Bula CUP001

acessos
Oxicloreto de cobre
10407
Albauch

Composição

Oxicloreto de cobre 840 g/kg Inorgânico

Classificação

Fungicida
IV - Pouco tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato
Abacate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 10 a 30 dias. Não determinado. Ao aparecimento dos primeiros sintomas
Cercosporiose
(Pseudocercospora purpurea)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 10 a 30 dias. Não determinado. Ao aparecimento dos primeiros sintomas
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
2 a 2,5 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 10 a 15 dias. Não determinado. Iniciar 40 a 45 dias após o plantio
Mancha preta
(Pseudocercospora personata)
2 a 2,5 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 10 a 15 dias. Não determinado. Iniciar aos 40 a 45 dias após o plantio
Verrugose
(Sphaceloma arachidis)
2 a 2,5 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - 10 a 15 dias. Não determiando. Ao aparecimento dos primeiros sintomas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
200 g p.c./100 L de água 600 a 800 L de calda/ha - 3 a 10 dias. Não determinado. Plantas estiverem com 15 cm de altura
Requeima
(Phytophthora infestans)
200 g p.c./100 L de água 600 a 800 L de calda/ha - 3 a 10 dias. Não determinado. Plantas estiverem com 15 cm de altura
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão parda
(Phytophthora palmivora)
6 a 12 g p.c. /pé conforme idade 160 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. Não determinado. Aparecimento dos primeiros sintomas. Iniciando em março/abril
Rubelose
(Erythricium salmonicolor)
6 a 12 g p.c. /pé conforme idade 160 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. Não determinado. Aparecimento dos primeiros sintomas. Iniciando em março/abril
Vassoura de bruxa
(Crinipellis perniciosa)
6 a 12 g p.c. /pé conforme idade 160 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. Não determinado. Aparecimento dos primeiros sintomas. Iniciando em março/abril
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum coffeanum)
2 a 5 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - Reaplicar. Não determinado. Dezembro a abril
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
2 a 5 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - Reaplicar. Não determinado. Dezembro a abril
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
2 a 5 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - Reaplicar. Não determinado. Dezembro a abril
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
250 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Reaplicar. Não determinado. Antes e Após a florada
Doença rosada
(Corticium salmonicolor)
250 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. Não determinado. Tratamento de inverno
Gomose
(Phytophthora nicotianae var. parasitica)
250 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. Não determinado. Período de maio a junho
Podridão parda
(Phytophthora citrophthora)
250 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. Não determinado. Período de maio a junho
Podridão penducular
(Diaporthe citri)
250 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Reaplicar. Não determinado. Antes e após a floração
Verrugose
(Elsinöe fawcetti)
250 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Reaplicar. Não determinado. Antes e após a florada
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
250 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Reaplicar. Não determinado. Antes e após a florada
Figo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da figueira
(Cerotelium fici)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 10 a 15 dias. Não determinado. Iniciar nas brotações
Podridão do fruto
(Phytophthora nicotianae var. nicotianae)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 10 a 15 dias. Não determinado. Iniciar nas brotações
Goiaba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia psidii)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. Não determinado. Aos primeiros sintomas. Período de setembro/dezembro
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. Não determinado. Desde o ínicio da frutificação
Varíola
(Asperisporium caricae)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. Não determinado. Desde o ínicio da frutificação
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Verrugose
(Elsinöe mangiferae)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. Não determinado. Aos primeiros sintomas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum coccodes)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 3 a 14 dias. Não determinado. Aos primeiros sintomas
Cancro bacteriano
(Clavibacter michiganensis subsp michiganensis)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 3 a 14 dias. Não determinado. Aos primeiros sintomas
Mancha de stemphylium
(Stemphylium solani)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 3 a 14 dias. Não determinado. Aos primeiros sintomas
Mancha-bacteriana
(Xanthomonas vesicatoria)
200 g p.c./100 L de água 100 a 1000 L de calda/ha - 3 a 14 dias. Não determinado. Aos primeiros sintomas
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 3 a 14 dias. Não determinado. Aos primeiros sintomas
Podridão-mole
(Pectobacterium subs. carotovorum)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 3 a 14 dias. Não determinado. Aos primeiros sintomas
Requeima
(Phytophthora infestans)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 3 a 14 dias. Não determinado. Aos primeiros sintomas

- Cartucho de papelão: 1 kg;
- Saco plástico: 3 kg;
- Saco de papel: 3 e 25 kg;
- Caixa de papelão com 16 sacos plásticos ou de papel de 300 g cada: 4,8 kg.

INSTRUÇÃO DE USO:
CUP001 é um fungicida bactericida cúprico de contato, para uso preventivo, podendo ser aplicado no aparecimento dos primeiros sintomas das doenças que ocorrem nas culturas.
Apresentado na forma pó molhável, se destaca por sua rápida umectabilidade e boa suspensibilidade.

CULTURAS / DOENÇAS / DOSES*:
Vide a seção "Indicações de Uso/Doses"

(*) Nas doses recomendadas em g/100 L de água, não havendo outra indicação, utilizar um volume de calda de 1.000 l/ha.

INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ABACATE: Iniciar aos primeiros sintomas , repetindo de 2 a 6 vezes com intervalos de 10 a 30 dias.

AMENDOIM: Iniciar aos primeiros sintomas ou 40 - 45 dias após o plantio. Repetir com intervalos de 10 a 15 dias.

BATATA: Iniciar quando as plantas tiverem 15 cm de altura. Repetir com intervalos de 3 a 10 dias. Intervalos mais curtos em épocas favoráveis às doenças.
Volume de calda : 600 - 800 l/ha.

CACAU: Aplicar a dose indicada de acordo com o porte das plantas. Utilizar a dose maior em áreas de alta infecção. Efetuar de 3 a 5 pulverizações, iniciando em março-abril.
Volume de calda : 160 l/ha

CAFÉ: Aplicar a dose indicada de acordo com o porte das plantas. Efetuar de 3 a 5 pulverizações de dezembro a abril.
Em viveiros: pulverizações quinzenais.

CITROS:
- Contra a Podridão peduncular, tratar os frutos destinados ao armazenamento, por imersão.
- Contra a Rubelose, tratamento de inverno evitando atingir as folhas.
- Contra a Gomose, preparar uma pasta com água e pincelar o tronco e cortes no período de maio a junho.
Contra as demais doenças, pulverizar antes e após a florada.
Volume de calda: 1.000 a 2.000 l/ha.

FIGO: Iniciar com a brotação, repetindo com intervalos de 10 a 15 dias até a uma semana antes da colheita para proteger os frutos.

GOIABA: Iniciar aos primeiros sintomas, repetindo com intervalos de 7 a 14 dias, no período de setembro/dezembro.

MAMÃO: Pulverizar os frutos desde o início da frutificação, com intervalos de 7 a 14 dias.
Adicionar espalhante-adesivo à calda.

MANGA: Iniciar aos primeiros sintomas, repetindo com intervalos de 7 a 14 dias.

TOMATE: Iniciar as pulverizações aos primeiros sintomas, repetindo com intervalos de 3 a 14 dias. Pulverizar com intervalos menores quando as condições climáticas são mais favoráveis às doenças.

MODO/ EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
CUP001 deve ser utilizado preventivamente, podendo ser aplicado no aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, através de pulverização, utilizando-se equipamentos tratorizados de barra ou costais.
- Utilizar bicos tipo cone ou equivalente, aplicando um volume de calda conforme recomendada na tabela, observando que esteja ocorrendo uma boa cobertura de pulverização nas plantas.
- Observações locais deverão ser efetuadas visando evitar a deriva e a evaporação do produto. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- Para preparar a calda, despejar o produto sobre a água, agitando lentamente até a formação de uma calda homogênea, mantendo-a sob constante agitação e utilizando-a no mesmo dia da preparação.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Sem restrições

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Alguns cultivares poderão acusar sensibilidade ao produto quando o clima apresentar alta umidade atmosférica, juntamente com temperaturas relativamente baixas. Em caso de dúvida, recomenda-se efetuar testes prévios em pequena escala.

Outras restrições a serem observadas:
O produto quando diluído em água deverá ser utilizado no mesmo dia. Após as aplicações, lavar interna e externamente os pulverizadores, reservatórios, etc., para evitar problemas de corrosão nos seus componentes à base de ferro e ferro galvanizado.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de doenças dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças, quando disponível e apropriado.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência de Fungicidas – Brasil).
Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Qualquer produto p/ controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para a orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Compatibilidade

Vide Aplicação/Uso