Bula Antrimo TM

acessos
Teflubenzuron
2209
Basf

Composição

Teflubenzuron 150 g/L Benzoiluréia

Classificação

Inseticida
IV - Pouco tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Fisiológico inibidor da síntese de quitina
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
50 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) No máximo 3 aplicações. 30 dias. A aplicação deverá ser feita, quando o número de lagartas atingir 2 lagartas/planta
Ameixa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
30 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 15 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê dos capinzais
(Mocis latipes)
100 a 200 mL p.c./ha 150 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
100 a 200 mL p.c./ha 150 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta da teia
(Stylopalpia costalimai)
100 a 200 mL p.c./ha 150 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
100 a 200 mL p.c./ha 150 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Anonáceas Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das frutas
(Cerconota anonella)
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta das folhas
(Spodoptera eridania)
100 a 200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 40 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
100 a 200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 40 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
100 a 200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 40 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
150 a 250 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - No máximo 3 aplicações. 7 dias. Iniciar o tratamento no aparecimento da praga
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
25 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
250 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - No máximo 2 aplicações. 30 dias. A aplicação deverá ser iniciada, quando atingir o nível de 20% de folhas com lagartas vivas
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
250 mL p.c./ha 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 40 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Canola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 21 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Centeio Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça
(Sitotroga cerealella)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
25 a 30 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 28 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca da couve
(Hellula phidilealis)
25 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Couve-chinesa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca da couve
(Hellula phidilealis)
25 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Couve-de-bruxelas Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
25 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
25 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Cupuaçu Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta-das-folhas
(Macrosoma tipulata )
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta das folhas
(Sarsina violascens)
300 a 350 mL p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
200 mL p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
200 mL p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 15 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
250 a 350 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - No máximo 2 aplicações. U.N.A Iniciar as aplicações, quando houver presença das primeiras lagartas
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
250 a 350 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicação. Uso não alimentar. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Gergelim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta enroladeira
(Antigastra catalaunaris)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicação. 21 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Girassol Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Rachiplusia nu)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicação. 21 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta do girassol
(Chlosyne lacinia saundersii)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicação. 21 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
30 a 40 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicação. 1 dia. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mandarová
(Erinnyis ello)
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicação. 7 dia. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Mamona Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Maracujá Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do maracujazeiro
(Dione juno juno)
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Marmelo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
30 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 15 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
20 a 40 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 7 dias Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
20 a 40 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 7 dias Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Milheto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
50 a 100 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 45 dias Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
50 a 100 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 45 dias Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
50 a 100 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - No máximo 2 aplicações. 45 dias. Iniciar o tratamento no aparecimento da praga
Nespera Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 15 dias Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Pêra Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta de fogo
(Megalopyge lanata)
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 15 dias Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
30 a 40 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 15 dias Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
25 mL p.c./100L água 100 a 400 L de calda/ha - No máximo 3 aplicações. 14 dias. Iniciar a aplicação, assim que houver o aparecimento das lagartas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
150 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 30 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
50 mL p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) No máximo 2 aplicações. 30 dias. iniciar a aplicação, quando do início da incidência das lagartas
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
50 a 10 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 45 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
50 a 10 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 45 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
25 mL p.c./100L água 100 a 400 L de calda/ha - No máximo 3 aplicações. 4 dias. Iniciar o tratamento no aparecimento das pragas
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
25 mL p.c./100L água 100 a 400 L de calda/ha - No máximo 3 aplicações. 4 dias. Iniciar o tratamento no aparecimento das pragas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta do trigo
(Pseudaletia adultera)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Triticale Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia adultera)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta militar
(Spodoptera sp.)
30 a 40 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Mandarová da uva
(Eumorpha vitis)
30 a 40 mL p.c./100L água 200 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga

Frasco plástico 10ml, 250 mL, 500ml, 600ml, 1,0 L e 1,6ml.
Frasco metálico 250 mL e 1,0 L.
Bombona de plástico 2L, 2,5L, 3L, 5L, 10L, 20L, 50L, 100L.
Bag in Box de papelão e plástico 100ml, 250ml, 500ml, 600ml, 1L, 1,6L, 2L, 2,5L, 5L, 10L, 20L.
Filme: Stand-up pouch com tampa de plástico ou plástico metalizado 100ml, 250ml, 500ml, 600ml, 1L, 1,6L 2L, 2,5L, 5L, 10L.
Lata; Balde de metal; plástico 1L, 5L, 10L, 20L.
Tambor de plástico ou metal 50L, 100L, 190L, 200L, 210L.
Tanque; Container intermediário de plástico, metal ou fibra de papel com bolsa plástica interna; metal/plástico; metal/plástico com pallet de madeira 950L, 960L, 970L, 980L, 990L, 1000L, 1800L, 2000L, 2700L, 3000L.
Tamque ISOcontainer; Caminhão tanque de metal 5000L, 10000L, 15000L, 16000L, 17000L, 18000L, 19000L, 20000L, 21000L, 22000L, 23000L, 24000L, 25000L, 29000L, 30000L.

Instruções de Uso:

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

- Como os produtos reguladores de crescimento dos insetos e ácaros atuam na formação da quitina, interferindo no processo de muda ou ecdise, os melhores resultados são obtidos, quando na aplicação destes produtos, a maioria da população das pragas é jovem, pleno processo de crescimento. Por conseguinte, a constatação da mortalidade das pragas demanda um certo espaço de tempo, atingindo a melhor eficiência num prazo de até 4 dias após a aplicação, mesmo sabendo que as pragas paralisam o processo de alimentação logo após a ingestão dos produtos.

- Na cultura do algodão, a aplicação deverá ser feita, quando o número de lagartas atingir 2 lagartas/planta. Fazer no máximo 3 aplicações.
- Na cultura da batata, iniciar o tratamento no aparecimento da praga. Quando necessário, reaplicar o produto utilizando de 600 a 1000 litros de calda por hectare. Fazer no máximo 3 aplicações.
- Na cultura do café, a aplicação deverá ser iniciada, quando atingir o nível de 20% de folhas com lagartas vivas. Fazer no máximo 2 aplicações.
- Na cultura do fumo, iniciar as aplicações, quando houver presença das primeiras lagartas. Fazer no máximo 2 aplicações.
- Na cultura do milho e milho doce, iniciar o tratamento no aparecimento da praga. Fazer no máximo 2 aplicações.
- Na cultura do repolho, iniciar a aplicação, assim que houver o aparecimento das lagartas. Fazer no máximo 3 aplicações.
- Na cultura da soja, iniciar a aplicação, quando do início da incidência das lagartas. Fazer no máximo 2 aplicações.
- Na cultura do tomate, iniciar o tratamento no aparecimento das pragas. Quando necessário, reaplicar com intervalo de uma semana. Fazer no máximo 3 aplicações.

MODO DE APLICAÇÃO
- Diluir as doses recomendadas por hectare, na quantidade de água necessária para uma aplicação uniforme, em baixo volume (5 - 50 L/ha) ou um volume normal (de 100 a 400 litros por hectare), considerando o equipamento disponível na propriedade.
- Pode ser aplicado por via terrestre utilizando pulverizadores: tratorizado de barra, tratorizado com turbo-atomizador, costal manual ou motorizado, usando-se bicos de jato cônico com ponta e difusor adequados ou com bicos rotativos (CDA) produzindo 30 - 50 gotas/cm2 e de VMD de 250 - 400 micra, com pressão de 80 - 100 psi.
- Deve-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:

Temperatura ambiente até 30oC;
Umidade relativa do ar no mínimo de 60%;
Velocidade do vento de no máximo 10 km/h.

- Para aplicações via aérea nas culturas soja e algodão, além dos cuidados normais empregados nas aplicações de inseticidas, utilizar um volume de calda de 20 a 40 L/ha, ângulo dos bicos em relação à linha de vôo da aeronave de 45 graus. Aplicar somente com barra e bicos adequados para aplicação aérea, e pressão de trabalho de 15 a 30 psi.



- Deve-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação via aérea do produto, tais como:

Temperatura ambiente até 30oC;
Umidade relativa do ar no mínimo de 60%;
Velocidade do vento de no máximo 7 km/h;
Altura do vôo: 3 à 4 metros da cultura.

- A aplicação poderá ser feita fora das condições acima descritas a critério do Engenheiro Agrônomo, evitando sempre a deriva e perdas do produto por evaporação.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Algodão.........................30 dias
Batata............................7 dias
Café...............................30 dias
Fumo..............................U.N.A.
Milho...............................45 dias
Repolho...........................14 dias
Soja.................................30 dias
Tomate............................4 dias

LIMITAÇÕES DE USO

Não aplicar em presença de ventos fortes. Não misturar com produtos de reação fortemente alcalina bem como com qualquer outro agrotóxico.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS COMPLEMENTARES

Mecanismo de ação do DART 150:

DART 150 é um inseticida à base de TEFLUBENZURON, que age como regulador de crescimento inibindo a síntese bioquímica da quitina, que é o principal componente do exoesqueleto ou cutícula do inseto. A exigência de quitina é maior durante o processo de mudança de pele. Quando as lagartas entram em processo de muda de pele não é capaz de sintetizar a cutícula e morrem em poucos dias. As lagartas mais jovens são mais sensíveis. Para se obter um ótimo controle, deve-se aplicar DART 150, no início da infestação da praga. Fêmeas adultas expostas ao DART 150 podem sobreviver e geralmente seus ovos são inférteis, diminuindo progressivamente a população.

Obs:
1 litro de DART 150 corresponde a 150 g/L de TEFLUBENZUROM.

Dados Relativos à proteção à saúde humana:

Produto perigoso.

Use os equipamentos de proteção individual como indidcado

Precauções gerais:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamenlos de proteção individual (EPI's) recomendados.
Não dislribua, não prepare a calda e não aplique sem proteger as mãos, pés, olhos, boca, nariz, orelhas e o restante do corpo. Use todos os equipamentos de proteção que esteja qualilicados na bula e rótulo.
Os equipamcntos de proteção individual (EP1) devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão. avental, botas, máscara, óculos e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danifieados. Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e valvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
Não inale, não cheire, não aspieree não ingira o produto.

Precauções na preparação da calda:
Caso ocora contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual- EPl: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças em cima das botas; avental impermeável botas de borracha; máscara apropriada para névoas/vapores orgânicos; óculos de segurança e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

Precauções na preparação da calda:
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto nas horas mais quentes do dia. Verifique a direção do vento e aplique de forma a evitar o contato com o produto, dependendo do equipamento de aplicação.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual EPl: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas: botas de borracha: óculos de segurança: máscara apropriada para névoas/vapores orgânicos e luvas de nitrila.
Não fume, não beba ou coma durante a aplicação do produto.
Não permita que crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em que estiver sendo aplicado o produto, ou em áreas tratadas logo após a aplicação.

Precauções após a aplicação:
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Manlenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamenlos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinle ordem: óeulos. avental, bolas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamenle após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No desearte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI's: macacão de algodão impermeável com mangas compridas. luvas de nitrila e botas de borracha.

Primeiros socorros:
No caso de contato com o produto, procure logo um serviço médico de emergÊncia levando embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agrônomico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Se a vítima estiver consciente dar 2 a 3 copos de água. Nunca ele nada por via oral a uma pessoa inconsciente. Caso o vômito ocorra naturalmente, não tente evitar. Em caso de vômito, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou coloque a pessoa de lado (se estiver deitada) para evitar a aspiração do conteúdo gástrico.
Olhos: Retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em abundância ou soro fisiológico durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ('"respirado"'), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da conlaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

ANTÍDOTO: Não há antidoto específico.

GRUPO QUÍMICO:
BENZOILURÉA

CLASSE TOXICOLÓGICA:
IV - POUCO TÓXICO

VIAS DE EXPOSIÇÃO:
DÉRMICA, INALATÓRIA, ORAL.

TOXICOCINÉTICA:
Em estudos com animais, foi observada baixa absorção pelo trato gastrintestinal. A principal via de excreção foi fecal, e apenas pequenas quantidades foram através da urina. Excreção quase que competa após 8 dias. Não é bioacumulado.

MECANISMO DE TOXICIDADE:
OS mecanismos de toxicidade tóxicos para humanos não são conhecidos.

SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS:
Não se conhecem efeitos tóxicos para humanos.

DIAGNÓSTICO:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

TRATAMENTO:
Realizar tratamento sintomático e de superte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Não há antídoto específico.
Em caso de contato com a pele, lavar as áreas atingidas com água corrente e sabão neutro em abundância. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.
Em caso de contato com os olhos, lavá-lo abundantemente com soro fisiológico.
Se o produto foi ingerido, avaliar a necessidade de administração de carvão ativado.
Teflubenzuron - Não há informações específicas de sintomatologia e evolução do quadro clínido.

CONTRA-INDICAÇÕES:
A indução do vômito é contra-indicado em razão do risco de aspiração e de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.

EFEITOS SINÉRGICOS:
Não são conhecidos:

ATENÇÃO:
Ligue para o Disque- Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centro de Informações e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA / MS
Notifique ao sistema de informções de agravos de notificação (SINAN / MS)

Telefone de Emergência da empresa:
08000-112273 ou 0xx12 31281357

Dados relativos à proteção do meio ambiente:

Precauções de uso e advertência quanto aos cuidados de proteção ao meio ambiente:

ESTE PRODUTO É:
MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)

Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Evite a contaminação ambiental- Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamentos.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqtienta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concementes as atividades aeroagrícolas.

Instruções de armazenamento do produto, visando sua conservação e prevenção contra acidentes:
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

Instruções em caso de acidentes:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BASF S.A., Telefones de Emergência: (08000) 11-2273 ou (Oxx12) 3128-1357.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI's (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não devera mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.

Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

Procedimento de lavagem, armazenamento, devolução, transporte, e destinação de embalagens vazias e restos de produtos impróprios para utilização ou em desuso:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa a embalagem até 1;4 do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato de água
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mante-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem e dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Armazenamento da embalagem vazia:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos canais de distribuição.

EMBALAGEM SECUNDARIA (NÃO CONTAMINADA) -
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

Devolução da embalagem vazia:
É obrigatório a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO

EFEITOS SOBRE 0 MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto e feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte esta sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamentos da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos orgaos responsáveis.

Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.

Qualquer agente de controle de pragas pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos inseticidas e acaricidas:
- Qualquer produto para controle de pragas da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga;
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência;
- Incluir outros métodos de controle de pragas (ex.: controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponíveis e apropriados.