Bula Ativum EC

acessos
Piraclostrobina
5916
Basf

Composição

Epoxiconazol 50 g/L Triazol
Fluxapiroxade 50 g/L Carboxamida
Piraclostrobina 81 g/L Estrobilurina

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Protetor, Sistêmico
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia coronata var. avenae)
800 a 1200 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações a partir do surgimento dos primeiros sintomas
Helmintosporiose
(Drechslera avenae)
800 a 1200 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações a partir do surgimento dos primeiros sintomas
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia hordei)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações a partir do surgimento dos primeiros sintomas
Mancha angular
(Drechslera teres)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações a partir do surgimento dos primeiros sintomas
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora zeae-maydis)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 45 dias. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, ou preventivamente quando a cultura apresentar 6 a 8 folhas
Ferrugem polisora
(Puccinia polysora)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 45 dias. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, ou preventivamente quando a cultura apresentar 6 a 8 folhas
Mancha foliar de phaoeosphaeria
(Phaeosphaeria maydis)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 45 dias. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, ou preventivamente quando a cultura apresentar 6 a 8 folhas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
0,8 a 1 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 14 dias. A partir do florescimento (estádio fenológico R1-R3)
Ferrugem asiática
(Phakopsora pachyrhizi)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 14 dias. Preventivamente, quando houver condições favoráveis para ocorrência das doenças,ou no início do florescimento (estádio fenológico R1 - R3
Mancha alvo
(Corynespora cassiicola)
0,8 a 1 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 14 dias. A partir do florescimento (estádio fenológico R1-R3)
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,8 a 1 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 14 dias. A partir do florescimento (estádio fenológico R1-R3)
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,8 a 1 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 14 dias. A partir do florescimento (estádio fenológico R1-R3)
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,8 a 1 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 14 dias. Qaundo apresentar índices de infestação foliar de 20%
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações a partir do surgimento dos primeiros
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15a 20 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações a partir do surgimento dos primeiros sintomas

Tipo: bag in box
Material: fibra de papel com bolsa plástica interna
Capacidade: 0,1; 0,25; 0,5; 0,6; 1,0; 1,5; 1,6; 2,0; 2,5; 5,0; 10; 20 L

Tipo: Balde
Material: metálico/plástico
Capacidade: 1,0; 5,0; 10; 20 L

Tipo: Bombona
Material: plástico
Capacidade: 2,0; 2,5; 3,0; 5,0; 10; 15; 20; 50; 100 L

Tipo: caminhão tanque
Material: metálico
Capacidade: 5000; 10000; 15000;16000; 17000; 18000; 19000; 20000; 21000; 22000; 23000; 24000; 25000; 29000; 30000 L

Tipo: Contentor intermediário
Material: metálico/ plástico/ metal/ plástico com pallet de madeira/ fibra de papel com bolsa plástica interna/ metal/ plástico com pallet de plástico
Capacidade: 950; 960; 970; 980; 990; 1000; 1800; 2000; 2700; 3000 L

Tipo: Frasco
Material: plástico
Capacidade: 0,1; 0,25; 0,5; 0,6;1,0; 1,6; 2,0; 2,5; 5,0; 10 L

Tipo: Isocontainer
Material: Metálico
Capacidade:5000; 10000; 15000; 16000; 17000; 18000; 19000; 20000; 21000; 22000; 23000; 24000; 25000; 29000; 30000 L

Tipo: Lata
Material: metálico/ plástico
Capacidade: 1,0; 5,0; 10; 20 L

Tipo: Stand-up pouch, com tampa
Material: plástico
Capacidade: 0,1; 0,25; 0,5; 0,6; 1,0; 1,6; 2,0; 2,5; 5,0; 10 L

Tipo: Tambor
Material: metálico/plástico
Capacidade: 50; 100; 190; 200; 210 L

Tipo: tanque
Material: metálico/ plástico/ metal/plástico com pallet de madeira/ fibra de papel com bolsa plástica interna/ metal/ plástico com pallet de plástico
Capacidade: 950; 960; 970; 980; 990; 1000; 1800; 2000; 2700; 3000 L

Tipo: Tanque
Material: metálico
Capacidade: 5000; 10000; 15000; 16000; 17000; 18000; 19000; 20000; 21000; 22000; 23000; 24000; 25000; 29000; 30000 L

INSTRUÇÕES DE USO:
Operas XE é um fungicida sistémico, indicado para pulverização foliar nas culturas recomendadas. Operas XE é um produto que apresenta triplo modo de ação, atuando através do ingrediente ativo Epoxiconazol como inibidor da bio-sintese do ergosterol, o qual é um constituinte da membrana celular dos fungos, Fluxapiroxade como inibidor da enzima SDH (succinato desidrogenase) e através do ingrediente ativo Piraclostrobina como inibidor do transporte de elétrons nas mitocôndrias das células dos fungos, inibindo a formação de ATP essencial nos processos metabólicos dos fungos.
Operas XE, apresenta excelente ação protetiva devido a sua atuação na inibição da germinação dos esporos, desenvolvimento e penetração dos tubos germinativos. Dependendo do patógeno, também apresenta ação curativa e erradicante, pois contém em sua formulação o ingrediente ativo Epoxicoflazol e Fluxapiroxade fungicidas com ação sistêmica.

NÚMERO. ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Efeito fisiológico: Utilizando Operas XE nas doses recomendadas podem ocorrer efeitos fisiológicos positivos na fisiologia das plantas, como o incremento da produtividade ou a qualidade do produto final
Aveia e Cevada: Iniciar as aplicações a partir do surgimento dos primeiros sintomas de ataque de manchas foliares e ferrugem, repetir caso necessário com intervalos de 15 a 20 dias dependendo da evolução da doença não ultrapassando 2 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de carência. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima multo favorável, inicio de surgimento de sintomas na área).
Milho: Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, ou preventivamente quando a cultura apresentar 6 a 8 folhas e repetir caso necessário com intervalos do 15 a 20 dias dependendo da evolução da doença, não ultrapassando 2 aplicações por cicio o respeitando-Se o intervalo de carência. Utilizar as doses mais baixas sob condições do menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, inicio de surgimento de sintomas na área).
Soja:
Oídio - A aplicação deverá ser efetuada quando forem constatados Indicas de infecção foliar de 20% e repetir caso necessário, dependendo da evolução da doença o respeitando-se o intervalo de carência
Ferrugem-asiática - A aplicação deverá ser efetuada preventivamente, quando houver condições favoráveis para ocorrência das doenças, ou no início do florescimento (estádio fenológico Ri - R3) mesmo que ainda não tenha sido constatado o sintoma de ataque. Repetir a aplicação quando necessário dependendo da evolução da doença e respeitando-se o Intervalo de carência.

Antracnose: Doenças de final do ciclo (Crestamento-foliar e Septoriose), Mancha-alvo e Meia - A aplicação deverá ser efetuada a partir do florescimento (estádio fenológico R1 - R3) e repetir se necessário dependendo da evolução da doença, respeitando-se o Intervalo de carência.

Não ultrapassar 4 aplicações por cicio da cultura. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, Inicio de surgimento de sintomas na área).

Trigo: Iniciar as aplicações a partir do surgimento dos primeiros sintomas de ataque de manchas foliares e ferrugem, repetir caso necessário com intervalos de 15 a 20 dias dependendo da evolução da doença, não ultrapassando 3 aplicações por ciclo e respeitando-se o Intervalo de carência. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima multo favorável, inicio de surgimento de sintomas na área).

MODO DE APLICAÇÃO:
Operas XE deve ser diluído em água e aplicado por pulverização sobro as plantas a proteger, de modo que haja uma boa cobertura. Para melhoria das características da aplicação (espalhamento, distribuição da calda, redução de evaporação) recomenda-se a adição de adjuvante não-iônico indicado pelo fabricante na dose de até 0,5 % v/v.

Modo de preparo de calda: o preparador da calda deve estar munido de equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Diluir o produto em água dentro do tanque de pulverização, nas doses e volumes recomendados, de acordo com o quadro citado acima. Essa calda deve ser mantida sobre agitação dentro do tanque para garantir a homogeneidade da calda de aplicação.

Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:
Aplicação terrestre (tratorizada): Para as culturas de aveia, cevada, milho, soja e trigo com pulverizador montado ou tracionado por trator, corri barra de bicos de jato cônico ou leque os bicos cevem ser distanciados 50 cm e a barra deve ser mantida numa altura que permita uma cobertura total da parte aérea das plantas. Utilizar bicos de jato cónico ou leque com abertura e pressão que possibilitem densidade de 70 a 100 gotas/cm2, com diâmetro entre 100 a 200 micra, bom como a aplicação dos volumes de calda indicados.

Aplicação aérea: Com uso de barra e bicos: para as culturas de aveia, cavada, milho, soja e trigo usar bicos de jato cone vazio, do tipo D6 a D12, com disco (core) nunca maior que 45 graus. Pressão na barra de 30 a 50 libras por p012. Volume de calda de 20 a 30 litros de água por hectare.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Dias
Aveia 30
Cevada 30
Milho 45
Soja 14
Trigo 30

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Produto extremamente irritante para os olhos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. 1
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrbrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de proteção; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de proteção, touca árabe e luvas de nitrila.
- Não permita que crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto, ou em áreas tratadas, logo após a aplicação.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, viseira facial, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. - Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. - Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Epoxiconazol: estudo de metabolismo conduzido em ratos demonstrou que após sua absorção, o epoxiconazol foi excretado rapidamente através das fezes (75-79%), sendo a excreção biliar a principal responsável por este valor, seguida pela urina (12-20%).

Fluxapiroxade: estudo conduzido em ratos demonstrou que o fluxapiroxade foi rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal, após a administração oral. Baseado em experimentos de excreção biliar, a biodisponibilidade do BAS 700 radiomarcado em ratos machos e fêmeas foi calculada ser de aproximadamente 65-80% nos diferentes esquemas de tratamento. A' maior parte da radioatividade foi excretada após 3 dias da administração, sendo independente do gênero, em menor ocorrência na urina do que nas fezes e sendo mais pronunciada na maior dose. O fluxapiroxade foi metabolizado pelo fígado principalmente por hidroxilação e n-demetilação.

Piraclostrobina: estudo de metabolismo conduzido em ratos indicou que a piraclostrobina foi rápida e parcialmente absorvida pelo trato gastrointestinal (45-50%) e amplamente distribuída, com elevadas concentrações no trato gastrointestinal, fígado e rins. A excreção foi rápida e ocorreu principalmente através das fezes (74-91%), com cerca de 35-38% através da bile. Não foi observada bioacumulação. A piraclostrobina foi metabolizada pelo fígado principalmente através de n -demetoxilação.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:

Efeitos agudos
Foram conduzidos testes em animais de laboratório, e o produto Opera XE apresentou DL50 aguda oral para ratos fêmeas maior que 500 mg/kg e menor que 2000 mg/kg p.c.; a CL50 inalatória (4h) para ratos machos e fêmeas igual a 2,38 mg/1 de ar/4h; a DL50 aguda dermal para ratos machos e fêmeas maior do que 5000 mg/kg p.c. O produto mostrou ser levemente irritante à pele de coelhos e apresentou sinais de irritação ocular em coelhos. O produto não apresentou potencial sensibilizante dérmico.
Efeitos crônicos

Epoxiconazol: estudos conduzidos "in vivo' e "in vitro" sugerem que o epoxiconazol não apresenta potencial genotóxico. Não foram encontradas evidências de efeitos teratogênicos em estudos de toxicidade para o desenvolvimento em coelhos e ratos. No estudo de reprodução, a capacidade de se obter gerações subsequentes não foi afetada. Sinais de toxicidade sistêmica após administração oral foram observados sendo possível em todos os casos estabelecer um nível de dose seguro onde nenhum efeito adverso foi detectado.

Piraclostrobina: Não existem evidências de potencial carcinogênico para roedores após exposição prolongada via oral; Sinais de toxicidade sistêmica após administração oral foram observados sendo possível em todos os casos estabelecer um nível de dose seguro onde nenhum efeito adverso foi detectado. Estudos conduzidos in vitro e in vivo sugerem que a piraclostrobina não apresenta potencial genotóxico. A piraclostrobina não apresentou potencial teratogênico em coelhos e ratos. Alguns efeitos embriofetais foram observados como consequência da elevada toxicidade materna. Não foram observadas alterações nos parâmetros reprodutivos dos animais testados.

Fluxapiroxade: estudos conduzidos "in vivo" e 'in vitro" sugerem que o fluxapiroxade não apresenta potencial genotóxico. O fluxapiroxade não apresenta potencial carcinogênico para o homem segundo evidências de estudos conduzidos em roedores. O Fluxapiroxade não foi teratogênico em coalhos e ratos. Não foram observadas alterações nos parâmetros reprodutivos dos animais. Sinais de toxicidade sistêmica após administração, oral foram observados sendo possível em todos os casos estabelecer um nível de dose seguro onde nenhum efeito adverso foi detectado.

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.

- Não utilize equipamentos com vazamento-
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de águas moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes 'as atividades neroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize, a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BASF S.A. - telefone de emergência: 08000-112273 ou 0xx12-31281357
Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque
em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso,
consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções, do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido,
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTLNAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
• LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob presão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador: - Acione o mecanismo para liberar o jato de água:
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas cia embalagem. por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos:
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
* ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA IBAMA'DAICSQ
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de uni ano após a devolução da embalagem vazia.

• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha ase tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo pura sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por orgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE 1)0 ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis,

EMBALAGEM FLEXÍVEL
• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto e ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA.)
• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigat6ria a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal emitida pelo estabelecimento comercial.

• TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

A integração de medidas de controle é premissa básica para um bom manejo de doenças nas plantas cultivadas. As diferentes medidas de controle visam desacelerar, integradamente o ciclo das relações pat5geno-hospedeiro O uso de fungicidas adequados, variedades resistentes, rotação de culturas e controlo do ambiente devem ser vistos como métodos de controle mutuamente úteis. Dentro deste princípio, todas as vezes que seja possível devemos associar as boas práticas agrícola como: uso racional de fungicidas e aplicação rio momento e doses indicadas, fungicidas específicos para um determinado fungo, utilização de cultivares resistentes ou tolerantes, semeadura nas épocas menos propicias para o desenvolvimento dos fungos, eliminação de plantas hospedeiras, rotação de Culturas, adubação equilibrada, escolha do local para implantação da cultura, etc.
Manejo de doenças de plantas cultivadas deve ser entendido como a utilização de métodos químicos, culturais e biológicos necessários para manter as doenças abaixo do nível de dano económico.

Operas XE é um novo fungicida, composto por uma carboxamida (Fluxapiroxade), estrobilurína (Piraclostrobina) e um triazol (Epoxiconazol). Estes ingredientes ativos apresentam três diferentes modos de ação, o primeiro pertencente ao grupo dos SDH o segundo do Qol e o terceiro pertencente ao grupo dos IBEs. Esta combinação de diferentes ativos faz parte de uma estratégia de manejo de resistência.
Opera XE faz parte de uma estratégia de manejo de resistência, sendo eficiente sobre patógenos resistentes que não tenham manifestado resistência cruzada a estrobilurinas e/ou carboxamidas. Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
- Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados. Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.