Bula Certeza

acessos
Thiophanate methyl
4810
Iharabras

Composição

Fluazinam 52.5 g/L Fenilpiridinilamina
Tiofanato-metílico 350 g/L Benzimidazóis

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada para Tratamento de Sementes (FS)
Contato, Sistêmico
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
145 a 180 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - - Não determinado. Fazer o tratamento antes da semeadura
Fungo de armazenamento
(Penicillium spp)
145 a 180 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - - Não determinado. Fazer o tratamento antes da semeadura
Fungo de pós colheita
(Aspergillus spp)
145 a 180 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - - Não determinado. Fazer o tratamento antes da semeadura
Fusariose
(Fusarium moniliforme)
145 a 180 mL p.c./100 kg de sementes até 500 mL de calda/100 kg de sementes - - Não determinado. Fazer o tratamento antes da semeadura
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
145 a 180 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - - Não determinado. Tratamento de sementes
Fungo de armazenamento
(Penicillium spp)
145 a 180 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - - Não determinado. Tratamento de sementes
Fungo de pós colheita
(Aspergillus spp)
145 a 180 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - - Não determinado. Tratamento de sementes
Podridão das sementes
(Aspergillus flavus)
145 a 180 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL p.c./100 kg de sementes - - Não determinado. Tratamento de sementes
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
180 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - - Não determinado. Tratamento de sementes
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Fusariose
(Fusarium moniliforme)
145 a 180 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - - Não determinado. Fazer o tratamento antes da semeadura
Tombamento
(Penicillium oxalicum)
145 a 180 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - - Não determinado. Fazer o tratamento antes da semeadura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum truncatum)
180 a 215 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - - Não determinado. Tratamento de sementes
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
180 a 215 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - - Não determinado. Tratamento de sementes
Fusariose
(Fusarium pallidoroseum)
180 a 215 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - - Não determinado. Tratamento de sementes
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
180 a 215 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - - Não determinado. Tratamento de sementes
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
180 a 215 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - - Não determinado. Tratamento de sementes
Podridão seca
(Phomopsis sojae)
180 a 215 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - - Não determinado. Tratamento de sementes
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
100 a 200 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - - Não determinado. Fazer o tratamento antes da semeadura
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
100 a 200 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - - Não determinado. Fazer o tratamento antes da semeadura

Frasco plástico para 0,5 e 1 L. Bombona plástica 5, 6, 10, 20, 50, 100, 200, 500 e 1000 L. Farm-pack plástico para 50, 100, 200, 500 e 1000 L. Tanque plástico para 50, 100, 200, 500 e 1000 L.

MODO DE APLICAÇÃO:
Diluir o Certeza em um volume de água suficiente para proporcionar a distribuição
uniforme do produto nas sementes, aplicando-se a calda diretamente sobre as sementes.
Em geral considera-se um total de 500 mL de calda / 100 Kg de sementes para se proporcionar uma boa distribuição do produto.
O tratamento das sementes deve ser feito em Tambor Rotativo, Equipamento de rosca
sem fim ou em outro equipamento que possibilite uma distribuição homogênea do
produto, tomando-se o cuidado que as sementes não sofram quaisquer danos mecânicos que possa interferir negativamente na germinação.
Observação: Seguir as condições de aplicação acima indicadas e consultar um Engenheiro Agrônomo.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas Intervalo de Segurança
Feijão (1)
Soja (1)
Arroz Irrigado (1)
Milho (1)
Trigo (1)
(1) Intervalo de Segurança não Determinado devido a Modalidade de Emprego.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Como o produto é destinado ao tratamento de sementes, não há restrições quanto à reentrada de pessoas em lavouras oriundas de sementes tratadas. Como medida preventiva, recomenda-se o uso de botas de borracha.
LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos e luvas.
Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Produto extremamente irritante para os olhos.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por exemplo

INTOXICAÇÕES POR TIOFANATO-METÍLICO E FLUAZINAM

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico:
Tiofanato - Metiílico: Benzimidazol (precuros de)
Fluazinam: Fenilpiridinilamina

Classe toxicológica:
Classe I - Extremamente tóxico

Vias de exposição:
Dérmica, ocular, oral e inalatória.

Toxicocinética:
TIOFANATO-METíLlCO: em estudos com animais, o Tiofanato-metílico foi rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal, alcançando uma concentração soro lógica máxima 4h após a administração. A extensão da absorção pode ser dose-dependente, diminuindo com o aumento da dose. Os maiores níveis teciduais foram encontrados no fígado, tireóide e rins 96h após a dosagem. O Tiofanato-metílico é predominantemente metabolizado (71-88%) e foi excretado rapidamente, com mais de 90% de eliminação pela urina e fezes em 24h da administração. Na dose mais baixa, a principal via de eliminação foi a urinária, enquanto na dose mais elevada foi predominantemente a fecal. Não houve sinal de bioacumulação. Quase todo o Tiofanato-metílico é eliminado do corpo em 24h; aquilo que resta nos tecidos após 24h é extensamente eliminado em 96h.
FLUAZINAM: após a administração oral a ratos, o Fluazinam foi pouco absorvido pelo trato gastrintestinal, sendo excretado principalmente através das fezes (85-95%), com pequenas quantidades sendo excretadas através da urina (1-8%). Na análise da bile, foram encontrados cerca de 25% do material radiomarcado administrado, indicando considerável circulação enterohepática. As concentrações residuais nos tecidos, apesar de baixas, foram principalmente quantificadas no fígado, no tecido adiposo e nos rins.

Mecanismos de toxicidade:
TIOFANATO-METíLlCO: altera enzimas microssomais hepáticas em animais de laboratório (ratos e camundongos).
FLUAZINAM: os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.

Sintomas e sinais clínicos:
TIOFANATO-METíLlCO: tanto o Tiofanato-metílico quanto o seu metabólito terminal, Carbendazim, possuem baixa toxicidade aguda e não possuem atividade anticolinesterásica. Em todas as espécies de animais, o efeito toxicológico mais suscetível da exposição sub-crônica / crônica é a toxicidade hepática A tireóide também é um órgão alvo para o Tiofanato¬metílico. Após exposição podem ocorrer alterações respiratórias, náusea, vômito, diarréia, irritações moderadas nos olhos e pele (dermatite, coceira, vermelhidão, inchaço e ressecamento).
FLUAZINAM: irritação dérmica e dermatite de contato. Não são conhecidos outros sintomas e sinais clínicos.

Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

Tratamento:
Antídoto: Não existe antídoto específico.
A) Carvão Ativado: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água / 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50 g em críanças (1 a 12 anos) e 1g/kg em infantes com menos de 1 ano de idade.

B) Lavagem gástrica: Considere após ingestão de uma quantidade de veneno potencialmente perigosa à vida, se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-intubados; após ingestão de compostos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.

C) Fluidos intravenosos podem ser úteis no restabelecimento do volume de fluido extracelular após vômito severo e diarréia.

Exposição Inalatória
Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com agonistas beta 2 por via inalatória e corticosteróides por via oral ou parenteral.

Exposição Dérmica
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento específico se a irritação ou dor persistirem.
Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Não há antídoto específico.
Em caso de contato com a pele, lavar as áreas atingidas com água corrente e sabão neutro em abundância. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.
Se o produto for ingerido, avaliar a necessidade de administração de carvão ativado.

Contra-indicações:
A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.

Efeitos sinérgicos:
Não são conhecidos.

ATENÇÃO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISNMS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN I MS) Telefone de Emergência da Empresa: (15) 3235-7700

Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção Para Animais de Laboratório:

TIOFANATO-METíLlCO: Após a administração oral em animais de experimentação, foi observada rápida absorção. A principal via de excreção foi a urinária, sendo observada excreção quase total em 24 horas. Também foi observada excreção através das fezes. Não foi observado acúmulo significativo do produto nos tecidos. O principal metabólito observado foi o Carbendazin, o qual é amplamente distribuído pelos tecidos e extensivamente metabolizado pelo fígado.

FLUAZINAM: Após a administração oral a ratos, o Fluazinam foi pouco absorvido e trato gastrintestinal, sendo excretado principalmente através das fezes (85-95%), com pequenas quantidades sendo excretadas através da urina (1-8%). Na análise de bili foram encontrados cerca de 25% do material radiomarcado administrado, indicando considerável circulação enterohepática. As concentrações residuais nos tecidos, apesar de baixas, foram principalmente quantificadas no fígado, no tecido adiposo e nos rins.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais – Produto formulado):
DL50 via oral: > 2000 mg/kg
DL50 via dérmica: > 4000 mg/kg
CL50 inalatória: > 2,481 mg/L de ar em 4 horas de exposição.

Irritação Dérmica: Nos estudos realizados em coelhos, o produto mostrou-se levemente irritante, causando eritema e edema na pele dos animais testados. As alterações regrediram em até 48 horas.

Irritação Ocular: Nos estudos realizados em coelhos, o produto mostrou-se extremamente irritante aos olhos, causando opacidade de córnea, irite, hiperemia e edema da conjuntiva dos animais testados. As alterações foram reversíveis em até 72 horas.

Sensibilização Cutânea: o produto mostrou-se não sensibilizante à pele de cobaias quando utilizado na concentração original.

Efeitos Crônicos (Resultantes de ensaios com animais - Produto Técnico):

TIOFANATO-METíLlCO: Em estudos subcrônicos e cronlcos conduzidos em camundongos e ratos, o principal órgão alvo do Tiofanato-metílico foi o fígado Também foram observadas alterações na glândula tireóide e em seus hormônios, as quais foram consideradas como conseqüência da indução hepática, mecanismo primário de ação do Tiofanato-metílico. Quando administrado na dieta, causou um aumento no número de tumores no fígado de camundongos machos e fêmeas, com relação dose-resposta. Não foram observados efeitos teratogênicos em ratos. Em coelhos, os fetos apresentaram alterações esqueléticas, porém não foram observadas malformações. No estudo de reprodução, não foram observadas alterações nos parâmetros reprodutivos. Estudos conduzidos in vitro e in vivo sugerem que o Tiofanato-metílico não apresenta potencial genotóxico. Para todos os efeitos, doses seguras de exposição ao Tiofanato-metílico foram estabelecidas. O principal metabólito do Tiofanato-metílico é o Carbendazim, que tem como órgãos-alvo o fígado, a tireóide e os testículos. O Carbendazim foi associado a efeitos reprodutivos adversos em ratos e causou um aumento no número de tumores hepatocelulares em camundongos fêmea, quando administrado na dieta.

FLUAZINAM: Em estudos subcrônicos e crônicos conduzidos em cães, camundongos e ratos, os principais efeitos observados foram alterações bioquímicas e hepáticas nos animais tratados. Estudos conduzidos em células procariontes (in vitro) e eucariontes (in vivo) demonstram que o Fluazinam não apresentou potencial genotóxico. Em estudos reprodutivos, uma leve diminuição no número de implantações e no tamanho da ninhada foi observada. Alguns efeitos sobre o desenvolvimento fetal foram observados, porém todos na presença de toxicidade materna. Não apresentou potencial neurotóxico e estudos conduzidos em ratos. Para todos os efeitos observados em animais de experimentação, doses seguras de exposição ao Fluazinam foram estabelecidas.

Dados relativos à proteção do meio ambiente:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇAO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para peixes.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa IHARABRAS INDÚSTRIAS QUÍMICAS - Telefone de Emergência: (015) 3235-7700.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUíMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Embalagem RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Embalagem SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuanos, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através da incineração deste material.
O processo de incineração é realizado em plantas dotadas de forno primário rotativo ou estático, câmara de pós-combustão, sistema de tratamento de gases, estação de tratamento de efluentes e sistema de monitoramento e controle de emissões. Os resíduos resultantes do processo são coletados nos diversos sistemas das plantas, na forma de escórias, cinzas e lodos, e dispostos em aterros licenciados, e em conformidade com os requisitos estabelecidos pelos órgãos de controle ambiental.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o patógeno alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência a fungicidas poderíamos prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Qualquer produto para controle de patógenos da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas do mesmo patógeno.
- Utilizar somente as dosagens recomendadas na bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o Manejo Integrado de Doenças.
- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex.: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o patógeno alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência a fungicidas poderíamos prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Qualquer produto para controle de patógenos da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas do mesmo patógeno.
- Utilizar somente as dosagens recomendadas na bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o Manejo Integrado de Doenças.
- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex.: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças quando disponível e apropriado.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade