Bula Clopanto

CI
Clorpirifós
24320
Rainbow Defensivos

Composição

Clorpirifós 480 g/L

Classificação

Terrestre
Inseticida
4 - Produto Pouco Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão

Algodão

Dosagem Calda Terrestre
Alabama argillacea (Curuquerê) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Eutinobothrus brasiliensis (Broca do algodoeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Helicoverpa armigera (Helicoverpa) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Heliothis virescens (Lagarta da maçã) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pectinophora gossypiella (Lagarta rosada) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diabrotica speciosa (larva alfinete) (Larva alfinete) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Café

Dosagem Calda Terrestre
Hypothenemus hampei (Broca do café) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Leucoptera coffeella (Bicho mineiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Planococcus minor (Cochonilha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cevada

Dosagem Calda Terrestre
Metopolophium dirhodum (Pulgão das folhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sitobion avenae (Pulgão das espigas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Citros

Dosagem Calda Terrestre
Ceratitis capitata (Mosca do mediterrâneo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diaphorina citri (Psilideo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Orthezia praelonga (Cochonilha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Parlatoria cinerea (Cochonilha parlatoria) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Selenaspidus articulatus (Cochonilha pardinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Empoasca kraemeri (Cigarrinha verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Etiella zinckenella (Lagarta das vagens) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Michaelus jebus (Lagarta das vagens) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Thrips tabaci (Tripes do fumo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maçã

Dosagem Calda Terrestre
Bonagota cranaodes (Lagarta enroladeira) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milho

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Elasmopalpus lignosellus (Broca do colo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Mocis latipes (Curuquerê dos capinzais) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pastagens

Dosagem Calda Terrestre
Deois flavopicta (Cigarrinha das pastagens) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Soja

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Epinotia aporema (Broca das axilas ) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euschistus heros (Percevejo marrom) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Helicoverpa armigera (Helicoverpa) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Nezara viridula (Percevejo verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Piezodorus guildinii (Percevejo verde pequeno da soja) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rachiplusia nu (Lagarta da soja) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Sorgo

Dosagem Calda Terrestre
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Stenodiplosis sorghicolla (Mosca do sorgo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tomate

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Liriomyza huidobrensis (Larva minadora) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Macrosiphum euphorbiae (Pulgão das solanáceas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Myzus persicae (Pulgão verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Neoleucinodes elegantalis (Broca pequena do tomateiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Trigo

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Elasmopalpus lignosellus (Broca do colo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Metopolophium dirhodum (Pulgão das folhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudaletia adultera (Lagarta do trigo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rhopalosiphum padi (Pulgão das folhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Schizaphis graminum (Pulgão verde dos cereais) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sitobion avenae (Pulgão das espigas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tipo: Caixa
Material: Fibra celulósica
Capacidade: 80 L

Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 1 L

Tipo: Tambor
Material: Plástico
Capacidade: 250 L.

INSTRUÇÕES DE USO

O produto é um inseticida organofosforado com ação de contato e ingestão, recomendado para o controle de pragas nas culturas de algodão, batata, café, cevada, citros, feijão, maçã, milho, pastagem, soja, sorgo, tomate rasteiro para fins industriais e trigo.

MODO DE APLICAÇÃO E EQUIPAMENTOS

Aplicar através de equipamentos tratorizados com barra equipada com bicos JA2 ou similares (exceto para lagarta do cartucho em milho onde se recomenda bico leque série 80.03 ou 80.04 sobre a linha da cultura), procurando obter gotas de pulverização com tamanho de 100 a 400 micra e, densidade mínima de 40 gotas/cm².
- A pressão recomendada é de 150 a 300 Ib/pol;
- Velocidade de Aplicação: 4,5 Km/h;
- Temperatura: < 300°C;
- Umidade Relativa: > 50%.

Via terrestre

Algodão, Batata, Cevada, Feijão, Milho, Pastagem, Soja, Sorgo e Trigo

Aplicar através de pulverizador tratorizado com barra de pulverização equipada com bicos tipo cone ou similares, procurando obter uma pulverização uniforme.

Milho

Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda)

Recomenda-se bico leque série 80.03 ou 80.04, dirigindo a aplicação para o cartucho da planta ou linha de plantio. Para obter maiores informações visando melhor cobertura de pulverização das plantas, consulte um Engenheiro Agrônomo.

Café, Citros, Maçã e Tomate

Aplicar através de equipamentos pulverizadores ou atomizadores tratorizados, adequados ao porte das culturas, visando obter uma boa cobertura de pulverização das plantas. Para obter maiores informações visando melhor cobertura de pulverização das plantas, consulte um Engenheiro Agrônomo.

PREPARO DE CALDA

Para se obter calda homogênea, deve-se observar os seguintes procedimentos:
- Agitar bem a embalagem do produto antes de vertê-lo no tanque;
- Encher o reservatório do pulverizador com água limpa, até a metade;
- Acrescentar o produto nos volumes indicados conforme o alvo;
- Completar o volume do reservatório com água limpa. A aplicação deve ser sempre conduzida de modo a se obter cobertura uniforme do alvo, nas horas em que a temperatura é mais amena (primeiras horas da manhã ou fim do dia).

Restrições de uso e recomendações especiais

- Uso exclusivamente agrícola.
- Fitotoxicidade para as culturas indicadas: ausente se aplicado de acordo com as recomendações.
- Aplicar somente as doses recomendadas.
- Não aplicar o produto na presença de ventos fortes.
- Caso ocorram chuvas logo após a pulverização, repetir a aplicação do produto.
- Evitar aplicações sob condições de orvalho na cultura. Aplicar somente após seu desaparecimento.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

- Uso exclusivo para culturas agrícolas;
- Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.

GRUPO 1B INSETICIDA

O inseticida pertence ao grupo 1B (inibidores da acetilcolinesterase – Organofosforados) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 1B. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
- Usar este ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias;
- Aplicações sucessivas podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo;
- Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico deste produto, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico das (nome do grupo) não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula;
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização deste ou de outros produtos do Grupo 1B quando for necessário;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).




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