Bula Biver

acessos
Epoxiconazol
15908
FMC - Campinas

Composição

Epoxiconazol 125 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
0,5 a 0,6 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Efetuar no máximo 2 aplicações. 45 dias A aplicação deverá ser efetuada quando forem constatados índice de infecção foliar de até 5%, reaplicar sempre que o índice de infecção foliar da fernjgem-do-cafeeiro atingir novamente até 5%
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia hordei)
0,75 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Efetuar no máximo 2 aplicações. 30 dias Pulverizar quando forem constatados os primeiros sintomas de infecção (até 5% de infecção), repetir se necessário
Mancha angular
(Drechslera teres)
0,75 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Efetuar no máximo 2 aplicações. 30 dias Pulverizar quando forem constatados os primeiros sintomas de infecção (até 5% de infecção), repetir se necessário
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
0,1 a 0,2 L p.c./ha 400 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Efetuar no máximo 3 aplicações com intervalos de 15 dias. 14 dias A aplicação deverá ser efetuada quando forem constatados a partir do florescimento, os primeiros sintomas de ataque da doença nas folhas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,75 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Efetuar no máximo 2 aplicações. 30 dias Pulverizar quando forem constatados os primeiros sintomas de infecção. Repetir, se necessário
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,75 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Efetuar no máximo 2 aplicações. 30 dias Pulverizar quando forem constatados os primeiros sintomas de infecção. Repetir, se necessário

Frasco plástico, COEX, PEAD, PET: 1 litro.
Bombona de plástico, COEX, PEAD, PET: 5 litros.
Balde de plástico, COEX, PEAD, PET, aço: 10, 20, 50, 100 e 200 litros.

INSTRUÇÕES DE USO:

BIVER é um fungicida sistêmico, atuando como inibidor da bio síntese do ergosterol, o qual é um constituinte da membrana celular dos fungos, bloqueando o funcionamento da enzima dimetilase a nível de carbono C14 interrompendo totalmente a síntese de ergosterol. Esse efeito se traduz em uma rápida eficácia e apresentando forte efeito curativo e erradicativo. Apresenta rápida absorção pelas folhas sendo somente transportados sistemicamente da base para o ápice.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLlCAÇÃO:

CAFÉ: A aplicação deverá ser efetuada quando forem constatados índice de infecção foliar(*)
de até 5%, reaplicar sempre que o índice de infecção foliar da fernjgem-do-cafeeiro atingir novamente até 5%. Efetuar no máximo 2 aplicações.

(*) Método de amostragem: coletar ao acaso do terço médio da planta, folhas entre o 2 e 4° par de folhas do ramo, 10 folhas/planta sendo 5 de cada lado de 20 a 30 plantas/talhão conforme a uniformidade do mesmo.

CEVADA: Pulverizar quando forem constatados os primeiros sintomas de infecção (até 5% de infecção), repetir se necessário. Efetuar no máximo 2 aplicações.

FEIJÃO: A aplicação deverá ser efetuada quando forem constatados a partir do florescimento, os primeiros sintomas de ataque da doença nas folhas, repetir com intervalos de 15 dias, se for observada evolução da doença. Efetuar no máximo 3 aplicações.

SOJA: Iniciar as aplicações de forma preventiva ou a partir do estádio R1 (inicio da floração: até 50% das plantas com uma flor) a R2 (floração plena: maioria dos racemos com flores abertas); a segunda aplicação deverá ser realizada no estágio R4 a R5.1 (grãos perceptíveis ao tato a 10% de enchimento da vagem). Efetuar no máximo 3 aplicações.

Monitoramento:
O monitoramento deve ser realizado desde o período vegetativo, intensificando-se a observação quando as condições climáticas forem favoráveis ao patógeno (temperatura, umidade e molhamento foliar). Maior atenção deve ser dispensada em regiões com histórico de ocorrência da doença.
Coletar folhas do terço médio e inferior das plantas e procurar os sintomas da ferrugem-da-soja.

Observação: Há necessidade de realizar o monitoramento das áreas logo após a germinação da cultura. Caso seja constatada a presença da ferrugem-da-soja na região e as condições climáticas forem favoráveis à incidência da doença, as aplicações devem ser iniciadas em caráter preventivo, independente do estádio de desenvolvimento da cultura, obedecendo-se o número máximo de 3 aplicações.

TRIGO: Pulverizar quando forem constatados os primeiros sintomas de infecção. Repetir, se necessário. Efetuar no máximo 2 aplicações.

MODO DE APLICAÇÃO:
Biver deve ser diluído em água limpa e aplicado por pulverização sobre as plantas a proteger, de forma a se obter uma boa cobertura de toda a parte aérea da planta.

Aplicação Terrestre:

Para Cultura do Café: quando plantado no espaçamento convencional a aplicação poderá ser feita com turbo atomizador, pulverizador costal motorizado ou costal manual, utilizando bicos de jato cônico, que permitam a vazão de 400 a 1000 L/ha de volume de calda a qual varia em relação a altura e grau de enfolhamento da planta. A pressão do equipamento deverá ser suficiente para proporcionar uma boa cobertura nas folhas internas e externas da planta.

Para as Culturas de Cevada, Feijão, Soja e Trigo: com pulverizador montado ou tracionado por trator, com barra de bicos de jato cônico. Os bicos devem ser distanciados 50 cm e a barra deve ser mantida numa altura que permita uma cobertura total da parte aérea das plantas.

Aplicação Aérea:

Para as Culturas de Trigo, Cevada, Soja e Feijão: usar bicos de jato cone vazio, do tipo D6 a D12, com disco (core) nunca maior que 45 graus. Pressão na barra de 30 a 50 libras. Volume de calda de 20 a 30 litros de água por hectare.
Largura da faixa de pulverização, devendo ser estabelecida por teste. Altura de vôo de 2 a 3 metros sobre a cultura; em locais onde essa altura não for possível, fazer arremates com passadas transversais, paralelas aos obstáculos. Vento máximo de 15 km por hora, sem ventos de rajada.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Cultura Intervalo (dias)
Café 45 dias
Cevada 30 dias
Feijão 14 dias
Soja 14 dias
Trigo 30 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana ANVISAlMS)

LIMITAÇÕES DE USO:
Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as culturas.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, Óculos, touca árabe e luvas
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes do dia. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual-EPI : macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em trancado, longe do alcance de crianças e animais;
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem,rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR BIVER

INFORMAÇOÕES MÉDICAS-TRIAZOL

Grupo químico: Triazol

Classe toxicológica: II- Altamente Tóxico

Mecanismos de toxicidade: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.

Vias de absorção: Oral, inalatória e dérmica.

Sintomas e sinais clínicos: Em humanos há irritação dérmica leve e não há evidência de toxicidade sistêmica. Pode ocorrer irritação ocular após exposição ao triazol.

Toxicocinética: Não foram realizados estudos com seres humanos. Os mecanismos de absorção, excreção e o metabolismo do Epoxiconazole foram estudados em animais de laboratório. O epoxiconazole é um fungicida sistêmico do grupo dos triazóis, que age sobre o citocromo P-450 alterando a síntese da menbrana celilar, tanto em vegetais quanto em mamíferos. Epoxiconazole foi avaliado quanto a sua absorção, distribuição e excreção em ratos Fisher nas doses de 3 e 100 mg/kg de peso corpóreo. A radioatividade foi rapidamente absorvida e excretada, predominantemente pelas fezes ( 75 - 79%); a radioatividade encontrada em excreções renais foi de somente 12 a 20%. 81% da radioatividade administrada foi eliminada nas primeiras 24 horas do estudo. O teste que originou as informações acima foi conduzido de acordo com as diretrizes internacionais para o delineamento experimental de testes de toxicidade com animais de laboratório.

Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

Tratamento: No envenenamento agudo, as medidas de urgência consistem no esvaziamento gástrico com o emprego de carvão ativado. Não existe antídoto ou antagonista específico para os fungicidas triazóicos. O tratamento médico é sintomático.

Contra-indicações: O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.

Atenção: As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos Telefones de Emergência PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT-ANVISA/MS
Telefone de Emergência da empresa: ( 0xx21) 276-4023

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE ABORATÓRIO
Efeitos agudos:
Não foram realizados estudos em seres humanos e não existem sintomas agudos relatados de casos de intoxicação com o produto, em condições práticas de aplicação.
Em animais de laboratório foi determinada a dose letal de 50% aguda oral maior que 2000 mg/Kg de peso corporal para fêmeas. Os sintomas de intoxicação apresentados em um dos 5 animais testados no caso de intoxicação aguda oral foram:leve decréscimo na atividade, inchaço abdominal e leve piloereção, tendo o animal retornado ao normal após 3 dias.

O produto testado em coelhos não foi classificado como irritante da pele e como irritante mínimo aos olhos de coelhos. O produto não causou sensibilidade cutânea em cobaias.

Efeitos Crônicos:

O Epoxiconazole foi estudado em animais de laboratório, em diferentes concentrações e foram estabelecidos níveis de não efeito tóxico por exposição crônica e sub-crônica ao Epoxiconazole:
ratos 90 dias NOEL > 90 e < 270 ppm;
cães 12 meses NOEL de 40 ppm (machos) e 50 ppm (fêmeas);
ratos 24 meses NOEL de 150 ppm (machos) e 30 ppm (fêmeas);
camundongos 78 semanas NOEL de 5 ppm.

Efeitos sobre o processo reprodutivo e a progênie de animais de laboratório também foram avaliados em estudos específicos, onde também foi possível o estabelecimento do nível de não efeito tóxico NOEL de 25 ppm para gerações parentais e prole.
Foram realizados testes de mutagenicidade em células de bactérias e micronúcleos, sendo que em ambos os experimentos o resultado obtido foi negativo.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando o rótulo, a bula e o receituário agronômico do produto.
- Ingestão: NÃO PROVOQUE VÔMITO. Se ocorrer vômito e o envolvido estiver consciente, administrar água ou leite. Procurar assistência médica imediatamente.
- Olhos: Lave com água em abundância durante 15 minutos.
- Pele: Lave com água e sabão em abundância
- Inalação: Procure local arejado.
Se o acidentado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o imediatamente para assistência médica mais próxima.

ANTíDOTO:
Não existe um antídoto especifico.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA:
Realizar tratamento sintomático e terapia de suporte. O tratamento deve ser direcionado aos sintomas e condições clínicas. Lavagem gástrica ou administração de carvão ativado pode considerada.

PRECAUÇÕES RELATIVAS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
Muito Perigoso ao Meio Ambiente (Classe II).
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
Evite contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a empresa CHEMINOVA BRASIL LTDA. telefone de emergência 0800 111 767.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de impermeável, luvas e botas de impermeável, óculos protetores e máscara com filtros).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante pelo telefone indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUíMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPROPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Para embalagem RíGIDA LAVÁVEL

I. LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs-Equipamentos de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguiintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar eauipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador.
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

II. ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

III. DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

IV. TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Para embalagem RíGIDA NÃO LAVÁVEL:

I. ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

II. ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

III. DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

IV. TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Para embalagens SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADAS)

I. ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

II. ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.

III. DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

IV. TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação deste produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRiÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO OU DO DISTRITO FEDERAL:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis).

Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação e Resistência à Fungicidas (FRACBR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em alpicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um Profissional legalmente habilitado para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
-Incluir outros métodos de controle de doenças ( ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Doenças ( MID) quando disponíveis e apropriados.