Bula Dihex

acessos
Diuron + Hexazinona
108
Volcano

Composição

Diurom 468 g/kg Uréia
Hexazinona 132 g/kg Triazinona

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo, Sistêmico

Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
3 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra. 150 dias. Pode ser aplicado ao solo na pré-emergência das plantas infestantes, ou após a emergência das mesmas (Pós-emergência)
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,8 a 3 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra. 150 dias. Pode ser aplicado ao solo na pré-emergência das plantas infestantes, ou após a emergência das mesmas (Pós-emergência)
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,8 a 3 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra. 150 dias. Pode ser aplicado ao solo na pré-emergência das plantas infestantes, ou após a emergência das mesmas (Pós-emergência)
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,8 a 3 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra. 150 dias. Pode ser aplicado ao solo na pré-emergência das plantas infestantes, ou após a emergência das mesmas (Pós-emergência)
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,8 a 3 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra. 150 dias. Pode ser aplicado ao solo na pré-emergência das plantas infestantes, ou após a emergência das mesmas (Pós-emergência)
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,8 a 3 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra. 150 dias. Pode ser aplicado ao solo na pré-emergência das plantas infestantes, ou após a emergência das mesmas (Pós-emergência)
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,8 a 3 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra. 150 dias. Pode ser aplicado ao solo na pré-emergência das plantas infestantes, ou após a emergência das mesmas (Pós-emergência)
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,8 a 3 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra. 150 dias. Pode ser aplicado ao solo na pré-emergência das plantas infestantes, ou após a emergência das mesmas (Pós-emergência)
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1,8 a 3 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra. 150 dias. Pode ser aplicado ao solo na pré-emergência das plantas infestantes, ou após a emergência das mesmas (Pós-emergência)
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
1,8 a 3 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra. 150 dias. Pode ser aplicado ao solo na pré-emergência das plantas infestantes, ou após a emergência das mesmas (Pós-emergência)
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1,8 a 3 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra. 150 dias. Pode ser aplicado ao solo na pré-emergência das plantas infestantes, ou após a emergência das mesmas (Pós-emergência)
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1,8 a 3 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra. 150 dias. Pode ser aplicado ao solo na pré-emergência das plantas infestantes, ou após a emergência das mesmas (Pós-emergência)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,8 a 3 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra. 150 dias. Pode ser aplicado ao solo na pré-emergência das plantas infestantes, ou após a emergência das mesmas (Pós-emergência)
Malva roxa
(Urena lobata)
até 3 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra. 150 dias. Pode ser aplicado ao solo na pré-emergência das plantas infestantes, ou após a emergência das mesmas (Pós-emergência)
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,8 a 3 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra. 150 dias. Pode ser aplicado ao solo na pré-emergência das plantas infestantes, ou após a emergência das mesmas (Pós-emergência)
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,8 a 3 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra. 150 dias. Pode ser aplicado ao solo na pré-emergência das plantas infestantes, ou após a emergência das mesmas (Pós-emergência)
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,8 a 3 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra. 150 dias. Pode ser aplicado ao solo na pré-emergência das plantas infestantes, ou após a emergência das mesmas (Pós-emergência)
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,8 a 3 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra. 150 dias. Pode ser aplicado ao solo na pré-emergência das plantas infestantes, ou após a emergência das mesmas (Pós-emergência)
Rubim
(Leonurus sibiricus)
1,8 a 3 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra. 150 dias. Pode ser aplicado ao solo na pré-emergência das plantas infestantes, ou após a emergência das mesmas (Pós-emergência)
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,8 a 3 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra. 150 dias. Pode ser aplicado ao solo na pré-emergência das plantas infestantes, ou após a emergência das mesmas (Pós-emergência)

Sacos plásticos de polietileno para 1,2; 5 e 10 kg.
Big Bag de plástico de polietileno: 250; 325; 400; 450 e 500Kg.
Big Bag de Polipropileno: 625 Kg

INSTRUÇÕES DE USO:
"DIHEX" é um herbicida indicado para o controle seletivo das plantas daninhas infestantes na cultura da cana-de-açúcar. É prontamente absorvido pelas raízes e através das folhas, mostrando ação de contato e residual.

CULTURA, PLANTAS INFESTANTES, DOSES:
Vide a seção “Indicações de Uso/Doses”

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
"DIHEX" é recomendado para o controle seletivo de plantas infestantes cultura da cana-de-açúcar.
Pode ser aplicado ao solo antes da emergência das plantas infestantes (pré-emergência) ou após a emergência das mesmas (pós-emergência). Quando em pós-emergência melhores resultados serão obtidos se a aplicação for feita quando as plantas infestantes estiverem em ativo crescimento e sob condições de alta umidade e temperatura acima de 21ºC.
Em ambos os casos o produto deve ser aplicado antes da emergência da cultura, até o estágio de "esporão", por ser esta a fase em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas.
Além deste estágio, deve-se preferir a aplicação em jato dirigido (nas entrelinhas).
O produto deve ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura da cana-de-açúcar, podendo ser realizada uma aplicação por ocasião da implantação da cultura, no sistema de cultivo denominado cana planta e após cada corte no sistema de cultivo denominado cana soca.

MODO DE APLICAÇÃO:
- Aplicação Terrestre:
O produto pode ser aplicado via terrestre através de pulverizador tratorizado de barra, equipado com pontas do tipo jato em leque plano das séries 110.02 a 110.04 e pressão constante (30 a 50 lp/pol²).
Volume da calda: 300 a 400 L/ha.

- Aplicação Aérea:
Pode ser aplicado via área através de aeronaves, equipada com barra contendo pontas do tipo Spraying Systems D 8, core 46, faixa de aplicação em 22,0 m, pressão de 200 kilopascal, proporcionando um volume de 40 L/ha de calda, densidade de 40 gotas/cm² e com diâmetro de gota superior a 400 micra.
Umidade relativa: superior a 70%. Velocidade do vento: inferior a 10 km/h.
Aplicação aérea somente é recomendada em pré-emergência da cana-de-açúcar.

INTERVALO DE SEGURANÇA PARA A CULTURA:
Cana-de-açúcar: 150 dias

LIMITAÇÕES DE USO:
Nas doses e modo de aplicação recomendados, o produto não é fitotóxico para a cultura indicada.
Devido à característica de uso do produto (herbicida), devem ser seguidas às recomendações de uso constantes da bula, visando evitar danos em demais culturas.

PRODUTO PERIGOSO

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
- Não utilize equipamento com vazamento ou defeitos.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados.
- Quando for descartar as embalagens, use luvas e botas de borracha.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA
- Produto extremamente irritante para os olhos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitri-Ia.
- Manuseie o produto em local ventilado

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto
- Evite aplicar o produto nas horas mais quentes do dia;
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitri-Ia.
- Se houver contato do agrotóxico com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
- Ao contato do agrotóxico com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
- Caso o agrotóxico seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
- O agrotóxico produz neblina, use máscara com filtro mecânico classe P2 cobrindo o nariz e boca.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para uso durante a aplicação.
- Não reutilize a embalagem vazia;
- Mantenha o restante do agrotóxico em sua embalagem original adequadamente fechada, em local trancado longe do alcance de crianças e animais.
- Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação até a completa secagem da calda do agrotóxico.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPls), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamentos de proteção individual- EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA E ANTIDOTO

Grupo químico:
Diuron - Fenil uréia
Hexazinona - Triazinona

Classe toxicológica:
Classe I - Extremamente tóxico.

Mecanismos de toxicidade:
Diuron
- Produto geralmente com baixo risco de intoxicação aguda, seus metabólitos hidroxilados, próximos da anilina (sobretudo a 3,4-dicloroanilina), têm grande atividade oxidante sobre a hemoglobina. Eles podem ser responsáveis pela formação de metemoglobina (18 a 80%) e causar hemólise intravascular.
Hexazinona
- O mecanismo de toxicidade é pouco entendido em mamíferos.

Vias de absorção:
Diuron
Principalmente digestiva e dérmica.
Hexazinona
Principalmente digestiva e ocular. A via dérmica é importante no caso de exposição crônica.

Sintomas e sinais clínicos:
Diuron
Na exposição aguda pode-se ver irritação dos olhos, pele e mucosas. Em caso de ingestão, aparecem náusea, vômito, diarréia, dor de cabeça, perda de eletrólitos e confusão. A inalação provoca tosse e dispnéia e, nos casos de intoxicação grave, aumento do volume do fígado e do baço, distúrbios da tireóide, destruição de glóbulos vermelhos, redução do transporte sangüíneo de oxigênio, fadiga, dispnéia e cianose.
O contato com a pele causa edema e eritema discretos. A absorção por essa via parece ser muito limitada, mas a fenil uréia pode atuar como um sensibilizante ou causar alergia cutânea.
Distúrbios do metabolismo das proteínas, enfísema moderado e perda de peso podem ser vistos na exposição crônica. A evidência para efeito carcinogênico é limitada.
Hexazinona
E irritante ocular extremamente severo e pouco tóxico pela via oral. Doses extremamente altas podem causar lacrimejamento, salivação, vômitos, tremores/ataxia, diarréia e dispnéia. Em casos de intoxicação crônica o principal sintoma é a perda de peso. Não existem evidencias de efeitos carcinigênicos relacionados ao produto.

Toxicocinética:
Não há estudos sobre a toxicocinética do diuron. O produto absorvido é transformado por hidroxilação e a desmetilação e eliminado nas fezes e na urina, gerando 3,4 docloroanilina e 3,4 dicloroacetanilida. O principal metabólito urinário é o N-(3,4-diclorofenil)-uréia.
Hexazinona
O produto absorvido é transformado por hidroxilação, demetilação e oxidação. Estas etapas tornam os metabólitos mais solúveis em água e aumentam a taxa de excreção pelos rins. Os metabólitos possuem o mesmo grau de toxicidade da hexazinona. O produto é rapidamente absorvido pela via oral, e rapidamente excretado principalmente pela urina.

Diagnóstico:
O diagnóstico se faz pela anamnese e a sintomatologia clínica, essencialmente.

Tratamento:
Diuron
Retirar as roupas contaminadas, lavar abundantemente o paciente com água corrente e sabão neutro. Se houve aspersão da córnea e da conjuntiva, fazer lavagem dos olhos com soro fisiológico durante 15 minutos, mantendo a cabeça em posição inclinada lateralmente para evitar que o liquido de lavagem atinja o olho oposto. O operador deve estar protegido com luvas e avental impermeáveis. Nos casos de intoxicação leve, até a remissão espontânea da cianose, tratar o paciente com medidas de suporte, repouso e oxigenoterapia. Nos casos mais graves aportar 1 mg/kg de peso corporal de azul de metileno. A vitamina 812 (cianocobalamina) pode acelerar a recomposição da hemoglobina - aplicar 1 mg por via intramuscular. Reidratação e transfusão sangüínea podem ser necessárias.
Hexazinona
Retirar as roupas contaminadas, lavar abundantemente o paciente com água corrente e sabão neutro. Se houve aspersão da córnea e da conjuntiva, fazer lavagem dos olhos com soro fisiológico durante 15 minutos, mantendo a cabeça em posição inclinada lateralmente para evitar que o líquido de lavagem atinja o olho oposto. O operador deve estar protegido com luvas e avental impermeáveis

Efeitos sinérgicos:
Diuron Monóxido de carbono.

Hexazinona
Não existem informações disponíveis na literatura sobre a interação da hexazinona com outros componentes. Mas a Hexazinona pode ser metabolizada pelo citocromo P450 e sistemas de enzimas que são comumente encontradas na oxida ão de muitos xenobióticos.

Contra-indicação:
O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.

ATENÇÃO:
PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Telefone de Emergência da empresa: VOLCANO AGROCIENCIA Ind. e Com. de Defensivos Agricolas Ltda.: 0800-141149

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Hexazinona - Os mecanismos de metabolização são limitados a hidroxilação (adição de um grupo -OH), demetilação (remoção de um grupo -CH3), e oxidação (substituição de grupo demetilamino, -N(CH3h com a ligação dupla de oxigênio,=O). Estes processos são comuns e simples. Todas estas etapas fazem com que os metabólitos fiquem mais hidrossolúveise aumentando a taxa de excreção renal E excreção ocorre principalmente pela urina e secundariamente pelas fezes. A excreção urinária é completada em 48 horas e a fecal em 72 horas. Assim o metabolismo parece virtualmente ser completado rapidamente. Os metabólitos possuem o mesmo grau de toxicidade da hexazinona.
Diuron - Não há estudos sobre a toxicocinética do diuron. O produto absorvido é transformado por hidroxilação e a desmetilação e eliminado nas fezes e na urina, gerando 3,4 docloroanilina e 3,4 dicloroacetanilida. O principal metabólito urinário é o N-(3,4-diclorofenil)-uréia.

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Estudos realizados com animais de laboratório mostraram que o DIHEX é extremamente irritante aos olhos e pouco irritante para a pele; a DL50 oral aguda observada em estudo com animais de laboratório foi superior a 2000mg/kg, DL50 dérmica foi maior que 2000 mg/kg e a CL50 inalatória >5,271 mg/L.
A aplicação do produto por contato não produziu sensibilização dérmica em cobaias.

EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Hexazinona - Muitos estudos sub-crônicos e crônicos foram conduzidos com a hexazinona e nenhum deles demonstrou um modo específico de ação. A mayoría dos efeitos relacionados ao produto relatados foram limitados a diminuição do peso corporal, aumento do tamanho do fígado e mudanza dos níveis das enzimas hepáicas asociados a hepatotoxidade
Diuron - Os órgãos mais afetados são o sistema hematopoiético, a bexiga urinária ea pelve renal. Danos aos eritrócitos resultam em anemia hemolítica e hematopoiese compensatória, que é manifestada que é manifestada por um decréscimo na contagem de eritrócitos, hemoglobina e hematócrito, aumento do volume corpuscular médio e hemoglobina corpuscular média, presença de formas anormais de eritrócitos e contagens anormais de reticulócitos e leucócitos. Foram feitas observações de regeneração eritrocitária em estudos crônicos em ratos, camundongos e cães. Foram observados em estudos crônicos de ratos e camundongos recebendo altas dosagens o aumento da incidência de edema e espessamento da parede da bexiga urinária. Avaliações macroscópicas revelaram aumento dose-relacionado na severidade de hiperplasia epitelial focal da bexiga urinária e pélvis renal em ambos os sexos. Os dados disponíveis não revelam qualquer indício de toxicidade reprodutiva. Existem evidências limitadas para efeito carcinogênico, relacionadas ao aparecimento de carcinomas em ratos e camundongos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é:

- MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE - CLASSE II
- Este produto é altamente persistente no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa VOLCANO AGROCIÊNCIA Indústria e Comércio de Defensivos Agrícolas Ltda.- Telefone de Emergência: 0800-0111-767.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO, ETC., ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia .

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente Identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

Emabalagem RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Embalagem SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

0 armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolugao da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida polo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃ0 FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos Órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUARIO A REUTILIZAÇÃ0 E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU 0 FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO

EFEITOS SOBRE 0 MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃ0 INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através da incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados corn câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

0 transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTADUAIS, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAIS.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registradas para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade