOSCOPIA
Observe cuidadosamente os pacientes que ingeriram a substância quanto à possibilidade de desenvolvimento de irritação ou queimaduras no esôfago ou trato gastrintestinal. Se houver sinais de irritação ou queimaduras, considere a endoscopia para determinar a extensão dos danos.

B) LESÕES DE MUCOSAS
Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico. Nas ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores H2 ou bloqueadores de bomba de próton.

C) EQUILÍBRIO HIDRO-ELETROLÍTICO
Reidrate o paciente que estiver apresentando vômitos e diarréia.
D) DANO PULMONAR AGUDO
Os sintomas do dano pulmonar agudo após exposição tóxica podem levar de 24 a 72 horas para iniciar.
Esteja preparado para tratar edema pulmonar e fornecer suporte respiratório. Mantenha a ventilação e oxigenação. Monitore através de gasometria arterial ou oximetria de pulso.
E) HIPOTENSÃO
Proceda à infusão de 10 a 20 ml / kg de fluido isotônico. Se a hipotensão persistir, administre dopamina (5 a 20 µg / kg / min) ou norepinefrina (Adulto: comece a infusão com 0,5 a 1 µg / min; Criança: comece a infusão com 0,1 µg / kg / min).
F) ACIDOSE
Trate a acidose metabólica severa (pH < 7,1) com bicarbonato de sódio intravenoso. Comece com 1 a 2 mEq / kg em adultos e em crianças. Se necessário, pode-se repetir a dose empregando-se uma quantidade não superior à metade daquela inicialmente administrada. O intervalo mínimo de repetição da dose é de 10 minutos. Monitore os gases sanguíneos para ajustar a dose.
G) HEMODIÁLlSE
O papel da hemodiálise na remoção dos herbicidas do grupo da imidazolinona ainda não é conhecido. Contudo, a hemodiálise pode ser benéfica em casos severos apresentando falência renal.
•Contra-indicações:Provocar vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração. Evitar a utilização de drogas que possam comprometer a pressão arterial e deprimir a função cárdio-respiratória.
•ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 080011 2273 ou (12) 3128-1357

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO:
Imazetapir:
É um herbicida do grupo das imidazolinonas que age apenas nas plantas inibindo a biossíntese de valina, leucina e isoleucina, aminoácidos produzidos apenas por plantas e não por animais. É um ácido livre, fraco, que depois de ingerido movimenta-se livremente através do sistema digestivo e é rapidamente excretado. A sua principal rota de eliminação em ratos se dá através de rápida excreção do Imazetapir não modificado na urina e em menor extensão nas fezes, ficando claro que Imazetapir e seus metabólitos não são acumulados em tecidos e órgãos.

Glifosato:
Em estudos "in vitro" com tecidos humanos a absorção cutânea foi menor que 2%, enquanto e em estudos com ratos a absorção oral chegou a 35-40% quando administrado por via oral na dose de 10 mg/kg de peso. Após a absorção do produto, este é distribuído no organismo, sendo encontrado principalmente nos intestinos, ossos, cólon e rins. As maiores concentrações foram encontradas no intestino delgado, acima de 34%, duas horas após a ingestão. Aparentemente o metabolismo do produto em animais é mínimo. Essencialmente são produzidos metabólitos não tóxicos e, aproximadamente, 100% do encontrado nos tecidos corresponde ao produto original.
O produto não é um inibidor da acetilcolinesterase e portanto não existe o quadro clínico decorrente do acúmulo de acetilcolina no espaço intersináptico. Em testes "in vitro" com mitocôndrias isoladas de fígado de rato, o produto atua desacoplando a fosforilação oxidativa como resultado da interação com fosforilação oxidativa e na reação transidrogenase energia-dependente.
O produto é eliminado na urina, atingindo rapidamente níveis muito baixos. Em geral, dois ou três dias depois da ingestão não é detectado na urina. Estudos em ratos mostraram que, aproximadamente, 36% da dose foi excretada na urina num período de 7 dias. Em ratos (machos) que receberam o produto radiomarcado, aproximadamente 20 a 30% foi eliminado na urina em 72 horas. Em estudos com animais, aproximadamente 51 % da dose foi excretada nas fezes num período de 7 dias. Em ratos (machos) que receberam o produto radiomarcado, aproximadamente 70 a 80% foi eliminado nas fezes em 72 horas.

EFEITOS AGUDOS:
Não foram realizados estudos em seres humanos e não existem sintomas agudos relatados de casos de intoxicação com o produto, em condições práticas de aplicação. Em estudos realizados com animais de laboratório Alteza® apresentou DL50 aguda oral (ratos) superior a 2.000 mg/kg de peso; DL50 aguda dermal (ratos) superior a 4.000 mg/kg de peso e CL50 inalatória (ratos) superior a 5,08 mg/L.
Em testes de laboratório, Alteza® foi classificado como não irritante aos olhos e à pele de coelhos. O produto não causou sensibilidade cutânea em cobaias.
Os testes agudos que originaram as informações acima foram conduzidos de acordo com as diretrizes internacionais para o delineamento experimental de testes com animais de laboratório.

EFEITOS CRÔNICOS
Em estudos toxicológicos de longa duração, nos quais os animais foram observados durante toda ou boa parte de suas vidas, expostos a diferentes concentrações dos produtos imazetapir e glifosato, foram estabelecidas doses de efeito não tóxico, por exposição crônica às substâncias.
Foram ainda estudados os efeitos sobre o processo reprodutivo e a progênie de animais de laboratório, tendo sido estabelecidas doses de efeito não tóxico.
Foram realizados testes de mutagenicidade em células de bactérias e micronúcleos, sendo que em ambos os experimentos o resultado obtido foi negativo.
Os testes sub-crônicos e crônicos que originaram as informações acima foram conduzidos de acordo
com as diretrizes internacionais para o delineamento experimental de testes com animais de laboratório.

DADOS RELATIVO À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

-Este produto é PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
-Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
-Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-Não utilize equipamento com vazamento.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-Aplique somente as doses recomendadas.
-Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
-Evite a contaminação da água
-A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
-Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
-Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
-Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
-O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
-A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível
-O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
-Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
-Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
-Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
-Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
-Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
-Isole e sinalize a área contaminada.
-Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BASF S.A., Telefones de Emergência: (0800) 11-2273 ou (12) 3128-1357.
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impem1eável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
-Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
-Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:

- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

-Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
-Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
-Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
-Faça esta operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem Sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
-Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
-Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-A água de lavagem deve ser transferi da para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
-Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
-Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

o armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM V AZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.


- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES EST ABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO EST ADO, DO DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS INFEST ANTES:
A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas infestantes que ocorrem na área. Além do uso de herbicidas, outros métodos são utilizados dentro de um manejo integrado de plantas infestantes, sendo eles o controle manual, o controle mecânico, através de roçadas ou cultivadores, a rotação de culturas e a dessecação da área antes do plantio os mais utilizados e eficazes.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes resistentes a esse mecanismo de ação.
Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes, deverão ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Os herbicidas deverão estar registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um engenheiro agrônomo.