Bula Rhino - FMC

Bula Rhino

acessos
Imidacloprido
6714
FMC

Composição

Bifentrina 135 g/L Piretróide
Imidacloprido 165 g/L Neonicotinóide

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada para Tratamento de Sementes (FS)
Contato, Sistêmico, Ingestão

Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha das pastagens
(Deois flavopicta)
2,2 L p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - - Não determinado. Tratamento de sementes
Percevejo barriga verde
(Dichelops furcatus)
1,25 a 1,5 L p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - - Não determinado. Tratamento de sementes
Tripes
(Frankliniella williamsi)
2,9 L p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - - Não determinado. Tratamento de sementes
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Coró da soja
(Phyllophaga cuyabana)
0,35 a 0,7 L p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - - Não determinado. Tratamento de sementes

Bag in Box(jerry box) – fibra de papel com bolsa plástica interna: 1; 5; 10; 20; 1.000 e 1.250 L
Bombona – COEX/PEAD/PET/Plástico: 3; 3,5; 4; 4,5; 5; 10; 20; 25 e 50 L
Bulk – COEX/PEAD/PET/ Metálico/ Metal/Plástico com pallet de madeira/ Metal/Plástico com pallet de plástico/ Metal/plástico com pallet de metal/ ferro revestido com resina epóxi/ plástico/ plástico com estrutura metálica: 500; 1.000; 2.000; 3.000; 4.000; 5.000 e 10.000 L
Container - COEX/PEAD/PET/ Metálico/ Metal/Plástico com pallet de madeira/ Metal/Plástico com pallet de plástico/ Metal/plástico com pallet de metal plástico/ plástico com estrutura metálica: 100; 200; 300; 400; 500; 945 e 1.000 L
Contentor intermediário IBC – COEX/PEAD/PET/ plástico com estrutura metálica: 100; 200; 300;; 400; 500; 945 e 1.000 L
Farm-pack - COEX/PEAD/PET/ Metálico/ Metal/Plástico com pallet de madeira/ Metal/Plástico com pallet de plástico/ Metal/plástico com pallet de metal/ plástico: 100; 200; 300; 400; 500; 945 e 1.000 L
Frasco - COEX/PEAD/PET/ plástico/ poly-nylon/ polietileno: 0,1; 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 1; 1,5; 2; 2,5; 3 e 5 L
Isocontainer - COEX/PEAD/ metálico/ aço/ plástico: 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1.000; 5.000; 10.000; 20.000; 25.000 e 30.000 L
Isotanque - COEX/PEAD/ metálico/ aço/ plástico: 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1.000; 5.000; 10.000; 20.000; 25.000 e 30.000 L
Lata – folhas de flandres e alumínio: 0,5; 1; 1,5; 2; 2,5; 3; 3,5; 4; 4,5; 5; 10; 20 e 50 L
Mini bulk - COEX/PEAD/PET/ Metálico/ Metal/Plástico com pallet de madeira/ Metal/Plástico com pallet de plástico/ Metal/plástico com pallet de metal/ ferro revestido com resina epóxi/ plástico com estrutura metálica: 100; 200; 300; 400 e 500 L
Saco – plástico/ COEX/PEAD/PET/ papelão/ metálico/ ferro revestido com resina epóxi/plástico / poly-nylon: 0,1; 0,2; 0,25; 5; 10; 20; 25; 50; 100; 200; 300 e 400 L
Tambor – polietileno/ COEX/PEAD/PET/ papelão/ metálico/ ferro revestido com resina epóxi/ plástico/ poly-nylon: 0,1; 0,2; 0,25; 5; 10; 20; 25; 50; 100; 200; 300 e 400 L

CYBORG é um inseticida sistêmico, de contato e ingestão, utilizado exclusivamente para o tratamento de sementes, conforme recomendações a seguir:
Para o controle do Percevejo-barriga-verde(Dichelops furcatus) recomenda-se a utilização da dose de 1,25 a 1,5 L p.c./100 kg de sementes.
Para o controle da Cigarrinha-das-pastagens(Deois flavopicta) recomenda-se a utilização da dose de 2,2 L p.c./100 kg de sementes.
Para o controle do Tripes(Frankliniela williamsi) recomenda-se a utilização da dose de 2,9 L p.c./100 kg de sementes.
Para o controle do Coró-da-soja(Phyllophaga cuyabana) recomenda-se a utilização da dose de 0,35 a 0,70 L p.c./100 kg de sementes.
MODO DE APLICAÇÃO:
O tratamento de sementes se faz através de máquinas terrestres específicas e tambores rotativos, que proporcionam segurança na aplicação e cobertura uniforme das sementes. O produto pode ser diluído em água, sendo que o volume não poderá exceder a 500ml/ha.
É importante regular a plantadeira já com as sementes tratadas, pois as mesmas tendem a fluir com menor rapidez que sementes não tratadas.
Outras recomendações importantes da pesquisa oficial: manter a regulagem da semeadura quanto à profundidade, e de acordo com a recomendação. Utilizar maiores doses quando a recomendação for maior que 60.000 sementes por hectare para cultura do milho. As doses maiores para percevejo devem ser recomendadas de acordo com a infestação, no entanto recomendamos monitoramento e manejo da cultura do milho principalmente quando na época de safrinha,onde a incidência deste alvo tende a ser maior.

AGITAR BEM A EMBALAGEM ANTES DE USAR.

Equipamentos de aplicação:
O tratamento de sementes se faz através de máquinas terrestres específicas, em galpões, os quais proporcionam segurança na aplicação do produto e no tratamento das sementes com as seguintes características:
- Tanque reservatório próprio para o produto
- Alimentação contínua e mecânica;
- Dosificação simultânea do produto e sementes;
- Secagem interna;
- Saída das sementes tratadas diretamente para a sacaria sem contato manual.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Milho: Não determinado devido á modalidade de emprego
Soja: Não determinado devido á modalidade de emprego
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Como o produto é destinado ao tratamento de sementes, não há restrição quanto à reentrada de pessoas em lavouras oriundas de sementes tratadas. Como medida preventiva, recomenda-se o uso de botas de borracha.
LIMITAÇÕES DE USO:
As sementes tratadas não podem servir para alimentação humana ou animal.
Fitotoxicidade: Nas doses e usos recomendados, o produto não causa fitotoxicidade.
O produto deve ser tratado em locais arejados, e o tratamento de sementes deve seguir as premissas de segurança na aplicação(uso do EPI).


USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calcas por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro
químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado. PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
- Este produto somente poderá ser aplicado, com a utilização de maquinário especifico (sistema fechado);
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calcas por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance das crianças e animais.
- Antes de tirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: Óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faca a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência, levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
- INTOXICAÇÕES por BIFENTRINA (Bifenthrin) + IMIDACLOPRIDO (Imidacloprid)
+ Monoetilenoglicol -
Informações Médicas
Grupo Químico Bifentrina ............................... Piretróide
lmidacloprido.......................... Neonicotinoide
Monoetilenoglicol (MEG).......... Alcoois
Classe toxicológica Classe III — Medianamente T6xico
Vias de exposição Oral, dérmica, ocular e inalatória.
Toxicocinetica Bifentrina: os piretróides em geral são rapidamente absorvidos,
metabolizados e prontamente excretados. A absorção oral é muito mais
eficiente que a inalatória e que a dérmica. Geralmente os piretróides são
absorvidos lentamente através da pele, o que previne a toxicidade
sistêmica. Contudo, um depósito significante de piretróide pode
permanecer ligado à epiderme. Em mamíferos, a maior parte do produto
absorvido é rapidamente metabolizada no fígado através de hidrólise da
ligação ester (ao seu ácido inativo e derivados alcoólicos, provavelmente
pela carboxilesterase microssomal), oxidação e conjugação, com
produção de uma grande quantidade de metabólitos. Os produtos do
metabolismo são distribuídas pela maioria dos tecidos dentro das
primeiras 24 horas, sendo maiores no tecido adiposo, fígado e rins. A
meia vida plasmática foi de 38,5 horas. A eliminação é completa 6 a 8 dias
após a administração oral. Ocorre uma metabolização rápida por ester
hidrólise, resultando em metabólitos inativos que são excretados
principalmente na urina e em menor proporção, nas fezes.
Imidacloprido: é rápida e quase completamente absorvido pelo trato
gastrointestinal e excretado pela urina (70-80%) e fezes (20-30%) nas
primeiras 48 horas. Após a metabolização fica pouco remanescente nos
tecidos. Os processos metabólicos incluem: 1- hidroxilação do anel
tiazolidinico e subseqüente glucoronidação; 2- hidroxilação da metade
cianamida; 3- abertura do anel tiazolidinico 4- formação de um anel
oxazol 5- oxidação e subseqüente metilação do anel tiazolidinico 6-
clivagem oxidativa da ponte metileno. 0 mais importante passo metabólico
inclui a degradação do ácido 6-cloronicotinico, um composto que atua no
sistema nervoso central (SNC).
Monoetilenoglicol: é rapidamente e quase completamente absorvido pela
via oral, mas não pelas vias dérmica ou inalatória. Seu metabolismo
começa no fígado: o etilenoglicol é transformado pela enzima álcool
desidrogenase (ADH) em glicoaldeido. 0 glicoaldeido é rapidamente
convertido em ácido glicólico em URV dialdeido (glioxal) pela aldeído
desidrogenase. Ambos reagem lentamente para formar o ácido glioxilico,
em presença de desidrogenase láctica (ou ácido glicólico oxigenase), que
se decompõe rapidamente em ácido oxálico e em pequenas quantidades
de lactato e formato. 0 ácido oxálico reage com o cálcio e se precipita sob
a forma de cristais de oxalato de cálcio nos tecidos, principalmente nos
túbulos renais proximais, no cérebro, miocárdio, pâncreas e parede dos
vasos sanguíneos. 0 metabolismo de glioxilato segue várias vias,
dependendo dos cofatores Tiamina e Piridoxina. Os metabolitos ácidos
são mais t6xicos que a molécula original. Em ordem de toxicidade:
glioxilato > glicoaldeido > MEG. 0 glioxilato pode ser convertido em muitos
metabólitos que podem ser identificados no sangue, urina e ar expirado,
sendo o ácido oxalic (oxalato) o mais tóxico. Tem uma vida média de (3 —
5) horas. A eliminação é feita principalmente pela urina por filtração
glomerular e reabsorção passiva.
Mecanismos de Bifentrina: A Bifentrina é um piretróide de tipo 1 que atua no sistema
toxicidade nervoso central (SNC) e periférico, prolongando o influxo dos ions nos
canais de sódio da membrana das células nervosas, o que causa
prolongada despolarização e inibição. Desta maneira causam estimulação
de SNC. O sítio primário de ação dos piretróides no sistema nervoso dos
vertebrados é o canal de sódio da membrana neural. Os piretróides
retardam o fechamento dos canais de sódio, resultando em uma corrente
caracterizada por um lento influxo de sódio durante o final da
despolarização, denominada de "corrente residual de sódio". Isso diminui
o limiar para a ativação de mais potenciais de ação, conduzindo a uma
excitação repetitiva das terminações sensoriais nervosas e podendo
progredir para uma iperexcitação de todo o sistema nervoso. Em
concentrações elevadas de piretróides, esse processo pode ser
suficientemente elevado para despolarizar completamente a membrana
nervosa, gerando a abertura de mais canais de sódio e eventualmente
causando bloqueio de condução. Podem causar danos permanentes ou por
longo tempo em nervos periféricos.
Imidacloprido: Os neonicotinóides agem como agonistas dos receptores
nicotínicos da acetilcolina no sistema nervoso central, alterando assim a
transmissão do sinal nas sinapses nervosas. A acetilcolina (ACh) é um
neurotransmissor que é liberado nas sinapses nervosas para transmitir o
impulso nervoso. Uma vez liberada, a ACh deve ser removida rapidamente
para permitir que ocorra a repolarização, processo realizado pela enzima
acetilcolinesterase. Imidacloprido mimetiza a acetilcolina, mas não é
inativada pela acetilcolinesterase, causando assim hiperestimulação
nervosa. Compostos neonicotinóides são de relativamente baixa
toxicidade devido a que apresentam baixa afinidade pelos subtipos de
receptores nicotíniccs dos vertebrados, quando comparados aos dos
insetos, e não penetram a barreira hematoencefálica. Efeitos no SNC não
deveriam ser esperados a baixos níveis de exposição. Não é conhecido o
quanto da extensão da toxicidade é devida ao surfactante, solvente ou
outros ingredientes presentes nas formulações.
Monoetilenoglicol: os metabólitos gerados e o excesso de ácido láctico são
responsáveis pela acidose metabólica grave. As lesões tisulares são
causadas pelo depósito de cristais de oxalato de cálcio e pelos efeitos
tóxicos dos ácidos glicólico e glioxilico. Eles provocam dilatação, necrose,
fibrose e depósito de cristais nos túbulos renais. Alguns efeitos são
mediados pelos receptores GABA.
Sintomas e sinais Bifentrina.- Exposições dérmicas e por inalação são as mais comuns,
clínicos geralmente assintomáticas ou associadas a leves efeitos adversos.
Pode haver, embora raramente, reações anafiláticas (hipotensão e
taquicardia), broncoespasrno, edema de glote, choque em indivíduos
sensíveis, crises de asma, reações de hipersensibilidade com pneumonite e
edema pulmonar. Também podem produzir dermatite alérgica. Piretróides
sintéticos causam reações alérgicas mais leves que as piretrinas.
Piretrôides do tipo 1 produzem em humanos: tremor fino severo, marcada
hiperexcitabilidade dos reflexos, ativação simpática, parestesias (exposição
dérmica).
Exposição dérmica: dermatite eritematosa leve com vesículas, pápulas e
prurido; pode ocorrer dermatite bolhosa e dermatite alérgica com ou sem
sintomas sistêmicos. A neurotoxicidade periférica com hiperatividade
reversível das fibras sensoriais nervosas (parestesias) ocorre mais
freqüentemente na face e os sintomas são exacerbados por estimulação
sensorial: calor, exposição ao sol, fricção, sudorese. Pode ocorrer toxicidade
sistêmica após exposição considerável.
Exposição respiratória: é a maior via de exposição e causa irritação
(congestão nasal, inflamação faríngea): pode causar reações de
hipersensibilidade (espirros, taquipnéia, broncoespasmo).
Exposição ocular leve a grave lesão corneal.
Exposição oral: náuseas, vômitos e dor abdominal.
Efeitos crônicos: possível carcinogênico para humanos. Bifentrina é suspeito
de causar efeitos endócrinos.
Imidacloprido: Exposição aguda: Este tipo de inseticidas é mais tóxico após
ingestão do que quando em contato com a pele ou quando inalado.
• Hipotermia tem sido relatada com intoxicação por imidacloprido.
• Pode ocorrer depressão do sistema nervoso central (SNC),
desorientação, febre, agitação grave e delírio após inalação de
imidacloprido.
• Náuseas e vômitos podem ser esperados após ingestão maciça de
inseticidas
contendo neonicotinóides. Hipotensão e arritmia ventricular fatal têm sido
reportadas após a ingestão de 19,2 g de imidacloprido. Fraqueza dos
músculos cervicais e insuficiência respiratória ocorreram em um adulto após
a ingestão de 50 ml de solução contendo 17,8% de imidacloprido, porém
recuperado com tratamento de suporte. Um óbito foi relatado em uma
mulher de 69 anos que ingeriu 200 ml de imidacloprido 9.6%.
• Podem ocorrer reações de hipersensibilidade.
Efeitos crônicos: não há dados disponíveis sobre toxicidade reprodutiva ou sobre o desenvolvimento em humanos. Imidacloprido têm se mostrado
levemente mutagênico. Testes de micronúcleo para genotoxicidade foram
negativos, entretanto foi observada lesão de DNA no ensaio Cometa. Um
teste in vitro foi positivo para aberrações cromossômicas. Não há
evidências de carcinogenicidade em humanos.
Monoetilenoçlicol: pode ser fatal, se ingerido.
Ingestão: náuseas, vômitos, depressão do SNC (ataxia, fadiga, sonolência, vertigem, nistagmo, convulsões, paralisia dos nervos cranianos, dificuldade
respiratória), acidose metabólica leve a grave, lesões importantes nos rins,
com insuficiência renal (necrose tubular e depósito de cristais de oxalato
de cálcio), edema pulmonar e em casos extremos, convulsões e morte.
Olhos: irritação e conjuntivite reversíveis.
Pele: quantidades suficientes para causar intoxicações podem ser
absorvidas pela pele intacta. Não tem ação irritante e significativa na
pele em contatos breves. Contatos mais prolongados podem causar
desengorduramento, ressecamento e rachaduras na pele. Contatos
repetidos podem causar dermatites e queimaduras.
Inalação: devido a sua baixa pressão de vapor, concentrações tóxicas
não ocorrem normalmente no ar, á temperatura ambiente. O risco pode
existir apenas quando o produto for utilizado a quente ou sob agitação,
quando pode se formar névoa do produto. Nos casos de inalação de
vapores com concentrações elevadas do produto podem ocorrer
intoxicações com sintomas similares ao observados por ingestão.
Efeitos crônicos: possível risco de defeitos congênitos com base nos
efeitos teratogénicos observados em estudos com animais. Não existe
histórico de casos de câncer em humanos por exposição repetida.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de
quadro clínico compatível.
• Obs: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação
aguda, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do
tratamento à confirmação laboratorial.
• Medir concentrações séricas de etilenoglicol e etanol, se disponível. Medir
a osmolaridade sérica.
• A elevação significativa da osmolaridade sérica pode ser um bom
indicador, ainda que não especifica e possivelmente ausente após a
primeira hora. O cálcio sérico vai diminuindo com a formação de oxalato e a
dosagem de eletrólitos mostra um intervalo aniôníco anormal (AG=Na - (C +
HCO3) > 12 mEq/L).
Uréia e creatina aumentam com a insuficiência renal. A presença de cristais
de oxalato de cálcio também é útil. Hematúria e proteinúria são comuns.
Tratamento Antídoto: não há antídoto específico para a Bifentrina e o lmidacloprido.
Para o componente MonoetilenoQlicol. o tratamento é dirigido
principalmente para tratar a acidose metabólica e a nefrotoxicidade dos
metabólitos (ácido oxálíca).
ETANOL é o antídoto e deve ser administrado o mais rápido possível uma
vez que a meia vida do MEG é de 3 horas. O etanol diminui a metabolização
do MEG a metabólitos tóxicos. Administração do etanol: solução de
bicarbonato de sódio a 5% a uma taxa de 10 mi/hora, por via intravenosa
central. Se o atendimento médico demorar e se um adulto tiver ingerido
vários gramas do produto, administrar cerca de 100 ml (grama) de bebida
alcoólica forte, como uísque (40%). Para crianças, administrar uma quantidade proporcionalmente inferior de bebida com uma dose de 8 mL (8 gramas, 1,5 colheres de chá) de bebida para cada 5 kg de peso corporal ou 2 mL por kg de peso corporal (36 mL para uma criança de 18 kg).
/ Fomepizol (4-metilpirazol): inibidor da desidrogenase alcoólica. Reduz as concentrações de metabólitos tóxicos e reduz a agressão renal (alto custo). Usar se disponível: dose de ataque 15 mg/kg intravenosa, seguida de bolo de 10 mg/kg a cada 12 horas; após 48 horas, aumentara dose bolo para 15 mg/kg de 12 em 12 horas.
V Administrar álcali para combater acidose e monitorar.
VI Diuréticos, como manitol, para prevenir/controlar o edema cerebral.
/ A hemodiálise também pode ser aplicada para remover o produto ou seus metabólitos da circulação sanguínea. indicada quando: acidose metabólica (pH < 7.2), sinais de toxicidade do SNC e insuficiência renal.
VI Pirazol e 4 metil-pirazol também podem ser empregados para inibir a enzima álcool desidrogenase.
Administrar Tiamina 100 mg EV e Piridoxina 100 mg EV, diariamente.
Tratamento geral: as medidas gerais devem estar orientadas à remoção da fonte de exposição ao produto, descontaminação do paciente, proteção das vias respiratórias, para evitar aspiração de conteúdo gástrico, tratamento sintomático e de suporte. Deve ser evitado o contato do produto com os olhos, pele e roupas contaminadas.
• Não administre ou introduza leite, nata ou outras substãncias contendo gordura animal ou vegetal, pois estas favorecem a absorção de substâncias lipofílicas, tais como piretróides.
Exposição Oral:
Em casos de ingesla de grandes quantidades do produto:
Carvão ativado: liga-se a maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmíca desses, se administrado logo após a ingestão (1 hora). Em geral não atua com metais ou ácidos.
1. Dose: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água 130 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g
/ kg em crianças com menos de 1 ano;
2. O carvão ativado não deve ser administrado a pacientes que ingeriram ácidos ou bases fortes. O benefício do carvão ativado também não é comprovado em pacientes que ingeriram substâncias irritantes, onde ele pode obscurecer os achados endoscópicos, nos casos em que o procedimento é necessário.
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• Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessária, dependendo da quantidade ingerida, tempo de ingestão e circunstância especifica.
1. Considere após ingestão de uma quantidade de veneno potencialmente perigosa à vida, caso possa ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueai. Controlar as convulsões antes.
2. Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-intubados; após ingestão de compostos corrosivos: hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestínal e ingestão de quantidade não significativa.
• Não provocar vômito, entretanto é possível que o mesmo ocorra espontaneamente não devendo ser evitado, deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. ATENÇAO. nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente.
• Reação alérgica
o Leve 1 moderada: anti-histamínicos com ou sem agonistas beta via inalatória, corticosteróides ou epinefrina.
o Grave, oxigênio, suporte respiratório vigoroso, anti-histamínicos, epinefrina (Adulto 0,3 a 0,5 mi de uma solução 1:1000 aplicado de forma subcutânea; Criança: 0,01 mi/kg; 0,5 mi no máximo, pode repetir em 20 a 30 minutos), corticosterãides, monitoramento do eletrocardiograma e fluidos intravenosos.
• A administração de atropina pode ser útil se o excesso de salivação for preocupante (0,6 - 1,2 mg para adultos e 0.02 mg/kg para crianças), mas deve-se tomar cuidado para evitar administração em excesso.
• Convulsões indicado benzodiazepinicos IV (Diazepam (adultos: 5. 10 mg; crianças: 0,2-0,5 mg/kg, e repetir a cada 10 a 15 minutos) ou Lorazepam (adultos: 2-4 mg; crianças: 0,05-0,1 mg/kg). Considerar Fenobarbital ou Propofol se há recorrência das convulsões em maiores de 5 anos.
• Irritação: Observe os pacientes que ingeriram a substância quanto à possibilidade de desenvolvimento de irritação ou queimadura gastrintestinal ou esofágica. Se estiverem presentes sinais ou sintomas de irritação ou queimadura esofágica, considere a endoscopia para determinar a extensão do dano.
• Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis, se necessário através de intubação oro-traqueai. aspirar secreções e administrar oxigênio. Atenção especial para fraqueza de musculatura respiratória e parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias cardíacas. Adotar medidas de assistência ventiiatória, se necessário: uso de PEEP pode ser requerido. Monitorar temperatura corporal e tratar se necessário. Monitorar oxigenação, gasometria, uréia, creatinina, eletrólitos, cálcio, ECGI amiiase sérica. Tratar pneumonite e coma se ocorrerem. Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
Inalatória: Desconlaminação: Remova o paciente para um

A ndréü Mc1.j4radc
2
Gerente
local arejado. Cheque quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse
ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratôrío,
bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se
necessário. Trate broncoespasmos com beta-2-agonistas via inalatória e
corticosteróides via oral ou parenteral. Sintomas moderados de rinite
respondem a antihistamínicos orais.
Exposição Ocular: Descontaminação: Lave os olhos expostos com
quantidades copiosas de água ou salina a 0,9% à temperatura ambiente
por pelo menos 15 minutos. Assegure que não fiquem partículas na
conjuntiva. Se a irritação, dor, inchaço. lacrimejamento ou fotofobia
persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento
especifico.
Exposição Dérmica: Descontam inação: Remova as roupas
contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. O paciente deve
ser encaminhado para tratamento específico se a irritação ou dor
persistir. Os sintomas geralmente cessam dentro de 24 h, sem
tratamento especifico. A vitamina E tópica (acetato de tocoferol) tem
mostrado reduzir a irritação da pele se aplicada logo após a exposição.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
• EVITAR: aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha
ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de
reanimação manual (Ambú) para realizar o procedimento.
• Usar PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatóno
com o produto durante o processo.
Contra- É contra-indicado provocar vôrnto em razão do risco potencial de
indicações aspiração e de pneumonite química.
- -.
Efeitos • Estudos em animais mostraram que a hidrólise de piretróides é
sinérgicos inibida por agentes dia lquilfosforiladores, tais como inseticidas
o rganofosforad os.
• Experimentos com galinhas mostraram que a toxicidade de
piretróides (permetrina) também foi ampliada pelo brometo de
piridostigmina e pelo repelente de insetos N1N dietil-m-toluamida. Os
autores levantaram a hipótese de que a competição dos compostos
pelas esterases hepáticas e plasmáticas leva ao decréscimo da quebra
de piretróides e aumento no transporte dos piretróldes para os tecidos
neurais.
• Vitamina 86 tem marcado efeito na aceleração da oxidação do
MEG. O magnésio confere um grau maior de resistência à toxicidade
crônica do MEG possivelmente alterando as características solventes da
urina o que previne o depósito renal de oxalato de cálcio.
ATENÇÃO Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e
obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT—ANVLSA/MS
-. -
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação

(SLNAN/MS)

Telefone de Emergência da empresa: 0800-343545 ou 0xx34-33193019
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Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório: Vide itens Mecanismos de toxicidade e Sintomas e sinais clínicos no quadro acima.
Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:
Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais - Produto Formulado): 0L50 ora! aguda (ratas fêmeas): > 300 e < 2000 mg/kg
DL0 dérmica (ratos): > 4.000 mg!kg
CL50 Inalatória (ratos) > 2,365 mg/L
Irritação ocular: no estudo realizado em coelhos, o produto mostrou-se levemente irritante
aos olhos, causando leve vermelhidão da conjuntiva e edema. As alterações foram
reversíveis em até 72 horas após a exposição.
Irritação cutânea: rio estudo realizado em coelhos, o produto mostrou-se levemente irritante,
causando uma leve vermelhidão da pele e edema. As alterações foram reversíveis em até 72
horas após a exposição.
Sensibilização dérmica: o produto mostrou-se não sensibilizante á pele de cobaias. Efeitos crônicos (Resultantes de ensaios com animais - Produto Técnico):
Bifentrina: em estudos experimentais, a Bifentrina não causou efeitos na reprodução ou sobre o desenvolvimento. Em altas doses, as ratas experimentaram tremores.
Não há evidências de efeitos teratogênicos. Efeitos mutagêriicos são inconclusivos. Estudos com leucócitos de camundongos foram positivos para mutação gênica. Entretanto, outros testes de mutagenicidade foram negativos, incluindo o teste de Ames e estudos em células de medula óssea de ratos. Estudos crônicos em camundongos demonstraram incremento na incidência de tumores na bexiga urinária (machos) e no pulmão (fêmeas); não foram vistos efeitos carcinogénicos em ratos.
Imidacloprido: em estudos animais, moderadas a altas doses de imidacloprido pela via oral causaram diminuição no ganho de peso, toxicidade hepática, alterações da coagulação e plaquetárias, lesões na tireóide e flipercolesterolemia. Em estudos em três gerações de ratos, observaram-se abortos e diminuição no peso dos filhotes. Anormalidades esqueléticas foram observadas em ratas e coelhas expostas ao Imidacloprido durante a gravidez, em doses moderadas. Imidacloprido tem se mostrado levemente mutagênico. Testes de micronúcleo para genotoxicídade foram negativos, entretanto foi observada lesão de DNA no ensaio Cometa. Um teste in vilro foi positivo para aberrações cromossômicas.
Monoetilenoglicol: ratos que receberam dieta contendo 1 a 2% de MEG por dois anos apresentaram formação de pedras de oxalato de cálcio na vesícula, danos aos rins e ao fígado. Altas doses de MEG podem levar à disposição de cristais de oxalato de cálcio no cérebro. Estudos crônicos em ratos e camundongos não mostraram efeitos cancerígenos. Os estudos não detectaram atividade mutagênica. Foi observada uma correlação entre doses elevadas cio produto (via oral) e efeitos teratogênicos (malformações esqueléticas) em experiências com animais. A menor dose que mostrou esses efeitos foi de 150 mg/kg/dia para camundongos fêmeas e de 500 mg/kg/dia para ratas. Em concentrações elevadas no ar (2500 mgJm3 aerosol) mostraram-se efeitos teratogênicos em camundongos, mas não em ratos.
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RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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DADOS RELATIVOS AOS CUIDADOS DO MEIO AMBIENTE
- Este produto é MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE(CLASSE II).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é TOXICO para abelhas. A aplicação aérea NÃO É PERMITIDA. Não aplique este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando for observada visitação de abelhas na cultura. 0 descumprimento dessas determinações constitui crime ambiental, sujeito a penalidades.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize o equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃ0 E PREVENÇÃ0 CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- 0 local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- 0 local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente criancas.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa FMC Química do Brasil. Ltda - pelo telefone de emergência: Uberaba - MG (034) 3319-3019.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• piso pavimentado — absorva o produto derramado com terra ou areia ou outro material absorvente. Recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. 0 produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e
destinação final.
• solo - retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• corpos d'agua - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA NAO LAVAVEL
- ESTA EMBALAGEM NAO PODE SER LAVADA.
0 armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigat6ria a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 meses após o término do prazo de validade.
0 usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- 0 armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no pr6prio local onde guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente ( Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido no Canais de Distribuição.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 meses após o termino do seu prazo de validade.
- 0 usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente ( embalagem padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos canais de distribuição.
EMBALAGENS SACARIAS — utilizadas para acondicionar as sementes tratadas com CYBORG
- AS EMBALAGENS-SACARIAS NÃO PODEM SER REUTILIZADAS PARA OUTROS FINS.
- AS EMBALAGENS-SACARIAS NÃO PODEM SER LAVADAS.
- ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
0 armazenamento das embalagens-SACARIAS vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio das SACARIAS.
As embalagens-SACARIAS vazias devem ser armazenadas separadamente, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
- DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS-SACARIAS VAZIAS:
Devem ser devolvidas, em conjunto, com a embalagem do agrotóxico CYBORG.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NAO CONTAMINADA)
- ESTA EMBALAGEM NAO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
0 armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local
onde guardadas as embalagens cheias.
-DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- DESTINA00 FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
E ROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃ0 E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU 0 FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE 0 MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃ0 INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio
ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo
de operação, equipados com câmara de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTOXICOS, COMPONENTES E AFINS:
0 transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
CUIDADOS COM AS SEMENTES TRATADAS:
• As sementes tratadas devem ser usadas somente para o plantio. São impróprias para o consumo humano ou animal.
• As sementes tratadas não devem ficar expostas a crianças, animais domésticos, pássaros e pessoas irresponsáveis.
• Não armazene as sementes junto com os produtos de consumo humano ou animal.
• Destrua os sacos vazios utilizados no armazenamento das sementes tratadas, conforme descrito no item "Destino final de resíduos e embalagens".
• As sementes tratadas não podem ficar descobertas no plantio. São tóxicas para pássaros e outros animais.
RESTRIOES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃ0 COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis

Incluir outros métodos de controle de insetos(ex:controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas(MIP) quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de insetos pode ficar efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistênica a inseticidas(MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas.

- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre recomendações locais para o MRI.