Bula Atrazina Atanor 50 SC

acessos
Atrazine
602
Albaugh

Composição

Atrazina 500 g/L Triazina

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo

Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
4 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e Pós-emergência
Beldroega
(Portulaca oleracea)
4 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
5 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
4 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e Pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
4 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
4 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e Pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
4 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pós-emergência inicial das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
4 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
4 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e Pós-emergência
Erva branca
(Gnaphalium spicatum)
4 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré-emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
4 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
4 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e Pós-emergência
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
4 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré-emergência
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
4 a 6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré-emergência

Frascos plásticos PET (Polietileno tereftalato) ou COEX (Polietileno coextrusado) de 1 L. Bombonas plásticas de PAD (Polietileno de alta densidade) de 5, 10, 20, 50 e 100 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

ATRAZINA 50 SC, é um herbicida de ação seletiva para ser usado em pré e pós-emergência, no controle de plantas daninhas que infestam a cultura de Milho.

OBSERVAÇÕES: Utilizar adjuvante a calda herbicida em pós-emergência. Adjuvante do tipo Alquil Fenol Poliglicoleter na proporção de 0,2% m/v.

INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCAS OU INTERVALOS DE APLICAÇÃO:
ATRAZINA 50 SC, deve ser aplicado logo após feita a semeadura, ou simultaneamente à ela (pré-emergência) pelo sistema 3 em 1 ou seja, aduba, planta e aplica a ATRAZINA 50 SC numa operação única. Na ocorrência de plantas daninhas de folhas largas, pode-se aplicar na pós-emergência inicial com as plantas daninhas no estádio de até 6 folhas. Em pós-emergência pode ser aplicado em área total com a cultura do milho já germinada, sendo que neste caso a adição de surfactante (adjuvante), pode melhorar a eficiência do produto.

CONDIÇÕES DE APLICAÇÃO: Aplicação em pré-emergência, o solo deve estar preparado e a aplicação com o produto deve ser efetuada em condições de boa umidade; aplicação em pós-emergência deve-se respeitar o estádio de desenvolvimento da planta daninha.

Na aplicação com pulverizadores manuais costais e tratorizados com barra, observar alguns parâmetros:
Tipo de bicos: leque Teejet de série 80.02 a 80.04 e 110.02 a 110.04 e defletor tipo TK ou similar.
Pressão (psi): 20- 40 (costal) e 30- 40 (tratorizado).
Gotulação: DMV entre 400 a 600 micra (costal).
Densidade de gotas: cobertura total.
Volume de aplicação: 200 a 400 l/ha.

OBS: Sobre outros equipamentos, fazer uma boa cobertura de pulverização nas plantas, e consultar um engenheiro agrônomo para as condições de aplicação do produto.
Condições climáticas: Evitar as horas mais quentes do dia e a deriva excessiva das gotículas.

Na aplicação com aeronaves, deve-se observar alguns parâmetros:
Aeronave tipo Ipanema: Pressão (psi): 20 - 30.
Gotulação: DMV entre 400 a 600 micras(costal).
Densidade de gotas: 30 a 40 gotas/cm2.
Altura do vôo: 4 a 5 metros.
Faixa de aplicação: 15 metros.
Angulação dos bicos: 120 a 180 graus em relação a linha de vôo.
Volume de aplicação: 40 a 50 l/ha.
Condições climáticas: Temperatura máxima de 27 graus C; Umidade mínima de 55% e vento com velocidade máxima de 10 km/hora.

INTERVALO DE SEGURANÇA: MILHO: Intervalo de Segurança não especificado, por ser de uso desde pré-emergência até o milho atingir 30 a 40 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS: Aguardar o secamento por completo do produto sobre as áreas tratadas. Aguardar no mínimo 24 horas. Evitar que pessoas alheias ao trato com a cultura e também animais domésticos circulem pela área tratada.

LIMITACÕES DE USO: O produto deve ser utilizado somente na cultura que está registrada, seguindo as instruções de uso aprovadas.
Não aplicar o produto em dias de ventos fortes. Não aplicar o produto em solo seco.
Se houver culturas vizinhas que forem sensíveis ao produto, aplique-o com bastante segurança e cuidado a fim de que os jatos de pulverização do produto não atinja esta cultura. Agitar bem o produto antes de usá-lo. Em qualquer caso de dúvida, consulte o Engenheiro Agrônomo.

PRECAUÇÕES GERAIS: USO EXCLUSIVAMENTE AGRÍCOLA. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamento com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas. Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, bebidas, rações, animais e pessoas. Não utilize os equipamentos de proteção (EPis) danificados.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Use protetor ocular: O produto é irritante para os olhos. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use máscara cobrindo o nariz e a boca: Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha: Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos protetor ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação. O produto produz neblina, use máscara cobrindo o nariz e a boca. Não aplique o produto contra o vento. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas, óculos ou viseira facial, botas, avental impermeável.

PRECAUÇÕES APÓS APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto em sua embalagem original adequadamente fechada, em local trancado longe do alcance das crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas contaminadas separadas das demais roupas do restante da família ou de uso diário.

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: Provoque vômito, procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Olhos: Lave com água em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Pele: Lave com água e sabão em abundância e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Inalação: Procure lugar arejado, vá ao médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA E ANTÍDOTO: Nenhum antídoto específico. Tratamento sintomático.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO: Atrazina, é prontamente absorvida via área gastrointestinal, somente penetrando na pele numa área muito limitada. O herbicida absorvido é rapidamente eliminado. No rato, a meia vida é de 1,3 dias, e 95% da dose é eliminada dentro de 7 dias. A mais alta dose de concentração de atrazina e/ ou seus metabólitos é encontrado nas células vermelhas. Doses baixas administradas diariamente em ratos via oral foram encontrados nos tecidos em ordem decrescente como, eritrócitos, fígado, baço e rim. A rota primária de eliminação nestes animais foi pela via urinária (cerca de mais ou menos 75%) e pelas fezes foram eliminados aproximadamente 20%.

EFEITOS AGUDOS: DL50 aguda oral e dérmica do TRAC 50 SC é > 2.000 mg/kg. A Atrazina é de ligeira para moderadamente tóxica para o homem e outros animais. Os sintomas de intoxicação podem incluir dores abdominais, diarréia e vomito, irritação de olhos, irritação de mucosas, e reações de pele. Em doses muito elevadas, ratos de laboratório apresentaram excitação seguida de depressão, respiração diminuída, sem coordenação, espasmos musculares, e hipotermia.

EFEITOS CRÔNICOS: Estudos crônicos usando animais de laboratório, e estudos epidemiológicos, efetuados em áreas onde foi fabricada a Atrazina por 40 anos, demonstram que esta molécula química: não provoca efeitos adversos para sistemas reprodutivos; não afeta o desenvolvimento genético; não provoca defeitos de nascimento; não afeta a estrutura de cromossomo; não é estrogênico; não rompe a função de endócrino.

EFEITOS COLATERAIS: O produto por não ser de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.

TELEFONES DE EMERGÊNCIA: Centro de Controle de Intoxicações do RS: (51) 223.6417 - 223.6110 - Telefone da Empresa: (51) 587.1937- 593.7814.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (Classe III). Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas. Evite a contaminação ambiental - Preserve a natureza. Não utilize equipamentos com vazamentos. Aplique somente as doses recomendadas. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas susceptíveis a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de adver1ência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa ATANOR DO BRASIL LTDA. - telefone de emergência: (0xx51) 587.1937; 593.7814 - Centro de Informações Toxicológicas (0xx51) 223.6417; 223.6110.

Utilize o equipamento de proteção individual -EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d' água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: coloque material absorvente (por ex: serragem ou terra) sobre o conteúdo derramado, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa ou o distribuidor ou qualquer representante da empresa na região. O produto deverá ser desativado em incinerador apropriado e aprovado pelas autoridades competentes. Lave o local com grande quantidade de água;

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada;

Corpos d'água -interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contacte o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido;

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: LAVAGEM DA EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL.

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual -recomendados para o preparo da calda do produto.

TRIPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO:

1. Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

2. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O Armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, a devolução deverá ocorrer até o fim do seu prazo de validade.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTLLIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indfcado no rótulo para sua devolução e destinação final. Em se tratando de folheto complementar: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone (0xx51) 593-7814 para sua devolução e destinação final.

Para desativação de restos de produto contate a empresa ATANOR DO BRASIL LTDA. e o Órgão Estadual do Meio Ambiente. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação e aprovado pelo órgão estadual responsável, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes.

MÉTODO PARA DESATIVAÇÃO DO AGROTÓXICO E DE SEUS COMPONENTES: Incinerar é o método mais indicado em forno rotativo/câmara de pós-combustão de 7,5 ton/dia de capacidade nominal e com ORE acima de 99,999%. Esta operação deve ser de conformidade com a norma ABNT NBR 1265. Parâmetros para incineração: Temperatura do forno: 900 ºC. Temperatura da câmara de pós-combustão de: 1200 °C. Tempo de residência gases (CPC): 3,2 seg. Tempo de residência dos gases (FR): 2,5 seg. Tempo de residência de sólidos (FR): 30 min. Pressão de operação: -0,2 mbar. Oxigênio em excesso na chaminé: 11 %. Monitoramento em "on line" para CO e O2.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência em plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação. Os herbicidas deverão estar registrados para cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consultar um Engenheiro Agrônomo.