Bula Czar

acessos
Carbendazim
10606
Adama

Composição

Carbendazim 500 g/L Benzimidazóis

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,5 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 15 a 20 dias. 14 dias. A aplicação deve ser iniciada no estádio R.5.1. (fase de formação de vagem) até R.5.3. (maioria das vagens entre 25% e 50% de granação), em condições climáticas favoráveis a ocorrência das doenças (chuvas frequentes e temperaturas entre 22 e 30ºC)
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,5 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 15 a 20 dias. 14 dias. A aplicação deve ser iniciada no estádio R.5.1. (fase de formação de vagem) até R.5.3. (maioria das vagens entre 25% e 50% de granação), em condições climáticas favoráveis a ocorrência das doenças (chuvas frequentes e temperaturas entre 22 e 30ºC)
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,5 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 15 a 20 dias. 14 dias. A aplicação deve ser baseada na vistoria periódica (monitoramento) da lavoura e no nível de infecção. A infecção pode ocorrer em qualquer estádio de desenvolvimento da planta, porém é mais frequente na floração. A aplicação deve ser feita quando o nível de infecção atingir 40 a 50% de severidade. Reaplicar quando esse índice for atingido
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Fusariose
(Fusarium graminearum)
0,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 15 a 20 dias, sendo a primeira, logo após o espigamento. 35 dias. Iniciar o controle no período que corresponde ao início do florescimento, estádio 10.5.1. da escala de Feeks e Large quando as flores estiverem abertas e as anteras expostas (antese) o que na prática, significa de 10 a 20% da floração; embora a doença possa ocorrer em qualquer momento, após o espigamento, sendo o estádio mais crítico, o estádio de florescimento. Em localidades onde as condições climáticas são favoráveis ao aparecimento da doença (48 horas de precipitação pluviométrica com temperatura média de 20-25o C neste período), a aplicação deverá ser preventiva, visando atingir as anteras (plena floração)
Mancha das glumas
(Stagonospora nodorum)
0,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 15 a 20 dias, se as condições climáticas forem favoráveis. 35 dias. A aplicação pode seguir critérios para quantificação da doença relativos a severidade (área foliar atacada pela doença, calculada em porcentagem, tomando-se a área de cada folha, individualmente) e Incidência (é a quantidade de plantas ou de partes das plantas que foram amostradas e que apresentam manchas foliares comparadas com aquelas que estão sadias)

Frasco metálico de 1L;
Frasco plástico de 1L;
Bombona plástica de 5; 10; 20 e 50 L;
Balde metálico de 5; 10 e 20 L;
Tambor plástico de 100 e 200 L;
Tambor metálico de 200 L;
Container de 1000 L com embalagem interna em bolha de polietileno e externamente de madeiritecom tratamento naval.

1. INSTRUÇÕES DE USO:

1.1 CULTURAS:

CZAR é um fungicida sistêmico, de largo espectro, do grupo químico benzimidazol, inibidor da síntese de tubulinas. Apresenta rápida penetração na planta e translocação ascendente.
É utilizado para o controle de doenças da parte aérea, na cultura de soja e trigo.

1.2 DOENÇAS CONTROLADAS E DOSES:
Vide "Indicações de Uso/Doses"

1.3 NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
O controle de doenças da parte aérea deve ser realizado com base em repetidas vistorias e amostragens, observando os estádios de desenvolvimento das culturas, juntamente com os sintomas e/ou sinais das doenças, que ocorrem na lavoura. Estas informações indicarão o momento para se iniciar a pulverização.
Deve se observar os seguintes aspectos: resistência e susceptibilidade do cultivar, condições climáticas, época de aparecimento dos primeiros sintomas; além de outros fatores que determinarão o melhor momento da aplicação.

SOJA
a) Crestamento-foliar e Mancha-parda ou Septoriose:
A aplicação deve ser iniciada no estádio R.5.1. (fase de formação de vagem) até R.5.3. (maioria das vagens entre 25% e 50% de granação), em condições climáticas favoráveis a ocorrência das doenças (chuvas freqüentes e temperaturas entre 22o e 30oC).
Realizar no máximo duas aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 15 a 20 dias.

b) Oídio:
A aplicação deve ser baseada na vistoria periódica (monitoramento) da lavoura e no nível de infecção. A infecção pode ocorrer em qualquer estádio de desenvolvimento da planta, porém é mais freqüente na floração.
A aplicação deve ser feita quando o nível de infecção atingir 40 a 50% de severidade. Reaplicar quando esse índice for atingido.
Realizar no máximo duas aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 15 a 20 dias.


O monitoramento deve ser feito durante todo o ciclo da cultura da soja observando a presença de baixa umidade relativa do ar e temperaturas amenas, que são favoráveis ao desenvolvimento da doença. A amostragem deve ser feita percorrendo vários pontos representativos da lavoura. Consideram-se como situações diferenciais de lavouras cultivares e épocas de plantio. Uma amostra deve conter, no mínimo, 50 plantas.

TRIGO
a) Mancha-das-glumas:
A aplicação pode seguir dois critérios para quantificar a doença:
a.1) Severidade (área foliar atacada pela doença, calculada em porcentagem, tomando-se a área de cada folha, individualmente). Iniciar o controle quando a severidade for de 5% da área foliar necrosada, a partir do perfilhamento (estádio 4 da escala de Feeks e Large);
a.2) Incidência (é a quantidade de plantas ou de partes das plantas que foram amostradas e que apresentam manchas foliares comparadas com aquelas que estão sadias). É expressa em percentagem, em função do número de plantas ou partes das plantas infectadas. Iniciar o controle quando a incidência atingir 80%, a partir do perfilhamento (estádio 4 na escala de Feeks e Large);
Realizar no máximo duas aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 15 a 20 dias, se as condições climáticas forem favoráveis.

b) Giberela ou Fusariose:
Iniciar o controle no período que corresponde ao início do florescimento, estádio 10.5.1. da escala de Feeks e Large quando as flores estiverem abertas e as anteras expostas (antese) o que na prática, significa de 10 a 20% da floração; embora a doença possa ocorrer em qualquer momento, após o espigamento, sendo o estádio mais crítico, o estádio de florescimento. Em localidades onde as condições climáticas são favoráveis ao aparecimento da doença (48 horas de precipitação pluviométrica com temperatura média de 20-25o C neste período), a aplicação deverá ser preventiva, visando atingir as anteras (plena floração).
Realizar no máximo duas aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 15 a 20 dias, sendo a primeira, logo após o espigamento.
Iniciar o monitoramento a partir do afilhamento (estádio 4 da escala de Feekes & Large). Amostrar a lavoura percorrendo vários pontos representativos. Considera-se como situações diferenciais de lavouras: cultivares, épocas de plantio, tratamento de sementes e rotação de culturas. Uma amostra deve conter, no mínimo, 50 plantas.
1.4 MODO DE APLICAÇÃO:

Aplicação Terrestre

CZAR é um fungicida sistêmico, indicado para a aplicação em mistura com água, no controle das doenças indicadas nas culturas da soja e trigo.
Recomenda-se agitar a embalagem do produto antes do preparo da calda, devendo adicionar à calda do produto, um espalhante adesivo na dose recomendada pelo fabricante.
Manter sempre a calda em agitação durante o preparo e aplicação do produto, devido às características da formulação (suspensão concentrada).
SOJA
Para aplicação via terrestre na cultura da soja, no controle da mancha-parda ou septoriose e crestamento-foliar, usar pulverizador de barra equipado com bicos cônicos (série D ou similar, espaçado de 25 cm). Utilizar pressão de trabalho de 80 a 120 lb/pol2, com tamanho de gotas de 200 a 400 micra e densidade de gotas de 40 a 60 gotas/cm2. O volume de calda deve ser de 300 a 400 L/ha. A variação do volume de calda/ha dependerá do estádio de desenvolvimento da cultura.
Para oídio, seguir as mesmas recomendações, acima, utilizando volume de calda de 250 a 300 L/ha.

TRIGO
Para aplicação via terrestre na cultura do trigo, usar pulverizador de barra com bicos cônicos da série D ou equivalentes ou bico leque, distanciados de 25 a 50 cm, proporcionando um volume de calda entre 100 a 200 L/ha, usando pressão de 45 a 90 lb/pol2 (bicos cônicos) ou 30 a 60 lb/pol2 (bicos leques), com tamanho de gotas de 200 a 400 micras e densidade de gotas de 40 a 60 gotas/cm2. Deve-se realizar uma boa cobertura da superfície vegetal com regulagem adequada do equipamento e altura da barra, permitindo cobertura uniforme da parte aérea da cultura.

OBS.: No caso de usar outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas.

Condições climáticas
Obedecer as seguintes condições climáticas:
• Umidade relativa do ar: maior que 50%
• Temperatura: menor que 30oC
• Velocidade do vento: entre 2 a 6 km/hora

1.5 INTERVALO DE SEGURANÇA:

Trigo................. 35 dias
Soja................... 14 dias

1.6 INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Aguardar o intervalo de 24 horas para reentrar nas áreas tratadas com o produto.

1.7 LIMITAÇÕES DE USO:
• Este produto não deve ser aplicado através de equipamento manual ou costal.
• CZAR é incompatível com calda sulfocálcica e calda bordaleza.
• Não aplicar o produto em dias nublados ou na probabilidade de ocorrência de chuvas e ventos fortes. Caso chova logo após a pulverização, repetir a aplicação do fungicida.
• Evitar aplicações via terrestre, sob condições de orvalho na cultura. Aplicar somente após seu desaparecimento.

1.8 INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS).
1.9 INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item “1.4 MODO DE APLICAÇÃO”.

1.10 DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

1.11 INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

1.12 INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

2. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS, QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTOS E TRATAMENTOS:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES

PRODUTO PERIGOSO EVITE EXPOSIÇÃO ORAL, INALATÓRIA, OCULAR E DERMAL. USE OS EPI’s COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados;
- Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos;
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
- Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
- Use protetor ocular (óculos) - Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente com água corrente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS;
- Use máscara cobrindo o nariz e a boca – Produto pode causar sensibilidade dérmica. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS;
- Use luvas de borracha - Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente com água e sabão e VEJA PRIMEIROS SOCORROS;
- Use macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, touca árabe, óculos, luvas e botas de borracha e máscara com filtro cobrindo o nariz e a boca e avental impermeável.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança;
- Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes do dia,
- Como o produto só é autorizado para aplicação tratorizada, esta deverá ser realizada contra o vento;
- Use macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, touca árabe, óculos, luvas e botas de borracha e máscara com filtro cobrindo o nariz e a boca.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Não reutilize a embalagem vazia;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante;
- Tome banho, troque e lave suas roupas de proteção separadas das roupas de uso doméstico;
- Ao lavar as roupas utilizadas/contaminadas, utilize luvas e avental impermeável;
- No descarte de embalagens vazias use EPI (macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha);
- Evitar entrar nas áreas tratadas até o término do intervalo de reentrada estabelecida para o produto.

PRIMEIROS SOCORROS:
Ingestão: Em caso de ingestão, não provoque vômito e procure o serviço médico de urgência ou pronto socorro, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente em abundância e procure o serviço médico de urgência ou pronto socorro, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
Pele: Em caso de contato, lave com água corrente e sabão em abundância e procure o serviço médico de urgência ou pronto socorro, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Atenção: Produto pode causar sensibilização dérmica.
Inalação: Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e recorra ao serviço médico de urgência ou pronto socorro, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.


INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Benzimidazol
Classe toxicológica III – Medianamente Tóxico
Mecanismo de toxicidade Altera enzimas microssomais hepáticas em animais de laboratório (ratos e camundongos)
Toxicidade Têm baixa toxicidade aguda, entretanto, em nível experimental, efeitos reprodutivos adversos foram relatados após uma única exposição. A DL50 em uma ampla variedade de espécies e vias de administração, variou de 2000-15000 mg/kg. Não tem interação com DNA, mas apresentam aberrações cromossômicas, em animais de laboratório. Em humanos não foram relatados efeitos adversos. Exposições a longo prazo podem causar distúrbios na reprodução.
Vias de absorção Oral (80-85%), dérmica em menor intensidade.
Metabolismo e toxicocinética O carbendazim é um metabólito ativo do Benomyl e do tiofanato metílico. Após absorção, o Carbendazim é distribuído por todos os tecidos, tingindo altas concentrações no fígado, onde são metabolizados. Têm excreção renal e biliar em até 72 horas.
Sintomas e sinais clínicos Nenhuma referência de intoxicação aguda causada pelo Carbendazim foi encontrada em humanos.
Tratamento As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação.
Utilizar luvas e avental durante a descontaminação.
1.Remover roupas e acessórios e descontaminar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Colocar a vítima em local ventilado.
2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
3. em caso de ingestão recente, fazer lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.
Atenção As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Telefones de Emergência:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter mais informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT - ANVISA/MS)
Notifique o sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de emergência da Empresa: 0800-400-7505

3. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:


3.1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
- ? - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

3.2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3.3. EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: MILENIA AGROCIÊNCIAS S.A. - Telefones da empresa: 0800 111 767 ou 0800 7071 767.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
. Piso Pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

. Solo: retire as camadas de terra contaminadas até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

3.4. PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGENS RÍGIDAS LAVÁVEIS
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água da lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGENS RIGIDAS NÃO LAVAVEIS
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuada em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTO
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais componentes.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.


4. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

1.14 INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

1.13 INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.