Bula Atranex WG

acessos
Atrazina
9207
Adama

Composição

Atrazina 900 g/kg Triazina

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo, Pré-emergência, Pós-emergência

Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Aveia preta
(Avena strigosa)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Catirina
(Hyptis lophanta)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Soja
(Glycine max)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Trigo
(Triticum aestivum)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Aveia preta
(Avena strigosa)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Catirina
(Hyptis lophanta)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Soja
(Glycine max)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pré/Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante
Trigo
(Triticum aestivum)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em Pós-emergência (tanto da cultura como das plantas infestantes). Observar, em pós-emergência, o estádio de desenvolvimento da planta infestante

- Saco (aluminizado, plástico ou de papel com revestimento interno plastificado ou aluminizado) externo com ou sem saquinho interior hidrosolúvel com capacidade para 100, 200, 250, 500, 1000, 2000, 2500 e 5000 g;
- Caixa secundária (de cartão, plástico ou papelão) com capacidade para 100, 200, 250, 500, 1000, 2000, 2500, 5000 gramas e 5, 10 e 20 Kg;
- Frasco, pote, galão, balde ou bombona (de plástico ou metal) com ou sem saquinho interno hidrosolúvel com capacidade para 100, 200, 250, 500, 1000, 2000, 2500 e 5000 g;
- Tambor (metálico ou plástico) com ou sem saquinho interno hidrosolúvel com capacidade para 50, 100, 150, 200 Kg;
- Big-bag de plástico estruturado com capacidade para 100, 200, 500 e 1000 Kg;
- Container/Retornável (metálico) com capacidade para 500, 1000, 5000 e 10000 Kg.

INSTRUÇÕES DE USO:
O ATRANEX WG é um herbicida seletivo para as culturas do milho e sorgo. Podendo ser aplicado antes e após a emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, e seletivo para a cultura do sorgo em aplicação após a emergência da cultura e das plantas infestantes.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, no sistema de plantio convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação. No sistema de plantio direto, deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho. As doses indicadas de 2,0 a 3,0 Kg/ha estão em função do tipo de solo, se arenoso, areno-argiloso ou argiloso; do teor de matéria orgânica, da densidade das plantas infestantes, se baixa, em torno de 15 plantas/m2, média em torno de 50 plantas/m2 ou alta, superiores a 50 plantas/m2, fatores esses que contribuem para com o maior ou menor efeito residual do produto.
Quando for aplicar em pós-emergência do milho e do sorgo e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área.
Para as aplicações em pós-emergência é indispensável a adição de Óleo Vegetal a 1,0 L/ha, na presença das espécies gramíneas, devido a maior tolerância a ação do herbicida quanto a absorção do produto através das folhas.
Na presença das espécies dicotiledônea (folhas largas), não necessariamente, deverá ser adicionado o Óleo Vegetal, devido a maior suscetibilidade das espécies quanto a ação em pós-emergência, porém a adição do Óleo Vegetal poderá aumentar a eficiência, principalmente paras as menores doses ou em estádios mais desenvolvidos ou caso esteja ocorrendo período de estiagem, desde que seja possível a aplicação do herbicida em pós-emergência.
Quando aplicar em pós-emergência, sempre observar o estádio recomendado das plantas infestantes na área, observando se as plantas não estão estressadas por estiagens prolongadas.
No entanto, para obtenção dos melhores resultados tanto em pré ou após a emergência há mais fatores a serem considerados, tais como: os tipos de espécies, onde algumas são extremamente sensíveis e outras são mais tolerantes, da profundidade de germinação, onde algumas germinam em camadas superficiais e outras em camadas mais profundas, das épocas mais apropriadas para a germinação de cada espécie, das condições climáticas e da densidade populacional das espécies. As aplicações deverão ser realizadas nos períodos em que a temperatura do ar esteja entre 18 a 30oC, umidade relativa do ar superior a 60% e a velocidade dos ventos em no máximo 6,0km/hora.

Freqüência de Aplicação:
O ATRANEX WG deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura do milho, podendo ser realizada uma aplicação em pré ou pós-emergência por ocasião da implantação da cultura no sistema de plantio convencional com preparo do solo ou no sistema de plantio direto após a dessecação da vegetação existente.
O ATRANEX WG deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura do sorgo, somente após a emergência da cultura e das plantas infestantes.

MODO DE APLICAÇÃO:
Aplicação Terrestre:
O ATRANEX WG pode ser aplicado via terrestre através de pulverizador tratorizado de barras, equipados com pontas do tipo jato em leque plano das séries 110.02 a 110.04 e volumes de 100 a 400 L/ha, ou pulverizador costal manual,

Aplicação Aérea
O ATRANEX WG pode ser aplicado via área através de aeronaves do tipo Air Tractor AT 401 B, equipada com barra contendo 42 pontas do tipo Spraying Systems D 8, core 46, faixa de aplicação em 22,0 m pressão de 200 kilopascal, proporcionando um volume de 40 L/ha de calda, densidade de 40 gotas/cm2 e com diâmetro superior a 4 micro.

INTERVALO DE SEGURANÇA PARA A CULTURA INDICADA.
CULTURA
Milho.........................................................................(1)
Sorgo........................................................................(1)
(1)Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Intervalo de reentrada recomendado é de 01 dia. Caso necessite entrar nas áreas tratadas antes do término de reentrada, utilize os EPI’s indicados no item Precauções durante a aplicação na bula do MS.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivo para a cultura do milho, pré e pós-emergência para a cultura e das plantas infestantes e somente em pós-emergência para a cultura do sorgo.
- Fitotoxicidade para as culturas registradas: ausente se aplicado de acordo com as recomendações.
- Não aplicar em pós-emergência se as plantas infestantes estiverem em condições de estresse por longo período de estiagem ou outros fatores.
- Não aplicar em pós-emergência com umidade relativa inferior a 60%.
- Não aplicar com ventos superiores a 6,0km/hora para não promover deriva para regiões vizinhas.
- Verificar no momento da aplicação em pré ou pós-emergência a velocidade dos ventos e a presença de cultivos sensíveis que não sejam o milho ou sorgo.
- Na cultura do sorgo aplicar somente em pós-emergência da cultura e das plantas infestantes.

PRECAUÇÕES GERAIS:

- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual
(EPI) recomendados.
- Equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.

- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações,
animais e pessoas.


PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:


- Produto extremamente irritante para os olhos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações
descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de
emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Utilize equipamentos de proteção individual – EPI: macacão de algodão
impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro
mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas
de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.


PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do
dia.
- Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costal. Se utilizar
trator (ou avião), aplique o produto contra o vento.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe
P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.


PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA
TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo
de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados
para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original
em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados
na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao
lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação
do produto.

- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações
do fabricante.
- Não reutilizar embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI:
macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas
de borracha.


PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência levando
a embalagem, rótulo e bula ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Em caso de ingestão, não provoque vômito. Entretanto é possível que o
mesmo ocorra espontaneamente não devendo ser evitado. Caso o vômito ocorra,
deite o paciente de lado para evitar que aspire resíduo. ATENÇÃO: nunca dê algo
por via oral para uma pessoa inconsciente.
Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente em abundância durante 15
minutos.
Pele: Em caso de contato, lave com água e sabão neutro em abundância.
Inalação: Em caso de inalação, transporte o intoxicado para local arejado. Se o
acidentado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporteo
imediatamente para assistência médica mais próxima.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental- Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagricolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: MILENIA AGRO CIÊNCIAS S/A -
Telefone da empresa: 0800 400 7505 e o CCI - Centro de Controle de Intoxicações: (Oxx43) 3371-2244.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso Pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

• Solo: retire as camadas de terra contaminadas até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGENS RÍGIDAS LAVÁVEIS

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ~ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o j ato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água da lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL (EMBALAGENS DE GRANDE VOLUME RETORNÁVEIS)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em Caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGENS FLEXÍVEIS

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas -modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas -modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuada em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação [mal das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTO
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais componentes.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Até a presente data no Brasil é desconhecido algum biótipo, naturalmente resistente ao produto, que anteriormente era controlado com eficiência nas doses indicadas.
O uso continuado de herbicidas, com o mesmo mecanismo de ação, pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a eles resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Não há casos de incompatibilidade