Bula Diafentiuron Genbra 500 SC

acessos
Diafentiuron
7517
Tecnomyl

Composição

Diafentiuron 500 g/L Tiouréia

Classificação

Acaricida, Inseticida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
600 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura. 21 dias. A época de maior ocorrência da praga vai dos 60 aos 100 dias da emergência da cultura. Realizar a pulverização quando 40% das plantas apresentarem os sintomas de ataque da praga (folhas encarquilhadas, ressecadas e bronzeadas). Normalmente os ácaros infestam mais intensamente as folhas novas
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
800 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura. 21 dias. A época de maior ocorrência da praga vai dos 60 aos 100 dias da emergência da cultura. Realizar a pulverização quando 10% das plantas apresentarem os sintomas de ataque da praga (folhas com manchas necróticas ou avermelhadas, de pequena extensão e preferencialmente localizadas entre as nervuras principais)
Curuquerê
(Alabama argillacea)
600 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura. 21 dias. Na fase inicial de desenvolvimento da cultura (até 30 dias da emergência), realizar a pulverização se for observada a presença da praga de forma a apresentar riscos a cultura. Após este período, a pulverização deve ser feita quando o nível de infestação chegar a 1 a 2 lagartas por planta e/ou o nível de desfolha chegar a 10% no terço superior das plantas
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
800 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura. 21 dias. Realizar a pulverização assim que observada a presença da praga na cultura
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
500 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura. 21 dias. Cultivares tolerantes à virose – realizar a pulverização quando o nível de infestação atingir 20 pulgões por folha ou 50% das plantas com pulgões. Cultivares susceptíveis à virose – realizar a pulverização quando o nível de infestação atingir 3 pulgões por folha ou 5 a 10% das plantas com pulgões
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro vermelho
(Oligonychus ilicis)
600 a 800 mL p.c./ha 400 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 14 dias. 7 dias. Pulverizar quando forem observados a presença ou o sintoma de ataque da praga (folhas bronzeadas). Seguir o nível de controle estabelecido para a região. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta infestação ou clima favorável ao desenvolvimento dos ácaros
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
600 a 800 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 dias. 14 dias. Fazer a pulverização quando forem observados a presença dos ácaros na face inferior das folhas ou os sintomas de ataque na cultura. Para o Ácaro-branco utilizar a maior dose em altas infestações ou quando o clima for favorável ao desenvolvimento da praga. Reaplicar se necessário em intervalo de 7 a 10 dias
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
800 mL p.c./ha 200 L de calda/ha (aéreo) 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 dias. 14 dias. Fazer a pulverização quando forem observados a presença dos ácaros na face inferior das folhas ou os sintomas de ataque na cultura. Para o Ácaro-branco utilizar a maior dose em altas infestações ou quando o clima for favorável ao desenvolvimento da praga. Reaplicar se necessário em intervalo de 7 a 10 dias
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
800 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 14 dias. Fazer a pulverização assim que observada a presença da praga nas plantas, preferencialmente após o fechamento da cultura (aproximadamente 3 semanas da emergência). Reaplicar se necessário em intervalo de 7 dias
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
60 mL p.c./100L água 2000 a 2400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura. Uso não alimentar. A praga deve ser controlada assim que forem notados os sintomas de seu ataque, ou for constatada a sua presença nas plantas. O número de pulverizações dependerá da frequência, intensidade e condições favoráveis ao ataque das pragas listadas. Reaplicar toda vez que os níveis de controle forem novamente atingidos
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
600 a 800 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 14 dias. 21 dias. Fazer a pulverização quando forem observados os sintomas de ataque ou a presença dos ácaros na face inferior das folhas, nas reboleiras. Utilizar a maior dose em altas infestações ou quando o clima for favorável ao desenvolvimento da praga
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
800 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Fazer a pulverização quando 10% das plantas apresentarem os sintomas de ataque (amarelecimento e secamento das folhas) da praga. Reaplicar se necessário em intervalo de 7 dias
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
800 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Fazer a pulverização assim que observada a presença da praga nas plantas, preferencialmente após o fechamento da cultura (aproximadamente 3 semanas da emergência). Reaplicar se necessário em intervalo de 7 dias

Conteúdo: 0,05; 0,07; 0,1; 0,2; 0,25; 0,35; 0,5; 0,6; 0,8; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 3,5; 4,0; 4,5; 5,0; 10; 15; 20; 50; 100; 200; 250; 300; 400; 500; 600; 700; 800; 900; 945; 1.000; 1.100; 1.200; 1.300; 1.400; 1.500; 1.600; 1.700; 1.800; 1.900; 2.000; 2.500; 3.000; 3.500; 4.000; 4.500; 5.000; 6.000; 7.000; 8.000; 9.000; 10.000; 15.000 e 20.000 litros.

ALGODÃO
Pulgão-das-inflorescências:
- Cultivares tolerantes à virose — realizar a pulverização quando o nível de infestação atingir 20 pulgões por folha ou 50% das plantas com pulgões.
• Cultivares susceptíveis à virose — realizar a pulverização quando o nível de infestação atingir 3 pulgões por folha ou 5 a 10% das plantas com pulgões.
Fazer no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.
Mosca-branca:
- Realizar a pulverização assim que observada a presença da praga na cultura.
- Fazer no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.
Curuquerê:
- Na fase inicial de desenvolvimento da cultura (até 30 dias da emergência), realizar a pulverização se for observada a presença da praga de forma a apresentar riscos a cultura. Após este período, a pulverização deve ser feita quando o nível de infestação chegar a 1 a 2 lagartas por planta e/ou o nível de desfolha chegar a 10% no terço superior das plantas.
- Fazer no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.

Acaro-branco:
• A época de major ocorrência da praga vai dos 60 aos 100 dias da emergência da cultura. Realizar a pulverização quando 40% das plantas apresentarem os sintomas de ataque da praga (folhas encarquilhadas, ressecadas e bronzeadas). Normalmente os ácaros infestam mais intensamente as folhas novas.
• Fazer no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.
Acaro-rajado:
• A época de major ocorrência da praga vai dos 60 aos 100 dias da emergência da cultura. Realizar a pulverização quando 10% das plantas apresentarem os sintomas de ataque da praga (folhas com manchas necróticas ou avermelhadas, de pequena exte são e
preferencialmente localizadas entre as nervuras principais).
• Fazer no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.

CAFÉ
Acaro-vermelho:
• Pulverizar quando forem observados a presença ou o sintoma de ataque da praga (folhas bronzeadas). Seguir o nível de controle estabelecido para a região. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta infestações ou clima favorável ao desenvolvimento do ácaros. Reaplicar se necessário com intervalo de 14 dias.
•Realizar no máximo 2 aplicações durante a safra.

FEIJÃO
Mosca-branca:
• Fazer a pulverização assim que observada a presença da praga nas plantas, preferencialmente ap6s o fechamento da cultura (aproximadamente 3 sem nas da emergência). Reaplicar se necessário em intervalo de 7 dias.
• Realizar no máxima 3 aplicações durante o ciclo da cultura.
Acaro-branco e Acaro-rajado:
• Fazer a pulverizações quando forem observados a presença dos ácaros na face inferior das folhas ou os sintomas de ataque na cultura. Para o Acaro-branco utilizar a major dose em altas infestações ou quando o clima for favorável ao desenvolvimento da praga. Reaplicar se necessário em intervalo de 7 a 10 dias.
• Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura.
ROSA
Acaro-rajado:
A praga deve ser controlada assim que forem notados os sintomas de seu ataque, ou for constatada a sua presença nas plantas. O número de pulverizações dependera da frequência, intensidade e condições favoráveis ao ataque das pragas listadas. f2eaplicar toda vez que os níveis de controle forem novamente atingidos.
• Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.
SOJA
Acaro-rajado:
• Fazer a pulverização quando forem observados os sintomas de ataque ou a presença dos ácaros na face inferior das folhas, nas reboleiras. Utilizar a major dose em altas infestações ou quando o clima for favorável ao desenvolvimento da praga. Reaplicar se necessário em intervalo de 14 dias.
• Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.

TOMATE
Mosca-branca:
• Fazer a pulverização assim que observada a presença da praga nas {plantas, preferencialmente após o fechamento da cultura (aproximadamente 3 sem nas da emergência). Reaplicar se necessário em intervalo de 7 dias.
• Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura.
Ácaro-rajado:
• Fazer a pulverização quando 10% das plantas apresentarem os sintomas de ataque
(amarelecimento e secamento das folhas) da praga. Reaplicar se necessário em intervalo de 7 dias.
• Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura.

MODO DE APLICAÇÃO:
DIAFENTIURON GENBRA 500 SC deve ser dissolvido em água e aplicado na forma de pulverização foliar.
Condições climáticas recomendadas:
• Umidade relativa do ar acima de 55%
• Temperatura abaixo de 30°C
• Velocidade do vento entre 3 a 10 km/h

Cuidados no preparo da calda:
1-Encher Y4 do tanque do pulverizador com água.
2-Iniciar a agitação (mecânica ou manual).
3-Adicionar no tanque o produto previamente medido em recipiente graduado.
4-Completar o volume de água no tanque mantendo a agitação constante.

TERRESTRE
Algodão: Utilizar pulverizador costal ou tratorizado equipado com pontas adequadas, conforme recomendação do fabricante. Ajustar o equipamento para um volume de calda de 150 a 20 L/ha.
Café: Utilizar atomizador costal ou tratorizado provido de pontas de jato cônico, com espaçamento, vazão e pressão de trabalho corretamente calibrados. Ajustar a velocidade do equipamento para um volume de calda de 400 L/ha.
Feijão e Soja: Utilizar pulverizador costal ou tratorizado equipado com pontas adequadas, conforme recomendação do fabricante. Ajustar o equipamento para um volume de calda de 200 L/ha.

Tomate estaqueado: o volume de água utilizado deve ser de 400 a 1000 L/ha, conforme o desenvolvimento da cultura. Recomenda-se o uso de pulverizadores costais (manuais ou motorizados) ou moto bombas estacionárias.
Tomate industrial: Volume de calda em torno de 300 L/ha, procurando obter boa cobertura das plantas em toda a área tratada.
Rosa: Volume de calda de 2000 a 2400 Llha.

AEREA (Algodão; Café; Feijão; Soja)
0 produto é aplicado através de aeronaves agrícolas, com u volume de calda entre L/ha.
As pontas devem ser apropriadas para o tipo de aplicação. Recomenda-se o fechamento de bicos nas pontas das asas para evitar perdas da pulverização por influência dos vértices. Evitar aplicações com velocidades de vento inferiores a 3 km/h porque ocorrera o fenômeno de inversões térmicas, causando major permanência das gotas no ar, contaminado o avião, bandeirinhas e o meio ambiente e prejudicando consideravelmente a deposição das gotas Aplicações efetuadas nas horas mais quentes do dia também deverão ser evitadas, pois causarão perdas das gotas devido a ação das correntes térmicas ascendentes. 0 fator climático mais importante a considerar devera ser sempre a umidade relativa do ar, a qual determinara ureia major ou menor deriva das gotas pelo vento.

Gerenciamento de deriva
0 potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipam não de pulverização e o clima. 0 aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Diâmetro da gota: A melhor estratégia de gerenciamento de deriva e aplicar o maior diâmetro de gotas possíveis para dar uma boa cobertura e controle. A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições climáticas e infestação podem afetar o gerenciamento da deriva e a cobertura das plantas. Aplicando gotas de diâmetro major reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura, umidade relativa do ar e inversão térmica.

Controlando o diâmetro de gotas:
•Volume - Use bicos de vazão major para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades praticas. Bicos com uma vazão major produzem gotas maiores.
•Pressão - Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na cultura. Quanto maiores volumes forem necessários. use bicos de vazão major ao invés de aumentar a pressão.
• Tipo de bico - Use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicações maiores produzem gotas maiores. Considere use de bicos de baixa deriva uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de vento ou em condições sem vento.

OBS: As condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve esta familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Temperatura e Umidade: Aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores e reduzir o efeito da evaporação.
Inversão Térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação á altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formada ao pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originaria de uma fonte no solo. Formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica, enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersada com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

Controlando o diâmetro de gotas em aplicação aérea:
- Número de bicos - Use o menor número de bicos com maior vazão possível que proporcione uma cobertura uniforme.
- Orientação dos bicos - Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para
trás, paralelo a corrente de ar produzira gotas majores que outras orientações.
a Tipo de bico - Bicos de jato cheio, orientados para trás produzem gotas majores q e outros
tipos de bico.
•Comprimento da barra - 0 comprimento da barra não deve exceder 1/4 da a ou do comprimento do motor. Barras maiores aumentam o potencial de deriva.
•Altura da barra - Regule a altura da barra para a menor possível para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas a evaporação e aos ventos.
•Ventos - 0 potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior 2 km/h (devido ao potencial de inversão) ou major que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento, determinam o potencial de deriva a

LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Antes da aplicação verifique e inicie a pulverização somente com o equipamento limpo e m conservado. Imediatamente após a aplicação, fazer uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento mesmo por poucas horas torna a limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágüe completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
2. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
3. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis.
4. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
LAVAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Tríplice Lavagem;
1. Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador;
2. Adicione água limpa à embalagem até '/4 do seu volume;
3. Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
4. Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
5. Faça esta operação 3 vezes;
6. Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
( vide indicações e uso)

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E AREAS TRATADAS:
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca, cerca de 24 horas. Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, e necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.

LIMITACOES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas: sendo utilizado conforme as recomendações da bula, o produto não causa Fitotoxicidade nas culturas.

PRECAUÇÕES GERAIS:
-Produto para uso exclusivamente agrícola.
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
-Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
-Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
-Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
-Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
-Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇOES NA PREPARAÇAO DA CALDA:
-Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
-Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
-Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha, avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
-Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇOES DURANTE A APLICAÇAO
-Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
-Não aplique o produto ria presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
-Verifique a direção do vento e aplique de modo a evitar o contato com o produto, dependendo do equipamento de aplicação.
Aplique o produto somente rias doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita)
Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
-Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
-Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do termino de intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o use durante a aplicação.
-Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
-Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
-Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, Óculos, avental, botas, macacão, luvas mascara.
-Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.

-Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
-Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
-Fique atento ao tempo de use dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
-No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço medico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vomito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não de nada para beber ou corner.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita agua corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a agua de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita agua corrente e sabão neutro.
Inalag5o: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.
EFEITOS AGUDOS E CRONICOS:
AGUDOS:
DL50 Oral em ratos: >300 — 2000 mg/kg (ratos machos e fêmeas).
DL50 Dérmica em ratos: major que 2000 mg/kg.
Irritação ocular em coelhos: Irritante Ocular reversível em 72 horas. Os animais testados apresentaram vermelhidão na conjuntiva, quemose e uveíte em 3/3 dos olhos testados. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na leitura em 72 horas após o tratamento para 3/3 dos olhos testados.
Irritag5o dérmica em coelhos: irritante em estudo conduzido em coelhos com a substância não diluída.
CL50 inalatória: 2,05 mg/L, os animais apresentaram epistaxe, congestão, edema e enfisema pulmonar, congestão hepática, congestão renal, congestão esplênica, hidrotórax e congestão das alças intestinais.

CRONICOS:
Estudo crônico realizado com animais de laboratório sendo o produto administrado por via oral mostrou que o Órgão alvo para toxicidade deste produto e o pulmão. A altas doses, acumulo das células nos alvéolos pulmonares bem como aumento no peso dos rins, fígado e baco foram observados. Houve tamb6m produção de lesões proliferativas pulmonares como hiperplasia focal, adenoma e carcinoma (camundongos), e, de linfosarcomas no baço, linfonodos e timo (ratos). Nenhuma evidência de mutagenicidade foi obtida. Em cães causou edema de pâncreas reversível a altas doses. Tratamento com 1.5 mg/kg/dia foi associado com toxicidade leve materna (sonolência, fraqueza). As altas doses, os níveis elevados de metahemoglobina causaram toxicidade materna, o que levou a um incremento na frequência de malformações. Não houve evidências de teratogenicidade a baixas doses

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE - INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS
RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:

(X) – MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
- Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Evite contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo,
da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
17
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.

2.INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver as embalagens rompidas
ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3.INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa GENBRA DISTRIBUIDORA DE
PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA. – Telefone de emergência: (41) 3019-0701.
- Utilize o equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d’água. Sigas as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de
uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não
deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo
para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo
hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a
favor do vento para evitar intoxicações.

4.PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
? Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
? Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamento de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.


TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.

5.TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou
outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.

Qualquer agente de controle de insetos pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resister-Ida a ele. O Comite Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas — IRAC-BR recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida Citil dos inseticidas:
• Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga;
• Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo;
• Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de
Resistencia a Inseticidas;
• Incluir outros metodos de controle de pragas (Ex.: controle cultural, biolOgico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponivel e apropriado.