Bula Clorotalonil Oxon 720 SC II

CI
Clorotalonil
1022
Oxon

Composição

Clorotalonil 720 g/L

Classificação

Terrestre
Fungicida
2 - Produto Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Protetor

Algodão

Dosagem Calda Terrestre
Ramularia areola (Ramularia) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Amendoim

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora arachidicola (Mancha castanha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudocercospora personata (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phytophthora infestans (Requeima) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Berinjela

Dosagem Calda Terrestre
Phoma exigua var. exigua (Seca de ponteiros) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cebola

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria porri (Mancha púrpura) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Peronospora destructor (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cenoura

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria dauci (Mancha de alternaria) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum lindemuthianum (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maçã

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Venturia inaequalis (Sarna da maçã) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mamão

Dosagem Calda Terrestre
Asperisporium caricae (Varíola) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melancia

Dosagem Calda Terrestre
Pseudoperonospora cubensis (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milho

Dosagem Calda Terrestre
Phaeosphaeria maydis (Mancha foliar de phaoeosphaeria) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pepino

Dosagem Calda Terrestre
Pseudoperonospora cubensis (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Rosa

Dosagem Calda Terrestre
Diplocarpon rosae (Mancha negra) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Soja

Dosagem Calda Terrestre
Peronospora manshurica (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phakopsora pachyrhizi (Ferrugem asiática) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Septoria glycines (Mancha parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tomate

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phytophthora infestans (Requeima) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Stemphylium solani (Mancha de stemphylium) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Trigo

Dosagem Calda Terrestre
Drechslera tritici-repentis (Mancha amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia triticina (Ferrugem da folha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Uva

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Elsinoë ampelina (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Plasmopara viticola (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 200 L.

Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 1 L.

INSTRUÇÕES DE USO

O produto é um fungicida de contato com ação protetora indicado para controle de diversas doenças nas culturas de algodão, amendoim, batata, berinjela, cebola, cenoura, feijão, maçã, mamão, melancia, milho, pepino, rosa, soja, tomate, trigo e uva.

MODO DE APLICAÇÃO

A dose recomendada deve ser diluída em água e pulverizada com o uso de equipamentos terrestres de forma que se obtenha a máxima cobertura das partes aéreas das plantas. Utilizar equipamentos que proporcionem uma vazão adequada e uma boa cobertura dos alvos aplicados é fundamental para o sucesso no controle das doenças. Desta forma, o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado. Para uma cobertura uniforme sobre as plantas, deve-se observar as recomendações do fabricante das pontas (bicos) de pulverização quanto ao seu espaçamento e pressão de trabalho.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO

APLICAÇÃO TERRESTRE

Utilizar equipamentos terrestres do tipo costal (manual, pressurizado ou motorizado) ou pulverizadores tratorizados providos de barra equipados com bicos de jato plano convencional, bicos cônicos de série D ou similares. A pressão de trabalho deve ser suficiente para proporcionar gotas de diâmetro entre 200 a 600 micra e deve ser ajustado para cada volume de aplicação (L/h) de forma que se proporcione uma densidade de gotas adequada, que varia de 50 a 70 gotas/cm².

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS

Não aplicar o produto sob condições ambientais desfavoráveis: ventos com velocidade acima de 10 km/h, temperatura acima de 27ºC e umidade relativa do ar abaixo de 60%, visando reduzir perdas por deriva e evaporação.

PREPARO DA CALDA

Para o preparo da calda, preencher o tanque com água limpa até a metade do volume desejado. Adicionar o produto lentamente ao tanque com o agitador ligado e completar o volume de calda. O agitador deverá ser mantido ligado durante toda a aplicação. O produto não deve ser aplicado em mistura com óleos minerais. Seguir as recomendações técnicas de aplicação e consultar sempre um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE REENTRADA DAS PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

- Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula;
- Não aplicar em mistura com outros agrotóxicos;
- Não aplicar em mistura com óleos minerais;
- Não aplicar contra o vento;
- Não aplicar sob chuva ou prenúncio de chuva;
- Respeitar um período mínimo de 2 horas após a aplicação para realizar irrigação.

FITOTOXICIDADE

O produto deve ser utilizado nas doses e modos de aplicação recomendadas para não causar danos às culturas indicadas. Não deve ser aplicado em mistura com óleos minerais e vegetais com risco de desenvolvimento de fitotoxicidade às culturas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M05 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO M05 FUNGICIDA

O produto fungicida é composto por clorotalonil, que apresenta mecanismo de ação multi-sítio pertencente ao Grupo M05, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas), respectivamente.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA PARA A FERRUGEM-DA-SOJA

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática para retardar a queda de eficácia dos fungicidas ao fungo causador da ferrugem-asiática-da-soja, seguem algumas recomendações:
- Aplicação alternada de fungicidas formulados rotacionando os mecanismos de ação distintos do Grupo M05, respeitando sempre as estratégias de manejo de resistência do FRAC;
- Respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas de soja voluntária;
- Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada para cada região (adotar estratégia de escape);
- Jamais cultivar a soja safrinha (segunda época);
- Utilizar cultivares com gene de resistência, quando disponíveis;
- Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar, o que permitirá maior penetração e melhor cobertura do fungicida;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, uso de sementes sadias, adubação equilibrada, manejo da irrigação do sistema, outros controles culturais etc;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis do agente causador de doenças a ser controlado;
- Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de fungicidas;
- Realizar o monitoramento da doença na cultura;
- Adotar estratégia de aplicação preventiva;
- Respeitar intervalo máximo de 14 dias de intervalos entre aplicações;
- Realizar, no máximo, o número de aplicações do produto conforme descrito em bula;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).




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