Bula Bimetron

acessos
Ametrina + Diuron
1606
Adama

Composição

Ametryn 250 g/L Triazina
Diuron 250 g/L Uréias substituídas

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo, Pós-emergência, Pré-emergência
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
4 a 7 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha - Pode ser aplicado 2 vezes ao ano. 30 dias. Pode ser aplicado 2 vezes ao ano no café em arruação ou esparramação, tanto em pré-emergência ou pós-emergência das plantas infestantes
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
4 a 7 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha - Pode ser aplicado 2 vezes ao ano. 30 dias. Pode ser aplicado 2 vezes ao ano no café em arruação ou esparramação, tanto em pré-emergência ou pós-emergência das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
4 a 7 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha - Pode ser aplicado 2 vezes ao ano. 30 dias. Pode ser aplicado 2 vezes ao ano no café em arruação ou esparramação, tanto em pré-emergência ou pós-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
4 a 7 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha - Pode ser aplicado 2 vezes ao ano. 30 dias. Pode ser aplicado 2 vezes ao ano no café em arruação ou esparramação, tanto em pré-emergência ou pós-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
4 a 7 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha - Pode ser aplicado 2 vezes ao ano. 30 dias. Pode ser aplicado 2 vezes ao ano no café em arruação ou esparramação, tanto em pré-emergência ou pós-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
4 a 7 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha - Pode ser aplicado 2 vezes ao ano. 30 dias. Pode ser aplicado 2 vezes ao ano no café em arruação ou esparramação, tanto em pré-emergência ou pós-emergência das plantas infestantes
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
4 a 7 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha - Pode ser aplicado 2 vezes ao ano. 30 dias. Pode ser aplicado 2 vezes ao ano no café em arruação ou esparramação, tanto em pré-emergência ou pós-emergência das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
4 a 7 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha - Pode ser aplicado 2 vezes ao ano. 30 dias. Pode ser aplicado 2 vezes ao ano no café em arruação ou esparramação, tanto em pré-emergência ou pós-emergência das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
4 a 7 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha - Pode ser aplicado 2 vezes ao ano. 30 dias. Pode ser aplicado 2 vezes ao ano no café em arruação ou esparramação, tanto em pré-emergência ou pós-emergência das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
4 a 7 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha - Pode ser aplicado 2 vezes ao ano. 30 dias. Pode ser aplicado 2 vezes ao ano no café em arruação ou esparramação, tanto em pré-emergência ou pós-emergência das plantas infestantes
Maria preta
(Solanum americanum)
4 a 7 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha - Pode ser aplicado 2 vezes ao ano. 30 dias. Pode ser aplicado 2 vezes ao ano no café em arruação ou esparramação, tanto em pré-emergência ou pós-emergência das plantas infestantes
Mastruço
(Lepidium virginicum)
4 a 7 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha - Pode ser aplicado 2 vezes ao ano. 30 dias. Pode ser aplicado 2 vezes ao ano no café em arruação ou esparramação, tanto em pré-emergência ou pós-emergência das plantas infestantes
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
4 a 7 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha - Pode ser aplicado 2 vezes ao ano. 30 dias Pode ser aplicado 2 vezes ao ano no café em arruação ou esparramação, tanto em pré-emergência ou pós-emergência das plantas infestantes
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
4 a 7 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha - Pode ser aplicado 2 vezes ao ano. 30 dias. Pode ser aplicado 2 vezes ao ano no café em arruação ou esparramação, tanto em pré-emergência ou pós-emergência das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
4 a 7 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha - Pode ser aplicado 2 vezes ao ano. 30 dias. Pode ser aplicado 2 vezes ao ano no café em arruação ou esparramação, tanto em pré-emergência ou pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
4 a 7 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha - Pode ser aplicado 2 vezes ao ano. 30 dias. Pode ser aplicado 2 vezes ao ano no café em arruação ou esparramação, tanto em pré-emergência ou pós-emergência das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
4 a 7 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha - Pode ser aplicado 2 vezes ao ano. 30 dias. Pode ser aplicado 2 vezes ao ano no café em arruação ou esparramação, tanto em pré-emergência ou pós-emergência das plantas infestantes
Rubim
(Leonurus sibiricus)
4 a 7 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha - Pode ser aplicado 2 vezes ao ano. 30 dias. Pode ser aplicado 2 vezes ao ano no café em arruação ou esparramação, tanto em pré-emergência ou pós-emergência das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
4 a 7 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha - Pode ser aplicado 2 vezes ao ano. 30 dias. Pode ser aplicado 2 vezes ao ano no café em arruação ou esparramação, tanto em pré-emergência ou pós-emergência das plantas infestantes
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
4 a 8 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Para a cana-planta, o produto pode ser aplicado desde a pré-emergência da cultura e das plantas infestantes até a pós-emergência das mesmas e da cultura. Para a cana-soca, aplicar após os tratos culturais que se processam após o corte da cana
Beldroega
(Portulaca oleracea)
4 a 8 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Para a cana-planta, o produto pode ser aplicado desde a pré-emergência da cultura e das plantas infestantes até a pós-emergência das mesmas e da cultura. Para a cana-soca, aplicar após os tratos culturais que se processam após o corte da cana
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
4 a 8 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Para a cana-planta, o produto pode ser aplicado desde a pré-emergência da cultura e das plantas infestantes até a pós-emergência das mesmas e da cultura. Para a cana-soca, aplicar após os tratos culturais que se processam após o corte da cana
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
4 a 8 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Para a cana-planta, o produto pode ser aplicado desde a pré-emergência da cultura e das plantas infestantes até a pós-emergência das mesmas e da cultura. Para a cana-soca, aplicar após os tratos culturais que se processam após o corte da cana
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
4 a 8 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Para a cana-planta, o produto pode ser aplicado desde a pré-emergência da cultura e das plantas infestantes até a pós-emergência das mesmas e da cultura. Para a cana-soca, aplicar após os tratos culturais que se processam após o corte da cana
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
4 a 8 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Para a cana-planta, o produto pode ser aplicado desde a pré-emergência da cultura e das plantas infestantes até a pós-emergência das mesmas e da cultura. Para a cana-soca, aplicar após os tratos culturais que se processam após o corte da cana
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
4 a 8 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Para a cana-planta, o produto pode ser aplicado desde a pré-emergência da cultura e das plantas infestantes até a pós-emergência das mesmas e da cultura. Para a cana-soca, aplicar após os tratos culturais que se processam após o corte da cana
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
4 a 8 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Para a cana-planta, o produto pode ser aplicado desde a pré-emergência da cultura e das plantas infestantes até a pós-emergência das mesmas e da cultura. Para a cana-soca, aplicar após os tratos culturais que se processam após o corte da cana
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
4 a 8 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Para a cana-planta, o produto pode ser aplicado desde a pré-emergência da cultura e das plantas infestantes até a pós-emergência das mesmas e da cultura. Para a cana-soca, aplicar após os tratos culturais que se processam após o corte da cana
Maria preta
(Solanum americanum)
4 a 8 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Para a cana-planta, o produto pode ser aplicado desde a pré-emergência da cultura e das plantas infestantes até a pós-emergência das mesmas e da cultura. Para a cana-soca, aplicar após os tratos culturais que se processam após o corte da cana
Mastruço
(Lepidium virginicum)
4 a 8 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Para a cana-planta, o produto pode ser aplicado desde a pré-emergência da cultura e das plantas infestantes até a pós-emergência das mesmas e da cultura. Para a cana-soca, aplicar após os tratos culturais que se processam após o corte da cana
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
4 a 8 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Para a cana-planta, o produto pode ser aplicado desde a pré-emergência da cultura e das plantas infestantes até a pós-emergência das mesmas e da cultura. Para a cana-soca, aplicar após os tratos culturais que se processam após o corte da cana
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
4 a 8 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Para a cana-planta, o produto pode ser aplicado desde a pré-emergência da cultura e das plantas infestantes até a pós-emergência das mesmas e da cultura. Para a cana-soca, aplicar após os tratos culturais que se processam após o corte da cana
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
4 a 8 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Para a cana-planta, o produto pode ser aplicado desde a pré-emergência da cultura e das plantas infestantes até a pós-emergência das mesmas e da cultura. Para a cana-soca, aplicar após os tratos culturais que se processam após o corte da cana
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
4 a 8 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Para a cana-planta, o produto pode ser aplicado desde a pré-emergência da cultura e das plantas infestantes até a pós-emergência das mesmas e da cultura. Para a cana-soca, aplicar após os tratos culturais que se processam após o corte da cana
Picão preto
(Bidens pilosa)
4 a 8 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Para a cana-planta, o produto pode ser aplicado desde a pré-emergência da cultura e das plantas infestantes até a pós-emergência das mesmas e da cultura. Para a cana-soca, aplicar após os tratos culturais que se processam após o corte da cana
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
4 a 8 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Para a cana-planta, o produto pode ser aplicado desde a pré-emergência da cultura e das plantas infestantes até a pós-emergência das mesmas e da cultura. Para a cana-soca, aplicar após os tratos culturais que se processam após o corte da cana
Rubim
(Leonurus sibiricus)
4 a 8 L p.c./ha 300 a 360 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Para a cana-planta, o produto pode ser aplicado desde a pré-emergência da cultura e das plantas infestantes até a pós-emergência das mesmas e da cultura. Para a cana-soca, aplicar após os tratos culturais que se processam após o corte da cana
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
4 a 8 L p.c./ha 300 a 360 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Para a cana-planta, o produto pode ser aplicado desde a pré-emergência da cultura e das plantas infestantes até a pós-emergência das mesmas e da cultura. Para a cana-soca, aplicar após os tratos culturais que se processam após o corte da cana

Galão plástico de 5 L;
Baldes plásticos de 5 e 20 L;
Bombona plástica de 20 L;
Tambor de plástico de 100 L;
Tambor metálico com revestimento interno de 100 e 200 L;
Container de 1000 L.

1. INSTRUÇÕES DE USO:

1.1 CULTURAS:
BIMETRON é um herbicida de pré-emergência e pós-emergência inicial, indicado para o controle das plantas infestantes de folhas estreitas e folhas largas na cultura de cana-de-açúcar e café.

1.2 PLANTAS INFESTANTES CONTROLADAS:
Vide "Indicações de Uso/Doses".

1.4 NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Cana-de-Açúcar: Para a cana-planta, o produto pode ser aplicado desde a pré-emergência da cultura e das plantas infestantes até a pós-emergência das mesmas e da cultura, sendo até o estádio de 1 perfilho para o capim-colchão e capim-carrapicho, até 5 perfilhos para as demais gramíneas e até 20 cm para as folhas largas. Para a cana-soca, aplicar após os tratos culturais que se processam após o corte da cana, devendo-se observar os estádios de desenvolvimento das plantas infestantes indicados acima para as aplicações em pós-emergência.
Café: Pode ser aplicado 2 vezes ao ano no café em arruação ou esparramação, tanto em pré-emergência ou pós-emergência das plantas infestantes, observando os estádios das mesmas recomendados para as aplicações em pós-emergência citados na cultura da cana-de-açúcar.

1.5 MODO DE APLICAÇÃO:

Aplicação Terrestre
BIMETRON deve ser aplicado em pulverização em mistura com água, através de pulverizador de barra tratorizado, com as seguintes indicações:

Tipo de bico: 8003-8004; 1103-1104
Pressão (libras/pol²): 40; 40
Velocidade (km/h): 5; 5
Espaçamento entre bicos: 0,5; 0,5
Volume de água (l/ha): 300-360; 300-360.



Obs.:
1 – A critério do Engenheiro Agrônomo ou do Técnico Responsável, as condições de aplicação poderão ser alteradas.
2 – No caso de usar outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização no solo e/ou nas plantas infestantes a serem controladas.

Aplicação Aérea
Aviões agrícolas e helicópteros equipados com barra poderão ser usados na aplicação de BIMETRON, somente na cultura de cana-de-açúcar. A altura de vôo não pode ser maior que 4 metros em relação ao alvo. A largura da faixa deve ser ajustada de acordo com as características de cada aeronave, podendo variar de 12 a 16 metros. O equipamento de pulverização aérea deverá estar calibrado para o volume de 40 litros de calda por hectare, utilizando-se bicos D-8 ou equivalentes, com core 46, montados na barra com ângulo de 90º em relação à direção de vôo.

Preparo da Calda
Para aplicação terrestre e/ou aérea, BIMETRON deve ser misturado diretamente no tanque do pulverizador terrestre ou da aeronave, o qual deverá ter 1/3 de sua capacidade com água. Após adição do produto, completar o volume do tanque, mantendo a calda em agitação constante.

1.6 INTERVALO DE SEGURANÇA:
Café .................................................... 30 dias
Cana-de-açúcar .................................. 150 dias

1.7 INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

1.8 LIMITAÇÕES DE USO:
• Não aplicar em café com menos de dois anos de idade. Evitar o contato do produto com as folhas desta cultura.
• Devem-se realizar aplicações com umidade relativa do ar sempre superior a 60%, porque, caso contrário, o produto pode ter sua eficiência reduzida.
• Não aplicar em solo seco. Devem-se evitar perdas por deriva ou volatilização.
1.9 INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

1.10 INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item Modo de aplicação.

1.11 DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

1.12 INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

1.13 INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

2 - PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS, QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTOS E TRATAMENTO NO QUE DIZ RESPEITO A SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO SE INALADO OU ASPIRADO E IRRITANTE PARA OS OLHOS, UTILIZE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL PARA SEU MANUSEIO.

2.1 - PRECAUÇÕES GERAIS:

- não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto;
- ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos;
- não utilize equipamentos de Proteção Individual (EPI) e de aplicação danificados e/ou defeituosos;
- não desentupa bicos, orifícios, tubulações e válvulas com a boca;
- não manipule e/ou carregue embalagens danificadas;
- aplique somente as doses recomendadas pelo fabricante;

2.2 - PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

- use protetor ocular (óculos ou viseira facial), máscara apropriada, luvas e botas de borracha e macacão com mangas compridas;
- mantenha pessoas, principalmente crianças e animais domésticos longe do local de trabalho;
- não entre em contato direto com o produto;
- distribua o produto da embalagem original do fabricante e procure evitar sobras;
- mantenha as eventuais sobras do produto somente em suas embalagens originais;
- evite derrames ou a contaminação do equipamento durante o seu abastecimento.


2.3. PRECAUÇÕES DURANTE O USO:

- use botas de borracha e macacão com mangas compridas na pulverização tratorizada; além destes, use protetor ocular (óculos ou viseira facial), máscara cobrindo o nariz e a boca; luvas de borracha e chapéu de aba larga e avental impermeável na pulverização com equipamento manual;
- não aplique o produto nas horas mais quentes do dia, contra ou na presença de ventos fortes e evite sua deriva;
- mantenha pessoas, principalmente crianças, e animais domésticos longe da área de aplicação.

2.4 PRECAUÇÕES APÓS O USO:

- não reutilize embalagens vazias;
- após o uso e esgotamento, certifique-se de que as embalagens foram lavadas três vezes (tríplice lavagem); inutilize-as e dê destino adequado às mesmas;
- mantenha as embalagens com sobras de produtos adequadamente fechadas, em local de armazenamento próprio e trancado, longe do alcance de crianças e animais;
- recolha, limpe e guarde os Equipamentos de Proteção Individual utilizados;
- tome banho, troque e lave as suas roupas;
- evite o máximo possível o contato com a área de aplicação;
- mantenha pessoas, principalmente crianças, e animais domésticos longe da lavoura até a secagem completa da calda de aplicação;
- fora deste período, utilize protetor ocular (óculos ou viseira facial), luvas e botas de borracha e macacão com mangas compridas.

2.5 – DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

Absorção e Excreção:

A Ametrina é metabolizada através de reações de N-dealquilação e oxidação dos grupos N-alquis. Os níveis sanguíneos permaneceram constantes por 72 horas, nos tecidos decaíram 24 horas após a administração, 53% foi excretado na urina e 18% nas fezes, em 72 horas a eliminação foi quase completa. O Diuron é metabolizado pelo fígado e excretado rapidamente, principalmente através das fezes e urina.

Sintomas de alarme:
A ocorrência de irritação dos olhos, fraqueza, náusea, vômitos, diarréia e tosse associados a confirmação de exposição ao produto sugerem intoxicação aguda.
Primeiros Socorros:

Ingestão: provoque vômito e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou
receituário agronômico do produto.

Olhos: lave-os com água em abundância e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou
receituário agronômico do produto.

Pele: lave-a com água e sabão em abundância e, se houver irritação, procure o médico, levando a
embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

Inalação: procure local arejado e vá ao médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário
agronômico do produto.

Medidas Terapêuticas:
A critério médico, utilizar antídotos de ação ampla, que modifiquem a toxicocinética e/ou a toxicodinâmica do produto, como Xarope de Ipeca (emese), Carvão Ativado (adsorção digestiva) e Purgativos Salinos (catarse). O tratamento deve ser instituído a critério médico e envolve a lavagem gástrica em caso de ingestão de grande quantidade do produto e a higienização das áreas do corpo do paciente atingidas, dando atenção especial às regiões que sofreram maior depósito ou que podem reter o produto (cabelo, ouvido, axilas, umbigo, unhas e genitais).

Cuidados de Suporte:
Caso os níveis de metahemoglobina forem maiores que 30% ou a cianose muito importante, tratar com azul de metileno intravenoso, administrar oxigênio, respiração mecânica pode ser necessária. Exames laboratoriais incluem provas de função hepática e renal. Manter o paciente sob observação por 24 horas, mesmo se assintomático.


Telefones de Emergência:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter mais informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT - ANVISA/MS)
Notifique o sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de emergência da Empresa: 0800-400-7505

3. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
- ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE I).
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa MILENIA AGROCIÊNCIAS S.A. - Telefones da empresa: 0800 111 767 ou 0800 7071 767.
- Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

. Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

-Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -Equipamentos de Proteção Individual -recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL (EMBALAGENS DE GRANDE VOLUME RETORNÁVEIS)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.



TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.



4. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.


Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

1.14 INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.