Bula Ancosar 720

acessos
MSMA
3705
Sipcam Nichino

Composição

MSMA 720 g/L Organoarsênico

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Contato, Pós-emergência, Translocação
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2,5 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - 1 dia. 43 dias. Aos 43 dias. E quando as plantas daninhas estiverem com menos de 20 cm de altura ou 1 a 2 perfilhos ou 4 a 6 folhas. Aplicar em jato dirigido à base das plantas do algodoeiro que estará com 40 a 50 cm de altura. Realizar uma aplicação por ano
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2,5 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - 1 dia. 43 dias. Aos 43 dias. E quando as plantas daninhas estiverem com menos de 20 cm de altura ou 1 a 2 perfilhos ou 4 a 6 folhas. Aplicar em jato dirigido à base das plantas do algodoeiro que estará com 40 a 50 cm de altura. Realizar uma aplicação por ano
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - 1 dia. Não determinado. Aplicar depois do plantio ou do corte da cana-de-açúcar, quando as plantas daninhas estiverem com 1 a 2 perfilhos, no início do perfilhamento ou no estádio de 4 a 6 folhas. Realizar uma aplicação por ano
Serralha
(Sonchus oleraceus)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - 1 dia. Não determinado. Aplicar depois do plantio ou do corte da cana-de-açúcar, quando as plantas daninhas estiverem com 1 a 2 perfilhos, no início do perfilhamento ou no estádio de 4 a 6 folhas. Realizar uma aplicação por ano
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - 1 dia. 143 dias. Aplicar em jato dirigido, quando as plantas daninhas estiverem com 1 a 2 perfilhos, no início do perfilhamento ou no estádio de 4 a 6 folhas. Realizar uma aplicação por ano
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - 1 dia. 143 dias. Aplicar em jato dirigido, quando as plantas daninhas estiverem com 1 a 2 perfilhos, no início do perfilhamento ou no estádio de 4 a 6 folhas. Realizar uma aplicação por ano
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - 1 dia. 143 dias. Aplicar em jato dirigido, quando as plantas daninhas estiverem com 1 a 2 perfilhos, no início do perfilhamento ou no estádio de 4 a 6 folhas. Realizar uma aplicação por ano
Picão preto
(Bidens pilosa)
2,5 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - 143 dias. 143 dias. Aplicar em jato dirigido, quando as plantas daninhas estiverem com 1 a 2 perfilhos, no início do perfilhamento ou no estádio de 4 a 6 folhas. Realizar uma aplicação por ano

Frascos de Polietileno de 1, 5, 20, 50, 100 e 200 Litros.

ANCOSAR 720 é herbicida de ação de contato e de translocação, usado em pós
emergência de plantas daninhas mono e dicotiledoneas nas culturas de Algodão, Cana-de-açúcar e Citrus.

Culturas:
- Algodão

APLICAÇÃO em PÓS-EMERGÊNCIA: Quando as plantas daninhas estiverem com menos de 20 cm de altura ou 1 a 2 perfilhos ou 4 a 6 folhas.
Aplicar em jato dirigido à base das plantas do Algodoeiro que estará com 40 a 50 cm de altura.
Intervalo de Segurança: 43 dias. Realizar uma aplicação por ano.

Cultura: Cana-de-açúcar
APLICAÇÃO em PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar depois do plantio ou do corte da Cana, quando as infestantes estiverem com:
- 1 a 2 perfilhos, no início do perfilhamento ou no estádio de 4 a 6 folhas.
Intervalo de Segurança: Não determinado devido a modalidade de emprego.

Cultura: Citros.
APLICAÇÃO em PÓS-EMERGÊNCIA: Aplicar em jato dirigido, quando as plantas infestantes estiverem com 1 a 2 perfilhos, no início do perfilhamento ou no estádio de 4 a 6 folhas.
Intervalo de Segurança: 143 dias. Realizar 1 única aplicação por ano.
*Dose recomendada:
- 1 litro do produto comercial ANCOSAR 720 corresponde a 720 g do ingrediente ativo MSMA/Litro.
- Aplicar a maior dose quando a planta infestante estiver em estádio de desenvolvimento mais adiantado.

Modo de aplicação:
ANCOSAR 720 deve ser aplicado em jato dirigido, tomando-se o cuidado de não atingir as folhas das culturas de Algodão ou do Citrus.

Equipamento de aplicação:
- deve ser aplicado com equipamento terrestre, pulverizador costal ou tratorizado, calibrado para que o produto tenha uma boa distribuição e cobertura sobre as folhas da plantas infestantes;
- use bicos de jato plano tipo leque;
- recomenda-se o volume de calda de 200 a 400 litros/hectare, de acordo com o estádio de desenvolvimento das plantas infestantes e o equipamento de aplicação;
- assegure-se da boa distribuição da calda, evitando deriva e a aplicação com ventos superiores a 10 km/hora.

Momento da aplicação:
Os melhores resultados são obtidos quando:
- temperatura superior a 20ºC, por estar relacionada ao melhor funcionamento do produto;
- plantas infestantes em bom estado de vigor vegetativo, no início do desenvolvimento;
Evitar a aplicação em dias nublados ou com prenúncio de chuva e período de estresse hídrico.
Observar um período de 6 horas sem chuvas após a aplicação.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana -ANVISA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade: ANCOSAR 720, usado na dose e época recomendada, não apresenta efeito fitotóxico.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO ESTAS INSTRUÇÕES. AGROTÓXICO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
Agrotóxico para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação deste agrotóxico. Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos de aplicação com vazamentos ou defeitos. Antes de utilizar os equipamentos de aplicação, observe seu estado de conservação.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não manuseie ou aplique este agrotóxico com as mãos desprotegidas.
Não transporte este agrotóxico juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
Se houver contato do agrotóxico com os olhos, lave-os imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
Ao contato do agrotóxico com a pele, lave-a com água e sabão imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
Caso o agrotóxico seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, luvas e botas de borracha, touca árabe, óculos protetores e máscara cobrindo o nariz e a boca).

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Não aplique o agrotóxico na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Aplique o agrotóxico somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, luvas e botas de borracha, touca árabe, óculos protetores e máscara cobrindo o nariz e a boca).

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Não reutilize a embalagem vazia.
Mantenha o restante do agrotóxico adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha).
Não entre na área tratada com o agrotóxico até o término do período de reentrada (completa secagem da calda). Caso necessite entrar na área antes do final do intervalo de reentrada, use todos os EPls indicados no item PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO.

Retire os EPls e as roupas, utilizadas durante a aplicação, e tome banho imediatamente após a aplicação do agrotóxico.

Troque e lave as roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental de borracha.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do agrotóxico.
PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do agrotóxico.
Ingestão: não provoque vômito.
Olhos: lave com água fria, corrente e em abundância, durante 15 minutos. Pele: Lave com água fria e corrente, além de sabão, ambos em abundância.
Inalação: procure local arejado. Se o acidentado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o imediatamente para assistência médica mais próxima.

INTOXICAÇÕES POR MSMA - Informações Médica -
Grupo químico: Organoarsênico
Classe toxicológica: III- Medianamente tóxico
Vias de absorção: Oral, respiratória e dérmica.
Sintomas e sinas clínicos: As manifestações clínicas decorrentes da exposlçao são diretamente proporcionais à concentração e à quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição às formulações de MSMA. Em casos de exposição:
Aguda: Sintomas e sinais geralmente aparecem dentro de 1 hora após a ingestão. Hálito e fezes com odor de alho e gosto metálico na boca ajudam a identificar a intoxicação.

Efeitos adversos gastrointestinais são predominantes e incluem vômito, dor abdominal e diarréia. Estes efeitos resultam da ação do metabólito arsenical geralmente nos vasos sanguíneos, causando dilatação e aumento na permeabilidade capilar.

O sistema nervoso central também pode ser afetado durante a exposição aguda, cujos sinais são dor de cabeça e confusão, dentre outros. Esses sinais podem progredir para fraqueza muscular, espasmos, hipotermia, letargia, delírio, coma e convulsão.

Comprometimento renal se manifesta por proteinúria, hematúria, glicosúria e oligúria. Manifestações cardiovasculares incluem cianose e arritmia cardíaca devido à ação tóxica direta e distúrbios eletrolíticos. Danos no fígado podem ser observados pelo aumento de suas enzimas. Anemia, leucopenia e trambocitopenia podem ser observados.

Mortes geralmente ocorrem nos primeiros 3 dias do aparecimento dos sintomas e freqüentemente como resultado da falência circulatória, embora a falência renal também possa contribuir.

Crônica:
Intoxicação crônica, pela absorção repetida de quantidades tóxicas de arsenicais, pode ser caracterizada por manifestações neurológicas, dérmicas e não específicas que são mais predominantes que os efeitos gastrointestinais que caracterizam o efeito agudo.
Fraqueza muscular e fadiga podem ocorrer, bem como anorexia e perda de peso. Hiperpigmentação e hiperqueratose são sinais comuns.
Edema subcutâneo da face, estomatite, linhas brancas estriadas nas unhas (linha de Mees) e, algumas vezes, perda das unhas e cabelos são outros sintomas relacionados à exposição contínua e crônica.
Anos após a exposição, achados dermacológicos incluem células escamosas e carcinomas de células basais.
Sintomas neurológicos são também comuns em exposição crônica, tais como a neuropatia periférica que se manifesta por parestesia, dor e ataxia predominantemente. Embora menos comum, a encefalopatia pode desenvolver-se com distúrbios na fala e no intelecto.
Outros sistemas podem ser afetados pela toxicidade arsenical. Efeitos no fígado podem ser observados por hepatomegalia e icterícia podendo progredir para cirrose, hipertensão portal e ascite. Arsenicais tem toxicidade glomerular e tubular direta resultando em oligúria, proteinúria e hematúria. Anomalias eletrocardiográficas e doenças vasculares periféricas têm sido relatadas. Anomalias hematológicas incluem anemia, leucopenia e trombocitopenia.
Toxicocinética: A absorção pela respiração não é preocupante, entretanto, um aumento na excreção urinária de arsenicais orgânicos durante a semana de trabalho pode ocorrer sob condições de exposição ocupacional.
É absorvido pelo trato gastrointestinal, mas nenhum dado de absorção dérmica de organoarsenicais em humanos foi encontrado.
Depois de 2 horas da ingestão de arsenicais orgânicos, seus níveis no sangue foram aproximadamente 2,5 vezes maiores no plasma que nos eritrócitos, entretanto, tais níveis foram decrescendo até o mínimo detectável, 24 horas após a ingestão. A eliminação é predominantemente pela urina.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. A dosagem da excreção urinária de arsenicais em 24 horas (ug/dia) é a forma mais comum para confirmar absorção excessiva e é o método preferido para acompanhar os níveis sé ricos e avaliar a exposição crônica. A avaliação da exposição ocupacional pode ser verificada pela medida de arsenicais na urina.
Métodos para determinação da concentração sanguínea de arsenical encontram-se disponíveis, entretanto a concentração sanguínea de arsenical é pouco correlacionada com a exposição, exceto em sua fase inicial aguda.
O cabelo pode ser utilizado para avaliação a exposição crônica a arsenicais. Em pessoas não expostas, o nível de arsenicais encontra-se abaixo de 1 mg/kg; em indivíduos com exposição crônica tal nível encontra-se na faixa de 1 a 5 mg/kg.
Tratamento: o tratamento das intoxicações por MSMA é basicamente sintomático e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontam inação, que visam limitar a absorção e os efeitos locais. ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontam inação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Descontaminação:
•Cutânea: remover roupas e acessórios. Proceder descontam inação cuidadosa (incluindo pregas, cavidades, orifícios e pelos) com água fria, corrente e abundante, além de sabão.
•Ocular: irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água corrente, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
•Ingestão: é necessário considerar o volume, a concentração da solução ingerida e o tempo transcorrido desde a ingestão. Ingestão recente: caso não tenha ocorrido vômito espontâneo, realizar lavagem gástrica seguida de catarse salina com sulfato de sódio.
TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA:
O tratamento é essencialmente sintomático utilizando produtos quelantes. Líquidos intravenosos: administrar líquidos intravenosos para restabelecer a adequada hidratação, o fluxo de urina e o correto balanço eletrolítico. Se ocorrer falência renal aguda, monitorar regularmente os eletrólitos sanguíneos. Transfusões de sangue e aplicação de oxigênio podem ser necessários.
Monitoramento cardio-pulmonar: monitorar estado cardíaco por ECG, a fim de detectar arritmias ventriculares e miocardiopatia tóxica.
Terapia com produtos quelantes: administração de dimercaprol (SAL) é indicada em intoxicações sintomáticas com arsenicais; d-1,2,3¬dimercaptopropanosulfonato de sódio (DMPS), quando disponível, pode ser um melhor antídoto. Monitorar a excreção do MSMA pela urina. Dosagem recomendada de SAL:
- 5 mg/kg de 4 em 4 horas, por 2 dias;
- 2,5 a 3 mg/kg de 6 em 6 horas, por 2 dias;
- 2,5 a 3 mg/kg de 12 em 12 horas por 5 dias;
- Administração intramuscular profunda.
CUIDADO: efeitos indesejáveis acompanham o uso do SAL tais como náusea, dor de cabeça, dor nas costas, dores abdominais, tremor, taquicardia, hipertensão e febre. Coma e convulsões podem ocorrer em dosagens elevadas. SAL pode potencializar outros efeitos adversos. Em coelhos, o tratamento de exposição a arsenicais com SAL, leva ao aumento de níveis arsenicais no cérebro.
Hemodiálise: hemodiálise extracorporal, usado em combinação com SAL, tem eficácia limitada na remoção do arsênio do sangue. Hemodiálise é recomendada para aumentar a eliminação dos arsenicais e manter a composição líquida extracelular, quando ocorre falência aguda renal.
Função renal: em pacientes sem alteração renal, alcalinização da urina por bicarbonato de sódio, para manter o pH da urina em 7,5 contribui na proteção da função renal, tendo em vista a ocorrência de hemólise como parte da intoxicação aguda.
Atenção: As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades
de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações
especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através
TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Centro de Informações Toxicológicas: 0800 70 10450 (24 HORAS)
CENTROS DE INFORMAÇÕES TOXICOLÓGICAS:
Centro de Informações Toxicológicas (RS): 0800780200
Centro de Informações Toxicológicas (PR): 08006464350
Centro de Informações Toxicológicas (SP): 0800771 3733
Da empresa - ANCOM: Oxx11 2102-8460 (horário comercial)

Este produto é: PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE ( CLASSE III)
Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no
solo, podendo atingir, principalmente, águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens e restos do produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
INTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada.
-Contate as autoridades locais competentes e a empresa ANCOM DO BRASIL LTDA.
- telefone de emergência: Oxx 11 3887-0977.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas
de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
•Piso pavimentado - absorva o produto com serragem ou areia; recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
•Solo - retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado; recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
•Corpos d'água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal; contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO 2 ,PÓ QUIMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Embalagem rígida lavável -
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
•Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamentos independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos. Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

•Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas .

•O armazenamento das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

•No prazo de até 1 ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto, ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra .

• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade .
•0 usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano, após a devolução da embalagem vazia.
EMBALAGEM Rígida NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA • ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização. pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
Embalagem secundária – Não contaminada
• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
•TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO, AO USUÁRIO A Reutilização E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
•Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
•A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais

Faça o preparo do solo para o plantio e excute as operações de cultivo de modo a diminuir a infestação das plantas daninhas e sua disseminação.

Qualquer herbicida pode ficar menos efetivo, ao longo do tempo, se as plantas infestantes a serem controladas, desenvolverem algum mecanismo de resistência. Para tanto, recomenda-se as seguinte estratégias de manejo, visando prolongar a vida útil dos mesmos:
- herbicidas da mesma classe ou modo de ação não devem ser utilizados em gerações consecutivas da mesma planta infestante;
- utilizar somente as doses recomendadas na Bula;
- sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais relacionadas ao manejo.
- Incluir outros métodos de controle das plantas infestantes, dentro do programa de manejo, quando disponível e apropriado.