Bula Captive - Rainbow Defensivos

Bula Captive

Captana
42719
Rainbow Defensivos

Composição

Captana 800 g/kg

Classificação

Terrestre/Aérea/Tratamento de sementes
Fungicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Não sistêmico, Contato

Tipo: Saco
Material: Plástico/Plástico aluminizado/Plástico metalizado
Capacidade: 0,25 - 1.000 kg.

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO

CAPTIVE é um fungicida não sistêmico de ação preventiva, indicado para o controle de doenças fúngicas nas culturas do alho, batata, cebola, citros, gladíolo, maçã, melancia, melão, pepino, rosa, tomate e, para o tratamento de sementes nas culturas do algodão, milho e trigo.

MODO DE APLICAÇÃO

- Via terrestre

Utilizar pulverizador tratorizado de barra equipado com bicos cônicos Teejet X2 ou X3, com um diâmetro de gotas de 50 a 200 micra, densidade de 50 a 70 gotas/cm² e com pressão de 40 a 60 libras. Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 27ºC, umidade relativa do ar acima de 60% e ventos de no máximo 15 Km/h. Utilizando-se outros equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme da parte aérea da cultura.

- Via aérea

Utilizar barra ou atomizador rotativo “micronair”, com um volume de 30 – 40 L de calda/ha quando do uso da barra e de 10 – 15 L de calda/ha para “micronair”. A altura de vôo é de 2 a 3 m com a barra e de 3 a 4 metros com “micronair”. A largura efetiva da faixa de deposição é de 20 m, o diâmetro de gotas de 80 micra e mínimo de 60 gotas/cm². O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação (L/ha) para proporcionar a adequada densidade de gotas e uma cobertura adequada das plantas. Aplicar obedecendo a ventos de até 10 km/h, temperatura e umidade relativa adequadas visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva e evaporação. Recomenda-se que a aplicação seja realizada com temperatura inferior a 27º C, umidade relativa do ar acima de 60% e ventos de no máximo 10 km/h. No caso de barra, usar bicos cônicos D6 a D12, disco “core” inferior a 450. Usando-se “micronair”, o número de atomizadores deve ser de 4-8 (quatro a oito), sendo que para o ajuste do regulador de vazão (VRU), pressão e ângulo da pá, a tabela sugerida pelo fabricante deve ser utilizada. O sistema de agitação do produto no tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.

OBS: Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

TRATAMENTO DE SEMENTES

Algodão

Tombamento ou Damping-off (Rhizoctonia solani)
Antracnose ou Tombamento (Colletotrichum gossypii)
Dose (g/100 kg de sementes): Com linter: 94 g, Sem linter: 150 g

Milho
Tombamento ou Rizoctoniose (Rhizoctonia solani)
Podridão-das-raízes ou Estiolamento (Phythium spp.)
Dose (g/100 kg de sementes): 150 g

Trigo
Helmintosporiose ou Mancha-marrom (Bipolaris sorokiniana)
Cárie ou Carvão-fétido (Tilletia caries; Tilletia laevis)
Giberela ou Fusariose (Fusarium graminearum)
Dose (g/100 kg de sementes): 188 g

O tratamento deve ser feito em uma única aplicação, preferencialmente um pouco antes do plantio das culturas para as quais é recomendado, na forma de tratamento de sementes.

MODO DE APLICAÇÃO

As sementes devem ser tratadas a seco ou previamente umedecidas, misturando-se o produto nas dosagens recomendadas em tambor rotativo ou betoneiras. Em equipamentos mecânicos, tipo rosca sem fim ou máquinas específicas com fluxo contínuo de sementes, observar os critérios específicos de calibragem das respectivas máquinas a fim de proporcionar uma boa cobertura das sementes nas doses recomendadas. Deve ser adicionado corante às sementes tratadas.

Preparo da Calda

CAPTIVE deve ser adicionado ao pulverizador quando este estiver com ¾ de sua capacidade com água limpa. Ao adicionar a quantidade recomendada do produto, manter a calda em constante agitação, e após adicionar o produto, completar o volume do tanque do pulverizador com água, mantendo-a sempre em agitação. Lavagem do equipamento de aplicação: Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
3. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d’água, nascentes ou plantas úteis.
4. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
5. Repita o passo 3.
6. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Algodão, milho, trigo: Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
Alho, cebola, citros: 7 dias
Batata: 14 dias
Gladíolo, rosa: Uso não alimentar
Maçã, melancia, melão, pepino, tomate: 1 dia

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual (EPI) por um período mínimo de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso haja necessidade de reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes desse período, usar os EPIs recomendados.

LIMITAÇÕES DE USO

• Uso exclusivamente agrícola.
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
• O produto deve ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, observando o intervalo de segurança para cada cultura.
• Fitotoxicidade: Quando utilizado nas dosagens recomendadas, não causa fitotoxicidade às culturas para as quais foi indicado.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos;
- Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula;
- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de doenças dentro do Programa de Manejo Integrado de Doenças, quando disponível e apropriado. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos;
- Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula;
- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.