Bula Commanche 200 EC

acessos
Cypermethrin
10698
FMC - Campinas

Composição

Cipermetrina 200 g/L Piretróide

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Inflamável
Não Classificado
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo
(Anthonomus grandis)
250 mL p.c./ha 80 a 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 20 dias. Logo após o início da infestação
Curuquerê
(Alabama argillacea)
50 mL p.c./ha 80 a 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 20 dias. Logo após o início da infestação
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
250 mL p.c./ha 80 a 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 20 dias. Logo após o início da infestação
Lagarta rosada
(Pectinophora gossypiella)
190 a 250 mL p.c./ha 80 a 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 20 dias. Logo após o início da infestação
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
200 a 300 mL p.c./ha 80 a 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 20 dias. Logo após o início da infestação
Tripes
(Caliothrips brasiliensis)
200 a 300 mL p.c./ha 80 a 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 20 dias. Logo após o início da infestação
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
50 a 75 mL p.c./ha 80 a 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 10 dias. Logo após o início da infestação
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
50 a 75 mL p.c./ha 80 a 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 10 dias. Logo após o início da infestação
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
50 a 70 mL p.c./ha 80 a 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 30 dias. Logo após o início da infestação
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
20 a 30 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 5 dias. Logo após o início da infestação
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
50 a 80 mL p.c./ha 80 a 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 30 dias. Logo após o início da infestação
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
75 a 100 mL p.c./ha 80 a 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 30 dias. Logo após o início da infestação
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
150 mL p.c./ha 80 a 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 30 dias. Logo após o início da infestação
Percevejo marrom
(Euschistus heros)
250 mL p.c./ha 80 a 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 30 dias. Logo após o início da infestação
Percevejo verde pequeno da soja
(Piezodorus guildinii)
150 mL p.c./ha 80 a 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 30 dias. Logo após o início da infestação
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
16 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 10 dias. Logo após o início da infestação
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
30 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 10 dias. Logo após o início da infestação
Tripes
(Frankliniella schultzei)
30 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 10 dias. Logo após o início da infestação

Embalagens plásticas e metálicas de 250 e 500 ml, 1, 5, 10 e 20 litros e embalagens metálicas de 25, 50 100 e 200 litros.

INSTRUÇÕES DE USO:

INÍCIO, NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: O número de aplicações varia de acordo com a infestação da praga. O produto deve ser aplicado logo após o início da infestação. Efetuar a aplicação de forma que possibilite uma boa cobertura da parte aérea das plantas.

MODO DE APLICAÇÃO: A aplicação pode ser efetuada com pulverizadores costais, tratorizados e aeronaves agrícolas.

EQUIPAMENTOS TERRESTRES: Bicos: bicos de jato cônico vazio; Altura dos bicos em relação ao topo das plantas: 50 cm; Pressão: 60 a 70 psi (costais) e; 80 a 100 psi (tratorizados); Volume de aplicação: 80 a 200 litros/ha; Doses em diluição por 100 litros utilizar volumes máximos de 1000 litros/ha; Diâmetro e densidade de gotas: 110 a 150 micras e mínimo de 40 gotas/cm².

AERONAVES AGRÍCOLAS: Bicos: bicos de jato cônico vazio ou rotativo tipo Micronair; Número de bicos na barra: - IPANEMA: 40 a 42 bicos; * Fechar 4-5 bicos em cada extremidade de asa e 3 intermediários de cada lado próximo à fuselagem; Altura de vôo: - IPANEMA: 4 a 5 metros em relação ao topo da cultura - outros: mínimo de 3 a 4 metros em relação ao topo da cultura; Volume de aplicação: 10 a 20 litros/ha; Diâmetro e densidade de gotas: 110 a 150 micras e mínimo de 40 gotas/cm²; Faixa de deposição: - IPANEMA ou similares: faixa máxima 20 m - aviões grandes: faixa máxima 25 m;

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: Temperatura ambiente: máximo 30ºC; UR: mínima de 55%; Velocidade do vento: 2 - 10 km/h; * O uso de óleo mineral ou vegetal misturado à calda de pulverização, como adjuvante, poderá ser utilizado na dose de 1 litro/ha.

LIMITAÇÕES DE USO: Nas doses recomendadas o produto não é fitotóxico a nenhuma das culturas indicadas.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Não deve ocorrer a reentrada de pessoas nas culturas antes de 24 horas após aplicação, a menos que se use roupa protetora.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamento com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: Use protetor ocular. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente. Veja PRIMEIROS SOCORROS. Use máscaras cobrindo o nariz e a boca. Produto perigoso se inalado ou aspirado. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e veja PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e veja PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.

PRECAUÇÃO DURANTE A APLICAÇÃO PROPRIAMENTE DITA: Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação. O produto produz neblina; use máscara cobrindo o nariz e a boca. Não aplique o produto contra o vento. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: Não provoque vômito e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Não administrar leite, álcool, gordura animal ou vegetal, pois podem aumentar a absorção. Olhos: Lave com água em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Pele: Lave com água e sabão em abundância e, se houver irritação, procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Inalação: Procurar local arejado. Se houver dificuldade na respiração, ir ao médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO: Grupo químico: Piretróide sintético (Éster do ácido crisantêmico). Ação tóxica: Hiper-sensibilizante, irritante de mucosas. A ingestão de grandes quantidades requer lavagem gástrica, com cuidado para se evitar aspiração intrapulmonar. Tratamento: anti-histamínico, tratamento sintomático.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: CYPERMETHRIN é rapidamente absorvido, distribuído e excretado, principalmente via urina e fezes. Os mecanismos primários na decomposição do CYPERMETRIN incluem hidrólise ou clivagem da ligação éster e hidroxilação aromática. Os produtos de degradação são mais solúveis em água e menos tóxicos do que o CYPERMETHRIN. Estas informações referem-se às observações do estudo em ratos.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: Em casos de severa exposição à pele durante o manuseio, uma sensação típica pode ocorrer na pele exposta (especialmente na face) descrita como formigamento, queimação e dormência. Estes sintomas desaparecerão decorridos algumas horas. Se outros sintomas ocorrerem como resultado de uma elevada contaminação, procurar o médico. Os efeitos do CYPERMETHRIN não são cumulativos. CYPERMETHRIN não tem demonstrado nenhum potencial neurotóxico, mutagênico, teratogênico ou carcinogênico.

EFEITOS COLATERAIS: Não são observados efeitos colaterais no ser humano causados pelo CYPERMETHRIN.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II). Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Aplique somente as doses recomendadas. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto - siga as instruções da bula.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis, para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa. Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou cursos de águas naturais. Siga as instruções: piso pavimentado: coloque material absorvente (p.e. serragem ou terra) sobre o conteúdo derramado e recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. Remova conforme orientações de destinação adequada de resíduos e embalagens. Lave o local com grande quantidade de água; solo: retire as camadas de terra contaminadas até atingir o solo não contaminado, e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada; corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contacte o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

TRIPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

AO UTILIZAR EQUIPAMENTO INDEPENDENTE PARA LAVAGEM SOB PRESSÃO ADOTAR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens contaminadas. O Armazenamento das embalagens vazias, até a devolução nas Unidades de Recebimento, deve ser em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, com piso impermeável, ou no próprio local das embalagens cheias, seguindo as instruções de armazenamento.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: É obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal emitida, no ato da compra. A devolução deve ser feita no prazo de até um ano da data da compra ou, até o prazo de validade do produto. O usuário deve guardar o comprovante de devolução pelo prazo mínimo de um ano.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. O transporte de agrotóxicos, seus componentes e afins e sobras de produtos está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consultar o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

MÉTODO DE DESATIVAÇÃO DO PRODUTO: A incineração é o método indicado, em fornos apropriados, a uma temperatura de 250-300 ºC, com um tempo mínimo de permanência de 2 segundos. A hidrólise alcalina (hidróxido de sódio a 10%) até chegar a pH 14 também se constitui em um processo eficiente para a desativação do produto.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados. Qualquer agente de controle de insetos pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC – BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil do inseticida:
- Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser usado em gerações consecutivas da praga;
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo;
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas;
- Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex.: controle cultural, biológico, químico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.