Bula Boxer

acessos
Alachlor + Atrazine
1898701
Monsanto

Composição

Alacloro 300 g/L Cloroacetanilida
Atrazina 180 g/L Triazina

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não Classificado
Corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo, Não sistêmico, Pré-emergência
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
7 a 9 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha - Uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas. Não determinado. Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
7 a 9 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha - Uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas. Não determinado. Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
7 a 9 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha - Uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas. Não determinado. Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
7 a 9 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha - Uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas. Não determinado. Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
7 a 9 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha - Uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas. Não determinado. Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
7 a 9 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha - Uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas. Não determinado. Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
7 a 9 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha - Uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas. Não determinado. Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
7 a 9 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha - Uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas. Não determinado. Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
7 a 9 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha - Uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas. Não determinado. Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
7 a 9 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha - Uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas. Não determinado. Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
7 a 9 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha - Uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas. Não determinado. Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
7 a 9 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha - Uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas. Não determinado. Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
7 a 9 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha - Uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas. Não determinado. Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
7 a 9 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha - Uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas. Não determinado. Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
7 a 9 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha - Uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas. Não determinado. Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
7 a 9 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha - Uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas. Não determinado. Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
7 a 9 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha - Uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas. Não determinado. Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
7 a 9 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha - Uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas. Não determinado. Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
7 a 9 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha - Uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas. Não determinado. Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
7 a 9 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha - Uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas. Não determinado. Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
7 a 9 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha - Uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas. Não determinado. Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
7 a 9 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha - Uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas. Não determinado. Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
7 a 9 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha - Uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas. Não determinado. Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
7 a 9 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha - Uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas. Não determinado. Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
7 a 9 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha - Uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas. Não determinado. Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
7 a 9 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha - Uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas. Não determinado. Deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura

Bombonas de polietileno de 10 e20 litros.
Bombonas plásticas de 10e 20 Litros.

INSTRUÇÕES DE USO: O BOXER é um herbicida de ação seletiva recomendado no controle pré-emergente das plantas daninhas mono e dicotiledôneas, anuais e perenes, nas culturas de milho e cana-de-açúcar.

O BOXER possui duplo modo de ação. O ALACHLOR é absorvido principalmente pelo
epicotilo (ou coleoptiolo, nas monocotiledôneas), atuando sobre as plantas daninhas no momento da germinação e desenvolvimento inicial. As plantas daninhas que emergirem, absorverão a ATRAZINE via radicular, matando-as uma vez emergida.

Para as culturas indicadas, as dosagens são iguais, variando entretanto em função da textura do solo: solo leve (arenoso): 7 l/ha, solo médio (barrento): 8 l/ha, solo pesado (argiloso): 9 l/ha.

CULTURAS INDICADAS: milho e cana-de-açúcar.

ÉPOCA DE APLICAÇÃO: BOXER deve ser aplicado em pré-emergência das plantas daninhas e das culturas de milho e cana-de-açúcar.

FREQUÊNCIA DE APLICAÇÃO: Uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas.

FORMA DE APLICAÇÃO: BOXER pode ser aplicado através de pulverizadores convencionais, tanto manuais como tratorizados. A seguinte tabela deve ser observada antes da aplicação:

EQUIPAMENTOS, TIPO DE BICO, VAZÃO (l/ha, lb/pol2), TAMANHOS DAS GOTAS, DENSIDADE (gotas/cm2): TRATORIZADO: 80.03/80.04. CONVENCIONAL: 110.03/110.04 Vazão (l/ha): 200-400; Vazão (lb/pol2): 30-40; Tamanhos das gotas: 400-600 µm; Densidade (gotas/cm2): 20-30.

COSTAL: Tipo de bicos: 80.03/80.04; MANUAL: Tipo de bicos: 110.03/110.04; Vazão (l/ha): 400-600; Vazão (lb/pol2): 20-30; Tamanhos das gotas: 400-600; Densidade (gotas/cm2): 20-30.

NOTA: Sobre outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização na superfície do solo.

PREPARO DA CALDA: Para o preparo da solução (calda), deve-se utilizar água limpa. Coloque no tanque pulverizador, água até 1/3 de sua capacidade, ou volume a utilizar. Antes de adicionar BOXE agite a embalagem para se obter boa homogeneização. Adicione a quantidade calculada de BOXER para a área a ser tratada, com o mecanismo de agitação do pulverizador em funcionamento. Complete com água até o volume desejado. Durante a aplicação, mantenha a agitação da calda.

APLICAÇÃO: BOXER deve ser aplicado durante ou após o plantio em área total, dentro de 5 dias após a última gradagem, com o objetivo de aproveitar a umidade do solo para ativação do herbicida e evitar que as plantas daninhas germinem. Caso a umidade do solo seja baixa, uma chuva dentro de 7-10 dias após a aplicação deverá ocorrer para ativar o herbicida.

BOXER na cultura do milho pode ainda ser aplicado em faixa sobre a linha de plantio, para maior economia.

Para isso, deve se acoplar o bico de pulverizador na linha da plantadeira, realizando-se as duas operações simultaneamente.

Nesta situação observar as mesmas recomendações, quando o equipamento no quadro anterior, considerando apenas que o volume de calda (vazão) é por área tratada e não área total. Neste caso as entrelinhas deverão ser cultivadas mecanicamente.

Em plantações de cana-de-açúcar, aplique BOXER logo após o preparo do solo ou capina, sempre antes da emergência das plantas daninhas.

NÚMERO DE APLICAÇÕES: Uma única aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Milho e Cana-de-açúcar: intervalo não determinado.

INTERVALO DE REENTRADA: Observar que a reentrada de pessoas na cultura ou área aplicada só deve ser permitida após a completa secagem da calda de pulverização.

LIMITAÇÕES DE USO: O produto deve ser aplicado segundo as recomendações constantes do rótulo e desta bula.

RESTRIÇÕES DE USO: Aplicar somente nas culturas indicadas no rótulo e bula.

OUTRAS RESTRIÇÕES: Não aplicar em solos secos; suspender as aplicações em dias de vento; não misturar nada a calda do BOXER, pois sua eficiência pode ser reduzida.

FITOTOXICIDADE: Não é fitotóxico, par a culturas, doses e condições de aplicação recomendadas nas instruções de uso.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Vide ítem Forma de Aplicação.

DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA: Durante a manipulação, preparação da calda ou aplicação, use macacão com mangas compridas, luvas impermeáveis, chapéu, botas, óculos protetores e máscaras protetoras. Mantenha o produto afastado de crianças e animais domésticos; Não coma, não beba e não fume durante o manuseio ou aplicação do produto; Mantenha o produto afastado de alimentos ou ração animal; Não utilize equipamentos com vazamentos; Não desentupa bicos, orifícios, válvulas, tubulações, etc com a boca.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: Utilizar os equipamentos de segurança; Manuseie o produto em local arejado; Manuseie o produto em local arejado; Evite contato do produto concentrado com a pele, olhos, caso isso aconteça lave imediatamente o local e siga as recomendações de Primeiros Socorros; Observe atentamente as recomendações do rótulo e da bula visando utilizar as doses adequadas; Ao abrir a embalagem, fazê-lo de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Utilizar equipamentos de segurança; Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes; Mantenha afastado das áreas de aplicação, crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas; Aplicar sempre as doses recomendadas.

PRECAUÇÕES APÓS APLICAÇÃO: Após a aplicação do produto remova o equipamento de proteção, tome banho e lave as roupas; Mantenha o restante do produto adequadamente fechados e armazenados; Observar que a REENTRADA DE PESSOAS NA ÁREA APLICADA SÓ DEVE SER PERMITIDA APÓS A COMPLETA SECAGEM DA CALDA DE PULVERIZAÇÃO APLICADA.

PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente assistência médica em qualquer caso de suspeita de intoxicação; Sempre que for ao médico devido ao manuseio ou aplicação de um agrotóxico deve-se levar uma embalagem com o rótulo legível ou a bula. INGESTÃO: Em caso de ingestão não provoque vômito e procure um médico. OLHOS: Evite o contato com os olhos. Caso isso aconteça, lave-os imediatamente com água corrente durante 15 minutos e, se persistir a irritação, procure um médico. PELE: Evite o contato com a pele. Caso isso aconteça, lave as partes atingidas com água e sabão em abundância e se persistir a irritação procure um médico. INALAÇÃO: Evite a inalação ou aspiração do produto. Caso isso aconteça, procure local arejado e, se houver sinais de intoxicação, procure um médico.

SINTOMAS DE ALARME: Irritação ocular. Náuseas e vômitos.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO: Nenhum dos dois ingredientes possuem antídotos específicos, devendo ser feito o TRATAMENTO SINTOMÁTICO. TELEFONE DE EMERGÊNCIA: 0800 14 1977.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: O comportamento dos ingredientes ativos constantes da mistura, ALACHLOR e ATRAZINA são conhecidos, e os resultados destes estudos com animais de laboratório demonstram que as duas substâncias são absorvidas e metabolizadas, e eliminadas rapidamente através das fezes e da urina.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: A dose letal 50% aguda oral e dérmica para a formulação de BOXER, foi estabelecida em 4.357 mg/kg e superior a 5.000 mg/kg, respectivamente. O produto em contato com os olhos pode causar irritação ocular, sendo que, os efeitos observados foram reversiveis. O produto á levemente irritante a pele. Os estudos para a observação da toxicidade crônica dos dois produtos técnicos, em ratos, cães e camundogos, administrados em várias doses, permitiram o estabelecimento dos diferentes níveis sem efeitos tóxico, viabilizando o registro dos produtos.

EFEITOS COLATERAIS: Todos os estudos demonstram que o produto não apresenta efeito colateral, quando utilizado de acordo com as instruções do Rótulo e Bula.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Muito Perigoso ao Meio Ambiente (Classe II). Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas. Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas. Evite a contaminação ambienta' -Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamento. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solol da água e do ar, prejudicando a fauna a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque a placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas -ABNT. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contacte as autoridades locais competentes e a empresa MONSANTO DO BRASIL LTDA. Telefone de emergência (0800) 141977. Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetores e máscara com filtros). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coldque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima;

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

ORIENTAÇÃO PARA EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -Equipamentos de Proteção Individual -recomendados para o preparo da calda do produto.

TRÍPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO:

AO UTILIZAR PULVERIZADORES DOTADOS DE EQUIPAMENTOS DE LAVAGEM SOB PRESSÃO SEGUIR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

AO UTILIZAR EQUIPAMENTO INDEPENDENTE PARA LAVAGEM SOB PRESSÃO ADOTAR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda estaja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adiquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o
aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicadas
herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registradas para a cultura.
Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o
uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos
consulte um Engenheiro Agrônomo.