Bula Caparol

acessos
Prometryn
3312
Syngenta

Composição

Prometrina 500 g/L Triazina

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. 80 dias. Aplicar logo após o plantio do algodão, nas condições de pré-emergência da cultura e da invasora
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. 80 dias. Aplicar logo após o plantio do algodão, nas condições de pré-emergência da cultura e da invasora
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação únca. 80 dias. Aplicar quando a cultura atingir porte aproximado de 40 a 60 cm de altura e antes do fechamento das ruas do algodoeiro, estando a invasora na pósemergência, com 4 folhas a 1 perfilho
Carrapichão
(Xanthium cavanillesii)
1,5 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. 80 dias. Aplicar logo após o plantio do algodão, nas condições de pré-emergência da cultura e da invasora
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. 80 dias. Aplicar quando a cultura atingir porte aproximado de 40 a 60 cm de altura e antes do fechamento das ruas do algodoeiro, estando a invasora na pósemergência, com 4 folhas a 1 perfilho
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. 80 dias. Aplicar logo após o plantio do algodão, nas condições de pré-emergência da cultura e da invasora
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1,5 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. 80 dias. Aplicar quando a cultura atingir porte aproximado de 40 a 60 cm de altura e antes do fechamento das ruas do algodoeiro, estando a invasora na pósemergência, com 2 a 6 folhas
Erva de santa luzia
(Chamaesyce hirta)
1,5 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) aplicação única. 80 dias. Aplicar quando a cultura atingir porte aproximado de 40 a 60 cm de altura e antes do fechamento das ruas do algodoeiro, estando a invasora na pósemergência, com 2 a 6 folhas
Fedegoso
(Senna occidentalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. 80 dias. Aplicar quando a cultura atingir porte aproximado de 40 a 60 cm de altura e antes do fechamento das ruas do algodoeiro, estando a invasora na pósemergência, com 2 a 6 folhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. 80 dias. Aplicar logo após o plantio do algodão, nas condições de pré-emergência da cultura e da invasora
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. 80 dias. Aplicar logo após o plantio do algodão, nas condições de pré-emergência da cultura e da invasora
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. 80 dias. Aplicar quando a cultura atingir porte aproximado de 40 a 60 cm de altura e antes do fechamento das ruas do algodoeiro, estando a invasora na pósemergência, com 2 a 6 folhas

INSTRUÇÕES DE USO:
CAPAROL é um herbicida seletivo de ação sistêmica, indicado para o controle pré-emergente de plantas daninhas na cultura de algodão. Pode também ser usado em pós-emergência inicial das plantas daninhas, mas em aplicação em jato dirigido nas entrelinhas do algodoeiro sem atingir as folhas da cultura.

MODO DE AÇÃO, ÁREAS DE UTILIZAÇÃO, OBJETIVOS DOS TRATAMENTOS: CAPAROL caracteriza-se pela ação graminicida acentuada, notadamente sobre as espécies anuais, e algumas espécies de folhas largas.
O ingrediente ativo Prometrina é absorvido pelas radículas das gramíneas e folhas largas e se transloca pelo xilema para o ponto de crescimento matando as plantas, através da inibição do processo de fotossíntese.
Em aplicação na pós-emergência, o produto tem ação de contato sobre as plantas daninhas, assim como, se transloca pelo xilema inibindo o processo de fotossíntese causando a morte das plantas sensíveis.
ÁREAS DE UTILIZAÇÃO/OBJETIVOS DO TRATAMENTO: CAPAROL poderá ser recomendado para aplicação no controle pré-emergente das invasoras, nas seguintes situações:
- Nas infestações exclusivas de gramíneas sensíveis;
- Nas infestações predominantes de folhas largas sensíveis ao produto.

CULTURA/DOENÇAS/DOSES : Vide Sessão Indicações de Uso/Doses

NOTA: usar a menor dose para plantas daninhas no estádio menos avançado de desenvolvimento e em solos arenosos e a maior dose para plantas daninhas no estádio mais avançado de desenvolvimento e em solos de textura média ou argilosos.
Observações:
1)1,50 L produto comercial/ha equivalem à 750 g de ingrediente ativo/ha;
2)2,00 L produto comercial/ha equivalem à 1.000 g de ingrediente ativo/ha.

MODO DE APLICAÇÃO:
CAPAROL deve ser aplicado na pré-emergência das plantas daninhas e cultura, na forma de pulverização, através de tratamento em área total, com a utilização de
pulverizadores terrestres convencionais ou aéreos, neste caso, devendo ser observado os parâmetros normais para este tipo de aplicação. No caso de aplicação
em jato dirigido, nas entrelinhas de algodão, usar pulverizador com barra munido de pingente e bicos dirigidos ao colo das plantas, sem atingir as folhas da cultura.

ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
CAPAROL deve ser aplicado, logo após o plantio na pré-emergência da cultura e
das invasoras. No caso da aplicação em jato dirigido, aplicar na pós-emergência inicial das plantas daninhas, quando a cultura apresentar 40 a 60 cm de altura, antes do fechamento das ruas do algodoeiro.

INICIO DA APLICAÇÃO:
Deve-se iniciar a aplicação do CAPAROL , após o restabelecimento da deficiência hídrica ("déficit hídrico"). Não aplicar nos plantios precoces, quando o solo estiver
ainda na fase de deficiência hídrica ("déficit hídrico"), pois o seu funcionamento poderá ser comprometido.

NÚMERO DE APLICAÇÕES:
Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação é suficiente para atender as necessidades da cultura.

FATORES RELACIONADOS COM A APLICAÇÃO NA PRÉ- EMERGÊNCIA:
Para assegurar o pleno funcionamento e eficiente controle das invasoras, é importante que sejam observados alguns pontos que ressaltamos a seguir:

A. Preparo do solo: o solo deve estar bem preparado, com as operações usuais de
aração, gradeação, nivelamento superficial, de modo a obter a camada de solo livre de torrões, cujas condições são as mais apropriadas para a semeadura e para a
aplicação de herbicidas específicos ao sistema de plantio adotado. Nas áreas com altas infestações de espécies que germinam nas camadas mais profundas, como o capim-marmelada, capim-carrapicho, capim-braquiária e trapoeraba, a última gradeação, que antecede o plantio, deverá ser feita no máximo 3 dias antes da semeadura e da aplicação dos herbicidas.

Nas altas infestações de gramíneas, onde o sistema dei cultivo mínimo é recomendado, após as operações normais de preparo do solo ou dessecação, aguardar a germinação plena do primeiro fluxo de invasoras até que atinja o estádio de pós-emergência inicial (4 folhas ou, no máximo, início de perfilhamento). Em seguida, efetuar o plantio e, 24 horas após, aplicar o CAPAROL , associado a um dessecante. A outra alternativa consiste em dessecar as invasoras germinadas antes e aguardar 3 a 4 dias para plantar e aplicar o herbicida.
B. Umidade do solo:
•solo deve estar úmido, durante a aplicação dos herbicidas.
•não aplicar com o solo seco.
A ação da umidade é fundamental para a ativação do herbicida, através da incorporação e distribuição do produto no perfil do solo, de modo a assegurar o pleno funcionamento, proporcionando uma melhor atividade sobre espécies com hábito de germinar nas diferentes profundidades no solo (O a 12 cm).
C. Densidade de infestação das invasoras: nas altas densidades de infestação de plantas daninhas, o pleno controle está sujeito a fatores como: dose, condições climáticas, fechamento da cultura, dentre outros. Por vezes, poderá necessitar de tratamento complementar.
D. Ocorrência de chuvas: chuvas normais, após a aplicação ou a irrigação da área tratada com CAPAROL são benéficas por promover a incorporação do produto na camada superficial, favorecendo sua pronta ação. Sobretudo, no sistema de plantio direto, a água proporciona o rápido deslocamento do produto da palha para o solo, favorecendo sua distribuição no perfil do solo.
A ocorrência de chuvas excessivas e contínuas, após a aplicação, entretanto, poderá causar rápida lixiviação abaixo do banco de sementes, acarretando na redução do período de controle e possível reinfestação da área tratada.
E. Ocorrência de veranico: a ocorrência de veranico poderá influenciar na atividade dos herbicidas no solo, acarretando em:
1.Mal resultado no controle e reinfestação de espécies que germinam nas camadas mais profundas.
2.Degradação acelerada do produto (foto degradação), quando da exposição às condições de seca, por mais de 2 a 3 semanas, e conseqüente redução da atividade biológica.
F. Ventos: evitar aplicações com ventos superiores a 10 km/h, devido aos problemas de forte deriva.

PREPARO DA CALDA: o produto, nas quantidades pré-determinadas, poderá ser despejado diretamente no tanque do pulverizador parcialmente cheio (1/4 do volume cheio), com o sistema de agitação em funcionamento. Em seguida, completar o volume com água.

TOLERÂNCIA DAS CULTURAS / SELETIVIDADE: CAPAROL mostra-se bastante seletivo à cultura indicada, nas respectivas doses e sistemas de cultivo recomendados. Deve-se atentar, entretanto, para os aspectos relacionados com a profundidade de plantio da cultura. Eventualmente, poderá ocorrer falha na seletividade, como conseqüência de plantios rasos (superficiais).

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUCIGPAAMMDEFNIAT l OSIS)ADE APLICAÇÃO: CAPAROL deve ser aplicado com auxílio de equipamentos convencionais terrestres, pulverizadores costais, manual ou pressurizado, e pulverizadores tratorizados adaptados de barras e, nas áreas extensivas, poderão ser aplicados, também, via aérea, com a utilização de aviões agrícolas ou helicópteros.
Pulverizadores terrestres - parâmetros de aplicação:
Bicos recomendados: utilizar bicos leque do tipo Teejet - 80.02, 80.03, 80.04, 110.02, 110.03, 110.04 ou similares.
Pressão da bomba: 30 a 60 libras por polegada quadrada.
Vazão: 150 a 300 litros de calda por hectare.
Observações: nos pulverizadores costais, os bicos mais recomendados são os de leque 80.02, 80.03 ou 110.02, 110.03.
Nas regiões sujeitas a ventos acentuados, as aplicações, na pré-emergência, poderão ser feitas com uso de bicos anti-deriva, do tipo FULLJET, como o FL 5, FL 6,5 ou FL 8, à pressão de 20 a 25 libras por polegada quadrada.
Aplicação aérea - parâmetros para o avião Ipanema:
Bicos - 80.10, 80.15 ou 80.20.
Volume da calda - 40 a 501/ha.
Altura do vôo - 3 a 4 metros.
Temperatura ambiente - até 27° C.
Umidade relativa do ar - mínima de 55%.
Velocidade do vento - máxima de 10 km/h.
Faixa de aplicação - 15 metros.
Diâmetro das gotas - maiores que 400 micrômetros.
Nota: nas operações com aeronaves, atender às Normas da Portaria 009 de 23 de março de 1.983, da Secretaria Nacional de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e do Abastecimento.
SOBRA DA CALDA DE PULVERIZAÇÃO: preparar uma quantidade de calda para aplicar no mesmo dia. Não deixar resto de calda no pulverizador para aplicar no dia seguinte.
LIMPEZA DOS PULVERIZADORES: a lavagem diária dos pulverizadores deve ser feita no local da pulverização e a água resultante da limpeza deve ser aspergida na área tratada.
INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):

CULTURA DIAS
ALGODÃO 80

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Manter afastadas das áreas de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas por um período de 24 horas após a aplicação. Observar os intervalos de Segurança antes da colheita.


LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Não aplicar o CAPAROL em solos mal preparados, com torrões, ou em solos secos.
-No sistema de plantio direto, não aplicar nas áreas mal dessecadas ou nas áreas com reinfestações de ervas. Deve-se efetuar aplicação com operação de manejo.
-Nas altas densidades de infestação de algumas gramíneas que germinam em diferentes fluxos, os tratamentos pré-emergentes com CAPAROL poderão requerer um complemento com herbicida pós-emergente, dependendo das condições climáticas, após aplicação.
- CAPAROL é fortemente adsorvido pelos colóides de matéria orgânica, portanto nos solos com alto teor de matéria orgânica deve-se aplicar doses maiores. Não usar o produto em solos turfosos.
Os efeitos de fitotoxicidade são pouco freqüentes e acontecem em situações que favoreçam sua ocorrência, tais como: chuvas fortes, plantios rasos, dentre outros. Ressalta-se, porém, que os efeitos de redução de crescimento das plantas são temporários e as plantas retomam o seu crescimento normal, sem causar prejuízos na produtividade final.

MEDIDAS GERAIS E PRIMEIROS SOCORROS (ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INTRUÇÕES)

PRECAUÇÕES GERAIS:
-Produto para uso exclusivamente agrícola.
-Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeito.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
-O produto é irritante para os olhos;
-Se houver contato com os olhos, lave-os imediatamente, VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
-Produto irritante para a pele;
-Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente, VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI (macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, avental impermeável, máscara com filtro de carvão ativado cobrindo o nariz e a boca, protetor ocular, touca árabe, luvas e botas de borracha.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança.
- Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
- Não aplique o produto na presença de vento e nas horas mais quentes do dia.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI (macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, avental impermeável, máscara com filtro de carvão ativado cobrindo o nariz e a boca, protetor ocular, touca árabe, luvas e botas de borracha.

PRECAUÇÕES APÓS O USO:
- Não reutilizar as embalagens vazias;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
-Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante;
- Tome banho, troque e lave as roupas de proteção separado das roupas domésticas.
- AO LAVAR AS ROUPAS UTILIZADAS/CONTAMINADAS, UTILIZE LUVAS E AVENTAL IMPERMEÁVEL.
-No descarte de embalagens vazias use EPI (macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, luvas e botas);
- Evitar entrar nas áreas tratadas até o término do intervalo de reentrada estabelecido para o produto.

PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
- Ingestão: NÃO PROVOQUE VÔMITO.
- Olhos: Lave com água em abundância durante 15 minutos.
- Pele: Lave com água e sabão em abundância.
- Inalação: Procure local arejado.
Se o acidentado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o imediatamente para assistência médica mais próxima.

ANTÍDOTOS E TRATAMENTO:
O antídoto não é específico. Deve-se aplicar tratamento sintomático em função do quadro clínico. Medidas terapêuticas imediatas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto e intensificar sua eliminação.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Prometrina: Estudos realizados em ratos mostraram que a Prometrina foi rapidamente absorvida e excretada pelos animais Após 7 dias, 95 % da dose foi recuperada nas fezes e na urina, em proporções similares.A Prometrina foi extensivamente metabolizada, onde o principal minho metabólico envolveu N-dealquilação, Oxidação-S e Conjugação-S com glutationa ou ácido glucorônico,dimerização S-S, desulfuração ou deaminação em respectivos compostos hidroxilas, e metilação-O dos compostos hidroxilas.

SINTOMAS DE ALARME Não são conhecidos.

EFEITOS AGUDOS, CRÔNICOS E COLATERAIS:
Efeitos Agudos:
O estudo de toxicidade oral aguda, em ratos, determinou a Dose Letal 50% (DL 50 oral aguda) como superior a 2.000 mg/kg peso corpóreo.
Oestudo de toxicidade cutânea aguda, em ratos, determinou a Dose Letal 50% (DL 50 aguda dérmica) como superior a 4.000 mg/kg peso corpóreo.
Oestudo de toxicidade inalatória aguda, em ratos, determinou a Concentração Letal 50% (CL 50 inalatória) como superior a 5,23 mg/I.
Oestudo de irritação ocular, em coelhos, mostrou que o produto apresentou irritação reversível dentro de 48 horas.
O estudo de irritação cutânea, em coelhos, mostrou que o produto provocou irritação leve na pele dos animais testados, com escores para irritação derma; de 0,33 na escala adotada para eritema, segundo "OECD Guideline No. 404".
O estudo de sensibilização dérmica realizado em cobaias demonstrou que nenhum dos animais apresentou reações nas avaliações realizadas.
Efeitos Crônicos:
Não houve mortalidade ou anormalidades comportamentais relacionadas aos tratamentos. Os exames hematológicos mostraram redução dos valores de hemoglobina e hematócritos nas fêmeas tratadas com 1.500 ppm, 12 meses após o início do estudo.

EFEITOS ADVERSOS
Por não ser produto de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos adversos.

TELEFONES DE EMERGÊNCIA:
CENTRO DE INFORMAÇÕES TOXICOLÓGICAS DISQUE: 08007226001
São Paulo. ................................................. 0800-7713733, (11) 5011-5111
Campinas. ................................................. (19) 3788-7555, 3788-6700, 3788-7573
Londrina. ..................................................... (43) 3371-2244
Curitiba. ........................................................ 0800-410148, (41) 264-8290, 363-7820
Cuiabá. ......................................................... (65) 617-1715
Campo Grande. .................................... (67) 386855
Porto Alegre. ............................................ 0800-780200, (51) 2139-9200

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhen-tos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas

2-INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PRE-VENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3-INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Syngenta Proteção de Oultivos Ltda. telefone de emergência: 0800-704 43 04.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtro)
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTI-NAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
-Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
-Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
-Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, dire-cionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazena-da com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, ra-ções, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local co-berto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separada-mente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fsicalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deves r efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, ra-ções, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contami-nação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que in-clui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de pragas dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes. Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicadas herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registradas para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.