Bula Burgon

acessos
Propiconazol + Ciproconazol
18908
Syngenta

Composição

Ciproconazol 80 g/L Triazol
Propiconazol 250 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia coronata var. avenae)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. 30 dias. Aplicar preventivamente ou até 5% de infecção na fase de: 1ª: perfilhamento/elongamento 2ª: 21 dias após
Helmintosporiose
(Drechslera avenae)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. 30 dias. Aplicar preventivamente ou até 5% de infecção na fase de: 1ª: perfilhamento/elongamento 2ª: 21 dias após
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Drechslera teres)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. 30 dias. Aplicar preventivamente ou até 5% de infecção na fase de: 1ª: perfilhamento/elongamento 2ª: 21 dias após
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. 30 dias. Aplicar preventivamente ou até 5% de infecção na fase de: 1ª: perfilhamento/elongamento 2ª: 21 dias após
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,3 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo uma aplicação durante o ciclo da cultura. 30 dias. Realizar uma aplicação de forma preventiva no início da fase de enchimento dos grãos (R5.1 – grãos perceptíveis ao tato a 10% de enchimento das vagens)
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,3 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo uma aplicação durante o ciclo da cultura. 30 dias. Realizar uma aplicação de forma preventiva no início da fase de enchimento dos grãos (R5.1 – grãos perceptíveis ao tato a 10% de enchimento das vagens)
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,3 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo uma aplicação durante o ciclo da cultura. 30 dias. Realizar uma aplicação quando as plantas apresentarem até 20% da área foliar atacada, examinandose as duas faces das folhas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. 30 dias. Aplicar preventivamente ou até 5% de infecção na fase de: 1ª: perfilhamento/elongamento 2ª: emborrachamento 3ª: espigamento/florescimento
Fusariose
(Fusarium graminearum)
0,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo uma aplicação. 30 dias. Espigamento/florescimento
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. 30 dias. Aplicar preventivamente ou até 5% de infecção na fase de: 1ª: perfilhamento/elongamento 2ª: emborrachamento 3ª: espigamento/florescimento
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Aplicar preventivamente ou até 5% de infecção na fase de: 1ª: perfilhamento/elongamento 2ª: 21 dias após
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Aplicar preventivamente ou até 5% de infecção na fase de: 1ª: perfilhamento/elongamento 2ª: 21 dias após
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. 30 dias. Aplicar preventivamente ou até 5% de infecção na fase de: 1ª: perfilhamento/elongamento 2ª: emborrachamento 3ª: espigamento/florescimento
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Aplicar preventivamente ou até 5% de infecção na fase de: 1ª: perfilhamento/elongamento 2ª: 21 dias após
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. 30 dias. Aplicar preventivamente ou até 5% de infecção na fase de: 1ª: perfilhamento/elongamento 2ª: emborrachamento 3ª: espigamento/florescimento

Fraco plástico de 250 ml, 1 , 1,5 , 2,5 , 3 , 5 , 6 , 20 L; Bombonas plástico de 5, 10, 20 L; Tambor de ferro, aço, plástico de 160, 180, 200 L ; Farm Pack de plástico de 225, 420, 530, 1.000 L; Bulk de ferro, aço, plástico de 1.000, 5.000, 10.000, 20.000 L ; Tanque de ferro, aço, plástico de 1.000 L.

INSTRUÇÕES DE USO :
Artea® 330 EC trata-se de um fungicida de ação sistêmica, contendo dois ingredientes ativos do grupo químico dos triazóis: Propiconazol e Ciproconazol. Esses dois compostos se complementam no controle das principais doenças das culturas da aveia, cevada, soja e trigo. A aplicação do produto deve seguir as seguintes recomendações, nas seguintes culturas:
Vide " Indicações de uso/dose".

1 litro do produto comercial contém 80 g de Ciproconazol e 250 g de Propiconazol

Obs. O numero de aplicações a serem feitas em trigo depende da suscetibilidade da variedade. Para variedades consideradas bastante suscetíveis a doenças (como por exemplo OR-1 e Embrapa 53) recomenda-se três aplicações. Para variedades de suscetibilidade média recomenda-se 2 aplicações.


MODO DE APLICAÇÃO:
ARTEA® 330 EC deve ser diluído em água e aplicado na forma de pulverização na dose recomendada, com equipamento tratorizado com barra, turbo atomizadores ou através de aeronaves (avião ou helicóptero).
Antes da pulverização, certificar-se que os pulverizadores estejam em boas condições e calibrados corretamente.
Para a cultura da aveia, cevada e trigo, utilizar volumes de 100 a 200 L/ha de calda, para os equipamentos tratorizados e 30 a 50 L/ha para aeronaves. Para a cultura da soja, utilizar volumes de 150 a 200 L/ha de calda para os equipamentos tratorizados e 40 L/ha para aeronaves.

PARÂMETROS A SEREM OBSERVADOS NA PULVERIZAÇÃO:

EQUIPAMENTOS PARÂMETROS:
AVIÃO IPANEMA: Tipo e número de bico: Jato cônico série "D" com difusor 25 a 45, com 40 a 42 bicos.4 Micronairs série AU - 3000 (pás com 35 a 45 o) ou 8 a 10 da série AU 5000 (pás com 45 a 75°).
Pressão (PSI): 20 a 30.
Gotulação:VMD na faixa de 100 a 150 * e densidade mínima de 20 gotas/cm2.
Faixa de aplicação: 15 metros.
Altura do vôo: 3 a 4 metros.
Fatores climaticos:
. Temperatura Máximo: 30° C
. Umidade Mínima: 70 %
. Máximo: 10 km/h.

TURBO ATOMIZADOR
TIPO E NÚMERO DE BICO:Jato cônico com série "X" ou "D", número variável com o tipo de equipamento ou comprimento da barra.
PRESSÃO (PSI): 10 a 40
GOTULAÇÃO :VMD na faixa de 150 a 250 u e densidade maior que 100 gotas/cm2
FAIXA DE APLICAÇÃO:Variável de acordo com o espaçamento da cultura.
FATORES CLIMÁTICOS:
. Temperatura Máximo: 30° C
. Umidade: Mínima: 55 %
. Vento: Máximo de 10 km/h

TRATORIZADO COM BARRA
TIPO E NÚMERO DE BICO : Jato cônico com série "X" ou "D", número variável com o tipo de equipamento ou comprimento da barra.
PRESSÃO (PSI):60 a 100
GOTULAÇÃO : VMD na faixa de 150 a 250 u e densidade maior que 100 gotas/cm2
FAIXA DE APLICAÇÃO: Equivalente ao comprimento da barra ou faixa do bico.
FATORES CLIMÁTICOS: Evitar as horas mais quentes do dia e deriva excessiva para maior segurança do aplicador.
OBS.: Nas operações com aeronaves, atender as normas da Portaria n° 009, de 23.03.83, da Secretaria Nacional de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e do Abastecimento.

Observações locais deverão ser efetuadas visando evitar a deriva e evaporação do produto.
O engenheiro Agrônomo pode alterar as condições de aplicação, desde que não ultrapasse a dose máxima, o número máximo de aplicações e o intervalo de segurança determinados na bula.
Para preparar a calda, despejar os produtos sobre a água, agitando lentamente até a formação de uma calda homogênea, mantendo a sob constante agitação e utilizando a no mesmo dia da preparação.


INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):
Aveia, cevada, soja e trigo: 30 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.


LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas :
O produto não é fitotóxico para a cultura indicada na dose e condições recomendadas.

Outras restrições a serem observadas :
Não há.


INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide item "DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA".


INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:
Vide item "MODO DE APLICAÇÃO".


DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide item "DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE".


INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide item "DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE".


INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide item "DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE".

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamento com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orificios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA
- Produto extremamente irrítante para os olhos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI macacão de algodão hidrorepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por címa das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro apropriado para partículas e névoas/vapores orgãnicos; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possivel o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- O produto produz neblina Verifique a direção do vento e aplique de forma a evitar se expor
à névoa do produto. Se utilizar trator ou avião, aplique o produto contra o vento.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro apropriado para partículas e névoas/vapores orgânicos; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe, luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação
- Os equipamentos de proteção individual devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção, separadas das demais roupas da família. Ao
lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de
algodão hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: no caso de contato com o produto, procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Se a vítima estiver consciente ("acordada"), dar 2 a 3 copos de água. Nunca dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente ("desacordada"). Caso o vômito ocorra naturalmente, não tente evitar. Em caso de vômito, mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou coloque a pessoa de lado (se estiver deitada) para evitar a aspiração do conteúdo gástrico.

Olhos: Retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em abundância ou soro fisiológico durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

-INTOXICAÇÕES POR PROPICONAZO, CIPROCONAZOL E HIDROCARBONETO AROMÁTICO -

Informações Médicas:
As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde. Os procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde, etc.).
Grupo químico: PROPICONAZOL E CIPROCONAZOL : Triazóis; HIDROCARBONETO AROMÁTICO: Hidrocarboneto aromático
Classe toxicológica: I Extremamente tóxico
Vias de exposição: Dérmica, inalatória, oral e ocular.
Toxicocinética: PROPICONAZOLE: Estudos com animais de laboratório demonstraram que o propiconazole é absorvido tanto pela vial gastrintestinal quanto por via dérmica. O produto é quase que totalmente metabolizado e rapidamente excretado após a dosagem oral. Em ratos, da dose total administrada, em torno de 56% e 62% foi excretado pela urina e em torno de 39% e 31 % foi excretado pelas fezes, nos machos e nas fêmeas, respectivamente, após 48 horas da dosagem. Em camundongos o metabolismo é sexo dependente sendo que em machos um único metabólito (conjugado de ácido glucurônico) representa 60% do propiconazole, administrado, em fêmeas este metabólito representa 30% do produto absorvido. O principal mecanismo de metabolização do propiconazole em camundongos envolve a clivagem do anel de dioxolane.
Ciproconazole: Em ratos a absorçao foi quase que completa (pelo menos 86%). Os niveis mais elevados foram observados no fígado e no córtex adrenal seguido da gordura renal, rins e baço. Não houve nenhuma retenção especial de materiais derivados de composto nos ratos e a dosagem multlpla nao influenciou o padrão de distribuiçao (nao houve acumulação significativa). O Ciproconazol foi extensivamente metabolizado pelo rato, Independente da rota ou regime de dose e sexo do animal teste. As principais vias de, metabolismo são as seguintes :eliminação oxidativa do anel; triazole, hidroxilações da cadeia lateral que possui o anel ciclopropil, quebra oxidativa do anel cipropil e eliminação do anel lateral que possui o anel ciclopropil, seguida por oxidação. Um total de cerca de 35 metabólitos foram detectados em ratos, entre os quais 13, de maior significância foram isolados. O produto e/ou seus metabólitos foram eliminados do sangue com uma meia-vida de eliminação de cerca de 30 horas e sem diferença significativa das vias e regimes de dosagem. Após 168 horas da dosagem, a eliminação principal ocorreu através da bile, em fezes (60 a 75%; sendo que 90% dessa quantidade dentro das primeiras 24 horas) e urina (30 a 40%). Após 7 dias, os resíduos nos órgãos e tecidos foram muito baixos e não houve retenção significativa do composto, e/ou seus metabólitos nos ratos, nas condições testadas.
HIDROCARBONETO AROMATICO: Estudos conduzidos comi ratos mostraram que os produtos pertencentes ao grupo dos hidrocarbonetos aromáticos são bem absorvidos através da via' inalatória, atravessam facilmente a membrana alveolar e rapidamente, atingem o sistema nervoso central. Em caso de ingestão, a eliminação ocorre principalmente através das fezes.
Mecanismos de toxicidade: PROPICONAZOLE E CIPROCONAZOLE: Doses letais apresentam indicações de danos tóxicos ao fígado, rins, estômagos, intestinos, e pulmões.
HIDROCARBONETO AROMÁTICO: Depressor do sistema nervoso central.
Sintomas e sinasi clínicos: PROPICONAZOLE
Exposição Aguda
Pode causar irritação pulmonar, dérmica e ocular.

Ocular: É altamente irritante para os olhos.

Respiratório: Epistaxe, secreção espumosa na traquéia, congestãso e edema pulmonar foram observados em ratos a partir da concentração de 20,93 mg/L durante 4 horas de exposição.
Gastrintestinal: Após ingestão, podem ocorrer náusea, vômito e diarréia.

Dermatológico: Foram observados edema e eritema foi observado em todos os
coelhos tratados.
Ciproconazole: Em ratos tratados com ciproconazole ocorreram sintomas não específicos comofraqueza, desorientação, pele áspera, diminuição dos movimentos, flacidez, exoftalmia, lacrimejamento e distúrbios respiratórios. Em estudos de toxicidade inalatória os animais apresentaram leve sedação, dispnéia e pêlos eriçados. Foi considerado levemente irritante para olhos. Em estudos de IHoxicidade subcrônica causou diminuição do ganho de peso e decréscimos na bilirrubina, no colesterol total, HDL, triglicerídios, proteína total e aumento na contagem de plaquetas, fosfatase, alcalina, gama glutamil transferase e no peso absoluto e relativo do fígado, e peso relativo dos rins e cérebro.
HIDROCARBONETO AROMÁTICO:A ingestão de substâncias da classe dos hidrocarbonetos aromáticos pode causar tosse, náuseas, vômito, diarréia, dor/queimação abdominal, taquidisritimia cardíaca. A ingestão e a inalação podem causar depressão do sistema nervoso central caracterizada por náuseas, dor de cabeça, tontura, perda de coordenação, inconsciência e coma.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
Tratamento: Antídoto: Não existe antídoto específico.
Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Monitoramento para hipotensão, disritmias, depressão respiratória e avaliação para a necessidade de intubação endotraqueal. Também monitorar para hipoglicemia, distúrbios eletrolíticos e hipóxia. Se a exposição for por via inalatória, remova o paciente para um local arejado e cheque quanto a alterações respiratórias, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie, a na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com agonista beta 2 via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral No caso de exposição ocular lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina a 0,9% à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. No caso de exposição dérmica remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento es específico se a irritação ou dor persistir.
Contra indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.
Efeitos sinérgicos: Existe um efeito sinérgico entre os componentes da fórmula em relação a toxicidade. A associação deste produto com outros tensoativos e derivados do pretróleo tem efeito que pode potencializar a intoxiação.
Atenção: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência toxicologica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN /MS)
Telefone de Emergência da empresa: Plantão Syngenta 24 horas: 0800 704 4304

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
• Este produto é : MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
•Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
•Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
•Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
•Não utilize equipamento com vazamento.
•Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
•Aplique somente as doses recomendadas.
•Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
•A destinação inadequada das embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
•Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
•Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
•Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
•O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
•A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
•O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
•Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
•Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
•Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver as embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados
•Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
•Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
•Isole e sinalize a área contaminada.
•Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA. - telefone de emergência: 0800-7044304
•Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
•Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga a instrução abaixo:
•Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
•Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado acima.
•Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambientar mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade de produto envolvido.
•Em caso de incêndio, use extintores (DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 ou PÓ QUíMICO), ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RíGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPls
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
•Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
•Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das ell)balagens não lavadas .

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
Transporte
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RíGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
Transporte
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consu!t 3 o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRiÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU DO MUNiCípIO:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis).

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
•Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
•Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
•Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.