Bula BEAUVERIA OLIGOS

acessos
Beauveria bassiana
4716
Oligos Biotecnologia

Composição

Beauveria bassiana 50 g/kg Biológico

Classificação

Inseticida microbiológico
IV - Pouco tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato
Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
1000 g p.c. / 100 L de calda 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo seis aplicações por safra, com intervalos de 3 a 4 dias, com jato dirigido para a face inferior das folhas. Não determinada pela característica microbiológica do produto. O produto deve ser aplicado quando for observada a presença dos insetos
Cigarrinha do milho
(Dalbulus maidis)
8000 g.p.c./ha 300 L de calda/ha - Realizar mais de uma aplicação, caso seja necessário, com intervalos de 15 dias. Não determinada pela característica microbiológica do produto. O produto deve ser aplicado quando for observada a presença dos insetos
Moleque da bananeira
(Cosmopolites sordidus)
100 iscas/ha - - Realizar no máximo 3 aplicações por safra, com intervalos de 15 dias. Não determinada pela característica microbiológica do produto. O produto deve ser aplicado quando for observada a presença dos insetos
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
750 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por safra, com intervalo de 14 dias. Não determinada pela característica microbiológica do produto. O produto deve ser aplicado quando for observada a presença dos insetos

Tipo de embalagem: saco plástico
material: polietileno
capacidade de acondicionamento: 4 Kg

INSTRUÇÕES DE USO:

1.1ALVOS BIOLÓGICOS

Beauveria Oligos WP é um inseticida/acaricida microbiológico de contato, que penetra no corpo do inseto através da cutícula paralisando os órgãos internos.
O produto é indicado para o controle das seguintes pragas agrícolas, em todas as culturas nas quais ocorram:

ALVO BIOLÓGICO: NOME COMUM- Mosca-branca
NOME CIENTÍFICO - Bemisia tabasi raça B
DOSE – 750g p.c/ha (0,75 x 10^12 con/ha)
OBSERVAÇÃO: Umidade relativa acima de 70%. Reaplicar com intervalo de 14 dias. Não realizar mais que 47 aplicações por safra.

ALVO BIOLÓGICO: NOME COMUM - Moleque da bananeira
NOME CIENTÍFICO – Cosmopolites sordidus
DOSE – 100 isca/ha (5x10^12 com/ha)
OBSERVAÇÃO: 50 ml de pasta fúngica/isca. (1x10^9 com/ml de pasta). Realizar 3 aplicações

ALVO BIOLÓGICO: NOME COMUM- Ácaro rajado
NOME CIENTÍFICO – Tetranychus urticae
DOSE – 100 g P.C./100L calsa (1 x 10^12 conídios/100 L)
OBSERVAÇÃO: Realizar aplicações já em baixas infestações da praga, com umidade relativa elevada. Seis pulverizações a cada 3 a 4 dias, com o jato dirigido para a face interior das folhas.

ALVO BIOLÓGICO: NOME COMUM- Ciharrinha do milho
NOME CIENTÍFICO – Dalbulus maidis
DOSE – 8000 g P.C/ha (8x 10^12 con/ha)
OBSERVAÇÃO: Realizar mais de uma aplicação, caso seja necessário. Utilizar um volume de calda de 300L/ha

P.C.= Produto Comercial

1.2 CULTURAS
Produto com eficiência agronómica comprovada para soja, pepino, bananeira, morango e milho, podendo ser utilizado era qualquer cultura com ocorrência do alvo biológico.

1.3 NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
O produto deve ser aplicado quando for observada a presença dos insetos-praga citados. O número de aplicações varia de acordo com a infestação da praga no campo, com intervalo de 15 dias entre as aplicações. Não devem ser efetuadas mais do que 4 aplicações por safra da cultura.

1.4 MODO DE APLICAÇÃO.
Para aplicação via liquida: utilizar bico leque com vazão de 200 a 300 Litros/ha. Preparar a calda cora no máximo 1 hora antes da aplicação para evitar perda de viabilidade do fungo. A aplicação pode ser feita via aérea ou terrestre. Levar ao campo somente a quantidade a ser utilizada na aplicação.
Preparo da calda: fazer uma pré-calda em um balde com água (pH menor que 70), misturando bem o produto com uma espátula grande, de modo a retirar o máximo de esporos dos grãos de arroz. Passar a mistura por uma peneira de 100 mesh e transferir para o tanque pulverizador sem resíduos de agrotóxicos. Completar o tanque com água para um volume de calda de 200 a 300 Ilha. Não há recomendações especiais para o descarte da água de lavagem por não ser produto tóxico.
Para a aplicação de Iscas tipo "telha" na cultura da bananeira: preparar uma pasta misturando 50 9 do produto com um pouco de água limpa. Cortar porções do pseudo caule, remanescente da colheita da bananeira, com 50 cm de comprimento, partir ao meio e pincelar a pasta na superfície cortada, deixando-a em contato com o solo.

1.5 INTERVALO DE SEGURANÇA.
Não determinado pela característica microbiológica do produto

1.6 INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS. Não há intervalo mínimo, desde que as pessoas entrem na área com calçados fechados.

1.7 LIMITAÇÕES DE USO.
Aplicar preferencialmente em dias com umidade relativa acima de 70% e antes das 10h ou após as 16h, pois fungo apresenta sensibilidade a altas incidências de ultra-violeta.
Não aplicar sob vento forte. O produto não é fitotóxico quando aplicado nas doses recomendadas. /1ÁIII
Usar a calda, preferencialmente, ao mesmo dia em que foi preparada. /
Não aplicar em períodos de chuvas intensas ou irrigar a cultura após a aplicação.

1.8 INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS. VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

1.9 INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS. VIDE MODO DE APLICAÇÃO.

1.10 DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE. VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

1.11 INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS.
VIDE DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

1.12 INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÔPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
VIDE DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

1.13 INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA.
Não há relatos de desenvolvimento de resistência a fungos entomopalogênicos. Porém, para evitar o surgimento de insetos com resistência, o Comitê Brasileiro de Resistência a Inseticidas - IRAC-BR- recomenda algumas estratégias:

Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
• Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula do produto.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrónomo para direcionamento das recomendações locais.

• Incluir outros métodos de controle de insetos (controle cultural, por ex.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponíveis.

1.14 INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO/ECOLÕGICO DE PRAGAS
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides), controle microbiano, controle por comportamento, uso de cultivares resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO. INDIVIDUOS IMUNONOSSUPRIMIDOS OU COM HISTÓRICO RECENTE DE IMUNOSSUPRESSÃO NÃO DEVEM MANUSEAR NEM APLICAR ESTE PRODUTO, CONSIDERANDO QUE HÁ RELATOS DE CASOS CLINICOS DEJNFECÇAO FUNGICA POR Beauveria bassiana DE PESSOAS NESTA CONDIÇÃO,

2.1 PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem OS: equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem macacão, botas, óculos/viseira facial e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

2.2 PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente –com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das touca de borracha; máscara com filtro mecânico; óculos de segurança dom proteção lateral e luva
- Manuseie o produto em local aberto e ventado.

2.3 PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Se utilizar distribuidor costa não aplique o produto contra o vento utilizar trator (ou avião), aplique contra o vento de modo a evitar que o aplicador entre na névoa de produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo- de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de. borracha; viseira facial e luvas.

2.4 PRECAUÇÕES APÓS APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentradas utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante aplicação.
- Mantenha o restante do produto/ adequadamente fechado em sua embalagem original em local-trancado, na temperatura determinada pelo fabricante, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestida para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI5) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
-Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavaras roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. - Não reutilizar a embalagem vazia. -
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com manga compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. .

PRIMEIROS SOCORROS procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário- agronômico tio produto. -
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que água de lavagem entre no outro olho. Caso, haja irritação, procure o médico, levando a embalagem, rótulo e bula do, produto.
Pele: lave com água e sabão em abundância e, se houver, irritação, procure o médico; levando a embalagem, rótulo e bula do produto.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve-a pessoa para um local aberto e venti1ado

INTOXICAÇÕES POR Beauveria bassiana
INFORMAÇÕES MÉDICAS

Nome Técnico Beauveria bassiana
Nome científico Beauveria bassiani, isolado IBCB 66
Classe toxicológica IV - Pouco Tóxico
Vias de exposição oral, inalatória, ocular e dérmica

Mecanismos de toxicidade/patogenicidade: Beauveria bassiana e um fungo facilmente encontrado na natureza, em especial no solo. Não é esperado nenhum efeito tóxigênico causado pela exposição ao patogenicidade Beauveria bassiana. Este fungo é utilizado na agricultura em, todo o mundo há mais de cem anos, com raros relatos de casos clínicos confirmados. Entretanto,como qualquer outro: microrganismo, Beauveria bassiana possui potencial de ação como patógeno oportunista.
Estudos laboratoriais de Toxicidade/Patogenicidade com o isolado IBCB 66 não demonstraram toxicidade ou capacidade patogênica.

Sintomas e sinais: Em testes de irritação/corrosão ocular este produto causou "irritação leve da conjuntiva, reversível em até 72 horas.
Não foi sensibilizante dérmico.

Diagnóstico : O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de possível

Tratamento: O tratamento para o caso de irritação ocular deve ser sintomático e de suporte. O tratamento para o caso de infecção fúngica deve ser feito com antimicóticos sistêmicos conforme definido em protocolos, clínicos,específicos rara infecção fúngica.

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
X - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não aplique este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando for observada visitação de abelhas na cultura.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre recipientes disponíveis, para envolver embalagens rompidas.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas -

- Observe a legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES AMBIENTAIS:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Utilize Equipamentos de Proteção Individual.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa TZ BIOTECH LTDA. Telefone de Emergência: (16) 3441-5680. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM FLEXIVEL:
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias no podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA): ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides), controle microbiano, controle por comportamento, uso de cultivares resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.

Não há relatos de desenvolvimento de resistência a fungos entomopalogênicos. Porém, para evitar o surgimento de insetos com resistência, o Comitê Brasileiro de Resistência a Inseticidas - IRAC-BR- recomenda algumas estratégias:

Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
• Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula do produto.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrónomo para direcionamento das recomendações locais.

• Incluir outros métodos de controle de insetos (controle cultural, por ex.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponíveis.