Bula Captus 750 SP

acessos
Acephate
6312
UPL

Composição

Acefato 750 g/kg Organofosforado

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó solúvel (SP)
Sistêmico, Contato, Ingestão

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
0,4 a 0,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Máximo 2 aplicações por ciclo com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
1 a 1,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Máximo 2 aplicações por ciclo com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
0,75 a 1 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Máximo 2 aplicações por ciclo com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Tripes
(Frankliniella schultzei)
0,5 a 0,75 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Máximo 2 aplicações por ciclo com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Tripes
(Caliothrips brasiliensis)
0,4 a 0,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Máximo 2 aplicações por ciclo com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão das solanáceas
(Macrosiphum euphorbiae)
100 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha - Máximo 3 aplicações por ciclo com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Pulgão verde
(Myzus persicae)
100 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha - Máximo 3 aplicações por ciclo com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
100 g p.c./100 L de água 750 a 1500 L de calda/ha - Máximo 3 aplicações por ciclo com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
0,75 a 1 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Máximo 2 aplicações por ciclo com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Percevejo marrom
(Euschistus heros)
1 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Máximo 2 aplicações por ciclo com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Percevejo verde
(Nezara viridula)
0,75 a 1 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Máximo 2 aplicações por ciclo com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Percevejo verde pequeno da soja
(Piezodorus guildinii)
0,8 a 1 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Máximo 2 aplicações por ciclo com intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico

Tipo: Bombona (Contendo saco hidrossolúvel)
Material: Metalizado/ Plástico
Capacidade: 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 4,0; 5,0; 8,0; 10; 15; 20; 25 Kg

Tipo: Big-bag (Uso exclusivamente industrial)
Material: Tecido com proteção impermeável
Capacidade: 100; 200; 250; 500; 600; 625; 650; 700; 800; 900; 1.000; 1.100; 1.200; 1.500 Kg

Tipo: Cartucho (Contendo saco hidrossolúvel)
Material: Papelão com proteção impermeável
Capacidade: 0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 4,0; 5,0; 8,0; 10; 15; 20; 25 Kg

Tipo: Frasco (Contendo saco hidrossolúvel)
Material: Metálico/ Plástico
Capacidade: 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 4,0; 5,0; 8,0; 10; 15; 20; 25 Kg

Tipo: Fibrolata (Contendo saco hidrossolúvel)
Material: Corpo de papel com tampa e/ou fundo de flanders
Capacidade: 0,5; 1,0; 2,0; 3,0; 4,0; 5,0 Kg

Tipo: Saco
Material: Hidrossolúvel
Capacidade: 0,05; 0,1; 0,5; 1,0; 2,0; 5,0; 10 Kg

Tipo: Saco (Contendo saco hidrossolúvel)
Material: Aluminizado/ Metalizado/ Plástico/ Polietileno/ Papel
Capacidade: 0,05; 0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 3,5; 4,0; 4,5; 5,0; 6,0; 8,0; 10; 15; 20; 25 Kg

Tipo: Tambor (Uso exclusivamente industrial)
Material: Plástico/ Metálico (com revestimento anticorrosivo)
Capacidade: 50; 100; 200; 250; 500 Kg

INSTRUÇÕES DE USO:
CAPTUS 750 SP é um inseticida e acaricida sistêmico do grupo químico organofosforado, com ação por contato e ingestão, indicado para a aplicação foliar no controle de pragas da parte aérea das culturas indicadas conforme indicações de uso/dose.
ALGODÃO:
Para o controle do Pulgão-do-algodoeiro(Aphis gossypii) recomenda-se a utilização da dose de 0,75 a 1 kg do produto comercial/ha.
Para o controle da Lagarta-das-maçãs(Heliothis virescens) recomenda-se a utilização da dose de 1 a 1,5 kg do produto comercial/ha.
Para o controle do Tripes(Frankliniella schultzei) recomenda-se a utilização da dose de 0,5 a 0,75 kg do produto comercial/ha.
Para o controle do Tripes(Caliothrips brasiliensis) e do Curuquerê(Alabama argilácea) recomenda-se a utilização da dose de 0,4 a 0,5 kg do produto comercial/ha.
Em todos os casos utilizar o volume de calda de 200 a 300 L/ha, e no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.
BATATA:
Para o controle do Pulgão-verde(Myzus persicae) e do Pulgão-das-solanáceas(Macrosiphum euphorbiae) recomenda-se a utilização da dose de 100 g do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 400 a 600 L/ha.
Para o controle da Traça-da-batatinha(Phthorimaea operculella) recomenda-se a utilização da dose de 100 g do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 750 a 1.500 L/ha.
Para todos os casos realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura.
SOJA:
Para o controle da Lagarta-da-soja(Anticarsia gemmatalis) e do Percevejo-da-soja(Nezara viridula) recomenda-se a utilização da dose de 0,75 a 1 kg do produto comercial/ha.
Para o controle do Percevejo-verde-pequeno(Piezodorus guildinii) recomenda-se a utilização da dose de 0,8 a 1 kg do produto comercial/ha.
Para o controle do Percevejo-marrom(Euschistus heros) recomenda-se a utilização da dose de 1 kg do produto comercial/ha.
Para todos os casos utilizar o volume de calda de 200 a 300 L/ha, e realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.

NÚMERO,ÉPOCA E INTERALO DE APLICAÇÃO:
Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetir se necessário de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura (vide em indicações de uso/dose), respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação.

MODO DE APLICAÇÃO:

É PROIBIDA A APLICAÇÃO ATRAVÉS DE EQUIPAMENTOS COSTAIS, MANUAIS E EM ESTUFAS.

CAPTUS 750 SP deve ser aplicado em pulverização terrestre com pulverizador de barra tratorizado munidos de bicos adequados que produzam gotas de 250-350 us e densidade de 40 gotas/cm2 , gastando-se de 300-400L de calda/há procurando obter pulverizações com cobertura uniforme da parte aérea das plantas.

Preparo da Calda:
CAPTUS 750 SP é acondicionado em saco hidrossolúvel, que é totalmente dissolvido em contato com a água, não havendo necessidade de abrir ou cortá-lo. A embalagem hidrossolúvel deve ser despejada diretamente no tanque de preparo da solução.
Para o uso de sacos hidrossolúveis:
1) Encher o tanque com água limpa com 1/4 do volume de calda recomendado;
2) Iniciar agitação no tanque;
3) Colocar o saco hidrossolúvel diretamente no tanque, sem cortá-lo ou abri-lo, ao coloca-lo na água ele se dissolverá rapidamente;
4) Adicionar tantos sacos hidrossolúveis quanto necessário para conseguir a dosagem recomendada;
5) Aguardar a completa dissolução do saco hidrossolúvel na água. A agitação contínua é necessária para a boa mistura.

Limpeza do equipamento e aplicação:
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
3. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes. Limpe tudo o que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
4. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Temperatura ambiente: máxima de 30°C.
Umidade Relativa do ar: mínima de 55%.
Velocidade do vento: 2 a 10 Km/hora.

O Engenheiro agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima, o número máximo de aplicações e o intervalo de segurança determinados na bula.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão, Batata e Soja: 14 dias

LIMITAÇÕES DE USO:
Quando utilizado conforme as recomendações da bula, CAPTUS 750 SP não causa fitotoxicidade às culturas indicadas.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou , aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem externa, utilizar os sacos hidrossolúveis sem abri-los ou cortá-los.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P3); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- É PROIBIDA A APLICAÇÃO ATRAVÉS DE EQUIPAMENTOS COSTAIS, MANUAIS E EM ESTUFAS.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita)
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com ntrila, botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P3); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada,utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com
tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, cartilha informativa, e/ou receituário agronômico do produto.

INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

INALAÇÃO: Se o produto for inalado ('respirado'), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

GRUPO QUÍMICO: Organofosforado
CLASSE TOXICOLÓGICA: Classe III — MEDIANAMENTE TÓXICO
VIAS DE EXPOSIÇÃO: Oral, respiratória, ocular e dérmica.
TOXICOCINÉTICA: O acefato é absorvido pela pele, trato respiratório e trato gastrintestinal, favorecido pela presença de solventes e tensoativos na formulação. Após a absorção, ele é rapidamente distribuído por todos os tecidos do organismo, atingindo altas concentrações no fígado, onde é metabolizado. A eliminação ocorre principalmente pela urina (em média, 90%), com uma pequena porção sendo eliminada pelas fezes (1%). Sua meia-vida varia muito, dependendo da composição da formulação e da via de administração.

MECANISMOS DE TOXICIDADE: O acefato inibe permanentemente a enzima acetilcolinesterase, o que impede a degradação do mediador nervoso acetilcolina, que então se acumula nas terminações nervosas. Disso, resulta uma hiperestimulação de células musculares, glandulares, ganglionares, do sistema nervoso autônomo (causando efeitos muscarínicos - SN parassimpático - e nicotínicos - SN simpático e motor) e do sistema nervoso central (SNC).

SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS: O efato causa sintomas que podem aparecer em poucos minutos ou em até 12 horas após a exposição. A intensidade dos sintomas depende da toxicidade, da quantidade, da taxa de absorção, da taxa de biotransformação e da frequência da exposição ao agrotóxico e de exposições prévias a outros inibidores da colinesterase. O quadro clínico é constituído por efeitos muscarínicos, nicotínicos e do sistema nervoso central:
- Efeitos muscarínicos (síndrome muscarínica, colinérgica ou parassimpaticomimética): hipersecreção glandular (sialorreia, lacrimejamento, broncorreia e sudorese), vômito, diarreia, cólicas abdominais, broncoespasmo, miose puntiforme e paralítica com visão borrada, bradicardia, cefaleia, incontinência urinária. A sudorese severa pode provocar desidratação, hipovolemia e hipotensão graves, resultando em choque.
- Efeitos nicotínicos (síndrome nicotínica): midríase, hipertensão arterial, mialgia, fasciculações musculares, tremores e fraqueza, que são, em geral, indicativos de gravidade. Pode haver paralisia de musculatura respiratória, levando à morte por parada respiratória. Taquicardia e hipertensão arterial podem manifestar-se e serem alteradas pelo efeito muscarínico.
- Efeitos sobre o SNC (síndrome neurológica): ansiedade, agitação, confusão mental, ataxia, depressão de centros cardiorrespiratórios, convulsões e coma.
Também podem ocorrer manifestações tardias:
- Síndrome intermediária: aparece 1-4 dias após a exposição e a resolução da crise colinérgica aguda. É caracterizada por paresia dos músculos respiratórios e debilidade muscular que acomete principalmente a face, o pescoço e as porções proximais dos membros. Também pode haver comprometimento de pares cranianos e diminuição de reflexos tendinosos. A crise cede após 4-21 dias de assistência ventilatória adequada, mas pode prolongar-se, às vezes, por meses após a exposição.
- Neuropatia retardada induzida por organofosforados: neuropatia simétrica, distai, sensitivo motora que aparece em 14 a 28 dias após a exposição e é desencadeada por dano aos axônios de nervos periféricos e centrais. A crise se caracteriza por paresias ou paralisias simétricas de extremidades, sobretudo inferiores, podendo persistir durante semanas ou anos. São casos raros, após exposições agudas e intensas.
- Outros efeitos sobre o Sistema Nervoso Central: um déficit residual de natureza neuropsiquiátrica, com depressão, ansiedade, irritabilidade, comprometimento da memória, concentração e iniciativa pode ser observado. Risco de síndromes extrapiramidais tardias e doença de Guillain-Barré. Em embriões e fetos, há risco de alteração do neurodesenvolvimento.

DIAGNÓSTICO: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível, associados ou não à redução da atividade da colinesterase. Queda em 25% ou mais de sua atividade original indica exposição recente importante. Queda de 50% é geralmente associada à exposição intensa. A pseudocolinesterase sérica é um indicador sensível, mas não específico. Ambas podem demorar 3-4 meses para se normalizar. É importante lembrar que a atividade colinesterásica varia fisiologicamente durante o dia e de um indivíduo para outro. A identificação das substâncias e seus metabólitos em sangue e urina pode evidenciar exposição, mas não é facilmente realizável. Outros controles do estado de saúde incluem: dosagens de eletrólitos, glicemia, creatinina, amilase pancreática e enzimas hepáticas, assim como gasometria, ECG (prolongamento do segmente QT) e RX tórax (edema pulmonar e aspiração).
Na presença de sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento.

TRATAMENTO: Descontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos locais.
ADVERTÊNCIA: A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamentos de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Remover roupas e acessórios e realizar a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água corrente abundante e sabão neutro. Remover a vítima para local ventilado.
Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água corrente, por no mínimo 15 minutos, evitando contato da água de lavagem com o outro olho.
Em caso de ingestão recente (menos de 1h) de grandes quantidades, pode se realizar a lavagem gástrica: Atentar para nível de consciência e proteger as vias aéreas do risco de aspiração. Para quantidades menores ou atendimento após 1h, administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.
Emergência, suporte e tratamento sintom��tico: Manter as vias aéreas permeáveis, se necessário, através de intubação oro-traqueal, aspirar secreções e oxigenar. Atenção especial para a fraqueza da musculatura respiratória e a parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias cardíacas. Adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário.
Monitorar a oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, amilase sérica,
calcemia e hemograma. Tratar pneumonite, convulsões e coma, caso ocorram.
Tratamento específico e antídoto:
Atropina — antagonista dos efeitos muscarínicos a atropina não age sobre os efeitos nicotínicos. Dose de 1,0 — 4,0 mg em fase de ataque (adultos), e 0,01 a 0,05 mg/kg em crianças, por via EV, diluída em soro fisiológico na proporção de 1:2. Repetir, se necessário, a cada 5 a 10 minutos. As preparações de atropina disponíveis no mercado, têm, normalmente, a concentração de 0,25 ou 0,50 mg/mL.
O parâmetro para a manutenção ou suspensão do tratamento é clínico e se baseia ou na reversão da ausculta pulmonar indicativa de broncorreia e na constatação do desaparecimento da fase hipersecretora, ou no aparecimento de sintomas de intoxicação atropínica ligeira (hiperemia de pele, boca seca, pupilas dilatadas e taquicardia). Alcançados sinais de atropinização, ajustar a dose de manutenção destes efeitos por 24 horas ou mais. A presença de taquicardia e hipertensão não contraindica a atropinização. São indicados a supervisão e o tratamento sintomático do paciente por pelo menos 48 horas, mas aconselha-se mantê-lo em observação por 72 horas, com monitoramento cardiorrespiratório e oximetr=ia de pulso. A ação letal dos organofosforados é comumente atribuída à insuficiência respiratória, pelos mecanismos de broncoconstrição, hipersecreção pulmonar, falência da musculatura respiratória e consequente depressão do centro respiratório por hipóxia.
A administração de atropina só deverá ser realizada na vigência de sintomatologia.
Oximas (pralidoxima) — A pralidoxima constitui um antídoto específico para organofosforados. Ela desfosforiliza e reativa a acetilcolinesterase. Seu efeito é importante na regressão dos efeitos nicotínicos e na regresão da Síndrome Intermediária tendo eficácia sobre os efeitos muscarínicos. A pralidoxima não substitui a atropina. Nos casos de contaminação importante, seu uso deve ser iniciado desde as primeiras 24 horas para ser mais efetivo, mas a pralidoxima pode ser aportada mais tarde, em especial em intoxicações por compostos lipossolúveis. Concentrações terapêuticas devem ser mantidas para restabelecer o máximo da atividade enzimática até a eliminação do acefato.
Dose de ataque:
Adultos: 1g, preferencialmente via EV, podendo ser utilizada via IM ou SC, em doses não maiores que 200 mg/minuto, diluídas em soro fisiológico. Pode ser repetida a partir de 2 horas após a primeira administração, não ultrapassando a dose máxima de 12 g/dia.
Crianças: 20 a 40 mg/kg, preferencialmente via EV, podendo ser utilizada via IM ou SC. Não exceder 4 mg/kg/min.
A pralidoxima pode causar bloqueio neuromuscular, se utilizada em altas doses, com taquicardia, laringoespasmo, rigidez muscular, náusea, cefaleia e tontura.
Se houver convulsões, o paciente pode ser tratado com benzodiazepínicos, sob o controle médico.

CONTRAINDICAÇÕES: A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e pneumonite química.
A diálise e a hemoperfusão não são indicadas.
Aminas adrenérgicas só devem ser usadas em indicações específicas, devido à possibilidade de hipotensão e fibrilação cardíaca (morfina, succinilcolina, teofilina, fenotiazinas e reserpina).

EFEITOS SINÉRGICOS: Com outros organofosforados ou carbamatos.

ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-7224;001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica — RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefones de Emergência da Empresa: (0xx11) 2337-7740 e 0800-701-0450 (Planitox)

Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório: Vide itens Toxicocinética e Mecanismo de toxicidade no quadro acima.

Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório

Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: 3464 mg/kg.
D150 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg.
CL50 inalatória em ratos (4h): (machos e fêmeas) > 2,749 mg/L.
Irritação dérmica: não irritante.
Irritação ocular: levemente irritante.
Sensibilização dérmica: não sensibilizante quando testado em cobaias.

Efeitos crônicos:
Após administração oral crônica de Acefato, foram observadas: inibição da atividade da enzima
acetilcolinesterase eritrocitária e plasmática (ratos e camundongos); hepatotoxicidade; toxicidade pulmonar; rinite (camundongos) e alterações comportamentais.

Este produto é:
- MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)

-Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no
solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
-Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para aves.
-Evite a contaminação ambiental - Presente a Natureza.
-Não utilize equipamentos com vazamentos.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-Aplique somente as doses recomendadas.
-Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação d'água.
-A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
-Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
-Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
—Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
—O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
—A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
—O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
—Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
—Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
—Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
—Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas — ABNT.
—Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
—Isole e sinalize a área contaminada.
—Contate as autoridades locais competentes e a empresa United Phosphorus do Brasil Ltda. - Telefone de emergência: (11) 2337-7740 e 0800-7010450.
—Utilize equipamento de proteção individual — EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
- Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
- Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante pelo telefone indicado acima.
- Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
— Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PAFtA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Orientações para embalagem RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

-DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Orientações para embalagem FLEXÍVEL

-ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

Orientações para embalagem FLEXÍVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.


- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

Orientações para embalagem SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no local próprio onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de inseto pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se o inseto desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistencia a Inseticida - IRAC-BR, recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticida, visando prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de inseto, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga.
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo.
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistencia a Inseticidas.