Bula Difere

acessos
Oxicloreto de cobre
10509
Oxiquímica

Composição

Oxicloreto de cobre 588 g/L Inorgânico

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Xanthomonas axonopodis pv. malvacearum)
0,6 L p.c./ha 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 5 - 10 dias. Sem restrições. Iniciar a aplicação no período de pré-florescimento
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercosporidium personatum)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar quatro aplicações com intervalos de 14-15 dias até o final do ciclo. Sem restrições. Iniciar as aplicações (preventivas), sendo a primeira aplicação, 40-45 dias após a semeadura
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar quatro aplicações com intervalos de 14-15 dias até o final do ciclo. Sem restrições. Iniciar as aplicações (preventivas), sendo a primeira aplicação, 40-45 dias após a semeadura
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
0,6 L p.c./ha 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações, com intervalo de 7 dias. Sem restrições. Iniciar a aplicação quando as plantas estiverem com 15 cm de altura
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
2 a 3 L p.c./ha 500 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 30 dias. Sem restrições. Iniciar a aplicação com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
2 a 3 L p.c./ha 500 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 30 dias. Sem restrições. Iniciar a aplicação com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem alaranjada da cana
(Puccinia kuehnii)
0,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar 01 aplicação (preventiva). Sem restrições. Aplicar quando a condição apresentar-se favorável à ocorrência da doença
Podridão-abacaxi
(Thielaviopsis paradoxa)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 100 L de calda/ha - Realizar 01 aplicação (preventiva). Sem restrições. Aplicar quando a condição apresentar-se favorável à ocorrência da doença
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
0,3 a 0,6 L p.c./ha 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 7 aplicações com intervalo de 7 dias. Sem restrições. Iniciar a aplicação quando as plantas estiverem com 30 dias
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Phyllosticta citricarpa)
3 a 4 L p.c./ha até 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, repetindo o tratamento cerca de 30 dias após a primeira. Sem restrições. Iniciar a aplicação preventiva quando 2/3 das pétalas estiverem caídas (florada)
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
3 a 4 L p.c./ha 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações,repetindo o tratamento cerca de 30 dias após a primeira. Sem restrições. Iniciar a aplicação preventiva quando 2/3 das pétalas estiverem caídas (florada)
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
2 a 3 L p.c./ha 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações com intervalo de 7 dias. Sem restrições. Iniciar a aplicação 30 dias após a emergência das plantas ou com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Varíola
(Asperisporium caricae)
1 a 2 L p.c./ha 800 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações, com intervalo de 14 dias. Sem restrições. Iniciar a primeira aplicação logo após o final da sexagem
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
0,6 L p.c./ha 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 8 aplicações, com intervalo de 5 - 7 dias. Sem restrições. Iniciar a aplicação quando os botões florais estiverem volumosos
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Crestamento bacteriano
(Pseudomonas syringae pv. glycinea)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar duas aplicações. Sem restrições. Iniciar a primeira aplicação aos 50-60 dias após a emergência e segunda aplicação no estádio R1
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. Sem restrições. Iniciar a primeira aplicação aos 50-60 dias após a emergência e segunda aplicação no estádio R1
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
2 a 3 L p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações, com intervalo de 7 dias. Sem restrições. Iniciar a aplicação aos 20 - 25 dias após o transplante das mudas
Requeima
(Phytophthora infestans)
2 a 3 L p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações, com intervalo de 7 dias. Sem restrições. Iniciar a aplicação aos 20 - 25 dias após o transplante das mudas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar duas aplicações com intervalo de 11-15 dias. Sem restrições. Aplicação preventiva a partir da fase de emborrachamento
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Plasmopara viticola)
0,75 a 2,5 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 7 aplicações, com intervalo de 7 dias. Sem restrições. Iniciar a aplicação durante o período de frutificação

Balde - Polipropileno: 10; 20 L.
Bombona- PEAD: 5 L.
Frasco- PEAD: 0,25; 0,5; 1 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
O produto age por contato (protetor), atuando como coagulador de protoplasma nos alvos biológicos.

Para o controle da Mancha-angular(Xanthomonas axonopodis pv. malvacearum) na cultura do Algodão, recomenda-se a utilização da dose de 200 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 1.000 L/ha. Iniciar a aplicação no período de pré-florescimento, repetindo com intervalos de 5 a 10 dias. Realizar 3 aplicações.
Para os controles da Mancha-castanha(Cercospora arachidicola) e da Mancha-preta(Cercosporidium personatum) na cultura do Amendoim, recomenda-se a utilização da dose de 1 a 1,5 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 L/ha. Iniciar as aplicações preventivamente, em intervalos de 14 a 15 dias, até o final do ciclo, sendo a primeira aplicação com 40 a 45 dias após a semeadura. Realizar 4 aplicações.
Para o controle da Requeima(Phytophthora infestans) na cultura da Batata, recomenda-se a utilização da dose de 200 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 1.000 L/ha. Iniciar a aplicação quando as plantas estiverem com 15 cm de altura e repetir com intervalos de 7 dias, se necessário. Realizar 6 aplicações.
Para os controles da Ferrugem(Helimeia vastatrix) e da Cercosporiose(Cercospora coffeicola) na cultura do Café, recomenda-se a utilização da dose de 2 a 2,5 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 500 a 600 L/ha. Iniciar a aplicação com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Realizar 3 aplicações com intervalo de 30 dias.
CANA-DE-AÇÚCAR:
Para o controle da Ferrugem-alaranjada(Puccinia kuehnil) recomenda-se a utilização da dose de 0,5 a 2 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 L/ha. Realizar 1 aplicação preventiva, quando a condição apresentar-se favorável à ocorrência da doença.
Para o controle da Podridão-abacaxi(Thielaviopsis paradoxa) recomenda-se utilização da dose de 0,5 a 1,5 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 100 L/ha. Realizar 1 aplicação preventiva, com pulverização diretamente sobre as mudas, toletes ou plântulas na época do plantio.
Para o controle da Mancha-púrpura(Alternaria porri) na cultura da Cebola, recomenda-se a utilização da dose de 100 a 200 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 1.000 L/ha. Iniciar a aplicação quando as plantas estiverem com 30 dias e repetir em intervalos de 7 dias, realizando 7 aplicações.
CITROS:
Para o controle da Verrugose(Elsinoe australis) recomenda-se a utilização da dose de 2 a 2,5 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 2.000 L/ha.
Para o controle da Pinta-preta(Phyllosticta citricarpa) recomenda-se a utilização da dose de 150 a 200 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 2.000 L/ha.
Para os controles das doenças do Citros, iniciar a aplicação preventiva, quando 2/3 das pétalas estiverem caídas(florada) e repetir o tratamento cerca de 30 dias após a primeira, realizando 4 aplicações.
Para o controle da Ferrugem(Uromyces appendiculatus) na cultura do Feijão, recomenda-se a utilização da dose de 2 a 3 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 300 L/ha. Iniciar a aplicação 30 dias após a emergência das plantas ou com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença e repetir em intervalos de 7 dias, realizando 5 aplicações.
Para o controle da Varíola(Asperisporium caricae) na cultura do Mamão, recomenda-se a utilização da dose de 1 a 2 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 800 L/ha. Iniciar a primeira aplicação logo após o final da sexagem, repetindo com intervalos de 14 dias. Utilizar 6 aplicações.
Para o controle da Antracnose(Colletotrichum gloesporioides) na cultura da Manga, recomenda-se a utilização da dose de 200 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 1.000 L/ha. Iniciar a aplicação quando os botões florais estiverem volumosos e repetir de 5 a 7 dias, realizando 8 aplicações. Utilizar o intervalo mais curtos em época favorável à doença.
Para os controles da Mancha-púrpura(Cercospora kikuchii) e do Crestamento-bacteriano(Pseudômonas savastanoi pv. glycinea) na cultura da Soja, recomenda-se a utilização da dose de 0,5 a 1,5 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 L/ha. Iniciar a aplicação aos 50 a 60 dias após a emergência e segunda aplicação no estádio R1. Utilizar 2 aplicações.
Para os controles da Pinta-preta(Alternaria solani) e da Requeima(Phytophthora infestans) na cultura do Tomate, recomenda-se a utilização da dose de 200 a 300 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 800 a 1.000 L/ha. Iniciar a aplicação aos 20 a 25 dias após o transplante das mudas e repetir a cada 7 dias, se necessário, realizando 6 aplicações.
Para o controle da Mancha-amarela(Drechslera tritici-repentis) na cultura do Trigo, recomenda-se a utilização da dose de 0,5 a 1,5 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 L/ha. Aplicação preventiva a partir da fase de emborrachamento, repetindo-se a cada 11 a 15 dias. Utilizar 2 aplicações.
Para o controle do Míldio(Plasmopora vitícola) na cultura da Uva, recomenda-se a utilização da dose de 150 a 200 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 500 a 1.000 L/ha. Iniciar a aplicação durante o período de frutificação, pulverizando preventivamente em intervalos de 7 dias, se necessário, realizando 7 aplicações.

Obs.: As doses variam de acordo com o nível de infecção mais intensa. Em caso de alta infecção e com o desenvolvimento da cultura e maior crescimento da planta, usar a maior dose recomendada. Não exceder as doses recomendadas.

MODO DE PREPARO DA CALDA E DE APLICAÇÃO:
- Formulação de pronto uso para aplicação foliar.
- O produto deve ser diluído em água limpa e aplicado na forma de pulverização sobre as plantas, nas doses recomendadas.
- Equipamentos de aplicação: Utilizar pulverizador tratorizado, com pressão de 100 a 150 libras ou utilizar pulverizador costal com pressão de 50 libras, com bico X-2 ou X-3 ou ainda, utilizar atomizador com pressão de 250 libras.
- Em todas as formas de aplicação deve-se observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura de pulverização nas plantas. Observações locais deverão ser efetuadas visando evitar a deriva e a evaporação do produto.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Sem restrições.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda(no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
O produto quando diluído em água deverá ser utilizado no mesmo dia. A utilização da mesma calda preparada de um dia para o outro reduz a eficiência do produto. As águas de pulverização devem ser de boa qualidade, com pH 5, ideal para a aplicação do produto. Após as aplicações, lavar interna e externamente os pulverizadores, reservatórios, etc., para evitar problemas de corrosão nos seus componentes à base de ferro e ferro galvanizado. Incompatibilidades: não há casos identificados de incompatibilidades.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Produto irritante para os olhos.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costa/.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha• máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas, nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres "PROIBIDA A ENTRADA ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do periodo de reentrada
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lav Sãs roupas utilizar luvas e avental impermeáveis.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - macação de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque võmito. Caso o võmito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavaem entre no outro olho.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermiáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR COBRE

Informações médicas

Grupo químico:
Inorgânico.

Classe toxicológica:
III - Mediamente tóxico.

Vias de exposição:
Oral, dérmica, ocular e inalatória.

Toxicocinética:
O cobre é princípalmente absorvido através do trato gastrointestinal Os sais de cobre são especialmente irrritantes.
Exposição oral: a absorção de sais. de cobre parece ocorrer primeiramente no estômago, e no duodeno, onde as condições ácidas favorecem a solubilizaçao. Evidencias: mostraram que, após a ingestão de sais c1orados de cobre, eles se deslocam para ai corrente sanguínea dentro de 1 a 3 horas. Estudo com homens mostraram que, do total de sais ingeridos, cerca de 20-60% são absorvidos pelo trato gastrointestinal e o rosto é
excretado com as fezes. Uma vez que e absorvido, ele e transportado para o fígado ligado à albumina. O fígado é crítico para a homeostase do cobre. Este é fracionado e excretado através da bile ou incorporado em proteínas intra ou extracelulares. A rota primária de excreção é a bile. O transporte de cobre para os tecidos periféricos é realizado ligado à albumina sérrica, ceruloplasmina ou complexos de baixo pesso melecular.

Mecanismos de toxicidade:
O cobre é incorporado no organismo a um grande número de proteínas estruturais e catalíticas. A toxicidade bioquímica do cobre é derivado de seus efeitos na estrutura e função de biomoléculas tais como o DNA, membr.anas e proteínas, de forma direta ou mediante mecanismos envolvendo radicais de oxigênio. Os compostos de cobre absorvidos são rapidamente transferidos para as hemoglobinas, podendo causar edema renal, necrose hepática e renal.

Sintomas e sinais clínicos:
Os principais alvos atingidos em caso de intoxicação decorrente da exposição a sais Inorgãnicos de cobre são: trato gastrointestinal, sistema cardiovascular, sistema, hematopoiético, fígado, rins e sistema nervoso.
Ingestão: Pode ser percebido gosto metálico na boca, podendo ocorrer dor abdominal especialmente no epigastrio, náusea, vômito e diarréia; sangramento gastrointestinal e ulceração (em casos graves); letargia, dor de cabeça, fraqueza muscular, vertigem, taquicardia, hipotensão, dispnéia, icterícia, elevação nos níveis de transaminases e bilirrubina, insuficiência hepática, necrose centrolobular, estase biliar e disfunção renal incluindo elevação nos níveis de uréia, anúria, oligúria, albuminúria e acidose. Aindaj pode haver hemólise, hemoglobinúria, hematúria e hemorragia gastrointestinal maciça.' Cianose por metahemoglobinemia pode ocorrer em raras ocasiões. A morte pode ocorrer devido a choque, falência hepática ou renal Efeitos gastrointestinais também têm sidoreportados após ingestão repetida de água com altas concentrações de cobre, e insuficiência hepática tem seguido à ingestão crônica de cobre.
Inalação: Pode ocorrer sensação de queimação, irritação e vermelhidão da garganta, tosse, dificuldade respiratória, espirro, náusea, vômito, calafrio e febre.
Pele: Exposição dérmica não tem sido associada a toxicidade sistêmica mas o cobre pode induzir respostas alérgicas em individuos sensiveis, com aparição de manchas, coceira, eritema e dermatite, além de descoloração esverdeada do cabelo, dentes e pele.
Olhos: Pode ocorrer irritação, conjuntivite, edema palpebral, ulceraçao e opacidade cornea. A ação mecânica de partículas de cobre pode causar irritação ocular, uveíte, abscessos e perda do olho. Penetração de fragmentos finos pode provocar dano ocular grave.

Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível Os sintomas de envenenamento dependem da duração da exposição , e das características do sal de cobre. Sais de cobre são irritantes gástricos e corrosivos para a mucosa gastrointestinal, produzindo náusea, vômito, sangramento, letargia e dor de cabeça; falência hepática e renal (envenenamentos graves); metemoglobinemia e hemólise.

Tratamento:
Exposição oral:
A) Diluição diluir imediatamente com 120 a 240 mL de água ou leite (não exceder 120 mL em uma criança)
B) A êmese é rápida e espontânea na maioria dos pacientes após ingestão de sais de cobre. ANTIEMÉTICOS são CONTRAINDICADOS após ingestão de sais CAÚSTICOS de cobre devido ao elevado risco de lesão da mucosa gastroíntestinal e a possibilidade de mudanças graves no sistema nervoso central
C) Sais de cobre podem ser agentes cáusticos, com capacidade para danificar extensivamente as mucosas, inclusive com perfuração do trato gastrointestinal Lavagem gástrica e administração de carvão ativado podem causar complicações posteriores Entretanto, alguns clínicos têm utilizado estas técnicas com sucesso. Uma vez que o carvão ativado for administrado, é difícil observar os efeitos na endoscopia. Desde que há muita controvérsia nesse campo de atuação, a técnica a ser utilizada dependerá do julgamento médico.
1) Lavagem gástrica pode ser indicada após ingestão de formas NÃO CORROSIVAS de cobre. Após a ingestão de um composto de cobre na forma corrosiva, como o sulfato cúprico, a lavagem gástrica não é indicada, pois o risco de causar perfuração pode superar o beneficio potencial de remoção do material cáustico.
2) Considere a lavagem gástrica após a ingestão de uma grande quantidade do produto, se ela puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 h). Proteja as vias aéreas colocando o paciente em posição de Trendeleburg e em decúbito lateral esquerdo ou realize intubação endotraqueal É necessário controlar as convulsões antes.
Contraindicações: perda dos reflexos protetores das vias aéreas ou diminuição do nivel de consciência em pacientes não intubados; após ingestão de formas corrosivas; presença de hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes em risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal e ingestão não tóxica ou em pequenas quantidades.
D) HIPOTENSÃO: uso de drogas vasoativas.
E) ENDOSCOPIA: realizar endoscopia dentro das 24 horas para avaliar queimaduras em adultos ou em crianças com estridor, vômitos ou sialorréia. Também deve ser considerada em crianças com disfagia, recusa a deglutir, queimaduras orais extensas ou dor abdominal.
F) O uso de corticóides é controverso. Considerar seu uso em queimaduras de segundo grau até 48 horas pós-ingestão do produto, em pacientes sem hemorragia gastrointestinal alta ou evidência de ruptura gastresofágica. Antibióticos são indicados para infecção ou em pacientes com perfuração gastresofágica
G) Há pouca experiência clínica no uso de agentes quelantes no tratamento de intoxicação aguda por cobre. Os dados sobre eficácia são derivados de pacientes com intoxicação crônica por cobre e de estudos em animais. Dimercaprol (BAL); penicilamina ácido dimercapto-1-propanilsulfônico (DMPS) e ácido etilenodiaminotetracético (EDTA) têm sido utilizados.
1) D-penicilamina: use somente se agentes menos tóxicos não estiverem disponíveis ou não forem tolerados. Dose usual adultos: 1000 a 1500 mg/dia dividida a cada 6 a 12 h. Dose usual para crianças: 10 mg/kg/dia inicialmente, aumentando gradualmente para 30 mg/kg/dia dividida em 2 ou 3 doses, conforme tolerado. Evitar se o paciente é alérgico
à penicilina. Monitorar proteinúria, hemtúria, exantema, leucopenia e trombocitopenia.
2) Dimercaprol (BAL): administrar 3 a 5 mg/kg/dose intramuscular a cada 4 h por 2 dias; depois a cada 4 a 6 h por 2 dias adicionais; depois a cada 4 a 12 h por até 7 dias adicionais.
H) CIRURGIAS: Para prevenir estenoses deve ser inserido um tubo nasogástrico após confirmação de queimaduras circunferenciais. Dilatação é indicada duas a quatro semanas se estenose é confirmada; caso não resolva o problema, deverá se proceder a inserção de tubo gástrico ou a transposição do cólon. Considerar laparotomia em pacientes com grave queimadura esofágica ou gástrica

Tratamento sintomático e de suporte:
Ingestão: Lave a boca com água corrente. Beba água ou leite.
Inalação: Remova o intoxicado para um local arejado. Administre oxigênio se necessário.
Pele: Lave com quantidade copiosa de água.
Olhos: Lave com á ua corrente ou salina durante 15 a 20 minutos.

Contra-Indicações:
- A indução do vómito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonitei química.
- Atropina. fungicidas inorgânicos a base de cobre não são inibidores de colinesterase.

Atenção:
As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e abtenha informações especializadas sor o diagnóstico e tratamento através dos Telefones de Emerência para INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Telefone de Emergência da empresa:
Empresa OXIQUÍMICA AGROCIÊNCIA LTDA: (16) 3209-1313.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO OU, QUANDO DISPONíVEIS, PARA O SER HUMANO:
O produto pode penetrar no organismo pela pele, boca e nariz. A meia-vida biológica do cobre em humanos foi estimada em cerca de 4 semanas. A rota de eliminação de cobre é a via biliar. A excreção que ocorre pela urina é normalmente baixa. Menos de 1 % da quantidade injetada intravenosa foi excretada pela urina, em 72 horas No mesmo período, 9% foi excretado pelas fezes. Relato de caso de uma criança intoxicada com cerca de 3g de sulfato de cobre, revelou que 2 horas após a ingestão, a urina continha 500lJg/1 OOmL de cobre.

FAIXA DE TOXICIDADE PARA SERES HUMANOS:
Intoxicação severa está associada com níveis de cobre no soro maiores do que 500 mcg/dL. A dose letal estimada para um adulto não tratado é de 10 a 20 9 de cobre.

EFEITOS AGUDOS:
Efeitos agudos resultantes de ensaios com animais:
DL50 oral aguda para ratos machos e fêmeas: entre 500 e 2000 mg/Kg DL50 dérmica aguda para ratos fêmeas: > 4.000 mg/kg
Concentração Letallnalatória (CL50) em ratos> 5,24mg/L
Irritação/Corrosão Ocular Aguda em coelhos: hiperemia e quemose da conjuntiva reversível em 48 horas Irritação dérmica em coelhos: não foram observadas alterações na pele dos animais testados, nas condições do teste.
Sensibilização Cutânea em cobaias: não sensibilizante, nas condições do teste .

EFEITOS CRÔNICOS:
Carcinogenicidade: embora não exista evidência direta de carcinogenicidade, alguns indivíduos expostos a sais de cobre, em situação ocupacional, desenvolveram câncer de pulmão.
Teratogenicidade: em humanos, não há relatos na literatura de teratogênese induzida por excesso de cobre. Estudos com animais apresentaram efeitos teratogênicos com sais de cobre.
Mutagenicidade: estudos mostraram atividade mutagênica como inibição da atividade da RNA-polimerase, aberrações cromossômicas e divisão celular anormal, em células animais, mas em células humanas esses achados não são conhecidos

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Evite contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre recipientes disponíveis para envolver embalagens rompidas.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe a legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa OXIQuíMICA AGROCIÊNCIA LTDA. - Telefone de emergência (16) 3209-1313
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha (PVC), óculos protetores e máscara com filtros).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.

• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante pelo telefone indicado acima .

• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMABALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPl's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-o na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

AS EMBALAGENS VAZIAS NÃO PODEM SER TRANSPORTADAS JUNTO COM ALIMENTOS, BEBIDAS, MEDICAMENTOS, RAÇÕES, ANIMAIS E PESSOAS.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

ORIENTAÇÕES PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGEM:

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Controle cultural, biológico, etc.) dentro do Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados;

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o patógeno alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência a fungicidas poderíamos prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Qualquer produto para o controle de patógenos da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas do mesmo patógeno;
- Utilizar somente as dosagens recomendadas na bula;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Compatibilidade

Vide a seção Aplicação/Uso