Bula Boral 500 SC

acessos
Sulfentrazone
7495
FMC - Campinas

Composição

Sulfentrazone 500 g/L Triazolona

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico, Pré-emergência, Seletivo condicional
Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,2 a 1,4 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré-emergência
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré-emergência
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,4 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,4 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,4 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência em jato dirigido para o solo
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
1,4 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,4 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência em jato dirigido para o solo
Tiririca
(Cyperus rotundus)
1,4 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,2 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,2 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,2 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,2 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,2 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,2 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,2 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,2 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1,2 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
1,2 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determiando. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
1,2 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,2 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,2 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Tiririca
(Cyperus rotundus)
1,6 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,2 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,2 a 1,4 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,2 a 1,4 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,2 a 1,4 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Grama seda
(Cynodon dactylon)
1,2 a 1,4 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,2 a 1,4 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,2 a 1,4 L p.c./ha - - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
0,8 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Único. UNA. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
0,6 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Único. UNA. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,8 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Único. UNA. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
0,6 a 0,8 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Único. UNA. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Tiririca
(Cyperus rotundus)
0,6 a 0,8 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Único. UNA. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
0,8 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Único. Não determiando. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Único. Não determiando. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Único. Não determiando. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
0,8 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Único. Não determiando. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,2 a 0,4 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Erva palha
(Blainvillea latifolia)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Maria preta
(Solanum americanum)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
0,2 a 0,4 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
0,4 a 0,6 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura

Frascos - (PEAD): 1; 5; 10; 20; 50 e 100 L.
Frascos- (PET): 1 e 5 L.
Embalagens folha de flandres (chapas de aço carbono): 20; 50; 100 e 200 L
Embalagens retornáveis- metálicas e (PEAD): 945 L.
Bag in box - fibra de papel com bolsa plástica interna: 1; 5; 10; 20; 50; 100; 200; 500; 650; 1000 L
Bombona - COEX, PEAD, PET, Plástico: 5; 10; 20; 25; 50 L
Bulk - COEX, PEAD, PET, Plástico com estrutura metálica, ferro revestido com resina epóxi: 500; 1000; 2000; 3000; 4000; 5000; 10.000 L
Container/ Contentor intermediário/ Farm-pack- COEX, PEAD, PET, Plástico com estrutura metálica: 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1000 L
Frasco- COEX, PEAD, PET, Polietileno com barreira de poliamida/ plástico: 0,1; 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 1; 1,5; 2; 2,5; 3; 5 L
Isocontainer e Isotanque- COEX, PEAD, PET, aço, metálico, plástico: 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1000; 5000; 10.000; 20.000; 25.000; 30.000 L
Mini bulk- COEX, PEAD, PET, Plástico com estrutura metálica: 100 200 300 400 500 L
Tambor - COEX, PEAD, PET, Polietileno com barreira de poliamida, polietileno, metálico, plástico: 0,1; 0,2; 0,25; 5; 10; 20; 25; 50; 100; 200; 300; 400 L

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:

Boral 500 SC pode ser aplicado em pré – emergência tanto para o sistema convencional como de plantio direto seguindo as recomendações.

O Boral 500 SC, na cultura de soja, pode ser aplicado tanto no sistema convencional de cultivo como no sistema de plantio direto. No plantio direto deverá ser aplicado para controlar as seguintes plantas daninhas: 1) Capim-braquiária (Brachiaria decumbens),
2) Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea), 3) Capim-colchão (Digitaria horizontalis), 4) Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla), 5) Guanxuma (Sida rhombifolia),
6) Corda-de- viola (Ipomonea grandifolia), observando a seguinte seqüência: 1) Dessecação de plantas daninhas (manejo químico), 2) Plantio e 3) Aplicação de Boral 500 SC, sempre na dose de 1,2 l/ha.

Aplicar o produto na pós-emergência das plantas infestantes, com auxilio de pulverizadores terrestres manuais costais ou tratorizados. Para dessecação, as plantas infestantes deverão estar no máximo com 6-8 folhas e porcentagem de cobertura do solo até 20% a 35%, respectivamente.

Fumo: O produto Boral 500 SC é recomendado para a cultura do fumo somente em solos leves e médios.
A aplicação para a cultura do fumo pode ser feita de duas formas:
- Na linha de plantio, sobre o camalhão, 1 dia antes do transplante das mudas do fumo, em uma faixa de 50cm.
Pode ocorrer injúria leve na cultura do fumo no período próximo a aplicação do produto, quando aplicado sobre o camalhão em pré-plantio; entretanto a recuperação da cultura acontece entre 15 a 30 dias após a aplicação.
- Na entrelinha de plantio, logo após o último cultivo; em pré-emergência das plantas infestantes, em uma faixa que varia de 50 a 60 cm, evitando o contato do produto com as plantas de fumo para não haver injúria.
***Na aplicação na entrelinha em condições de alta infestação de Cyperus rotundus e Euphorbia heterophyla utilizar a dose de 500 g i.a./ha (1L p.c./ha).

INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas indicadas nos quadros anteriores.

MODO DE APLICAÇÃO:

Além das recomendações acima para as culturas indicadas, levar em consideração que o solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem. Como todos os herbicidas, o BORAL 500 SC necessita de umidade no solo para iniciar sua atividade biológica de controle das plantas daninhas.

No preparo da calda adicionar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade, após estar regulado com a correta vazão. Adicionar Boral 500 SC na dose previamente determinada. Acionar o agitador e completar com água o tanque de pulverização. Ao aplicar o produto faz-se necessário usar o agitador continuamente durante a pulverização. O registro do pulverizador deve ser fechado durante as paradas e manobras do equipamento aplicador ou poderá haver danos à cultura.

Equipamentos de aplicação:

. Boral 500 SC pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores costais ou tratorizados, com barras providas de bicos de média/alta vazão (1,5 l/min), tais como Teejet leque 110.04, XR Teejet 110.04, Albuz leque 100.04, Fulljet.
. Espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e a altura da barra de 30-50 cm. Recomenda-se aplicar em dias com baixa velocidade de ventos, com pressão não maior que 40 lb/pol2 e volume de água de 250 a 300 l/ha em soja e 300-400 l/ha em cana-de-açúcar, 100 – 200 l/ha em fumo e 200 l/ha em abacaxi.

Densidade de gotas: 40-80 gotas/cm2

DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 200-300 micra

A aplicação pode ser também via aérea nas seguintes condições:
. Volume: 40 l/ha
. Pressão: 30 psi
. Bicos: D8-45
. Ângulo da barra: 135° (frente) ou 45° (atrás)
. Altura do vôo: 5 m
. Faixa de deposição: 15 m

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Abacaxi: 60 dias
Café: 130 dias
Cana-de-açúcar: (1)
Citros: 200 dias
Fumo: U.N.A
Soja: (1)

(1)= Intervalo de segurança não determinado por se tratar de pré-plantio da cultura.
U.N.A. = Uso não alimentar.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO:

. Na aplicação em cana soca recém-germinada podem ocorrer “queimas” localizadas, onde houver contato do produto com as folhas ou brotações, porém com recuperação rápida sem afetar o desenvolvimento da planta e sua produtividade.
. Na ocorrência de chuvas excessivas, após a aplicação em solos altamente arenosos, poderá ocorrer leve clorose nas folhas de soja, entretanto, estas recuperam-se, não havendo prejuízos para produtividade.
. Evitar sobreposição de faixas de aplicação; se isto ocorrer, poderá haver danos à cultura da soja.
. A tolerância de novas variedades ao produto deverá ser estabelecida antes de ser usado em larga escala. Consulte o fornecedor de sementes de sua região ou o representante técnico da FMC de sua região.
. A aplicação deverá ser feita sempre antes da emergência da cultura da soja. Boral 500 SC aplicado no “cracking” da soja ou em plantas emergidas causará danos à cultura.
. Injúria na cultura da soja poderá ocorrer em solos pouco drenados, muito compactados ou em solos saturados por longo período de tempo.
. Se houver falhas no plantio devido a condições climáticas, apenas a soja deverá ser replantada . Não reaplicar Boral 500 SC, pois poderá ocorrer injúria.
. Um período mínimo de 18 meses após a aplicação de Boral 500 SC é exigido para a rotação com a cultura de algodão.

FITOTOXICIDADE: O produto utilizado dentro das recomendações indicadas pelo fabricante não induz efeitos fitotóxicos às culturas indicadas.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamento com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: Use protetor ocular. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente. Veja PRIMEIROS SOCORROS. Use máscaras cobrindo o nariz e a boca. Produto perigoso se inalado ou aspirado. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e veja PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e veja PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO PROPRIAMENTE DITA: Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação. O produto produz neblina; use máscara cobrindo o nariz e a boca. Não aplique o produto contra o vento. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: Beba 1 ou 2 copos de água . Procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Não dar nada via oral, nem induzir vômito a uma pessoa inconsciente. Olhos: Lave com água em abundância . Se ocorrer irritação e ela persistir procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Pele: Lave com água e sabão em abundância. Se ocorrer irritação e ela persistir procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Inalação: Procurar local arejado. Se ocorrer desconforto respiratório procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

ANTÍDOTO/TRATAMENTO (INFORMAÇÕES PARA USO MÉDICO): O tratamento em caso de intoxicação com o produto deverá ser o sintomático e medidas de suporte. Não induzir vômito devido ao risco de pneumonite se o produto for aspirado durante o vômito. Deve-se considerar a lavagem gástrica através de sonda endotraqueal.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Sulfentrazone é rapidamente absorvido, metabolizado e excretado, principalmente pela urina (98,9%), em poucas horas. Não sendo este produto acumulativo no organismo e tendo rápida absorção, metabolização e excreção, não são conhecidos, no momento, casos de intoxicação e de confirmação de diagnóstico.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: Sulfentrazone possui uma toxicidade oral e dérmica muito baixa, sendo praticamente não tóxico quando absorvido pela pele. É não irritante para pele e olhos e não sensibilizante para pele. Sintomas decorrentes de uma exposição excessiva acidental podem incluir tremores, aumento na sensibilidade ao toque e ao som, diminuição da locomoção, lacrimação e secreção nasal. Não tem demonstrado nenhum potencial neurotóxico, mutagênico ou carcinogênico.

EFEITOS COLATERAIS: Não são observados efeitos colaterais no ser humano causado pelo Sulfentrazone.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é PERIGOSO (CLASSE III) AO MEIO AMBIENTE. Este produto é ALTAMENTE TRANSPORTÁVEL - (CLASSE I) no meio ambiente (desloca-se facilmente no solo, podendo alcançar lençóis freáticos). Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE - (CLASSE I) no meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO - (CLASSE I) para organismos aquáticos (algas). É PROIBIDA a aplicação deste produto em áreas alagadas ou sujeitas à inundação. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Aplique somente as doses recomendadas. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Não execute aplicação aérea do produto em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público; e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas suscetíveis a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto - siga as instruções da bula. Em caso de acidente, siga corretamente as instruções constantes na bula.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO: Mantenha o produto em sua embalagem original. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis, para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Contate as autoridades locais competentes e a Empresa FMC Química do Brasil Ltda, pelo telefone de emergência 90xx34 3319-3000. Utilize o EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Isole e sinalize a área contaminada. Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou cursos de águas naturais, siga as instruções abaixo: piso pavimentado - absorver o produto derramado com terra ou serragem. Recolher o material com auxílio de uma pá e colocar em tambores ou recipientes devidamente lacrados e identificados. Remover para área de descarte de lixo químico. Lave o local com grande quantidade de água; solo - retirar as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, e adotar os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada; corpos d'água - interromper imediatamente o consumo humano e animal e contactar o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

TRIPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens contaminadas. O Armazenamento das embalagens vazias, até a devolução nas Unidades de Recebimento, deve ser em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, com piso impermeável, ou no próprio local das embalagens cheias, seguindo as instruções de armazenamento.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: É obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal emitida, no ato da compra. A devolução deve ser feita no prazo de até um ano da data da compra ou, até o prazo de validade do produto. O usuário deve guardar o comprovante de devolução pelo prazo mínimo de um ano.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. O transporte de agrotóxicos, seus componentes e afins e sobras de produtos está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consultar o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas devidamente registrados para a cultura, com diferentes mecanismos de ação. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.