Bula Apollo 500 SC

acessos
Carbendazim
5312
Tide

Composição

Carbendazim 500 g/L Benzimidazóis

Classificação

Fungicida
II - Altamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Fusariose
(Fusarium pallidoroseum)
80 mL p.c./100 kg de sementes - - Realizar uma aplicação. Não determinado. Tratamento de sementes
Fusariose
(Fusarium moniliforme)
80 mL p.c./100 kg de sementes - - Realizar uma aplicação. Não determinado Tratamento de sementes
Podridão de raiz
(Lasiodiplodia theobromae)
80 mL p.c./100 kg de sementes - - Realizar uma aplicação. Não determinado. Tratamento de sementes
Ramulose
(Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides)
80 mL p.c./100 kg de sementes - - Realizar uma aplicação. Não determinado Tratamento de sementes
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
100 mL p.c./100L água 5 a 15 L de calda / planta - Realizar uma segunda aplicação 4 a 6 semanas após a primeira aplicação. 7 dias. Aplicar quando 2/3 das pétalas da florada principal tenham caído.Em variedades suscetíveis e quando o período é chuvoso, uma segunda aplicação 4 a 6 semanas após a 1ª aplicação é recomendável
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
50 mL p.c./100L água 5 a 15 L de calda / planta - Realizar uma segunda aplicação 4 a 6 semanas após a primeira aplicação. 7 dias. Aplicar quando 2/3 das pétalas da florada principal tenham caído.Em variedades suscetíveis e quando o período é chuvoso, uma segunda aplicação 4 a 6 semanas após a 1ª aplicação é recomendável
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
500 mL p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Repetir a aplicação 10 a 15 de acordo com as condições climáticas e pressão da doença. 14 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ao redor de 30 dias após a emergência e repetir a cada 10 a 15 dias de acordo com as condições climáticas e pressão da doença
Fusariose
(Fusarium pallidoroseum)
100 mL p.c./100 kg de sementes - - Realizar uma aplicação. Não determinado. Tratamento de sementes
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum truncatum)
100 mL p.c./100 kg de sementes - - Realizar uma aplicação. Não determinado. Tratamento de sementes
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
100 mL p.c./100 kg de sementes - - Realizar uma aplicação. Não determinado. Tratamento de sementes
Fungo de armazenamento
(Penicillium spp)
100 mL p.c./100 kg de sementes - - Realizar uma aplicação. Não determinado. Tratamento de sementes
Fusariose
(Fusarium pallidoroseum)
100 mL p.c./100 kg de sementes - - Realizar uma aplicação. Não determinado. Tratamento de sementes
Mancha olho de rã
(Cercospora sojina)
100 mL p.c./100 kg de sementes - - Realizar uma aplicação. Não determinado. Tratamento de sementes
Mancha parda
(Septoria glycines)
500 mL p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Repetir a aplicação 15 a 20 dias após a primeira aplicação. 14 dias. Iniciar a aplicação na fase de florescimento à formação de vagem
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
500 mL p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Repetir a aplicação 15 a 20 dias após a primeira aplicação. 14 dias. Iniciar a aplicação na fase de florescimento à formação de vagem
Oídio
(Microsphaera diffusa)
500 mL p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Repetir a aplicação 15 a 20 dias após a primeira aplicação. 14 dias. Iniciar a aplicação na fase de florescimento à formação de vagem
Podridão das sementes
(Aspergillus flavus)
100 mL p.c./100 kg de sementes - - Realizar uma aplicação. Não determinado. Tratamento de sementes
Seca da haste e da vagem
(Diaporthe phaseolorum var. sojae)
100 mL p.c./100 kg de sementes - - Realizar uma aplicação. Não determinado. Tratamento de sementes
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Fusariose
(Fusarium graminearum)
600 mL p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar a primeira aplicação no início do espigamento e a segunda 8 - 10 dias após. 35 dias. Realizar a primeira aplicação no início do espigamento e a segunda 8 a 10 dias após
Mancha das glumas
(Stagonospora nodorum)
600 mL p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar a primeira aplicação no início do espigamento e a segunda 8 - 10 dias após. 35 dias. Realizar a primeira aplicação no início do espigamento e a segunda 8 - 10 dias após
Mancha salpicada
(Septoria tritici)
600 mL p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar a primeira aplicação no início do espigamento e a segunda 8 - 10 dias após. 35 dias. Realizar a primeira aplicação no início do espigamento e a segunda 8 - 10 dias após

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
APOLLO 500 SC é um fungicida sistêmico, do grupo benzimidazol, suspensão
concentrada, que contém 500 g/l do ingrediente ativo carbendazim, utilizado no
tratamento de doenças da parte aérea nas culturas de citros, feijão, trigo, soja, e no
tratamento de sementes de feijão, soja e algodão.

CULTURAS:
APOLLO 500 SC é indicado para o controle de doenças nas culturas de algodão,
citros, feijão, soja e trigo.

MODO DE APLICAÇÃO:
APOLLO 500 SC deve ser diluído em água e aplicado com os equipamentos de
pulverização, conforme o que segue abaixo:

PULVERIZAÇÃO
Aplicação Terrestre

FEIJÃO, SOJA, TRIGO:
Utilizar equipamentos tratorizados com barras dotadas de bicos cônicos da série D
ou similar, velocidade do trator em torno de 6 km/h, pressão de trabalho entre 80 a
120 lb/pol² e tamanho de gotas entre 200 a 400 micra, com uma densidade em torno
de 60 gotas/cm².

CITROS:
Recomenda-se a aplicação com turbo atomizador acoplado ao trator. Respeitar a
velocidade do trator em torno de 6 km/hora, à uma pressão de trabalho entre 200 a
300 lb/pol2, com tamanho de gotas entre 200 a 400 micra, e densidade em torno de
60 gotas/cm2.
Aplicação Aérea

FEIJÃO, SOJA, TRIGO:
Para aeronaves do tipo Ipanema, utilizar barras dotadas de bicos cônicos série D ou
similar, com disco (core) com ângulo inferior a 45° ou micronair com 4 atomizadores, seguindo a tabela do fabricante para ajuste do regulador de vazão (VRV), pressão e
ângulo de pá.
Volume de aplicação: 30 a 50 L/ha.
Altura do vôo: com barras: 2 a 3 m do alvo a ser atingido.
Largura da faixa de deposição efetiva: 15 m.
Tamanho das gotas: 200 a 400 micra.
Densidade de gotas: em torno de 60 gotas/cm².
O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em
funcionamento durante toda a aplicação.

TRATAMENTO DE SEMENTES
ATENÇÃO:
O tratamento de sementes com APOLLO 500 SC deve ser através de máquinas
apropriadas para tratamento de sementes.
No tratamento de sementes de feijão, soja e algodão destinados ao plantio, deve-se
adicionar ao APOLLO 500 SC, corante específico para tratamento de sementes. O
corante denominado Vermelho Sun, deve ser adicionado em água com o fungicida,
misturando-se com as sementes que serão plantadas logo em seguida. Recomendase
utilizar 15 ml de corante/100 kg de sementes.
As sementes tratadas, destinam-se única e exclusivamente para o plantio, não
podendo ser utilizadas para o consumo humano ou animal.
Misturar homogeneamente o produto às sementes durante um período mínimo de 10
minutos em tambor giratório, betoneiras ou utilizar máquinas específicas para o
tratamento de sementes.

ALGODÃO:
Diluir 80 ml do produto comercial em 400 ml e 900 ml de água, nas sementes sem
linter e com linter, respectivamente. Distribuir homogeneamente em 100 kg de
sementes.

FEIJÃO E SOJA:
Diluir 100 ml do produto comercial em 400 ml de água e distribuir homogeneamente
em 100 kg de sementes.
Limpeza do equipamento de aplicação: Proceder lavagem com solução a 3% de
amoníaco ou soda cáustica, deixando-a no tanque por 24 horas. Substituí-la depois,
por solução de carvão ativado a 3 g/L de água e deixar em repouso por 1 a 2 dias,
lavando em seguida com água e detergente. Descartar a água remanescente da
lavagem por pulverização nas bordaduras da lavoura.
Consulte sempre um engenheiro agrônomo ou representante da empresa.

INTERVALOS DE SEGURANÇA:
Algodão (tratamento da semente): Intervalo de segurança não determinado.
Citros: 7 dias
Feijão: 14 dias
Feijão (tratamento da semente): Intervalo de segurança não determinado.
Soja: 14 dias
Soja (tratamento da semente): Intervalo de segurança não determinado.
Trigo: 35 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS
TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde
Humana ANVISA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO:
· Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
· Desde que sejam mantidas as recomendações de uso não ocorre fitotoxicidade
nas culturas para as quais o produto é recomendado.
· Sementes tratadas com o APOLLO 500 SC destinam-se única e exclusivamente
para o plantio, não podendo ser utilizados para consumo humano e animal.
· Todo equipamento usado para aplicar o APOLLO 500 SC deve ser
descontaminado antes de outro uso.
· Não é recomendado o uso de APOLLO 500 SC, em tratamentos de sementes
com o uso de ferramentas manuais, ou com o uso de lonas plásticas.
· As embalagens utilizadas para acondicionar as sementes tratadas com APOLLO
500 SC devem ser flexíveis e consideradas contaminadas após sua utilização,
devendo-se seguir as orientações para Destinação de Embalagens Vazias
Flexíveis.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A
SEREM UTILIZADOS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde
Humana ANVISA/MS)

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM
USADOS:
Vide item “modo de aplicação”.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE;
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio
Ambiente -IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO,
DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E
INUTILIZAÇÃODAS EMBALAGENS VAZIAS
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio
Ambiente -IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E
DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO.
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio
Ambiente -IBAMA/MMA)

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO. PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
-Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
-Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
-Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
-Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
-Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
-Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA :
-Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
-Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
-Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
-Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
-Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
-Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. Conforme modo de aplicação, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa de produto.
-Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
-Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
-Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
-Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
-Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
-Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
-Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
-Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
-Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
-Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
-Não reutilizar a embalagem vazia.
-No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI : macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO. PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
-Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
-Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
-Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
-Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
-Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
-Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA :
-Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
-Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
-Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
-Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
-Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
-Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. Conforme modo de aplicação, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa de produto.
-Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
-Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
-Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
-Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
-Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
-Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
-Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
-Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
-Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
-Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
-Não reutilizar a embalagem vazia.
-No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI : macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR CARBENDAZIM (Carbendazim) e PROPILENOGLICOL -
INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico: Carbendazim.......................................... Carbamato Benzimidazol
Propilenoglicol (PG) ...............................................Alcoóis

Vias de Exposição: Oral, dérmica, ocular e inalatória.

Toxicocinética: Carbendazim:Foi bem absorvido pelo trato gastrointestinal; também pode ser absorvido pela pele intata e pelos pulmões. Rapidamente é metabolizado
principalmente a hidroxi-2-benzimidazolcarbamato (5-HBC) e 2- aminobenzimidazol (2-AB). O pico plasmático foi bifásico com meia-vida de 1,4h (I.V.) e 2,5h (oral) e, na segunda fase, de 11h (I.V.) e 12h. Quase todo o produto e seus metabólitos foram excretados pela urina (65%) e fezes, 72 horas após administração oral.
Propilenoglicol:
Em humanos, a absorção é rápida pelas vias oral e dérmica; a absorção é baixa pelo trato respiratório e ocular. A distribuição é ampla na água corporal. Tem uma meia-vida de 2-5 horas, mas pode ser de 16 horas em crianças pequenas. Aproximadamente 45% da dose absorvida é excretada inalterada na urina e, o restante, é extensamente metabolizado (oxidação) no fígado, a lactato, e posteriormente a piruvato e acetato. Menos de 5% é absorvido pelo trato respiratório.

Mecanismos de toxicidade: Carbendazim:Não se conhece o mecanismo de toxicidade específico para humanos. A diferença com outros carbamatos, o Carbendazim possui pouco ou não possui efeito sobre a enzima acetilcolinesterase. Nos fungos age por inibição da formação de microtúbulos durante a mitose. Um mecanismo similar tem se postulado em mamíferos. Age também incrementando o grau de apoptose em linhas celulares tumorais (murinas e humanas).
Propilenoglicol: PG tem propriedades irritativas. Age também como depressor do sistema nervoso central (SNC). PG é metabolizado a ácido láctico por enzimas hepáticas. Quando excessivo ácido láctico é formado, ocorre acidose metabólica.

Sintomas e Sinais Clínicos:
Carbendazim:
Toxicidade aguda: oral e dérmica é baixa. Baseado em estudos com animais
carbendazim pode causar:

Sinais e Sintomas
Dérmica ................................................. Irritação leve; não foi sensibilizante dérmico.
Ocular ................................................... Irritação leve.
Oral ....................................................... Náuseas, vômitos, cefaléia e diarréia.

Toxicidade crônica: Foi classificado como possível carcinogênico para humanos EPA, grupo C). Há relatos de mutagenicidade em ratos e humanos. É suspeito de ser desregulador endócrino e de causar efeitos reprodutivos e fetais. Estudos sugerem indução de abortos em humanos expostos ao Carbendazim.

Propilenoglicol:
Exposição aguda: em humanos foram descritos sintomas:

Exposição Sinais e Sintomas
Dérmicos ....................................... Eritema, dermatite de contato. Não é sensibilizante.
Respiratórios.................................. Tosse, dispnéia, irritação, broncoespasmo leve.
Oculares......................................... Leve irritação, blefaroespasmo, sensação de picada e lacrimejamento (transitórios).
Sistêmicos (grandes quantidades, via IV).......... Crianças são mais susceptíveis. Pode causar sintomas no SNC (coma, convulsões), hiperosmolaridade, acidose láctica, insuficiência renal, affitmias, hipotensão, parada cardíaca e óbito. Infusão IV de medicamentos contendo PG pode causar hemólise.

População de risco: crianças; pacientes com insuficiência hepática e renal.

Exposição crônica: quando consumido cronicamente (geralmente em formulações de medicamentos) tem causado acidose láctica, toxicidade renal proximal, hipoglicemia, estupor, convulsões, arritmias; dermatite (aplicação dérmica). Não é carcinogênico para humanos.

Diagnóstico: compatível.
—> Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.
--> A concentração de Carbendazim no sangue e de seu metabólito hidroxi-2- benzimidazolcarbamato na urina pode ajudar no diagnóstico de intoxicação aguda.
—> Concentrações séricas de Propilenoglicol podem ser medidos por cromatografia líquida.

Tratamento: Antídoto: não há antídoto específico. Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias respiratórias, de aspiração; tratamento sintomático e de suporte.

Exposição Oral:
1. Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário.
1.Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal.
2.Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou alteração de consciência em pacientes não-intubados; corrosivos e hidrocarbonetos; risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal.
•Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a
absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 h)
1. Dose: suspensão (240 ml de água/30 g de carvão). Dose: 25 a 100 g em
adultos, 25 a 50 g em crianças de (1-12)a e 1 g/lcg em < 1 a;
•Não provocar vômito. Intoxicação grave:
•Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se necessário. Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de ventilação assistida se requerido. Monitorar oxigenação (oximetria gasometria), eletrólitos, ECG, etc
•Hipotensão: infundir (10-20) mllkg de líquido isotônico. Se persistir: Dopamina (5-20 lig/kg/min) ou Norepinefrina (adulto: começar infusão de 0,5-1 ug/min; crianças: começar com 0,1 ug/kg/min) Tratar acidose metabólica severa com Bicarbonato de sódio.
•Convulsões: indicado benzodiazepínicos IV: Diazepam (adultos = 5-10 mg; crianças = 0,2-0,5 mg/kg, e repetir a cada 10-15 minutos) ou Lorazepam (adultos: 2-4 mg; crianças: 0,05-0,1 mg/kg). Considerar Fenobarbital ou Propofol na recorrência das convulsões em >5 anos.
•Hemodiálise: pode ser requerido em caso de intoxicação grave, insuficiência renal e acidose grave.
•Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.

Exposição Inalatória: Se ocorrer tosse/dispnéia, avalie quanto a irritação, bronquite ou
pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate broncoespasmos com B2-agonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.

Exposição Ocular: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina 0,9%, à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista.

Exposição Dérmica: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irrita ão ou dor sersistirem.

CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
•EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar equipamento de reanimação manual (Ambú).
•Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular inalatório e com o produto.

Contra indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.

Efeitos Sinérgicos: Não relatados em humanos.

ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa : 41 3346-5711

Mecanismo de Ação, Absorcão e Excreção para Animais de Laboratório: Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos: (PF)
•DL50 oral em ratos: > 2000 mg/Kg
•DL50 dérmica em ratos: >4000 mg/Kg
•CL50 dérmica em ratos: >1,533mg/L
•Irritação dérmica: levemente irritante.
•Irritação ocular: moderadamente irritante.
•Sensibilização: não sensibilizante. Carbendazim:
Efeitos crônicos: os principais órgãos-alvo foram o fígado, rim, medula óssea (hipoplasia) e testículos (alterações na espermatogênese, lesão dos túbulos seminíferos). Em estudos reprodutivos e de teratogenicidade foram observados: infertilidade e lesão testicular em machos (em ratos, não em camundongos), defeitos congênitos em ratos (hidrocéfalo, alterações no cérebro, rins e esqueléticas), abortos pós-implantação, retardo de crescimento e incremento da letalidade (ratos, coelhos), incremento de estradiol em fêmeas (ratas). Em hamsters induziu infertilidade em machos e abortos nas fêmeas. Foi genotóxico e mutagênico (aneugenia).

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
[ X ] - PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).

Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas

2-INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
-O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3-INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa DE SANGOSSE AGROQUÍMICA LTDA - telefone de emergência: (41) 3346-5711.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtro)
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTI-NAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM

RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; - Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão s uir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, dire-cionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
-Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazena-da com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
-O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
-No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
-Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve s r efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa conta nação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo
todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época
adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e
outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
É importante associar ao emprego de fungicidas, outros métodos de controle de
fungos (cultural, biológico, etc.), sempre com base no programa de Manejo Integrado
de Doenças para cada cultura, quando disponível e apropriado.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS:
Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do
tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a
Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo
de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos;
- Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação
recomendados no rótulo/bula;
- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle
cultural, biológico, etc.) dentro do programa de manejo Integrado de Doenças
(MID) quando disponíveis e apropriados;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as
recomendações locais para o manejo e prevenção de resistência.