Bula DesafioBR

acessos
Benzoato de Emamectina
PORTA42-IN13E
Ouro Fino

Composição

Classificação

Granulado Dispersível (WG)

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
0,15 a 0,3 kg p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 10 dias entre aplicações 21 dias Aplicar quando forem encontradas 2 lagartas/metro linear menores do que 8 mm, 1 lagarta/metro linear maior do que 8 mm ou ainda 5 ovos marrons por metro linear
Algodão - Geneticamente Modificado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
0,15 a 0,3 kg p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 10 dias entre aplicações 21 dias Aplicar quando forem encontradas 2 lagartas/metro linear menores do que 3 mm ou 1 lagarta/metro linear maior do que 8 mm
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
0,15 a 0,3 kg p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 10 dias entre aplicações 15 dias Aplicar quando forem encontradas de 1 a 3 lagartas/m²
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
0,15 a 0,3 kg p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 10 dias entre aplicações 15 dias Aplicar quando forem encontradas 2 lagartas/metro
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
0,15 a 0,3 kg p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 10 dias entre aplicações 15 dias Aplicar quando constatadas 7,5 lagartas/m² (soja vegetativa) ou 1 a 2 lagartas/m² (soja reprodutiva). Usar a maior dose em condições de alta infestação, em áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Algodão, feijão, milho e Soja - Aplicar no início de infestação da praga, quando estas atingirem o nível de ação indicado para cada cultura. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 10 dias entre aplicações.
MODO DE APLICAÇÃO:
A aplicação pode ser feita por pulverização terrestre e aérea. Utilizar volume de calda de 100 a 200 L/ha.
AÉREA O produto é aplicado através de aeronaves agrícolas, com um volume de calda de 30 a 50 L/ha.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão 21 dias
Feijão, Milho e Soja 15 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Recomenda-se aguardar 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda evitando-se, sempre que possível, que pessoas allheias ao tratamento com a cultura e animais domésticos circulem pela área tratada. Utilizar os EPI’s indicados para uso durante a aplicação no item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA” caso houver necessidade de entrar na área tratada antes da secagem total da calda aplicada.
LIMITAÇÕES DE USO: Fitotoxicidade para as culturas indicadas: sendo utilizado conforme as recomendações da bula, o produto não causa fitotoxicidade nas culturas.
- Não aplicar através de sistemas de irrigação
- Não utilizar o produto mais que 2 aplicações sequenciais sem a rotação com produtos de diferentes modos de ação.
- Não permitir entrada de animais nas áreas tratadas.
- Não aplicar o produto próximo a áreas de floradas, como todo inseticida, o produto pode ser tóxico para abelhas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.

Qualquer agente de controle de insetos pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas - IRAC-BR recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga;
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo;
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas;
- Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex.: controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.