Bula Cupuran 350 PM - Mitsui

Bula Cupuran 350 PM

acessos
Oxicloreto de cobre
998
Mitsui

Composição

Equivalente em cobre metálico 350 g/kg Inorgânico
Oxicloreto de cobre 588 g/kg Inorgânico

Classificação

Fungicida, Bactericida
IV - Pouco tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato

Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
350 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar aplicações conforme as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença, repetindo em intervalos de 7 a 10 dias Sem restrições Aplicar quando as plantas tiverem 15 cm de altura
Requeima
(Phytophthora infestans)
350 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar aplicações conforme as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença, repetindo em intervalos de 7 a 10 dias Sem restrições Aplicar quando as plantas tiverem 15 cm de altura
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
300 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar aplicações conforme as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença, repetindo em intervalos de 7 a 14 dias Sem restrições Iniciar as pulverações no aparecimento dos primeiros sintomas
Requeima
(Phytophthora infestans)
300 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar aplicações conforme as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento da doença, repetindo em intervalos de 7 a 14 dias Sem restrições Iniciar as pulverações no aparecimento dos primeiros sintomas

Embalagens: 1, 2 e 4 Kg do produto são embalados em caixas de papelão ou sacos plásticos multifoliado 25 Kg do produto são embalados em sacos de papel multifoliado com filme plástico.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Em condições climáticas ao desenvolvimento de fungos, realizar as pulverizações em intervalos menores. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das doenças. Em caso de chuvas após a pulverização, repetir a aplicação.
MODO DE APLICAÇÃO:
Fazer uma pré-mistura antes de colocar o produto no pulverizador. Pulverizar uniformemente as plantas, procurando atingir todo o vegetal.
EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Recomenda-se o uso de pulverizadores manuais, motorizados ou acoplados a tratores com bicos cônicos tipo D2 apropriados para a aplicação de Pó Molhável. A aplicação de doses recomendadas em g/100 Litros de água se refere a alto volume (1000 L ou mais de calda/ha); para volumes menores de água por ha, manter a quantidade do fungicida por ha. Por via aérea 50 L/ha, tão somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Sem restrições.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
24 horas, caso necessário reentrar na área tratada antes deste período utilizar macacão com tratamento hidrorepelente de mangas longas, touca árabe e botas.
LIMITAÇÕES DE USO:
Use de acordo com as recomendações da bula/rótulo e observe as precauções necessárias. Somente usar as doses recomendadas. Não pulverizar sobre o orvalho. Evite contato com superfícies metálicas. O produto pode reagir com superfícies metálicas, como metais galvanizados.
FITOTOXICIDADE PARA AS CULTURAS INDICADAS:
- Em videiras (variedade Niagara e Red Globe) pode ocorrer leve bronzeamento nas folhas de variedades sensíveis, porém sem danos para os frutos e à produção.
- Calda de pulverização, em pH baixo menor que 5,5 poderá ocorrer fitotoxicidade e em pH alto, acima de 8 poderá inativar o produto. Recomenda-se realizar teste prévio em pequena escala, no caso de dúvida.
- Aplicações de dosagens elevadas a intervalos reduzidos podem provocar fitotoxicidade em cultivares sensíveis ao cobre. Descontinuar o uso quando ocorrerem sintomas de fitotoxicidade.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de patógenos (Ex. controle cultura, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças quando disponível e apropriado.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando à perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc.;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO M01 FUNGICIDA

O produto CUPURAN 350 PM é composto por Oxicloreto de cobre, que apresenta mecanismo de atividade de contato multi-sítio, pertencente ao grupo M01, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).

Compatibilidade

Incomp. com calda sulfocálcica e carbamatos