Bula Cruiser 350 FS

acessos
Thiamethoxam
3105
Syngenta

Composição

Tiametoxam 350 g/L Neonicotinóide

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada para Tratamento de Sementes (FS)
Sistêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do algodoeiro
(Eutinobothrus brasiliensis)
400 a 600 mL p.c./100 kg de sementes 500 a 800 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
400 a 600 mL p.c./100 kg de sementes 500 a 800 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Tripes
(Frankliniella schultzei)
400 a 600 mL p.c./100 kg de sementes 500 a 800 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do bronzeamento
(Enneothrips flavens)
150 a 200 mL p.c./100 kg de sementes 300 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicheira da raiz do arroz
(Oryzophagus oryzae)
300 a 400 mL p.c./100 kg de sementes 1,5 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Broca do colo
(Elasmopalpus lignosellus)
300 a 400 mL p.c./100 kg de sementes 1,5 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Cigarrinha das pastagens
(Deois flavopicta)
200 a 400 mL p.c./100 kg de sementes 1,5 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Cupim
(Procornitermes triacifer)
200 a 400 mL p.c./100 kg de sementes 1,5 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Pulgão da raiz
(Rhopalosiphum rufiabdominale)
50 a 100 kg p.c. / 100 kg sementes 1,5 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da raiz
(Rhopalosiphum rufiabdominale)
50 a 100 kg p.c. / 100 kg sementes 1,5 L de calda/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cupim
(Procornitermes triacifer)
10 a 15 mL/1000 propágulos 1200 L/ha - Aplicação através de tratamento industrial, pela empresa registrante, de propágulos vegetativos (mudas) antes do plantio na cultura de canade-açúcar Não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação através de tratamento industrial, pela empresa registrante, de propágulos vegetativos (mudas) antes do plantio na cultura de canade-açúcar
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde dos cereais
(Rhapalosiphum graminum)
70 a 150 mL p.c./100 kg de sementes 300 a 500 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
200 a 300 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
200 a 300 mL p.c./100 kg de sementes - - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Girassol Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
800 a 1000 mL p.c./100 kg de sementes 300 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colo
(Elasmopalpus lignosellus)
120 mL p.c. / 60.000 sementes 500 a 800 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Cigarrinha das pastagens
(Deois flavopicta)
80 mL p.c. / 60.000 sementes 500 a 800 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Cigarrinha do milho
(Dalbulus maidis)
80 mL p.c. / 60.000 sementes 500 a 800 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Coró-da-soja
(Liogenys fuscus)
120 mL p.c. / 60.000 sementes 500 a 800 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Percevejo barriga verde
(Dichelops furcatus)
120 mL p.c. / 60.000 sementes 500 a 800 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cupim
(Cornitermes cumulans)
100 a 300 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colo
(Elasmopalpus lignosellus)
200 mL p.c./100 kg de sementes 300 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Coró-da-soja
(Liogenys fuscus)
300 mL p.c./100 kg de sementes 300 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Cupim
(Procornitermes triacifer)
100 a 200 mL p.c./100 kg de sementes 300 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
200 a 300 mL p.c./100 kg de sementes 300 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Tamanduá da soja
(Sternechus subsignatus)
200 mL p.c./100 kg de sementes 300 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Torrãozinho
(Aracanthus mourei)
50 a 70 mL p.c./100 kg de sementes 300 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
150 a 300 mL p.c./100 kg de sementes 300 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo barriga verde
(Dichelops melacanthus)
100 a 150 mL p.c./100 kg de sementes 300 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo barriga verde
(Dichelops furcatus)
100 a 150 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Pulgão verde dos cereais
(Rhapalosiphum graminum)
50 a 70 mL p.c./100 kg de sementes 300 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes

Frasco plástico de 0,25; 1,0; 1,5 e 3 litro.
Bombona plástica de 5, 6, 10 e 20litros.
Tambores de plástico de 20, 50, 100, 160, 180, 200 e 220 litros.
Farm-pack plástico de 420, 500 e 100 litros.
Bulk aço/ferro/plástico de 1.000, 5.000, 10.000 e 20.000 litros.
Tambor aço/ferro de 160, 180 e 220 litros.
Taque aço/ferro/plástico de 1.000, 5.000, 10.000 e 20.000 litros.

INSTRUÇÕES DE USO:
CRUISER 350 FS aplicado sobre sementes é prontamente absorvido e se distribui rapidamente pelos tecidos da planta, após a germinação, conferindo proteção prolongada contra o ataque de pragas.

"Cruiser 350 FS além do controle de pragas, por apresentar efeito bioativador, pode melhorar o desenvolvimento das plantas, como a velocidade de emergência, sistema radicular e parte aérea, o que poderá resultar em incremento de produtividade e qualidade do produto final”.

MODO DE APLICAÇÃO:

OBSERVAÇÕES:

Algodão e amendoim: a dose maior deverá ser usada em regiões onde ocorreu alta infestação de mosca branca, inclusive com presença de mosaico dourado, no plantio imediatamente anterior ao para o qual está se fazendo o tratamento de sementes.

Arroz: é normalmente muito alta a infestação de broca do colo (lagarta-elasmo), em áreas onde se fez queimada de restos culturais ou de pastagens. Por essa razão, não se aconselha o plantio imediato nessas áreas. Recomenda-se fazer, antes do plantio, na preparação do solo, um bom revolvimento do mesmo, para promover um controle cultural da praga. Usar maior dose recomendada, quando houver histórico de ocorrência das pragas.

Cana-de-açúcar (Propágulos Vegetativos):
USO EXCLUSIVO EM INDUSTRIA: Aplicação através de tratamento industrial, pela empresa registrante, de propágulos vegetativos (mudas) antes do plantio na cultura de cana-de-açúcar. É VEDADA QUALQUER OUTRA MODALIDADE DE USO.

Cevada: a dose maior deverá ser usada em regiões onde ocorreu alta infestação das pragas no plantio anterior, ou seja, áreas com histórico de ocorrência das pragas.

Feijão: evite o plantio de feijão junto a lavouras antigas desta cultura ou de soja. Nessas condições, quando da colheita destas áreas, haverá uma grande migração de mosca-branca, tornando inevitável a transmissão da virose para a cultura nova. Recomenda-se plantar novamente nessas áreas, somente após a colheita das lavouras antigas. Usar maior dose recomendada, quando houver histórico de ocorrência das pragas.

Girassol: a dose maior deverá ser utilizada visando à obtenção de maiores períodos de controle (residual).

Milho: a dose maior deverá ser usada em casos de alta infestação, em condições de infestação inicial ou baixa população da praga usar a dose menor.

Pastagem: usar a maior dose recomendada, quando houver histórico de ocorrência da praga.

Soja: a dose maior deverá ser usada em regiões onde ocorreu alta infestação da praga no plantio anterior.

Sorgo: a dose maior deverá ser usada em locais de alta infestação e de plantio direto, pois os percevejos aparecem a partir da emergência das plântulas, aumentando no início do período vegetativo e sua população é muito maior em áreas de plantio direto, pois a cobertura vegetal favorece a manutenção e o estabelecimento desse percevejo.

Trigo: usar maior dose para as variedades suscetíveis ao VNAC.


VOLUMES DE CALDA RECOMENDADOS:

Para o tratamento de sementes de algodão, milho e trigo, diluir o produto em 500 mL de água, o suficiente para tratar 100 kg de sementes.
Para o tratamento de sementes de amendoim, feijão e soja, diluir o produto em 300 mL de água, o suficiente para tratar 100 kg de sementes.
Para o tratamento de sementes de arroz, é necessário 1,5 L de água para tratar 100 kg de sementes e obter uma boa cobertura das sementes.
Para o tratamento de sementes de cevada, diluir o produto em 300-500 mL de água, o suficiente para tratar 100 kg de sementes.
Para o tratamento de sementes de girassol, diluir o produto em 300 mL de água, o suficiente para tratar 100 kg de sementes.
Para o tratamento de sementes de pastagem, diluir o produto em 500 mL de água, o suficiente para tratar 100 kg de sementes.
Para o tratamento de sementes de sorgo, diluir o produto em 300 mL de água, o suficiente para tratar 100 kg de sementes.

PREPARO DA CALDA:

Passo 1 - colocar a quantidade de produto desejada em um recipiente próprio para o preparo da calda;
Passo 2 - colocar parte da água desejada gradativamente, misturando e formando uma pasta homogênea;
Passo 3 - completar com a quantidade de água restante até atingir o volume de calda desejado.
Importante: manter a calda em agitação permanente, para evitar decantação.


EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Utilizar equipamentos que propiciem uma distribuição uniforme da calda sobre as sementes.
Existem máquinas específicas para tratamento de sementes fornecidas pelos seguintes fabricantes:
Momesso (modelos: Amazone Transmix, Arktos, Seed–Mix, etc.), MecMaq (modelos: Turbo, Nypro, Tratec, UTS, UMTS, etc.), Niklas, Gustafson, etc.

Manutenção:
Os mecanismos dosadores e pulverizadores destes equipamentos devem ser revisados e limpos diariamente ou a cada parada do equipamento. Resíduos de calda podem reduzir a capacidade das canecas ou copos dosadores ou afetar a regulagem de bicos e ou mecanismos de aplicação da calda sobre as sementes.

Operação de tratamento de sementes de soja:
Com equipamentos de tratamento de batelada ou lotes, dos tipos Amazone Transmix, MecMaq Tratec, tambores rotativos, betoneiras e/ou similares:
Passo 1 - colocar um peso de sementes conhecido;
Passo 2 - adicionar o volume de calda desejada para este peso de sementes;
Passo 3 - proceder à agitação/operação do equipamento de forma a obter uma distribuição uniforme da calda sobre as sementes durante um tempo de 1 a 2 minutos por batelada.

Com equipamentos de tratamento com fluxo contínuo de sementes:
Passo 1 – aferir o fluxo de sementes (peso) em um determinado período tempo;
Passo 2 – regular o volume de calda desejado para este peso de sementes no mesmo período de tempo.

Importante:
Aferir periodicamente o fluxo de sementes e de calda, a fim de evitar erros na aplicação.
Não tratar as sementes diretamente sobre lonas, sacos ou mesmo nas caixas de sementes das máquinas semeadoras.
A utilização de meios de tratamento de sementes que provoquem uma distribuição incompleta ou desuniforme do produto sobre as sementes pode resultar em níveis indesejados ou falhas no controle de pragas.

INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):

Para as cultura de ALGODÃO, AMENDOIM, ARROZ, CEVADA, FEIJÃO, GIRASSOL, MILHO, PASTAGEM, SOJA, SORGO, TRIGO:
Não determinado devido à modalidade de emprego (tratamento de sementes)

CANA-DE-AÇÚCAR:
Não determinado devido à modalidade de emprego (tratamento propágulos vegetativos - mudas)

LIMITAÇÕES DE USO:

Na operação de semeadura mecanizada com sementes tratadas, estas apresentam uma redução no fluxo, comparativamente a sementes não tratadas. Para evitar utilizar uma quantidade menor de sementes que a usual e recomendada, deve-se regular a semeadura com as sementes já tratadas. As semeadoras e seus kits de distribuição de sementes devem ser limpos diariamente para evitar o acúmulo de resíduos nas paredes e engrenagens das mesmas. A falta deste tipo de manutenção pode alterar o fluxo de semeadura ou até mesmo provocar o bloqueio do equipamento. A não observância destas indicações pode resultar em baixa população de plantas, falha no plantio, excesso de sementes por metro ou outras irregularidades no plantio. Em função da baixa quantidade do produto, a ser uniformemente distribuída em 100 kg de sementes, recomenda-se cuidados especiais nessa operação.

Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
CRUISER 350 FS não apresenta qualquer efeito fitotóxico nas culturas e doses recomendadas.

Outras restrições a serem observadas:
No estabelecimento de lavouras em sistema de plantio direto - cultivo mínimo sobre palhadas (restevas) de culturas de inverno (trigo, aveia, pastagens, etc) é comum a ocorrência do ataque de diversas espécies de lagartas (como por exemplo: Pseudaletia spp. - Lagarta do Trigo / Agrotis spp. - Lagarta rosca / Spodoptera spp. - Lagarta do cartucho, etc) que migram destas restevas (restos culturais) ou de plantas tigüeras (guachas), muitas vezes, em grande quantidade, para as culturas recém-instaladas. Nestes casos, recomenda-se aplicar um inseticida específico para o controle destas lagartas, junto à operação de manejo antes da semeadura da nova cultura. Esta estratégia de dessecação da cultura anterior e das ervas daninhas, deve ser realizada uma semana antes da semeadura, reduzindo as chances de ocorrência do ataque de lagartas grandes na emergência da cultura, pois estas lagartas, pelo porte avantajado, escapam ao controle do tratamento de sementes.

ATENÇÃO: As sementes tratadas com CRUISER 350 FS não devem ser usadas para alimentação humana, animal ou para fins industriais.

As sementes tratadas não devem ficar expostas ao sol.

PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS, QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTOS E TRATAMENTOS, NO QUE SE DIZ RESPEITO A SAÚDE HUMANA :
ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES:

PRECAUÇÕES GERAIS
- Uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
- Não utilize equipamentos com vazamentos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
- Não transporte o produto juntamente com rações, alimentos, medicamentos, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO
- Use protetor ocular.
- Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
- Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
- Use luvas de borracha.
- Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
- Use macacão com mangas compridas e avental impermeável, touca árabe, óculos ou viseira facial, luvas, botas de borracha e máscara protetora.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação.
- Não aplique o produto contra o vento.
- Use máscara cobrindo o nariz e a boca.
- Use macacão com mangas compridas ou avental impermeável, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas de borracha e máscara protetora.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Não reutilize as embalagens vazias.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho, troque e lave as suas roupas separadamente das roupas da família. Use avental impermeável para lavar os equipamentos de proteção.

PRIMEIROS SOCORROS:
EM CASO DE INGESTÃO. Não provoque vômito. Ligue para telefone de emergência, mencionado nesta bula. Procure imediatamente o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receita agronômica do produto.
Não dê nada por via oral para uma pessoa inconsciente.
EM CASO DE CONTATO COM OS OLHOS
Lave com água em abundância por vários minutos e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receita agronômica do produto.
EM CASO DE CONTATO COM A PELE
Remova as roupas contaminadas e lave a pele com água e sabão em abundância. Procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receita agronômica do produto.
EM CASO DE INALAÇÃO: - Remova a vítima para local arejado. Se ocorrer parada respiratória, administre respiração artificial, preferivelmente boca a boca. Procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receita do produto.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:
A norma geral adotada internacionalmente não contempla a realização desses estudos no ser humano. Todavia, estudos efetuados com animais de laboratório possibilitam fornecer as seguintes informações sobre mecanismo de ação, absorção e excreção:
A administração do Thiamethoxam na dieta de ratos em laboratório mostrou que o produto é completamente e rapidamente absorvido do trato gastrointestinal para o sistema circulatório e rapidamente eliminado pelo organismo principalmente através da urina, em período aproximado de 24 horas. 70 a 80% da dose administrada é eliminada na forma do composto original.
Efeitos agudos e crônicos:
DL50 aguda oral para ratos: maior que 3000 mg/kg
DL50 aguda dérmica para ratos: maior que 4000 mg/kg
Irritação dérmica: Não irritante
Irritação ocular: Não irritante
Sensibilização dérmica (cobaias): Não sensibilizante
CRÔNICOS: Em estudos realizados com animais de laboratório não foram registradas evidências de efeitos crônicos que representem risco significativo ao homem.
A administração do ingrediente ativo na dieta de ratos por período de 2 anos não revelou alterações relevantes quanto a sinais clínicos, toxicidade ocular, hematologia e parâmetros de urina e peso de órgãos.
Exames macroscópicos não revelaram alterações relacionadas ao tratamento. Não houve efeitos no nível de 500 ppm para ratos machos e 1000 ppm para fêmeas.
O produto foi também testado em camundongos em várias doses, sendo que, não houve alteração na taxa de mortalidade e sobrevivência nos animais tratados, comparado ao controle. Os sinais clínicos observados nos animais foi “abdomen estendido” em machos em dose de 2500 ppm e em fêmeas na dose de 1250 ppm. A maior dose tolerada foi de 500 ppm na dieta. O Nível sem efeito observado para estudo crônico neste animal foi de 20 ppm, equivalente a 2,63 a 3,6 mg/kg de peso corpóreo para machos e fêmeas, respectivamente. Portanto nestas doses e abaixo delas não houve efeito nos animais testados.

Efeitos adversos conhecidos:
Por não ser o produto de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.
Antídoto e tratamento (Informações para uso médico):
Não há antídoto específico. Tratamento sintomático em função do quadro clínico. Medidas terapêuticas imediatas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto e intensificar sua eliminação. Não se conhece interações medicamentosas ou contra-indicações no tratamento dos intoxicados com este produto.
Telefone para casos de emergência:
Plantão Syngenta 24 horas: Tel: 0800 160210
CENTRO DE INFORMAÇÕES TOXICOLÓGICAS:
São Paulo: (011) 257 7611/259 9846
Campinas: (019) 239 8670
Londrina: (043) 221-2001
Curitiba: (041) 225- 7540
Cuiabá: (065) 321-1212
Campo Grande: (067) 787-3333
Porto Alegre: (051) 223-6110/2290203

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
· Este produto é:
- PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
· Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
· Não utilize equipamento com vazamento.
· Aplique somente as doses recomendadas.
· Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
· A destinação inadequada das embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
· Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
· O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
· A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
· O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
· Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
· Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
· Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver as embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
· Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
· Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
· Isole e sinalize a área contaminada.
· Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA. - telefone de emergência: 0800-160210.
· Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de BORRACHA, óculos protetores e máscara com filtros).
· Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d´água. Siga as instruções abaixo:
· Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
· Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado acima.
· Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade de produto envolvido.

· Em caso de incêndio, use extintores (DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 ou PÓ QUÍMICO), ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
· Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
· Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
As observações abaixo deverão ser mantidas para embalagens SACARIAS (utilizadas para acondicionar sementes tratadas com CRUISER 350 FS)
- AS EMBALAGENS – SACARIAS – NÃO PODEM SER REUTILIZADAS PARA OUTROS FINS.
- AS EMBALAGENS - SACARIAS – NÃO PODEM SER LAVADAS.
- ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
O armazenamento das embalagens – SACARIAS – vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio das SACARIAS.
As embalagens – SACARIAS - vazias devem ser armazenada separadamente, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS – SACARIAS VAZIAS
Devem ser devolvidas em conjunto com a embalagem do agrotóxico CRUISER 350 FS ou no local onde foram adquiridas as sementes tratadas.

Terceiros que efetuarem o manuseio do agrotóxico, devem descrever nas sacarias que as sementes foram tratadas com o agrotóxico CRUISER 350 FS e informar que as mesmas devem ser devolvidas no local em que foram tratadas ou adquiridas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A Destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- E PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
(conforme determinações quando do cadastro do produto)

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, Inseticidas, Controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

CRUISER 350 FS é classificado como grupo 4 (Neonicotinóides) na classificação de Modo de Ação do IRAC.
Seu sítio de ação é classificado como "Agonista dos receptores de acetilcolina”.