Bula Arreio Pasto

acessos
Fluroxipir-metílico + Picloran
3815
Adama

Composição

Equivalente ácido de Fluroxipir 80 g/L Ácido piridiniloxialcanóico
Equivalente Ácido de Picloram 80 g/L Picloram derivado dos piridinocarboxílicos e 2,4-D derivado dos ariloxialcanóicos
Fluroxipir-metílico 115 g/L Ácido piridiniloxialcanóico
Picloran 129.42 g/L Ácido piridinocarboxílico

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Microemulsão (ME)
Seletivo, Sistêmico
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amarelinho
(Tecoma stans)
1 L p.c. / 100 L de água 150 a 300 L de calda/ha 25 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Assa peixe
(Vernonia polyanthes)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 25 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo. Adição de adjuvante na dose de 0,3% v/v na calda (0,3 L de adjuvante em 99,70 L de água)
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
2 a 2,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 25 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo. Adição de adjuvante na dose de 0,3% v/v na calda (0,3 L de adjuvante em 99,70 L de água)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 25 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo. Adição de adjuvante na dose de 0,3% v/v na calda (0,3 L de adjuvante em 99,70 L de água)
Joá bravo
(Solanum sisymbriifolium)
0,5 a 1 L p.c. / 100 L de água 150 a 300 L de calda/ha 25 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Leiteiro
(Peschiera fuchsiaefolia)
2 a 2,5 L p.c. / 100 L de água 150 a 300 L de calda/ha 25 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo. Adição de adjuvante na dose de 0,3% v/v na calda (0,3 L de adjuvante em 99,70 L de água)
Malva branca
(Sida cordifolia)
0,75 a 1 L p.c. / 100 L de água 150 a 300 L de calda/ha 25 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 25 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo. Adição de adjuvante na dose de 0,3% v/v na calda (0,3 L de adjuvante em 99,70 L de água)
Unha de vaca
(Bauhinia variegata)
1,5 a 2,5 L p.c. / 100 L de água 150 a 300 L de calda/ha 25 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo. Adição de adjuvante na dose de 0,3% v/v na calda (0,3 L de adjuvante em 99,70 L de água)

Balde metálico: 2,5; 3,0; 5,0; 10; 15; 20; 25; 30; 40; 50 L.
Bombona plástica: 2,5; 3,0; 5,0; 10; 15; 20; 25; 30; 40; 50 L.
Container polietileno: 500; 1.000; 2.000; 5.000; 10.000; 15.000; 20.000; 25.000; 30.000 L.
Frasco metálico/plástico: 0,20; 0,25; 0,30; 0,40; 0,50; 0,60; 1,0; 1,5; 2,0; 2,2 L.
Isocontainer polietileno/metálico: 500; 1.000; 2.000; 5.000; 10.000; 15.000; 20.000; 25.000; 30.000 L.
Tambor metálico/plástico: 50; 100; 150; 200; 250; 400; 500 L.
Tanque metálico: 500; 1.000; 2.000; 5.000; 10.000; 15.000; 20.000; 25.000; 30.000 L.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
ARREIO PASTO deve ser aplicado uma vez quando as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo na época quente do ano. As maiores doses deverão ser utilizadas em plantas infestantes adultas que sofreram roçadas anteriores e plantas infestantes que terminaram o seu processo vegetativo (final do período chuvoso).
- Em reforma de pastagem aplicar ARREIO PASTO após a pastagem estar totalmente germinada e iniciando o perfílhamento.
- Em áreas de manutenção (limpeza) da pastagem, para se ter uma melhor performance do produto, o ARREIO PASTO deve ser aplicado quando as plantas estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo e bem enfolhadas. Se as plantas infestantes estiverem com grande porte ou florescidas, roçá-las, esperar o rebrote e quando estiverem enfolhadas, fazer a aplicação com ARREIO PASTO. Neste caso, utilizar a maior dose recomendada.
Para um controle mais efetivo, recomenda-se a adição de adjuvante a 0,3 L em 99,7 L de água (0,3% v/v), para as plantas infestantes guanxuma, assa-peixe-branco, mata-pasto, fedegoso-branco (aplicação tratorizada) e leiteiro e unha-de-vaca (aplicação foliar em jato dirigido), possibilitando uma melhor distribuição das gotículas na superfície foliar, melhor absorção e penetração do produto na planta infestante.

MODO DE APLICAÇÃO:
A aplicação do herbicida ARREIO PASTO poderá ser efetuada através de pulverização terrestre (costal ou tratorizada) e aeronaves agrícolas.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
- Aplicação foliar em jato dirigido (Equipamento Costal):
Aplicar o produto diretamente sobre as folhas das plantas infestantes com pulverizador costal manual e volume de água suficiente para obter uma distribuição uniforme em toda a planta.
- Utilizar bicos leque da série 8003/04 ou 11003/04.
- Aplicação foliar em área total (Equipamento Tratorizado)
Utilizar pulverizadores de barra ou pulverizadores de turbina de fluxo de ar (Jatão).
A aplicação tratorizada em área total é recomendada em altas densidades populacional de plantas infestantes, em áreas de reforma e manutenção da pastagem.
Pulverizadores de barra:
- Bicos: bicos leque ou leque duplo tipo TT, AI, DG, ADI, AVI, proporcionando um bom molhamento em toda a planta.
- pressão de trabalho: 30 a 60 1ibras/pol2
- vazão: 150 a 300 Mia, observando uma boa cobertura e pouca deriva.
Pulverizadores com turbina de fluxo de ar (Mão): - faixa de aplicação: 10 a 14 metros
- vazão: 150 a 250 L/ha
- bicos tipo defletor
- pressão de trabalho: 30 a 40 libras/pol2

APLICAÇÃO AÉREA:
A aplicação do ARREIO PASTO deve ser feita por avião quando as áreas forem extensas e as pastagens infestadas por plantas de pequeno, médio e grande porte. Em aplicação aérea efetuar o controle somente das plantas infestantes Guanxuma, Assa-peixe-branco, Mata-pasto e Fedegoso¬branco.
Tipo de Bico: cônicos com orifício de D8 a D12 sem core.
Altura de vôo: A altura do vôo depende das características da aeronave, das condições da área-alvo, em especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao vôo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas, em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar.
- Manter nível de vôo cerca de 10 metros acima da vegetação.
Largura da faixa de deposição: Deve ser determinada mediante testes de deposição com as aeronaves e equipamentos que serão empregados na aplicação. Varia principalmente com a altura de vôo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Utilizar faixa máxima de 20 metros.
Diâmetro de gotas: 200 a 600 u (micra) VMD. Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação e/ou deriva, monitorando sempre as variáveis meteorológicas. Empregar equipamentos que produzam espectro de gotas estreito, de forma a minimizar a formação de muitas gotas pequenas, afastadas do diâmetro médio.
Densidade de gotas: 20 a 30 gotas/cm2 variando com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação. Angulo da barra: barras com bicos apresentando ângulo de 45° para trás;
Pressão: 15 a 30psi.
Volume de aplicação: No máximo 50 L/ha. Deve ser estabelecido em função do diâmetro e densidade de gotas. Como orientação geral, se usar gotas da ordem de 250 micra, para obter a densidade recomendada de gotas, em condições favoráveis, serão necessários cerca de 10 litros/ hectare. Se usar gotas de 400 micra, para atingir o número mínimo de gotas será necessário aplicar 25 a 30 litros/hectare. Em geral, as gotas menores são mais eficazes, porém sofrem mais com a evaporação e deriva.
OBS: Observar principalmente a umidade relativa do ar e velocidade do vento, de modo a evitar ao máximo as perdas por deriva e evitar atingir culturas não alvo e locais indesejáveis. Utilizar adjuvante misturado a calda de pulverização na dose de 0,3% v/v, a fim de reduzir a evaporação das gotas e acelerar a absorção dos produtos pelas plantas.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação via terrestre e aérea do produto, tais como:
- Temperatura ambiente até 30°C;
- Umidade relativa do ar no mínimo de 55%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Pastagem..............................................(1)
(1) Intervalo de segurança não determinado.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E AREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISAIMS).

LIMITAÇÕES DE USO:
• ARREIO PASTO quando utilizado nas doses e forma recomendada, não causa danos à pastagem.
• São sensíveis ao produto as plantas dicotiledôneas como: algodão, tomate, batata, feijão, soja,
café, hortaliças, flores, eucalipto e outras espécies sensíveis a herbicidas hormonais.
• Evitar que o produto atinja culturas vizinhas que sejam sensíveis ao produto. Observar
condições climáticas evitando deriva e inversão térmica.
• Culturas sensíveis só poderão ser plantadas na área onde foi aplicado ARREIO PASTO após 2-3 anos da última aplicação.
• Em áreas onde foi feito aplicação em área total, o pasto deverá ser vedado e esperar a recuperação da pastagem para abrir ao gado. Dessa forma, evitar que o gado ingira plantas tóxicas que possa existir na pastagem.
• Não utilizar o mesmo equipamento em culturas sensíveis quando for utilizado para aplicação de ARREIO PASTO.
• Não utilizar o esterco de curral de animais que tenham pastado em área tratada com o produto imediatamente após o tratamento em área total, para adubar plantas sensíveis ao produto.

INTERVALO DE REENTRADA DI PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
ARREIO PASTO
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o USO durante a aplicação.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação dó produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EM) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EM) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
- No utilize equipamentos de proteção individual (EP1) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos. -
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não distribua os produtos com as mãos desprotegidas.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Produto extremamente irritante para os olhos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente
• com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;, botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento, aplique o produto de forma a evitar o contato do aplicador com a névoa do produto, conforme equipamento de aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, 'não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.


INTOXICAÇÕES POR FLUROXIPIR-MEPTÍLICO, PICLORAM E SOLVENTE NAFTA
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico: Fluroxipir Metil Heptil Ester: Acido piridiniloxialcanóico.
Fluroxipir: Ácido piridiniloxialcanóico.
Solvente nafta: Hidrocarboneto aromático.
Picloram: Acido Piridinocarboxílico

Classe Toxicológica: Classe I — Extremamente tóxico
Vias de exposição: Oral, inalatória, dérmica e mucosas
Toxicocinética: Fluroxipir Metil Heptil Ester: Estudos em ratos mostram que, após
administração oral, fluroxipir-meptílico é rapidamente absorvido e hidrolisado para fluroxipir ácido e 1-metil-1-heptanol. E excretado com metabólitos na urina, e, principalmente, pela expiração. A meia vida no plasma é de aproximadamente 18 horas.
Equivalente ácido do Flurxipir: Informações em seres humanos são limitadas. Estudos em ratos mostraram que, após administração oral, Fluxoxipir é rapidamente absorvido, não metabolizado e rapidamente excretado, 92% da dose administrada foi excretada pela urina e entre 90 e 96 % da primeira dose administrada foi recuperada na urina 48 horas depois. Não há evidência de acumulação.
Picloram: O destino de Picloram foi definido no homem através de 6 voluntáçios saudáveis que receberam doses orais únicas de 5,0 e 0,5 mg/Kg e uma dose dérinica de 2,0 mg/Kg. Picloram foi administrado por via oral na forma de sal de sódio no sucd de uva. A dose dérmica foi aplicada nas costas dos voluntários com ácido livre dissolvido em etanol. Os dados indicaram que Picloram foi rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal (meia-vida de 20 mm) e rapidamente excretado inalterado através da urina. Mais de 90% da dose de Picloram foi recuperada inalterada através da urina em 72 horas; a maior parte da dose (>75%) foi excretada dentro de 6 horas e o restante foi eliminado com uma 'meia-vida média de 27 horas. Picloram foi lentamente absorvido pela pele (meia-vida de 12 horas) e, com base na quantidade de Picloram excretada na urina, apenas uma pequena fração (0,2%) 'do Picloram aplicado na pele foi absorvida. Apresenta bixo potencial de bioacumulação no homem durante exposições repetidas ou prolongadas.
Nafta: Absorção: atravessam as membranas celulares e barreiras biológicas. Atravessam a membrana alveolar para a corrente sanguínea e são transportados dentro de poucos minutos para todo o organismo, incluindo SNC. Atravessam a superfície da pele ou folículos pilosos e caem na corrente sanguínea. São pobremente absorvidos pelo trato gastrintestinal, mas alguma absorção sistêmica ocorre. Distribuição: altamente distribuídos por sua característica lipofílica. Foram encontrados nó leite de todas as lactantes. Ellmancimen através. do trato respiratório.

Mecanismo de toxicidade: Fluroxipir Metil Heptil Ester: O mecanismo de toxicidade em mamíferos não é bem conhecido..O fluroxipir-meptílico é metabolizado em fluroxipir ácido e o mecanismo de toxicidade é semelhante.
Equivalente ácido do Fluroxipir: mimetiza o hormônio de crescimento auxina em plantas, entretanto, o mecanismo de toxicidade em mamíferos não é bem conhecido. A excreção envolve a captação ativa pelos rins resultando em altas concentrações nesse órgão que está relacionada com o dano renal, podendo culminar em falência renal.
Picloram: Não se conhece o mecanismo de toxicidade específico para humanos.

SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS:
Fluroxipir Metil Heptil Ester: baixa toxicidade aguda foi observada quando administrado oralmente. Não foram observadas irritações na pele ou nos olhos.
Equivalente ácido do Fluroxipir: produz irritação leve na pele. Irritação severa em contato com os olhos.
Exposição dérmica: A exposição por 24 horas em coelhos resultou em queimadura, edema, eritema e descamação.

PICLORAM
Exposição Aguda: Dados de exposição de humanos a doses elevadas são limitados. Pode ocorrer náusea após a exposição a grande quantidade. A sua baixa pressão de vapor torna a toxicidade por via inalatória improvável. O picloram não é descrito corno sendo um sensibilizante. O seu pó pode ser irritante aos olhos, pele, nariz, garganta e trato respiratório. É improvável que ocorra dano à córnea.
Respiratório: O pó do picloram é irritante para o trato respiratório. Neurológico: Embora não tenham sido relatados ataques epilépticos em humanos, eles ocorreram em animais expostos a doses fatais.
Gastrointestinal: Pode ocorrer náusea após ingestão de grande quantidade de picloram. O picloram é rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal. Hematológico: Os níveis de leucócitos podem diminuir.
Dermatológico: O picloram é moderadamente irritante para a pele.

NAFTA
Efeitos agudos: pouco se conhece sobre os efeitos dessa substância cm -mamíferos. Por analogiaS com propriedades de substâncias 'similares, é esperado:
Oral: Náuseas, vômitos, diarreia e dor abdominal. Pode causar miocardite e discretas alterações degenerativas das miofibrilas do coração. São sensibilizantes do miocárdio às catecolarninas. Causam hernólise intravascular e dano renal, que geralmente consiste de discretas alterações degenerativas dos túbulos renais, mas raramente pode resultar em necrose tubular aguda. São comuns os riscos de aspiração, dano pulmonar, depressão do SNC transitória ou excitação, e os efeitos secundários de hipóxia, formação de infecção, pneumatocele e disfunção crônica do pulmão. Estes hidrocarbonetos são mal absorvidos à partir do trato gastrointestinal e não causam sensível toxicidade sistêmica por esta via, a menos que aspiração ocorra.
Dérmica: é um irritante das membranas mucosas e do traio respiratório. Pode resultar em queimaduras cutâneas e, ocasionalmente, efeitos sistêmicos.
Ocular: irritação ocular de leve a moderada e lesão ocular reversível pode ocorrer após o contato com a maioria dos hidrocarbonetos.
Inalatória: Sintomas subjetivos provenientes do sistema nervoso central, como dor de cabeça, fadiga, falta de concentração, instabilidade emocional, dificuldade de memória e outras funções intelectuais e desempenho psicomotor prejudicado. Alguns efeitos são de curto ou médio prazo, outros são potencialmente persistentes. Em alguns estudos, relações dose-resposta foram observadas entre os sintomas e duração da exposição (duração e intensidade) a solventes. Vapor de nafta é um depressor do SNC, bem como um irritante das membranas mucosas e trato respiratório. A aspiração resulta em pneumonite química. Broncoespasmo, hiperemia, edema e atelectasia são notados. Alveolite hemorrágica difusa com infiltrado granulocítco ocorre logo após a aspiração e picos de cerca de 3 dias. Necrose dos tecidos dos brônquios, bronquíolos e alvéolos podem ocorrer, juntamente com trombose vascular e formação de microabscessos. Um processo proliferativo tardio com espessamento alveolar pode ocorrer em 10 dias. As complicações tardias podem incluir a pneumonite bacteriana, anormalidades residuais de pequenas vias aéreas e pneumatoceles. Complicações cardíacas são raras.
Abuso: inalação de alguns hidrocarbonetos pode resultar em morte súbita, encefalopatia, residual comprometimento neurológico, nefrotoxicidade, hepatotoxicidade, distúrbios ácido-base e rabdomiólise. Injeção de nafta resultou em reações febris, inflamação do tecido local, necrose e trombose com amputação necessária em 60 a 80% dos casos '
e efeitos sistêmicos, incluindo edema pulmonar, pneumonia e depressão leve do Sistema Nervoso Central.
Os casos graves resultaram em sindrome de falência de múltiplos órgãos.

Diagnóstico: O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da
exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. Para a confirmação em casos de exposições crônicas ou ocupacionais com sintomas não específicos sugere-se a pesquisa dos metabólitos ou do ingrediente ativo em material biológico.

Tratamento - Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: medidas de descontaminação, tratamento sintomático e de suporte. Deve ser evitado o contato do produto com os olhos, pele e roupas contaminadas.
• Exposição Oral:
• Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário.
1. Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral
esquerdo ou por intubação endotraqueal.
2. Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou alteração de consciência em pacientes não-intubados; risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal.
- Carvão ativado não deve ser utilizado, não adsorve bem hidrocarbonetos.
- Não provocar vômito, caso ocorra espontaneamente não deve ser evitado; deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos.
Exposição inalatória: Se ocorrer tosse/dispnéia, avalie quanto a irritação, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate broncoespasmos com Beta2-agonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.
Exposição ocular: Lave com água corrente por pelo menos 15 minutos, mantendo as pálpebras abertas. Evitar que a água da lavagem
contamine o outro olho. Retire lentes de contato quando for o caso. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista.
Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios e descontaminar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos com água corrente e sabão neutro por pelo menos 15 minutos. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem.

CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
• EVITAR aplicar respiração boca:boca cm caso de ingestão do produto; usar equipamento de reanimação manual (Ambu).
• Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto.
Contra-indicações: A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos sinérgicos: Em ovelhas tem se demonstrado sinergismo tóxico entre o Picloram e o 2,4-D.
ATENÇÃO
As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diàgnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Tocicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS) Telefone de Emergência da empresa: 0800 200 2345

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDA DOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
(x)Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente
- Evite a contaminação ambiental
- Preserve a Natureza,
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d 'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens e restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto cm sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa MILENIA AGROCIÊNCIAS S.A. - telefone de Emergência: 0800 0111 767 ou 0800 7071 767 Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade..
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano cia data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
- Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 , PÓ QI JIMICO. ETC., ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
3.4 PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI s -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
Faça esta operação tres vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo,
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre. a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O arma7enamento da embalagem vazia. até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DFSTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambienta competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

INFORMAÇOES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.