Bula DesafioBR - Ouro Fino
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Bula DesafioBR

Benzoato de Emamectina
PORTA42-IN13E
Ouro Fino

Composição

Benzoato de Emamectina 57 g/kg

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida
1 - Produto Extremamente Tóxico
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato, Ingestão

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Helicoverpa armigera (Helicoverpa)

Feijão

Calda Terrestre Dosagem
Helicoverpa armigera (Helicoverpa)

Milho

Calda Terrestre Dosagem
Helicoverpa armigera (Helicoverpa)

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Helicoverpa armigera (Helicoverpa)

Conteúdo: 1 kg.

INSTRUÇÕES DE USO

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Algodão, feijão, milho e Soja

Aplicar no início de infestação da praga, quando estas atingirem o nível de ação indicado para cada cultura. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 10 dias entre aplicações.

MODO DE APLICAÇÃO

TERRESTRE

A aplicação pode ser feita por pulverização terrestre e aérea. Utilizar volume de calda de 100 a 200 L de calda/ha.

AÉREA

O produto é aplicado através de aeronaves agrícolas, com um volume de calda de 30 a 50 L de calda/ha.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Algodão: 21 dias
Feijão, Milho e Soja: 15 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Recomenda-se aguardar 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda evitando-se, sempre que possível, que pessoas allheias ao tratamento com a cultura e animais domésticos circulem pela área tratada. Utilizar os EPI’s indicados para uso durante a aplicação no item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA” caso houver necessidade de entrar na área tratada antes da secagem total da calda aplicada.
LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade para as culturas indicadas: sendo utilizado conforme as recomendações da bula, o produto não causa fitotoxicidade nas culturas.
- Não aplicar através de sistemas de irrigação
- Não utilizar o produto mais que 2 aplicações sequenciais sem a rotação com produtos de diferentes modos de ação.
- Não permitir entrada de animais nas áreas tratadas.
- Não aplicar o produto próximo a áreas de floradas, como todo inseticida, o produto pode ser tóxico para abelhas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.

Qualquer agente de controle de insetos pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas - IRAC-BR recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga;
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo;
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas;
- Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex.: controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.