Bula Difenohelm - Helm

Bula Difenohelm

acessos
Difenoconazol
3907
Helm

Composição

Difenoconazol 250 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico

Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
0,3 L p.c./ha 400 a 800 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações com intervalo de 15 dias. 7 dias. Iniciar o controle preventivamente, sempre que ocorrer inicio de infecção em condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da doença
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
0,3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 25 dias. Aplicar o produto no aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
0,3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 25 dias. Aplicar o produto no aparecimento dos primeiros sintomas
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
14 mL p.c./100L água 800 a 1500 L de calda/ha - Realizar até 8 aplicações por ano, com reaplicações a cada 7 a 10 dias. 5 dias. Aplicar o produto quando observar que 50% das gemas estão com pontas verdes, estágio fenológico "C" preventivamente antes da infecção da doença
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Realizar duas aplicações, uma no estádio R! e outra no estádio R 5.1
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Realizar duas aplicações, uma no estádio R! e outra no estádio R 5.1
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,15 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. 30 dias. Aplicar quando o índice de infecção atingir 10% ou nos estádios R1 a R3

Frasco plástico com capacidade para 0,1; 0,2; 0,25; 0,4; 0,5; 1 e 2 L.
Bombonas plásticas com capacidade para 5, 10, 15, 20 L.
Baldes plásticas com capacidade para 20, 25 e 50 L.
Tambores plásticos ou metálicos com capacidade para 50; 100; 200; 500 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

DIFENOHELM é um fungicida sistêmico do grupo dos triazóis, com ação predominantemente preventiva. Atua como inibidor do transporte de elétrons nas mitocôndrias das células dos fungos, inibindo a formação de ATP, essencial nos processos metabólicos dos fungos. Sua excelente ação preventiva se apresenta devido à atuação na inibição da germinação dos esporos, desenvolvimento e penetração dos tubos germinativos.

CULTURAS/DOSES/DOENÇAS CONTROLADAS: Vide seção “Indicações de Uso/Doses”.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

FEIJÃO: Aplicar o produto no aparecimento dos primeiros sintomas. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 15 dias. Caso as doenças ocorram em épocas diferentes, recomenda-se não exceder o máximo de 3 aplicações do mesmo produto ou similar durante todo o ciclo da cultura de feijão, evitando-se o aparecimento de resistência aos produtos.

SOJA: Para controle do Crestamento-foliar e da Mancha-parda realizar no máximo duas aplicações: nos estádios R2 e R5.1. Para controle do Oídio, aplicar quando o índice de infecção atingir 10% ou nos estádios R1 a R3. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 15 dias. Caso as doenças ocorram em épocas diferentes, recomenda-se não exceder o máximo de 3 aplicações do mesmo produto ou similar durante todo o ciclo da cultura de soja, evitando-se o aparecimento de resistência aos produtos.

BATATA: Iniciar o controle preventivamente, sempre que ocorrer inicio de infecção em condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 4 aplicações com intervalo de 15 dias. Recomenda-se não exceder o máximo de 4 aplicações do mesmo produto ou similar durante todo o ciclo da cultura da batata, evitando-se o aparecimento de resistência aos produtos.

MAÇÃ:Realizar até 8 aplicações por ano. Aplicar o produto quando observar que 50% das gemas estão com pontas verdes, estágio fenológico "C" preventivamente antes da infecção da doença (sarna-da-macieira), reaplicando a cada 7 a 10 dias, conforme período mais crítico de temperatura e umidade favorável às doenças.

MODO DE APLICAÇÃO:

DIFENOHELM deve ser diluído em água e aplicado por pulverização sobre as plantas a proteger, de modo que haja uma boa cobertura. Recomenda-se o uso de equipamentos que proporcionem uma contínua agitação da calda, sejam equipamentos terrestres como pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados com barra, ou através de aeronaves (dependendo da cultura).

Os volumes de calda recomendados variam de acordo com a cultura, estágio de crescimento e condições climáticas.Consulte um Engenheiro Agrônomo.

Aplicação terrestre:

Utilizar pulverizador tratorizado de barra, equipado com bicos apropriados para a aplicação de fungicidas, produzindo um diâmetro de gotas de 50 a 200 µm, uma densidade de 50 a 70 gotas por cm2, e uma pressão de 40 a 60 libras.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 27º C, com umidade relativo acima de 60% e ventos de no máximo 15km/hora.
Se utilizar outro equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.

Aplicação aérea:

Para as culturas de soja e feijão. Usar bicos apropriadas para esse tipo de aplicação, como por exemplo, cônicos D6 e D2 e disco "core" inferior a 45.
Largura efetiva de 15-18 m, com diâmetro de gotas de 80 µm, e um mínimo de 60 gotas por cm2.
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.
Observar ventos de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 27º C e umidade relativa superior a 60% visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação.
INTERVALO DE SEGURANÇA:

Feijão: 25 dias; Soja: 30 dias e Batata: 7 dias. Maçã: 5 dias.

LIMITAÇÕES DE USO:
O produto não causa fitotoxicidade às culturas desde que sejam seguidas as recomendações de uso constantes da bula. Devem ser observados os intervalos de segurança e reentrada na cultura após a aplicação.

INFORMAÇOES SOBRE EQUIPAMENTOS DE APLICAÇAO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO
PRECAUÇÕES GERAIS:
•Produto para uso exclusivamente agrícola;
•Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
•Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
•Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
•Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
•Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
•Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
•Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
•Produto extremamente irritante para os olhos.
•Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
•Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
•Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorropelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
•Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
•Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
•Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
•Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
•Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
•Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
•Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRA T ADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
•Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI´s) recomendados para o uso durante a aplicação.
•Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, fora do alcance de crianças e animais;
•Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
•Os equipamentos de proteção individual (EPI´s) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
•Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
•Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família.
•Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
•Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
•Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
•Não reutilizar a embalagem vazia.
•No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR DIFENOCONAZOL
INFORMAÇÕES MÉDICAS
•Grupo Químico: Triazol
•Classe toxicológica: I - Extremamente tóxico
•Mecanismos de toxicidade: O difenoconazole causa alteração no fígado de roedores através de um modo de ação que envolve a alteração do metabolismo de lipídeos e indução de enzimas que metabolizam alguns medicamentos. Este, mesmo modo de ação também ocorre em humanos para o fenobarbital. Assim como o fenobarbital, este modo de ação no fígado é específico para roedores e tem sido demonstrado não ser relevante aos humanos.
•Vias de absorção: Oral. inalatória, ocular e dérmica.
•Sintomas e sinais clínicos:
Nos casos agudos, é irritante para os olhos e trato respiratório. Irritação dérmica discreta. A ingestão provoca náusea, vômitos, dores abdominais importantes, diarréia. A ingestão mais importante causa lesões significativas da parede do tubo digestivo, principalmente do estômago, associadas a espasmos musculares clônicos, convulsões e' alteração da consciência. A inalação de grandes quantidades provoca tosse, dispnéia e, nos casos mais graves, expectoração sanguinolenta.
Nos casos crônicos, pode causar opacificação do cristalino e lesão hepatotóxica que vai da vacuolização até a necrose focal ou multifocal. Classificado no grupo C - Possível Carcinógeno Humano pela EPA, com base no aumento significativo de carcinomas e adenomas do, fígado em camundongos.
•Toxicocinética:
Difenoconazole administrado por via oral foi rapidamente eliminado com tempo de meia-vida de 33 a 48 horas para a menor e maior dose,respectivamente. Níveis sanguíneos foram aproximadamente proporcionais à dose. O início da via de eliminação foi biliar, sendo a principal via de eliminação através das fezes (> 78%). Existem, evidências de circulação entero-hepática. Resíduos teciduais após 7 dias geralmente foram baixos. Os níveis mais elevados de triazóis marcados foram encontrados no fígado e de fenil marcados na gordura e plasma, sendo os resíduos de triazóis marcados bem mais baixos que os de fenil marcado. Dentre os sexos, foram encontrados níveis de resíduos um pouco menores em tecidos de fêmeas em comparação aos machos. Tratamentos múltiplos com difenoconazole não marcado não tiveram efeitos na distribuição tecidual.
•Diagnóstico:
Anamnese detalhada, com noção de exposição ao produto e sintomatologia clínica.
•Tratamento:
Descontaminação a ser realizada por profissional protegido por avental impermeável, botas de borracha e luvas de nitrila.Carvão ativado em doses seriadas, em função da dose ingerida.Tratamento sintomático e manutenção das funções vitais.Controlar indicadores hepáticos, estado de consciência , estado neurológico e dados hemodinâmicos.
•Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração.
•Efeitos sinérgicos:
O alquilsulfonato usado como emulsificante pode causar irritação da
pele nos contatos repetidos e prolongados e facilitar a penetração dos outros componentes da formulação por deslipidificação, eliminação do fator de umidificação natural e desnaturação das proteínas da camada: epidérmica externa. Os solventes adicionados são derivados de petróleo. Em caso de intoxicação leve, observam-se irritação de olhos e vias respiratórias superiores: náuseas, cefaléia, vertigem. Nos casos graves, aparecem dermatite e parestesia das áreas afetadas, urticária, taquicardia depressão respiratória, tremores, incoordenação motora, depressão do sistema nervoso central, narcose, colapso cardiovascular e coma. A aspiração causa pneumonite química. Estes solventes potencializam a hepatotoxicidade do difenoconazole, inibindo o metabolismo do produto.
•IMPORTANTE:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação/SINAN/ MS
•Telefone de Emergência da Empresa: HELM DO BRASI
MERCANTIL LTDA: 15181-4099

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

-Este produto é MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE(CLASSE II)
-Este produto é altamente persistente no Meio Ambiente.
-Este produto é altamente tóxico para organismos aquáticos.
-Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-Não utilize equipamentos com vazamentos.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-Aplique somente as doses recomendadas.
-Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
-Evite a contaminação da água.
-A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
-Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos animais e vegetação suscetível a danos.
-Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concementes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para' produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
-Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
-Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa HELM DO BRASIL
MERCANTIL LTDA. - Telefone: (11) 5181-4099.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante pelo telefone indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, C02 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Para embalagem RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs -Equipamentos de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto.

• TRÍPLICE LAVAGEM (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo;

• LAVAGEM SOB PRESSÃO:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão segUIr os seguintes procedimentos:
-Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
-Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo;

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Para embalagem SECUNDÁRIAS

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no local próprio onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM V AZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Quando fungicidas com um mesmo modo de ação são usados repetidamente por vários anos na mesma área para controlar o mesmo patógeno, linhagens tolerantes de ocorrência natural podem sobreviver, propagar-se e tornar-se dominantes na área. Um patógeno é considerado resistente a um fungicida se ele sobrevive ao tratamento correto, na dose e época recomendadas, sob condições climáticas normais. O desenvolvimento da resistência de um patógeno pode ser evitado ou retardado pelo uso alternado ou em mistura de ingredientes ativos com diferentes modos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.