Bula Clorotalonil 500 SC OF - Ouro Fino

Bula Clorotalonil 500 SC OF

acessos
Clorotalonil
25218
Ouro Fino

Composição

Clorotalonil 500 g/L Carbonitrilas

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato

Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
2 a 2,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 - 15 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
2,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações conforme descrito na época. 15 dias. Realizar a primeira aplicação no início do emborrachamento, a segunda na emissão das panículas e a terceira no florescimento
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
1 a 2 L p.c./ha 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Iniciar as aplicações em novembro, logo no aparecimento dos sintomas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
300 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo seis aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
300 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
300 mL p.c./100L água 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
300 mL p.c./100L água 500 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações conforme descrito em época. 7 dias. Realizar a primeira aplicação sendo a primeira quando 2/3 das pétalas já caíram e a segunda no início da frutificação (frutos como 0,3 a 0,5 cm de diâmetro)
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
2,5 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 - 15 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações 30 dias após o plantio
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
2,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 - 15 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações 30 dias após o plantio
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
250 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da brotação
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
300 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo seis aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
300 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo seis aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
300 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
300 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
300 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem asiática
(Phakopsora pachyrhizi)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 - 14 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições climáticas forem propicias ao desenvolvimento da doença. A primeira aplicação deve ser realizado a partir do estádio fenológico V8 a R1 (cultivares de ciclo determinado) ou entre 30 e 35 dias após a emergência da cultura (cultivares de ciclo indeterminado)
Mancha parda
(Septoria glycines)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 - 20 dias. 7 dias. Realizar a primeira aplicação no florescimento
Míldio
(Peronospora manshurica)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 - 20 dias. 7 dias. Realizar a primeira aplicação no florescimento
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
300 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo seis aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Requeima
(Phytophthora infestans)
300 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo seis aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
2,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações conforme descrito na época. 30 dias. Efetuar a primeira aplicação na fase de emborrachamento e a segunda aplicação na fase de florescimento. Havendo necessidade, efetuar a terceira aplicação na fase de espigamento

MODO DE APLICAÇÃO:

CLOROTALONIL 500 SC OF é indicado para aplicação com pulverizadores: costal (manual ou motorizados), tratorizados e aeronaves agrícolas.
"A boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas é fundamental para o sucesso de controle das doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo) Desta forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado."

Via terrestre (Amendoim, Arroz, Banana, Batata, Berinjela, Cenoura, Citros, Feijão, Maçã, Melancia, Melão, Pepino, Pimentão, Soja, Tomate, Trigo e Uva) usar pulverizador tratorizado de barra com bicos de jato cônico tipo TEEJET X2 ou X3, tamanho de gotas de 250µm e densidade de gotas de 50 a 70 gotas/cm².
Usando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme da parte aérea das plantas.

Via aérea (Amendoim, Arroz, Banana, Batata, Citros, Feijão, Maçã, Melancia, Melão, Soja, Tomate, Trigo e Uva): uso de barra ou atomizador rotativo micronair, volume de aplicação de 30 a 40L de calda/ha, altura de voo de 2-3 m com barra e 3-4 m com micronair, largura de faixa de deposição efetiva de 20m e tamanho e densidade das gotas de 80µm com no mínimo de 60 gotas/cm². No caso de barra, usar bicos de jato cônico, pontas de D6 a D12, disco (core) inferior a 45°. Usando-se micronair, o número de atomizadores deve ser de 4, onde para o ajuste do regulador de vazão (VRU), pressão e ângulo da pá, seguir tabela sugerida pelo fabricante. O sistema de agitação, do produto deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Obedecer às normas técnicas previstas na Instrução Normativa n°2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas.

Recomendação para evitar a deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.

EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.

Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento da deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 µm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, infestação e condições climáticas podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS!
Veja instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade e inversão térmica.
Controlando o diâmetro de gotas – Técnicas gerais:

Volume: use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas, bicos com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração.

QUANDO MAIORES VOLUMES FOREM NECESSÁRIOS, USE BICOS DE VAZÃO MAIOR AO INVÉS DE AUMENTAR A PRESSÃO.

Tipo de bico: Use o bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
Altura da barra: Para equipamento de solo, regule a altura da barra para a menor possível, de forma a obter uma nivelada com a cultura, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
Ventos: o potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior de 10 km/h, no entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento.

NÃO APLICAR SE HOUVER RAJADAS DE VENTOS OU EM CONDIÇÕES SEM VENTO.

Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Temperatura e umidade: Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento de aplicação para produzir gotas maiores a fim de reduzir o efeito da evaporação.
Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

Controlando o diâmetro de gotas – Aplicação aérea

Número de bicos: Use o menor número de bicos com maior vazão possível e que proporcione uma cobertura uniforme.
Orientação de bicos: Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar, produzirá gotas maiores que outras orientações.
Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros tipos de bicos.
Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder ¾ (75%) da barra ou do comprimento do rotor – barras maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura de voo: aplicações a alturas maiores que 3 metros acima da cultura aumentam o potencial de deriva.
Ventos: o potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior de 10 km/h, no entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento.

NÃO APLICAR SE HOUVER RAJADAS DE VENTOS OU EM CONDIÇÕES SEM VENTO.

Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
O Eng. Agrônomo Responsável pode alterar as condições de aplicação.
Preparo de calda:
A calda poderá ser preparada diretamente no tanque pulverizador, procedendo-se da seguinte forma:
- Preencher o tanque do pulverizador abastecendo até ¼ da sua capacidade;
- Adicionar o produto na quantidade requerida;
- Completar o volume do tanque com o sistema de agitação em funcionamento.
Preparar o volume de calda suficiente para aplicar no mesmo dia e trabalho. Caso ocorra a paralização da agitação da calda, agitar a calda até sua completa homogeneização, antes de reiniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Lavagem do equipamento de aplicação:
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco de formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1) Com o equipamento de aplicação vazio, enxague completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante dessa operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
2) Complete o pulverizador com água limpa. Circule essa solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
3) Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d´água, nascentes ou plantas úteis.
4) Remova e limpe os bicos, filtros e difusores com um balde com a solução de limpeza.
5) Repita o passo 3.
6) Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS
Com relação às condições climáticas, deve-se procurar aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 km/h (3 m/s), temperaturas superiores a 28°C e umidade relativa inferior a 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Amendoim, Feijão e Maçã 14 dias
Arroz 15 dias
Banana (1)
Batata, Berinjela, Cenoura, Citros e Melancia 7 dias
Melão, Pepino, Pimentão, Soja, Tomate e Uva 7 dias
Trigo 30 dias
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
- O produto não causará danos ás culturas nas doses e condições recomendadas.
- Não aplicar em mistura com óleo mineral e/ou vegetal, pois poderá ocorrer fitotoxicidade.
- Na cultura da uva e maçã observar o período em que o produto não deve ser aplicado, pois poderá ocorrer fitotoxicidade em frutos.

AVISO AO USUÁRIO:
CLOROTALONIL 500 SC OF deve ser exclusivamente utilizado de acordo com as recomendações desta bula. A OURO FINO QUÍMICA LTDA não se responsabiliza por perdas ou danos resultantes do uso deste produto de modo não recomendado especificamente pela bula. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. O usuário assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Os EPI’s visam proteger a saúde dos trabalhadores e reduzir o risco de intoxicação decorrente de exposição aos agrotóxicos. Para cada atividade envolvendo o uso de agrotóxicos é recomendado o uso de EPI’s específicos descritos nas orientações para preparação da calda, durante a aplicação, após a aplicação, no descarte de embalagens e no atendimento aos primeiros socorros.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M05 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA PARA A FERRUGEM-DA-SOJA:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática para retardar a queda de eficácia dos fungicidas ao fungo causador da ferrugem-asiática-da-soja, seguem algumas recomendações:
• Realizar a rotação de fungicidas com mecanismos de diferentes modo de ação, sejam eles de sítio de ação específico ou multissitio, respeitando sempre as estratégias de manejo de resistência do FRAC
• Respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas de soja voluntária;
• Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada para cada região (adotar estratégia de escape);
• Jamais cultivar a soja safrinha (segunda época);
• Utilizar cultivares com gene de resistência, quando disponíveis;
• Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar, o que permitirá maior penetração e melhor cobertura do fungicida;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, uso de sementes sadias, adubação equilibrada, manejo da irrigação do sistema, outros controles culturais etc.
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis do agente causador de doenças a ser controlado;
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de fungicidas;
• Realizar o monitoramento da doença na cultura;
• Adotar estratégia de aplicação preventiva;
• Respeitar intervalo máximo de 14 dias de intervalos entre aplicações;
• Realizar, no máximo, o número de aplicações do produto conforme descrito em bula;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
O produto fungicida CLOROTALONIL 500 SC OF é composto por clorotalonil, que apresenta mecanismo de ação com atividade de contato multi-sítio, pertencente ao Grupo M05 segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).
GRUPO M05 FUNGICIDA