Bula Atralhida

acessos
Atrazina
5117
Rainbow Defensivos

Composição

Atrazina 900 g/kg Triazina

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo, Sistêmico, Ação Residual

Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Para aplicações na pré-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Para aplicações na pré-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Para aplicações na pré-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Para aplicações na pré-emergência das plantas infestantes
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Para aplicações na pré-emergência das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Para aplicações na pré-emergência das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Para aplicações na pré-emergência das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Para aplicações na pré-emergência das plantas infestantes
Malva branca
(Sida cordifolia)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Para aplicações na pré-emergência das plantas infestantes
Mastruço
(Lepidium virginicum)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Para aplicações na pré-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Para aplicações na pré-emergência das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Para aplicações na pré-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Para aplicações na pré-emergência das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Para aplicações na pré-emergência das plantas infestantes
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes. As doses indicadas variam em função do tipo de solo. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes. As doses indicadas variam em função do tipo de solo. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Aveia preta
(Avena strigosa)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes. As doses indicadas variam em função do tipo de solo. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes. As doses indicadas variam em função do tipo de solo. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes. As doses indicadas variam em função do tipo de solo. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes. As doses indicadas variam em função do tipo de solo. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes. As doses indicadas variam em função do tipo de solo. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes. As doses indicadas variam em função do tipo de solo. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes. As doses indicadas variam em função do tipo de solo. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Catirina
(Hyptis lophanta)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes. As doses indicadas variam em função do tipo de solo. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes. As doses indicadas variam em função do tipo de solo. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes. As doses indicadas variam em função do tipo de solo. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes. As doses indicadas variam em função do tipo de solo. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes. As doses indicadas variam em função do tipo de solo. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes. As doses indicadas variam em função do tipo de solo. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Malva branca
(Sida cordifolia)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes. As doses indicadas variam em função do tipo de solo. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes. As doses indicadas variam em função do tipo de solo. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes. As doses indicadas variam em função do tipo de solo. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes. As doses indicadas variam em função do tipo de solo. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes. As doses indicadas variam em função do tipo de solo. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes. As doses indicadas variam em função do tipo de solo. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes. As doses indicadas variam em função do tipo de solo. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Soja
(Glycine max)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes. As doses indicadas variam em função do tipo de solo. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes. As doses indicadas variam em função do tipo de solo. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Trigo
(Triticum aestivum)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pós-emergência do sorgo e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pós-emergência do sorgo e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Aveia preta
(Avena strigosa)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pós-emergência do sorgo e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pós-emergência do sorgo e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pós-emergência do sorgo e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pós-emergência do sorgo e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pós-emergência do sorgo e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pós-emergência do sorgo e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pós-emergência do sorgo e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pós-emergência do sorgo e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Catirina
(Hyptis lophanta)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pós-emergência do sorgo e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pós-emergência do sorgo e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pós-emergência do sorgo e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pós-emergência do sorgo e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pós-emergência do sorgo e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pós-emergência do sorgo e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Malva branca
(Sida cordifolia)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pós-emergência do sorgo e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pós-emergência do sorgo e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pós-emergência do sorgo e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pós-emergência do sorgo e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pós-emergência do sorgo e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pós-emergência do sorgo e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pós-emergência do sorgo e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Soja
(Glycine max)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pós-emergência do sorgo e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pós-emergência do sorgo e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Trigo
(Triticum aestivum)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego Quando for aplicar em pós-emergência do sorgo e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área

Conteúdo: 100; 200; 250; 500; 1.000; 2.000; 2.500; 5.000 g.

1.3 - NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Cana-de-Açúcar:

Para aplicações na pré-emergência das plantas infestantes, recomenda-se aplicar em área total, na
cana planta após o plantio, e na cana soca depois do corte e após os tratos culturais. Para aplicações
na pós-emergência precoce e inicial das plantas infestantes, recomenda-se aplicar em área total
(cana planta e cana soca), sobre a cultura germinada e perfilhada até o porte aproximado de 30-40
cm e com as plantas infestantes indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento
recomendados.
Nas altas infestações destas plantas ou em solos com alto teor de matéria orgânica, aplicar sempre
as maiores doses indicadas.

Frequência de Aplicação:

Considera-se que apenas 01 (uma) aplicação de ATRALHIDA seja suficiente para o controle das
plantas infestantes na cultura da cana-de-açúcar.
Milho e Sorgo:
Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, no sistema de
plantio convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso
de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade
onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação. No sistema de
plantio direto, deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas
dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho.
As doses indicadas de 2,0 a 3,0 kg/ha estão em função do tipo de solo, se arenoso, arena-argiloso ou
argiloso; do teor de matéria orgânica, da densidade das plantas infestantes, se baixa, em torno de 15
plantas/m², média em torno de 50 plantas/m² ou alta, superiores a 50 plantas/m², fatores esses que
contribuem para com o maior ou menor efeito residual do produto.
Quando for aplicar em pós-emergência do milho e do sorgo e das plantas infestantes deverá ser
observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área.
Para as aplicações em pós-emergência é indispensável a adição de Óleo Vegetal a 1,0 L/ha, na
presença das espécies gramíneas, devido a maior tolerância a ação do herbicida quanto a absorção
do produto através das folhas.
Na presença das espécies dicotiledôneas (folhas largas), não necessariamente, deverá ser
adicionado o Óleo Vegetal, devido a maior suscetibilidade das espécies quanto a ação em pósemergência,
porém a adição do Óleo Vegetal poderá aumentar a eficiência, principalmente paras as
menores doses ou em estádios mais desenvolvidos ou caso esteja ocorrendo período de estiagem,
desde que seja possível a aplicação do herbicida em pós-emergência.
Quando aplicar em pós-emergência, sempre observar o estádio recomendado das plantas infestantes
na área, observando se as plantas não estão estressadas por estiagens prolongadas.
No entanto, para obtenção dos melhores resultados tanto em pré ou após a emergência há mais
fatores a serem considerados, tais como: os tipos de espécies, onde algumas são extremamente
sensíveis e outras são mais tolerantes, da profundidade de germinação, onde algumas germinam em
camadas superficiais e outras em camadas mais profundas, das épocas mais apropriadas para a
germinação de cada espécie, das condições climáticas e da densidade populacional das espécies. As
aplicações deverão ser realizadas nos períodos em que a temperatura do ar esteja entre 18 a 30ºC,
umidade relativa do ar a 60% e a velocidade dos ventos em no máximo 6,0 km/hora.
Frequência de Aplicação:

O ATRALHIDA deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura do milho, podendo ser
realizada uma aplicação em pré ou pós-emergência por ocasião da implantação da cultura no sistema
de plantio convencional com preparo do solo ou no sistema de plantio direto após a dessecação da
vegetação existente.
O ATRALHIDA deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura do sorgo, somente após a
emergência da cultura e das plantas infestantes.

1.4 - MODO DE APLICAÇÃO:

Aplicação Terrestre:

ATRALHIDA pode ser aplicado via terrestre através de pulverizador tratorizado de barras, equipados
com pontas do tipo jato em leque plano das séries 110.02 a 110.04 e volumes de 100 a 400 L/ha, ou
pulverizador costaI manual.

Aplicação Aérea:

ATRALHIDA pode ser aplicado via aérea através de aeronaves do tipo Air Tractor AT 401 B,
equipada com barra contendo 42 pontas do tipo Spraying Systems D 8, core 46, faixa de aplicação
em 22,0 m, pressão de 200 kilopascal, proporcionando um volume de 40 L/ha de calda, densidade de
40 gotas/cm² e com diâmetro superior a 400 micra.

Preparo da Calda (sem utilização de adjuvante):

O produto, na quantidade pré-determinada, deve ser despejado diretamente no tanque do
pulverizador, contendo ¼ do volume d'água e o sistema de agitação ligado. Em seguida, completar o
volume do tanque com o restante de água.
Preparo da Calda (com utilização de adjuvante) somente em PÓS-EMERGÊNCIA:
Quando da utilização de óleo vegetal a 1,0 L/ha como adjuvante, adicionar este com a metade do
tanque cheio d'água e o sistema de agitação em funcionamento. Em seguida, mantendo a agitação
em funcionamento, adicionar quantidade adequada de ATRALHIDA aos poucos, completando o
volume simultaneamente com água, de maneira a assegurar a formação de uma solução
homogênea.

INTERVALOS DE SEGURANÇA:

Não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual (EPI) por um período
mínimo de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso
haja necessidade de reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes desse período, usar os EPIs
recomendados.

LIMITAÇÕES DE USO:

- Uso exclusivo para as culturas da cana-de-açúcar e do milho, pré e pós-emergência para a cultura
e das plantas infestantes e somente em pós-emergência para a cultura do sorgo.
- Fitotoxicidade para as culturas registradas: ausente se aplicado de acordo com as
recomendações.
- Não aplicar em pós-emergência se as plantas infestantes estiverem em condições de estresse por
longo período de estiagem ou outros fatores.
- Não aplicar em pós-emergência com umidade relativa inferior a 60%.
- Não aplicar com ventos superiores a 6,0 km/hora para não promover deriva para regiões vizinhas.
- Verificar no momento da aplicação em pré ou pós-emergência a velocidade dos ventos e a
presença de cultivas sensíveis que não sejam a cana-de-açúcar, o milho ou sorgo.
- Na cultura do sorgo aplicar somente em pós-emergência da cultura e das plantas infestantes.
- ATRALHIDA não deve ser aplicado em solos mal preparados com torrões ou em solo seco.
- Não deve ser recomendado para altas infestações de gramíneas como capim-colchão, capimcarrapicho,
tanto em pré como na pós-emergência.
- No sistema de plantio direto não aplicar ATRALHIDA em áreas mal dessecadas (manejo
inadequado)
- A ocorrência de chuvas normais nas 2 primeiras semanas após a aplicação são benéficas para o
bom funcionamento do produto, porém, precipitações excessivas nesse período, poderão vir a
comprometer na atividade residual do herbicida.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

Vide Modo de aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILlZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO E SIGA AS INSTRUÇÕES CONTIDAS NA BULA E
RÓTULO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:

• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:

• Produto extremamente irritante para os olhos.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente em serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável ou
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
calças por cima das botas, luvas/botas de borracha, máscara descartável, óculos de segurança
com proteção lateral e touca árabe.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

• Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação.
• Mantenha afastados das áreas de aplicação: crianças, animais domésticos e pessoas
desprotegidas.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Verifique a direção do vento e aplique o produto de forma a evitar o contato do aplicador com o
produto, dependendo do equipamento de aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente (com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças passando por
cima das botas), luvas/botas de borracha, touca árabe, máscara descartável, e óculos de
segurança com proteção lateral.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível, o contato com a área aplicada com o produto até o término do intervalo
de reentrada.
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada,
utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a
aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as
roupas utilize luvas e avental impermeáveis.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto,
distante de fontes de água para consumo.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de
algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Em caso de ingestão acidental não provoque vômito. Nunca dê nada por via oral a
uma pessoa inconsciente. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado.
OLHOS: Em caso de contato, lave com água em abundância, durante 15 minutos evitando que o
líquido de lavagem atinja o outro olho e dirija-se imediatamente para um serviço médico de
emergência, levando a embalagem ou o rótulo ou a bula do produto utilizado.
PELE: Em caso de contato, remova a roupa contaminada e lave imediatamente as partes atingidas
com água e sabão neutro em abundância, durante 15 minutos.
INALAÇÃO: Em caso de inalação, procure um local arejado. Se o acidentado parar de respirar,
aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o imediatamente para assistência médica de
urgência mais próxima.

TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:

Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 (RENANCIAT – ANVISA/MS)

Telefone de emergência da empresa: 0800-7010-450

- INTOXICAÇÕES POR PRODUTO COMERCIAL ATRALHIDA -

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo Químico Triazina

Classe toxicológica CLASSE III – MEDIANAMENTE TÓXICO
Vias de exposição Oral, dérmica e inalatória
Vias de absorção Pele e mucosas respiratória e digestiva.

Sintomas e sinais clínicos

Sintomas de envenenamento incluem dor abdominal, diarreia, vômito,
irritação ocular, irritação das mucosas, irritação dérmica, respiração lenta,
espasmos musculares, ataxia e anorexia. A toxicidade sistêmica aguda
costuma não ocorrer até que grandes quantidades tenham sido ingeridas.
Não há dados publicados de toxicidade sistêmica aguda em humanos e,
apenas em doses elevadas, outros mamíferos apresentaram sintomas de
neurotoxicidade (incoordenação motora, paralisia dos membros, hipotermia
etc.) e sintomas respiratórios.

Toxicocinética A atrazina é metabolizada a seus derivados mono-dealquilados e a atrazina
didealquilada em humanos e animais. Ela é excretada como derivados
dealquilados e derivados de ácido mercaptúrico primariamente na urina,
sendo as fezes uma via menor de excreção.
Num estudo de absorção dérmica, 10 voluntários humanos foram expostos a
uma dose simples tópica de 0,1667 mg (dose baixa) e 1,9751mg (dose alta)
de atrazina marcada com C14. A maioria (91,1- 95,5%) da dose não
absorvida foi detectada em amostras obtidas pela lavagem da pele 24 horas
após a administração da dose. Após 168 horas, apenas 5,6% da dose foi
absorvida e excretada na urina e fezes do grupo da dose baixa e apenas
1,2% no grupo da dose elevada. Em ambos os grupos, o pico de eliminação
urinária ocorreu em 24-48 horas e o pico de eliminação fecal ocorreu em 48-
72 horas.
Diagnóstico Intoxicações por atrazina são raras e não possuem relato de sintomatologia.
Não existem provas laboratoriais específicas para confirmação da
intoxicação. Pode ser efetuada pesquisa de atrazina nos fluidos corporais do
intoxicado, no caso de confirmação de contato do paciente com o pesticida.
Confirmação de envenenamento humano: relacionado à recente contato
ocupacional, acidental ou ingestão deliberada.

Tratamento Não existe antídoto específico.

Exposição Oral

Carvão Ativado: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240
mL de água/30 g de carvão).
Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a
12 anos) e 1 g/kg em infantes com menos de 1 ano de idade.
Lavagem Gástrica: Considere após ingestão de uma grande quantidade do
produto (geralmente dentro de 1 hora após a ingestão), dependendo das
condições clínicas do paciente.

Exposição Inalatória

Monitore quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade
respiratória, avalie para irritação do trato respiratório, bronquite ou
pneumonia.
Administre oxigênio e auxilie na ventilação, conforme necessário. Trate o
broncoespasmo com agonista beta 2 via inalatória e corticoteroides via oral
ou parenteral.

Exposição Ocular

Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidade copiosa de água
corrente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço,
lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado
para tratamento específico.

Exposição Dérmica

Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta
com quantidade copiosa de água. Se a irritação ou dor persistir, o paciente
deve ser encaminhado para tratamento específico.
Contraindicações Provocar vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração.
Atenção As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de
Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações
especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos TELEFONES
DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centro de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT – ANVISA/MS
Telefone de Emergência da Empresa: 0800-7010-450
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Atrazina é rapidamente absorvida pelo trato gastrointestinal. Quando uma dose única de 0,53 mg de
atrazina foi administrada a ratos por gavagem, 20% dessa dose foi excretada pelas fezes, em 72
horas. O restante, 80% da dose administrada, foi absorvida pela corrente sanguínea. Depois de 72
horas, 65% foi eliminado pela urina e 15% ficou retido no tecido corporal, principalmente no fígado,
rins e pulmões.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos Agudos:
• DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg
• DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg
• CL50 inalatória: > 6,028 mg/L
• Irritação dérmica: Não irritante.
• Irritação ocular: Moderadamente irritante.
• Sensibilização cutânea: Não sensibilizante.
Em estudos de toxicidade aguda com animais, atrazina é considerado levemente tóxico a
praticamente não tóxico a mamíferos (DL50 = 1332 mg de ingrediente ativo/kg). Parâmetros
imunológicos alterados foram observados em ratos machos Fischer 344 (F344) que receberam uma
única dose de 30 mg/kg de atrazina intratraqueal (Hurbankova et. al., 1996). Um estudo em ratos
demonstrou perda de peso após uma única dose de 875 mg/Kg (Fournier et. al. 1992).

Efeitos crônicos:

40% dos ratos que receberam 20 mg de atrazina/kg/p.c./dia via oral, durante 6 meses, morreram com
sinais de sofrimento respiratório e paralisia dos membros do corpo. Alterações estruturais e químicas
foram observadas no cérebro, coração, fígado, pulmões, rins, ovários e órgãos endócrinos. Ratos
alimentados com 5 ou 25 mg de atrazina/kg p.c./dia, por 6 meses, apresentou retardo no crescimento.
Em um estudo de cães, por 2 anos com 7,5 mg de atrazina/kg p.c./dia, causou diminuição da
ingestão de alimentos e aumento no peso do coração e do fígado. Com a administração de 75 mg de
atrazina/kg/p.c./dia, observou-se diminuição na ingestão de alimentos e no ganho de peso, aumento
do peso adrenal, diminuição na contagem de células sanguíneas e tremores ocasionais.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
- MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

. Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

-Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -Equipamentos de Proteção Individual -recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL (EMBALAGENS DE GRANDE VOLUME RETORNÁVEIS)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.



TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.


RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes. Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um engenheiro agrônomo.