Bula Cronnos

acessos
Mancozeb
13417
Adama

Composição

Mancozeb 600 g/kg Alquilenobis (ditiocarbamato)
Picoxistrobina 40 g/kg Estrobilurina
Tebuconazole 40 g/kg Triazol

Classificação

Fungicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato, Sistêmico
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem asiática
(Phakopsora pachyrhizi)
1500 a 2500 g.p.c./ha 150 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 15 dias 30 dias Realizar a primeira aplicação de forma preventiva. Adicionar adjuvante à base de óleo vegetal a 0,5% v/v
Mancha alvo
(Corynespora cassiicola)
1500 a 2500 g.p.c./ha 150 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 15 dias 30 dias Realizar a primeira aplicação de forma preventiva. Adicionar adjuvante à base de óleo vegetal a 0,5% v/v
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
1500 a 2000 g.p.c./ha 150 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 15 dias 30 dias A aplicação deverá ser efetuada a partir do florescimento (estádio fenológico R1 - R3). Adicionar adjuvante à base de óleo vegetal a 0,5% v/v

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Para o controle das doenças de final de ciclo (Crestamento-foliar e Mancha-parda) a aplicação deverá ser efetuada a partir do florescimento (estádio fenológico R1 - R3) e repetir se necessário, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de aplicação de 20 dias.
Para o controle da Ferrugem-asiática, realizar a 1ª aplicação de forma preventiva ou a partir do florescimento (estádio fenológico R1 - R3); reaplicar em intervalo de 20 dias, caso as condições estejam favoráveis para o desenvolvimento da doença.
Observar condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento desta doença: chuvas bem distribuídas com longos períodos de molhamento, presença frequente de orvalho pela manhã e temperatura variando entre 18° a 28°C.
O monitoramento da doença é recomendado a partir da emissão das primeiras folhas no estádio vegetativo, uma vez que a doença pode ocorrer em qualquer estádio fenológico da cultura. Deve-se intensificar o monitoramento nas semeaduras mais tardias, nos estádios críticos de pré-florada e no início dos estádios reprodutivos, e quando detectada a ferrugem na região. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 20 dias.
MODO DE APLICAÇÃO: A aplicação poderá ser efetuada através de pulverização terrestre e aérea.
APLICAÇÃO TERRESTRE: Deve ser aplicado na parte aérea das plantas com equipamentos terrestres tratorizados, equipados com pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico ou leque, que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que apresentem pouca deriva:
- Pressão de trabalho: 30 - 60 lb/pol²;
- Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micra) VMD;
- Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm²;
- Volume de calda: 200 L/ha.
APLICAÇÃO ÁEREA: O HOROS deve ser aplicado via aérea através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos hidráulicos Spraying Systems D8, core 46 ou atomizadores rotativos (Micronair AU 5000 ou semelhante) apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota fina a média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Altura de voo: A altura do voo depende das características da aeronave, das condições da área-alvo, em especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao voo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas, em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de voo situa-se entre 2 a 4 metros acima da vegetação a controlar, sendo maior quanto maior o porte da aeronave. Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. Deve ser determinada mediante testes de deposição com as aeronaves e equipamentos que serão empregados na aplicação. Varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas.
Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micra) VMD. Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação e/ou deriva, monitorando sempre as variáveis meteorológicas. Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm² variando com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.
Volume de aplicação: Deve ser estabelecido em função do diâmetro e densidade de gotas. Como orientação geral, aplicar de 20 a 40 litros/hectare de calda.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação via terrestre e aérea do produto, tais como:
- Temperatura ambiente até 30°C;
- Umidade relativa do ar no mínimo de 50%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
INTERVALO DE SEGURANÇA: Soja...........................................................30 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivo para culturas agrícolas.
- Não é permitido a mistura em tanque deste produto com outro agrotóxico.
- Fitotoxicidade ausente se aplicado de acordo com as recomendações.
IMPORTANTE:
Antes de usar o produto, observar as demais informações contidas no rótulo e/ou bula. Consulte sempre as medidas gerais quanto às precauções no manuseio.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso continuado de fungicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento da resistência a produtos com este mecanismo de ação. Como prática de manejo de resistência de doenças fúngicas, deverão ser aplicados, alternadamente, fungicidas com diferentes mecanismos de ação. Os fungicidas deverão estar registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de fungicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.