Bula Coyote WG - Adama

Bula Coyote WG

acessos
Atrazina
10507
Adama

Composição

Atrazina 900 g/kg Triazina

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo

Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, no sistema de plantio convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação. No sistema de plantio direto, deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, no sistema de plantio convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação. No sistema de plantio direto, deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Aveia preta
(Avena strigosa)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, no sistema de plantio convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação. No sistema de plantio direto, deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, no sistema de plantio convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação. No sistema de plantio direto, deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, no sistema de plantio convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação. No sistema de plantio direto, deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, no sistema de plantio convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação. No sistema de plantio direto, deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, no sistema de plantio convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação. No sistema de plantio direto, deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, no sistema de plantio convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação. No sistema de plantio direto, deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, no sistema de plantio convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação. No sistema de plantio direto, deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, no sistema de plantio convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação. No sistema de plantio direto, deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Catirina
(Hyptis lophanta)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, no sistema de plantio convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação. No sistema de plantio direto, deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, no sistema de plantio convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação. No sistema de plantio direto, deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, no sistema de plantio convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação. No sistema de plantio direto, deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, no sistema de plantio convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação. No sistema de plantio direto, deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, no sistema de plantio convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação. No sistema de plantio direto, deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, no sistema de plantio convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação. No sistema de plantio direto, deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, no sistema de plantio convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação. No sistema de plantio direto, deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, no sistema de plantio convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação. No sistema de plantio direto, deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, no sistema de plantio convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação. No sistema de plantio direto, deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, no sistema de plantio convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação. No sistema de plantio direto, deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, no sistema de plantio convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação. No sistema de plantio direto, deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, no sistema de plantio convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação. No sistema de plantio direto, deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Soja
(Glycine max)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, no sistema de plantio convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação. No sistema de plantio direto, deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, no sistema de plantio convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação. No sistema de plantio direto, deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Trigo
(Triticum aestivum)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, no sistema de plantio convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação. No sistema de plantio direto, deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho. Quando for aplicar em pós-emergência do milho e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência (cultura e plantas daninhas)
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência (cultura e plantas daninhas)
Aveia preta
(Avena strigosa)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência (cultura e plantas daninhas)
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência (cultura e plantas daninhas)
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência (cultura e plantas daninhas)
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência (cultura e plantas daninhas)
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência (cultura e plantas daninhas)
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência (cultura e plantas daninhas)
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência (cultura e plantas daninhas)
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência (cultura e plantas daninhas)
Catirina
(Hyptis lophanta)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência (cultura e plantas daninhas)
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência (cultura e plantas daninhas)
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência (cultura e plantas daninhas)
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência (cultura e plantas daninhas)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência (cultura e plantas daninhas)
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência (cultura e plantas daninhas)
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência (cultura e plantas daninhas)
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência (cultura e plantas daninhas)
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência (cultura e plantas daninhas)
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência (cultura e plantas daninhas)
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência (cultura e plantas daninhas)
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência (cultura e plantas daninhas)
Soja
(Glycine max)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência (cultura e plantas daninhas)
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência (cultura e plantas daninhas)
Trigo
(Triticum aestivum)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pós-emergência (cultura e plantas daninhas)

- Saco (aluminizado, plástico ou de papel com revestimento interno plastificado ou aluminizado) externo com ou sem saquinho interior hidrosolúvel com capacidade para 100, 200, 250, 500, 1000, 2000, 2500 e 5000 g;
- Caixa secundária (de cartão, plástico ou papelão) com capacidade para 100, 200, 250, 500, 1000, 2000, 2500, 5000 g e 5, 10 e 20 Kg;
- Frasco, pote, galão, balde ou bombona (de plástico ou metal) com ou sem saquinho interno hidrosolúvel com capacidade para 100, 200, 250, 500, 1000, 2000, 2500 e 5000g;
- Tambor (metálico ou plástico) com ou sem saquinho interno hidrosolúvel com capacidade para 50, 100, 150, 200 quilos;
- Big-bag de plástico estruturado com capacidade para 100, 200, 5000 e 1000kg;
- Container/Retornável (metálico) com capacidade para 500, 1000, 5000 e 10000kg.

1. INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:

1.1. Cultura.

O COYOTE WG é um herbicida seletivo para as culturas do milho e sorgo. Podendo ser aplicado antes e após a emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, e seletivo para a cultura do sorgo em aplicação após a emergência da cultura e das plantas infestantes.


1.2. PLANTAS INFESTANTES / DOSES:
Vide "Indicações de Uso/Doses".

1.3. NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Quando for aplicar em pré-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, no sistema de plantio convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida até a profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis à germinação. No sistema de plantio direto, deverá ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho. As doses indicadas de 2,0 a 3,0 Kg/ha estão em função do tipo de solo, se arenoso, areno-argiloso ou argiloso; do teor de matéria orgânica, da densidade das plantas infestantes, se baixa, em torno de 15 plantas/m2, média em torno de 50 plantas/m2 ou alta, superiores a 50 plantas/m2, fatores esses que contribuem para com o maior ou menor efeito residual do produto.




Quando for aplicar em pós-emergência do milho e do sorgo e das plantas infestantes deverá ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área.

Para as aplicações em pós-emergência é indispensável a adição de Óleo Vegetal a 1,0 L/ha, na presença das espécies gramíneas, devido a maior tolerância a ação do herbicida quanto a absorção do produto através das folhas.
Na presença das espécies dicotiledônea (folhas largas), não necessariamente, deverá ser adicionado o Óleo Vegetal, devido a maior suscetibilidade das espécies quanto a ação em pós-emergência, porém a adição do Óleo Vegetal poderá aumentar a eficiência, principalmente paras as menores doses ou em estádios mais desenvolvidos ou caso esteja ocorrendo período de estiagem, desde que seja possível a aplicação do herbicida em pós-emergência.

Quando aplicar em pós-emergência, sempre observar o estádio recomendado das plantas infestantes na área, observando se as plantas não estão estressadas por estiagens prolongadas.

No entanto, para obtenção dos melhores resultados tanto em pré ou após a emergência há mais fatores a serem considerados, tais como: os tipos de espécies, onde algumas são extremamente sensíveis e outras são mais tolerantes, da profundidade de germinação, onde algumas germinam em camadas superficiais e outras em camadas mais profundas, das épocas mais apropriadas para a germinação de cada espécie, das condições climáticas e da densidade populacional das espécies. As aplicações deverão ser realizadas nos períodos em que a temperatura do ar esteja entre 18 a 30oC, umidade relativa do ar superior a 60% e a velocidade dos ventos em no máximo 6,0km/hora.

Freqüência de Aplicação:

O COYOTE WG deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura do milho, podendo ser realizada uma aplicação em pré ou pós-emergência por ocasião da implantação da cultura no sistema de plantio convencional com preparo do solo ou no sistema de plantio direto após a dessecação da vegetação existente.
O COYOTE WG deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura do sorgo, somente após a emergência da cultura e das plantas infestantes.


1.4. MODO DE APLICAÇÃO:

Aplicação Terrestre:

O COYOTE WG pode ser aplicado via terrestre através de pulverizador tratorizado de barras, equipados com pontas do tipo jato em leque plano das séries 110.02 a 110.04 e volumes de 100 a 400 L/ha, ou pulverizador costal manual, conforme mais informações contidas no Quadro 3.
Quadro 3. Tipos de pontas, cor da ponta, pressão e velocidade de trabalho, espaçamento entre pontas, altura do alvo e volume de calda.


Tipo de ponta Cor da ponta Pressão * Vel.* Dist.* Altura* Volume de calda*
AIJET 110.02 Amarelo 40 5 - 10 50 cm 50 cm 200 - 100
AIJET 110.03 Azul 40 5 - 10 50 cm 50 cm 300 - 150
XR Teejet 110.02 Verde 40 5 - 10 50 cm 50 cm 200 - 110
XR Teejet 110.03 Amarelo 40 5 - 10 50 cm 50 cm 300 - 150



XR Teejet 110.04 Azul 40 5 - 10 50 cm 50 cm 400 - 200
DG Teejet 110.02 Amarelo 40 5 - 10 50 cm 50 cm 200 - 100
DG Teejet 110.03 Azul 40 5 - 10 50 cm 50 cm 300 - 150
DG Teejet 110.04 Vermelho 40 5 - 10 50 cm 50 cm 400 - 200
Twinjet 110.02 Amarelo 40 5 - 10 50 cm 50 cm 200 - 100
Twinjet 110.03 Azul 40 5 - 10 50 cm 50 cm 300 - 150
Twinjet 110.04 Vermelho 40 5 - 10 50 cm 50 cm 400 - 200
Turbo Floodjet TF 02 Vermelho 40 5 - 10 75 cm 75 cm 300 - 150
Turbo Floodjet TF 02 Vermelho 40 5 - 10 100 cm 100 cm 250 - 100
Turbo Floodjet TF 03 Marron 40 5 - 10 75 cm 75 cm 500 - 200
Turbo Floodjet TF 03 Marron 40 5 - 10 100 cm 100 cm 350 - 150
Turbo Teejet 110.02 Amarelo 40 5 - 10 50 cm 50 cm 200 - 100
Turbo Teejet 110.03 Azul 40 5 - 10 50 cm 50 cm 300 - 150
Turbo Teejet 110.04 Vermelho 40 5 - 10 50 cm 50 cm 400 - 200
XR Teejet 110.02 Amarelo 40 5 - 10 50 cm 50 cm 200 - 100
XR Teejet 110.02 Azul 40 5 - 10 50 cm 50 cm 300 - 150
XR Teejet 110.02 Vermelho 40 5 - 10 50 cm 50 cm 400 - 200

*Pressão em Lb/poL²
*Velocidade em Km/h
*Distância entre pontas
*Altura do alvo
*Volume de calda em l/ha.



Aplicação Aérea

O COYOTE WG pode ser aplicado via área através de aeronaves do tipo Air Tractor AT 401 B, equipada com barra contendo 42 pontas do tipo Spraying Systems D 8, core 46, faixa de aplicação em 22,0 m pressão de 200 kilopascal, proporcionando um volume de 40 L/ha de calda, densidade de 40 gotas/cm2 e com diâmetro superior a 400 micra.

Parâmetros básicos para a aplicação aérea do herbicida COYOTE WG.

Época de aplicação Volume de calda DMV (um) Cobertura (Gotas/cm²) Faixa de aplicação
Pré-emergência e
Pós-emergência 40 L/ha >400 40 22,0 m


1.5. INTERVALO DE SEGURANÇA PARA A CULTURA INDICADA.

CULTURA
Milho......................................................................................................................(1)
Sorgo......................................................................................................................(1)

(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.


1.6. INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Intervalo de reentrada recomendado é de 01 dia. Caso necessite entrar nas áreas tratadas antes do término de reentrada, utilize os EPI’s indicados no item Precauções durante a aplicação na bula do MS.






1.7. LIMITAÇÕES DE USO:

- Uso exclusivo para a cultura do milho, pré e pós-emergência para a cultura e das plantas infestantes e somente em pós-emergência para a cultura do sorgo.
- Fitotoxicidade para as culturas registradas: ausente se aplicado de acordo com as recomendações.
- Não aplicar em pós-emergência se as plantas infestantes estiverem em condições de estresse por longo período de estiagem ou outros fatores.
- Não aplicar em pós-emergência com umidade relativa inferior a 60%.
- Não aplicar com ventos superiores a 6,0km/hora para não promover deriva para regiões vizinhas.
- Verificar no momento da aplicação em pré ou pós-emergência a velocidade dos ventos e a presença de cultivos sensíveis que não sejam o milho ou sorgo.
- Na cultura do sorgo aplicar somente em pós-emergência da cultura e das plantas infestantes.


1.8. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.


1.9. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação


1.10 INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.


1.11 INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

2. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES

PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO

PRECAUÇÕES GERAIS:
-Produto para uso exclusivamente agrícola;
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
-Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados;
- Equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
-Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados;
-Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos;
-Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
-Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
-Produto extremamente irritante para os olhos
-Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
-Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. – Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO.
-Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia;
-Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costal. Se utilizar trator (ou avião), aplique o produto contra o vento.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe, e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO.
-Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
-Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
-Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
-Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
-Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
-Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
-Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
-Não reutilize a embalagem vazia;
-No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;

PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo e bula ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: em caso de ingestão não provoque vômito. Entretanto é possível que o mesmo ocorra espontaneamente não devendo ser evitado. Caso ocorra, deite o paciente de lado para evitar que aspire resíduo. ATENÇÃO: nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente.

Olhos: em caso de contato lave com água corrente em abundância durante 15 minutos.

Pele: em caso de contato, lave com água e sabão neutro em abundância.

Inalação: em caso de inalação, transporte o intoxicado para local arejado. Se o acidentado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o para assistência médica mais próxima.

ANTÍDOTO:
Nenhum antídoto específico é conhecido.

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico: Triazina
Classe toxicológica: I – EXTREMAMENTE TÓXICO
Vias de absorção: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética : Atrazina:
A atrazina é metabolizada a seus derivados mono e dialquilados em humanos e animais. Ela é excretada como derivados alquiladas e derivados de ácido mercaptúrico primariamente na urina, sendo as fezes uma via menor de excreção.
Num estudo de absorção dérmica, 10 voluntários humanos foram expostos a uma dose simples tópica de 0,1667 mg (dose baixa) e 1,9751 mg (dose alta) de atrazina marcada com C14. A maioria (91,1 – 95,5%) da dose não absorvida foi detectada em amostras obtidas pela lavagem da pele 24 horas após a administração da dose. Após 168 horas, apenas 5,6% da dose foi absorvida e excretada na urina e fezes do grupo da dose baixa e apenas 1,2% no grupo da dose elevada. Em ambos os grupos, o pico de eliminação urinária ocorreu em 24-48 horas e o pico de eliminação fecal ocorreu em 48-72 horas.
Mecanismos de toxicidade: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Sintomas e sinais clínicos: Atrazina:
A toxicidade sistêmica aguda costuma não ocorrer até que grandes quantidades tenham sido ingeridas. Não há dados publicados de toxicidade sistêmica aguda em humanos e, apenas em doses elevadas, outros mamíferos apresentaram sintomas de neurotoxicidade (incoordenação motora, paralisia dos membros, alterações respiratórias).

Exposição Aguda
Foi ralatada elevação de temperatura em estudos com animais. A atrazina pode causar irritação ocular.
Cardiovascular
Ocorreu colapso circulatório após a ingestão de um herbicida contendo atrazina.
Respiratório
Pode ocorrer irritação do trato aéreo superior e alterações respiratórias. A aspiração de produtos contendo solventes orgânicos pode causar ataxia, anorexia, dispnéia e espasmos musculares; sintomas estes relatados em estudos com animais.
Neurológico
Foi relatado coma após ingestão de um herbicida contendo atrazina, aminotriazol, etileno glicol e formaldeído.
Tremores musculares, tetania e ataxia foram relatados em animais após a ingestão de herbicidas triazínicos.
Gastrintestinal
Em estudos em animais, observou-se anorexia e salivação. Pode ocorrer náusea, vômito, diarréia, dor abdominal, e sensação de queimação na boca.
Hepático
Foi relatada necrose hepática.
Geniturinário
Foi relatada falência renal, várias horas após ingestão intencional de um herbicida contendo atrazina, aminotriazol, etileno glicol e formaldeído.
Hematológico
Ocorreu coagulação intravascular disseminada, várias horas após a ingestão intencional de um herbicida contendo atrazina, aminotriazol, etileno glicol e formaldeído.
Dermatológico
A atrazina é um sensibilizante dérmico. Irritação da pele e olhos são os sintomas mais freqüentemente observados.
Endócrino
Foram observados, em estudos com animais, hipertireoidismo e elevação dos níveis de T3 com níveis de Tiroxina e TSH normais. A atrazina parece interferir no controle hipotalâmico da função do eixo pituitário-ovariano em ratas ovariectomizadas.

Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
Tratamento: Atrazina:
Exposição Oral
A) Êmese: a indução do vômito empregando-se ipeca não é recomendada, pois há muito pouca informação acerca dos efeitos da overdose em humanos.
B) Carvão Ativado: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água / 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em infantes com menos de 1 ano de idade.
C) Lavagem gástrica: Considere após ingestão de uma quantidade de veneno potencialmente perigosa à vida, se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora).
Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-intubados; após ingestão de compostos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
D) Se pessoas expostas a agrotóxicos do grupo das triazinas exibirem sintomas de toxicose severa, deve ser considerada a absorção concomitante de outras toxinas.
Exposição Inalatória
Remova o paciente para um local arejado. Monitore quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie para irritação do trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, conforme necessário. Trate o broncoespasmo com agonista beta 2 via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.
Exposição Ocular
Decontaminação: Lave os olhos expostos com quantidade copiosa de água corrente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição Dérmica
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com quantidade copiosa de água. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.

Contra-indicações A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco potencial de aspiração.
Atenção Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-400 7505



MECANISMO DE ABSORÇÃO, AÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Atrazina é rapidamente absorvida pelo trato gastrointestinal. Quando uma dose única de 0,53mg de atrazina foi administrada a ratos por gavagem, 20% dessa dose foi excretada pelas fezes em 72 horas. O restante, 80% da dose administrada, foi absorvida pela corrente sanguínea. Depois de 72 horas, 65% foi eliminado pela urina e 15% ficou retido no tecido corporal, principalmente no fígado, rins e pulmões.

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
DL50 oral em ratos > 5.512 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos > 5.000 mg/Kg p.c.
Irritação ocular em ratos: vermelhidão na conjuntiva, até 72 horas após a aplicação do produto; opacidade de córnea após 24 horas da aplicação do produto.
Irritação dérmica: eritema sem quaisquer sinais de irritação.
Sensibilização dérmica: não sensibilizante

EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
40% dos ratos que receberam 20 mg de atrazina/kg p.c./dia via oral, durante 6 meses, morreram com sinais de sofrimento respiratório e paralisia dos membros do corpo. Alterações estruturais e químicas foram observadas no cérebro, coração, fígado, pulmões, rins, ovários e órgãos endócrinos. Ratos alimentados com 5 ou 25 mg de atrazina/kg p.c./dia, por 6 meses, apresentou retardo no crescimento. Em um estudo de cães, por 2 anos com 7,5 mg de atrazina/kg p.c./dia, causou diminuição da ingestão de alimentos e aumento no peso do coração e do fígado. Com a administração de 75 mg de atrazina/kg p.c./dia, observou-se diminuição na ingestão de alimentos e no ganho de peso, aumento do peso adrenal, diminuição na contagem de células sanguíneas e tremores ocasionais.

3. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:


3.1 - PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
- ? - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxico em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de águas para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

3.2 - INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3 - EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: MILENIA AGROCIÊNCIAS S/A - Telefones de emergência: 0800 111 767 ou 0800 7071 767
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
. Piso Pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

. Solo: retire as camadas de terra contaminadas até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

3.4 - PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGENS RÍGIDAS LAVÁVEIS
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água da lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL (EMBALAGENS DE GRANDE VOLUME RETORNÁVEIS)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGENS FLEXÍVEIS
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas -modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.




EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuada em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTO
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais componentes.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.


4. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

1.12 INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Até a presente data no Brasil é desconhecido algum biótipo, naturalmente resistente ao produto, que anteriormente era controlado com eficiência nas doses indicadas.
O uso continuado de herbicidas, com o mesmo mecanismo de ação, pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicadas herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registradas para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade