Bula Cobre Atar MZ

acessos
Óxido cuproso
208505
Albauch

Composição

Óxido cuproso 560 g/kg Inorgânico

Classificação

Bactericida, Fungicida
IV - Pouco tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato
Abacate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 10 a 15 dias. Não determinado. Viveiro: no aparecimento das folhas. Plantas adultas: antes da florada
Cercosporiose
(Pseudocercospora purpurea)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 10 a 15 dias. Não determinado. Viveiro: no aparecimento das folhas. Plantas adultas: antes da florada
Podridão de dothiorella
(Dothiorella gregaria)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 10 a 15 dias. Não determinado. Viveiro: no aparecimento das folhas. Plantas adultas: antes da florada
Verrugose
(Sphaceloma perseae)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 10 a 15 dias. Não determinado. Viveiro: no aparecimento das folhas. Plantas adultas: antes da florada
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
1 a 2 kg p.c./ha - - 10 a 15 dias. Não determinado. Primeiros sintomas ou 40 - 45 dias após o plantio
Mancha preta
(Pseudocercospora personata)
1 a 2 kg p.c./ha - - 10 a 15 dias. Não determinado. Primeiros sintomas ou 40 - 45 dias após o plantio
Verrugose
(Sphaceloma arachidis)
1 a 2 kg p.c./ha - - 10 a 15 dias. Não determinado. Primeiros sintomas ou 40 - 45 dias após o plantio
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
180 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Folhas estiverem em estágio de vela
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão parda
(Phytophthora palmivora)
3,2 a 5,6 kg p.c./ha - - Reaplicar. Não determinado. Inicar em março - abril
Rubelose
(Erythricium salmonicolor)
3,2 a 5,6 kg p.c./ha - - Reaplicar. Não determinado. Inicar em março - abril
Vassoura de bruxa
(Crinipellis perniciosa)
3,2 a 5,6 kg p.c./ha - - Reaplicar. Não determinado. Inicar em março - abril
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum coffeanum)
2 a 3 kg p.c./ha - - Viveiros: 15 dias. Não determinado. Dezembro a abril
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
2 a 3 kg p.c./ha - - Viveiros: 15 dias. Não determinado. Dezembro a abril
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
2 a 3 kg p.c./ha - - Viveiros: 15 dias. Não determinado. Dezembro a abril
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
150 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Após a florada. Não determinado. Anterior a florada
Doença rosada
(Corticium salmonicolor)
150 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. Não determinado. Tratamento de inverno
Podridão negra
(Alternaria citri)
150 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Após a florada. Não determinado. Anterior a florada
Podridão parda
(Phytophthora citrophthora)
150 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. Não determinado. Período de maio / junho
Podridão penducular
(Diaporthe citri)
150 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Após a florada. Não determinado. Anterior a florada
Verrugose
(Elsinöe fawcetti)
150 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Após a florada. Não determinado. Anterior a florada
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
150 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Após a florada. Não determinado. Anterior a florada
Cravo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do craveiro
(Uromyces dianthi)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 3 a 7 dias. UNA. Preventivo. Viveiro no aparecimento das folhas
Mancha da folha e cálice
(Cladosporium echinulatum)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 3 a 7 dias. UNA. Preventivo. Viveiro no aparecimento das folhas
Pinta preta
(Alternaria dianthi)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 3 a 7 dias. UNA. Preventivo. Viveiro no aparecimento das folhas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. Não determinado. Iniciar nos primeiros sintomas
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. Não determinado. Iniciar nos primeiros sintomas
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. Não determinado. Iniciar nos primeiros sintomas
Feijão vagem Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. Não determinado. Iniciar nos primeiros sintomas
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
200 g p.c./100 L de água 500 a 100 L de calda/ha - 7 a 14 dias. Não determinado. Iniciar nos primeiros sintomas
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. Não determinado. Iniciar nos primeiros sintomas
Figo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 10 a 15 dias. Não determinado. Iniciar com a brotação
Ferrugem da figueira
(Cerotelium fici)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 10 a 15 dias. Não determinado. Iniciar com a brotação
Mancha foliar
(Phyllosticta sycophila)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 10 a 15 dias. Não determinado. Iniciar com a brotação
Podridão do fruto
(Phytophthora nicotianae var. nicotianae)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 10 a 15 dias. Não determinado. Iniciar com a brotação
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tombamento
(Alternaria tenuissima)
1 a 2 kg p.c./ha - - 7 a 14 dias. UNA. Iniciar no viveiro
Goiaba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. Não determinado. Período de setembro / dezembro
Ferrugem
(Puccinia psidii)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. Não determinado. Período de setembro / dezembro
Mancha de phyllosticta
(Phyllosticta guajavae)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. Não determinado. Período de setembro / dezembro
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Não determinado. Após a poda em tratamento de inverno
Entomosporiose
(Entomosporium mespili)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Não determinado. Após a poda em tratamento de inverno
Podridão parda
(Monilinia fructicola)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Não determinado. Após a poda em tratamento de inverno
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Não determinado. Após a poda em tratamento de inverno
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. Não determinado. Desde o início da frutificação
Varíola
(Asperisporium caricae)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. Não determinado. Desde o início da frutificação
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. Não determinado. Iniciar aos primeiros sintomas
Verrugose
(Elsinöe mangiferae)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. Não determinado. Iniciar aos primeiros sintomas
Pêra Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Não determinado. Após a poda em tratamento de inverno
Entomosporiose
(Entomosporium mespili)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Não determinado. Após a poda em tratamento de inverno
Podridão negra
(Botryosphaeria obtusa)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Não determinado. Após a poda em tratamento de inverno
Podridão parda
(Monilinia fructicola)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Não determinado. Após a poda em tratamento de inverno
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Não determinado. Após a poda em tratamento de inverno
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Crespeira
(Taphrina deformans)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Não determinado. Após a poda em tratamento de inverno
Podridão parda
(Monilinia fructicola)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Não determinado. Após a poda em tratamento de inverno
Sarna do pessegueiro
(Cladosporium carpophilum)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Não determinado. Após a poda em tratamento de inverno
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem das roseiras
(Phragmidium mucronatum)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 3 a 7 dias. UNA. Preventivo. Viveiros no aparecimento das folhas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 15 dias. Não determinado. Iniciar nos viveiros quando do aparecimento das folhas
Cancro bacteriano
(Corynebacterium michiganense)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 15 dias. Não determinado. Iniciar nos viveiros quando do aparecimento das folhas
Mancha de cladosporium
(Cladosporium fulvum)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 15 dias. Não determinado. Iniciar nos viveiros quando do aparecimento das folhas
Mancha de stemphylium
(Stemphylium solani)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 15 dias. Não determinado. Iniciar nos viveiros quando do aparecimento das folhas
Mancha-bacteriana
(Xanthomonas vesicatoria)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 15 dias. Não determinado. Iniciar nos viveiros quando do aparecimento das folhas
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 15 dias. Não determinado. Iniciar nos viveiros quando do aparecimento das folhas
Podridão-mole
(Pectobacterium subs. carotovorum)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 15 dias. Não determinado. Iniciar nos viveiros quando do aparecimento das folhas
Requeima
(Phytophthora infestans)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 15 dias. Não determinado. Iniciar nos viveiros quando do aparecimento das folhas
Septoriose
(Septoria lycopersici)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 15 dias. Não determinado. Iniciar nos viveiros quando do aparecimento das folhas

Cartucho de papelão de 2,0 Kg. Saco de papel de 3,0; 25 ou 30 Kg. Caixa de papelão com 12 sacos plásticos ou de papel de 300 g cada.

INSTRUÇÕES DE USO:
COBRE ATAR MZ é um fungicida bactericida cúprico de contato, para uso preventivo, podendo ser aplicado no aparecimento dos primeiros sintomas das doenças que ocorrem nas culturas, conforme recomendadas.

INÍCIO, NÚMERO E ÉPOCAS DE APLICAÇÃO:

- ABACATE: No viveiro, iniciar no aparecimento das folhas.
Em plantas adultas, fazer uma aplicação antes da florada e mais 2 a 3 após a formação do fruto, repetindo com intervalos de 10 a 15 dias.

- AMENDOIM: Iniciar aos primeiros sintomas ou 40 - 45 dias após o plantio. Repetir com intervalos de 10 a 15 dias.

- BANANA: Iniciar quando as folhas estiverem no estágio de vela, repetindo com intervalos de 7 dias.

- CACAU: Utilizar a dose maior em áreas de alta infestação. Efetuar de 3 a 5 pulverizações, iniciando em março-abril.

- CAFÉ: Efetuar de 3 a 5 pulverizações de dezembro a abril.
Em viveiros : pulverizações quinzenais.

- CITROS: Contra a Podridão peduncular, tratar os frutos destinados ao armazenamento, por imersão.
Contra a Rubelose, tratamento de inverno evitando atingir as folhas.
Contra a Gomose, preparar uma pasta com água e pincelar o tronco e cortes no período de maio/junho.
Contra as demais doenças, pulverizar antes e após a florada.

- CRAVO: No viveiro, iniciar no aparecimento das folhas. Tratamento preventivo de folhas e caules, principalmente em ambientes úmidos. Repetir com intervalos de 3 a 7 dias.

- FEIJÃO, FEIJÃO-VAGEM: Iniciar aos primeiros sintomas , repetindo com intervalos de 7 a 14 dias.

- FIGO: Iniciar com a brotação, repetindo com intervalos de 10 a 15 dias.

- FUMO: Iniciar no viveiro, repetindo com intervalos de 7 a 14 dias.

- GOIABA: Iniciar aos primeiros sintomas , repetindo com intervalos de 7 a 14 dias, no período de setembro/dezembro.

- MAÇÃ: Iniciar a pulverização após a poda em tratamento de inverno, repetindo com intervalos de 7 a 10 dias.

- MAMÃO: Pulverizar os frutos desde o início da frutificação, com intervalos de 7 a 14 dias.
Adicionar espalhante-adesivo à calda.

- MANGA: Iniciar aos primeiros sintomas , repetindo com intervalos de 7 a 14 dias.

- PÊRA: Iniciar a pulverização após a poda em tratamento de inverno, repetindo com intervalos de 7 a 10 dias.

- PÊSSEGO: Iniciar a pulverização após a poda em tratamento de inverno, repetindo com intervalos de 7 a 10 dias.

- ROSA: No viveiro, iniciar no aparecimento das folhas. Tratamento preventivo de folhas e caules, principalmente em ambientes úmidos. Repetir com intervalos de 3 a 7 dias.

- SERINGUEIRA: Iniciar no viveiro, aos primeiros sintomas , repetindo com intervalos de 7 a 14 dias.

- TOMATE: Iniciar as pulverizações no viveiro, quando as plantas apresentarem as primeiras folhas, repetindo com intervalos de 7 a 15 dias. Diminuir os intervalos em épocas favoráveis às doenças.

OBS: Nas doses indicadas em g/100 litros de água, utilizar um volume de calda de 500 a 1.000 l/ha, de acordo com o estágio de desenvolvimento das culturas. Em Citros, utilizar um volume de calda de 1.000 a 2.000 l/ha e em Banana, 1.000 l/ha.


MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
COBRE ATAR MZ deve ser utilizado preventivamente, podendo ser aplicado no aparecimento dos primeiros sintomas das doenças através de pulverização, utilizando-se equipamentos tratorizados ou manuais.

Utilizar bicos tipo cone ou equivalentes, compressão de 40 libras/pol2, aplicando um volume de calda conforme recomendada na tabela, observando que esteja ocorrendo uma boa cobertura de pulverização nas plantas.

Observações locais deverão ser efetuadas visando evitar a deriva e a evaporação do produto.

Para preparar a calda, despejar o produto sobre a água, agitando lentamente até a formação de uma calda homogênea, mantendo-o sob constante agitação e utilizando-a no mesmo dia da preparação.


INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):
Fumo, cravo, rosa: U.N.A
Demais culturas: sem restrições


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela saúde humana – ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Alguns cultivares poderão acusar sensibilidade ao produto quando o clima apresentar alta umidade atmosférica, juntamente com temperaturas relativamente baixas. Em caso de dúvida, recomenda-se efetuar testes prévios em pequena escala.

Outras restrições a serem observadas:
Após as aplicações, lavar interna e externamente os pulverizadores, reservatórios, etc para evitar problemas de corrosão nos seus componentes a base de alumínio.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamento com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: Use protetor ocular. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente. Veja PRIMEIROS SOCORROS. Use máscaras cobrindo o nariz e a boca. Produto perigoso se inalado ou aspirado. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e veja PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e veja PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO PROPRIAMENTE DITA: Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação. O produto produz neblina; use máscara apropriada cobrindo o nariz e a boca. Não aplique o produto contra o vento. Use macacão com mangas compridas, luvas, chapéu de aba larga, botas, óculos ou viseira facial e avental impermeável.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas de proteção separado das roupas domésticas.

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: Não provoque vômito e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Não dar nada via oral, nem induzir vômito a uma pessoa inconsciente. Não administrar leite, álcool, gordura animal ou vegetal, pois podem aumentar a absorção. Olhos: Lave com água em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Pele: Lave com água e sabão em abundância e, se houver irritação, procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Inalação: Procurar local arejado. Se houver dificuldade na respiração, vá ao médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO: Grupo químico: Piretróide sintético (Éster do ácido crisantêmico); Ação tóxica: Hiper-sensibilizante, irritante de mucosas. A ingestão de grandes quantidades requer lavagem gástrica, com cuidado para se evitar aspiração intrapulmonar. Tratamento: anti-histamínico, tratamento sintomático.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: ZETACYPERMETHRIN é rapidamente absorvido, distribuído e excretado, principalmente via urina e fezes. Os mecanismos primários na decomposição do ZETACYPERMETHRIN incluem hidrólise ou clivagem da ligação éster e hidroxilação aromática. Os produtos de degradação são mais solúveis em água e menos tóxicos do que o ZETACYPERMETHRIN. Estas informações referem-se às observações do estudo em ratos.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: Em casos de severa exposição à pele durante o manuseio, uma sensação típica pode ocorrer na pele exposta (especialmente na face) descrita como formigamento, queimação e dormência. Com o aparecimento de quaisquer sintomas durante a manipulação do produto, o intoxicado deverá procurar o médico, levando a embalagem, o rótulo, a bula ou receituário agronômico do produto. Os efeitos do ZETACYPERMETHRIN não são cumulativos. ZETACYPERMETHRIN não tem demonstrado nenhum potencial neurotóxico, mutagênico, teratogênico ou carcinogênico.

EFEITOS COLATERAIS: Não aplicável por não se tratar de produto para uso humano.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II). Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize o equipamento com vazamento. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público; e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas suscetíveis a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa FMC Química do Brasil Ltda, pelo telefone de emergência 90xx34 3319-3000. Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções: Piso pavimentado: coloque material absorvente (p.ex. serragem ou terra) sobre o conteúdo derramado e recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. Remova conforme orientações de destinação adequada de resíduos e embalagens. Lave o local com grande quantidade de água; Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada; Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contacte o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

TRIPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens contaminadas. O Armazenamento das embalagens vazias, até a devolução nas Unidades de Recebimento, deve ser em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, com piso impermeável, ou no próprio local das embalagens cheias, seguindo as instruções de armazenamento.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: É obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal emitida, no ato da compra. A devolução deve ser feita no prazo de até um ano da data da compra ou, até o prazo de validade do produto. O usuário deve guardar o comprovante de devolução pelo prazo mínimo de um ano.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. O transporte de agrotóxicos, seus componentes e afins e sobras de produtos está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consultar o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

MÉTODO DE DESATIVAÇÃO DO PRODUTO: O produto pode ser desativado por hidrólise alcalina (hidróxido de sódio a 10%) até atingir pH 14 ou decomposição térmica em incineradores industriais com temperatura de 1000(C, com um tempo mínimo de permanência nas câmaras de combustão de 2-3 segundos. Para a desativação do produto entre em contato com a Empresa.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência à Fungicidas - Brasil).
Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
•Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
•Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
•Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
•Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência à Fungicidas - Brasil).
Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
• Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
• Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.