Bula Dociar

acessos
BRS Grafite
315
Rainbow Defensivos

Composição

2,4-D amina 806 g/L Ácido ariloxialcanóico

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Seletivo, Sistêmico

Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pré e pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pré e pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pré e pós-emergência
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não deetrminado. Pré e pós-emergência
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pré e pós-emergência
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pré e pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pré e pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pré e pós-emergência
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
1 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência

Frasco plástico - 1,0 Litro;
Galão plástico - 5,0 e 20 Litros;
Bombona plástica - 10 Litros;
Balde plástico e matálico - 20 Litros;
Tambor metálico - 100 e 200 Litros;
Tanque metálico - 20.000 Litros.

HERBINA deve ser diluído em água e aplicado por pulverização tratorizada. O volume de calda pode variar em função da modalidade do tratamento, da área efetivamente tratada, do porte e da densidade das invasoras.
Aplicação em Área Total:
a) Por via terrestre:
Pulverizadores de barra, equipados uniformemente com um dos seguintes tipos de bicos:
- Jatos tipo Cônico D-2 13; D-2 25, que produzem gotas de 120 a 150 micra e que permitem uma cobertura de 40 a 50 gotas/cm2.
- Jatos tipo Leque 80.03; 110,03; 80.04; 110.04; APG 110 (vermelho); APG 110V (verde): VisiFlo azul; VisiFlo vermelho, que produzem gotas entre 300 e 400 micra e permitem uma cobertura de cerca de 20 gotas/cm2.
- Bicos com jatos em leque, nos diversos equipamentos, são preferidos para tramentos em
pré-emergência, sobre o solo, ou quando o porte da cultura e das invasoras é baixo e para
jatos dirigidos.
Volume de água: 200 a 400 litros/ha.

Aplicação com Jato Dirigido:
Usar sempre bicos de jatos em leque. Calcular a área a ser efetivamente tratada, adaptando a
dose indicada por hectare, ao tamanho da mesma.
Em geral, é recomendável utilizar estrutura de proteção (protetor tipo chapéu), de modo a evitar a possibilidade do jato atingir a cultura.
Tratamento de Invasoras em Pastagens:
Utilizar bicos de jato em leque ou jato cônico, dirigindo o jato sobre as invasoras, de forma a garantir uma boa cobertura.

b) Por via aérea:
Avião agrícola, equipado com barra e bicos de jato cônico, montados na vertical (90°)
a) 36 bicos modelo D 12-45
b) 46 bicos modelo D 10-45
Largura efetiva da faixa: variável, entre 12 e 15 metros, devendo ser estabelecida por teste, verificada uma concentração de 30 a 50 gotas/cm2.
Pressão: 30 a 35 libras/por.
Altura de vôo: 2,5 a 3,5 metros da barra ao topo das plantas.
Volume de água: 30- 40 litros/ha.
Herbicidas hormonais são muito ativos contra espécies latifoliadas em geral. Aplicações, especialmente aéreas, não devem ser feitas quando houver riscos de deriva que possa atingir plantas úteis susceptíveis.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Arroz e trigo: Não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento.
Café: 30 dias.
Cana-de-açúcar: Não determinado por ser de uso em pôs-emergência até 3 (três) meses após o plantio ou corte.
Milho: Não determinado por ser de uso desde a fase de pré-emergência até o milho atingir uma altura de 25 cm.
Soja: Uso permitido somente em pré-plantio.
Pastagens: Não determinado.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período mínimo de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso haja necessidade de reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes desse período, usar os EPIs recomendados.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivamente agrícola.
• O produto deve ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, observando o intervalo de segurança para cada cultura.
• Não aplicar o produto quando houver possibilidade de atingir diretamente, ou por deriva, espécies de plantas úteis suscetíveis, tais como: culturas dicotiledôneas, hortaliças, ornamentais, bananeiras.
• Todo equipamento usado para aplicar o HERBINA deve ser descontaminado antes de outro uso. Recomenda-se, se possível, utilizá-lo exclusivamente para aplicações com formulações que contenham 2,4-D.
• O produto pode apesentar fitotoxicidade para cereais, quando a aplicação é feita antes do perfilhamento ou após a elongação, e para milho quando a aplicação é feita fora do período recomendado.
• O produto em contato com sementes pode inibir a sua germinação.
• HERBINA não deve ser misturado com óleos, espalhantes adesivos e outros adjuvantes, pois isso diminui a seletividade do produto.
• Aplicar apenas sobre plantas infestantes em estádio de crescimento ativo, não submetidas a qualquer "stress" como frio excessivo, seca ou injúrias mecânicas.
• Para uso na cultura do milho, verificar junto às empresas produtoras de sementes a existência de cultivares sensíveis ao 2,4-D.
• Para uso na cultura do café, fazê-lo de modo a não permitir o contato do produto com as folhas da cultura.
• Para a cultura de soja, seu uso é permitido somente em pré-plantio.
• Não aplicar em plantas infestantes com altura superior a 10 cm e número de folhas maior que 10.
• Para aplicação em cereais durante o inverno, em temperatura baixa, o efeito do produto é muito lento o que pode levar a resultados insatisfatórios, especialmente em época chuvosa.
• Em aplicações aéreas, derivas podem levar o produto e afetar culturas sensíveis, Como algodão e outras, a considerável distância. Apenas situações em que não existam culturas sensíveis na região, na época dos tratamentos, permitem aplicações aéreas de 2,4-D.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO ESTAS INSTRUÇÕES
PRODUTO PERIGOSO
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Produto extremamente irritante para os olhos.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as instruções descritas em primeiros socorros e procure rapidamente o serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de maneira a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual -. EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas;,botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico. contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3); máscara provida de filtros adequados; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO -
• E proibida a aplicação com equipamentos manuais ou costais.
• Evite o,máximo possível, o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita),
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É IRRITANTE AOS OLHOS. Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis.

INFORMACÕES MÉDICAS
Grupo químico: Ácido ariloxialcanólco
Classe toxicológica: Classe 1 - Extremamente Tóxico
Vias de exposição: Oral, dérmica, ocular e inaiatóra.

Toxicocinética: 2,4-D: é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal com pico plasmático entre 10 minutos a 24 horas. dependendo da dose e da formulação. A taxa de absorção é relacionada à dose com absorção mais rápida a baixas doses. Absorção de ésteres de 2,4-D é mais lenta que a das formas ácidas ou sais, entretanto, as taxas de excreção são similares.
A taxa de absorção inalatória também é rápida. A absorção dérmica foi de 10% e após a administração intravenosa, a absorção foi de 100%. É amplamente distribuído e não bioacumula. Estudos em humanos mostraram que a taxa de depuração plasmática de 2,4-D administrada oralmente segue a cinética de primeira ordem cem excreção urinária de
(10,2- 28,4) horas. A farmacocinética seguindo absorção dérmica é diferente do que na exposição oral. Níveis plasmáticos alcançam um platô e declinam mais rapidamente seguindo a rota oral. A depuração plasmática de 2,4-D segue uma cinética bifásica começando 8 horas após a administração da dose com meia-vida para vários tecidos de (0,6 - 2,3) horas da primeira fase e (25,7 - 29) horas da segunda fase. Após absorvido, o 2,4-D sofre hidrolização enzimática formando conjugados ácidos de 2,4-D, entre (0-27%) da dose administrada. O 2,4-D não é metabolizado a intermediários reativos. A excreção do 2,4-D é predominantemente pela via urinária, sendo secretada ativamenté pelos túbulos proximais. A taxa de excreção urinária é inversamente proporcional à dose. Após administração oral de 5 mg de 2,4-D em humanos, 77% da dose foi excretado em 96 horas e (87-100)%, eliminado na urina em 6 dias. A excreção urinária incrementa mais lentamente seguindo exposição dérmica que a oral. Outra importante rota de.excreção em trabalhadores expostos é a perspiração. Após exposição de 2 horas, 2,4-D foi detectado na rerspiração por 2 semanas e na urina por 5 dias.


Mecanismos de toxicidade: 2,4-D é primariamente irritante, mas foi relatado um caso de alterações degenerativas das células cerebrais e toxicidade do sistema nervoso central. Com muitas poucas exceções, a toxicidade relativa das sais e formas ester de 2,4-D são bastante similares ás da forma ácida. 2,4-D usa sistemas de transporte ativo para entrar r.s tecidos e cruzar a barreira hematoencefálica. Apesar de penetrar pouco no sistema nervoso, o 2,4-O
atinge níveis tóxicos. A altas doses, o sistma de transporte responsável pelo efluxo de 2,4-D do cérebro é inibido. Além disso, dano vascular tem sido reportado em ratos exposto a altas doses de 2,4-D, o qual pode facilitar o influxo devido ao comprometimento da barreira hematoencefálica. Saturação da união à proteína plasmática também pode contribuir.

Sintomas e sinais clínicos: População de risco: indivíduos portadores de doença hepática, renal, cardiovascular, dermatológica, convulsões e neuropatias.
Exposição Aguda: após intoxicação por 2,4-D em humanos pode ocorrer:

SINAIS ESINTOMAS

Dérmica: Irritação, exantema; não é sensibilizante.

Ocular: Extremamente irritante (ácido e sais)
inalatória: Leve irritação

Oral: náusea, vomito, diarreia e enterocolite hemorrágica e sintomas sistêmicos

Sistêmica: Fatiga, astenia, anorexia, sadorese profusa, sensação de
queimação na língua, faringe, tórax e abdômen, febre e:
a) Sintomas neurológicos - a baixas doses: vertigem, dor
de cabeça, mal-estar, alteração da marcha, dismetria,
anestesia e parestesias; a doses elevadas: alteração
na regulação da temperatura corporal (hipotermia em
ambientes frios e febre em ambientes quentes),
contrações musculares, espasmos, fasciculações,
fraqueza profunda, hiporeflexia, polineurite, paralises
flácida, convulsões com.ou sem opistótono, hipotonia
ou hipertonia, relaxamento de esfínteres, nistagmus,
midriase, hipotensão e choque, letargia, coma;
reações idiossincráticas: neuropatias periféricas com
ou sem dor intensa.
b) taquicardia, bradicardia, anormalidades no eletrocardiograma, assistolia, outras disritmias, hipotensão, miocardite tóxica; bradipnéia, insuficiência respiratória, hiperventilação, edema pulmonar e pneumonia.; albuminúria e porfiria; insuficiência renal devida à rabdomiólise, impotência sexual (por semanas a meses); hipocalcemia, hipercalemia e hipofosfatemia e alterações acido base. (acidose metabólica); trombocitopenia, leucopenia; espasmos musculares, rigidez muscular, elevação da CPK e rabdomiólie; hipoglicemia.
c) Obito: Pode decorrer de parada cardi ores piratória devido a arritmias ou
pneumonia.

Efeitos crônicos: exposição crônica pode bvar a alteraões do sistema nervoso central no controle da função motora, dermatite de contato, hepatotoxicidade e cirrose, astenia, tonturas, alterações gastrointestinais e cardiovasculares, hipersialorréia, incremento da sensibilidade auditiva e gosto doce na boca. Baseados em estudos que mostracam efeitos na
tireóide e nas gônadas seguindo exposição ao 2,4-D, existe atualmente uma preocupação em relação ao potencial de desvegulação endócrina sendo necessários novos estudos. E suspeito de causar efeitos reprodutivos e sobre o desenvolvimento. Não foi genotóxico nem
mutagênico, entretanto, devido à preocupação com a carcinogenicidade do Produto com bases em estudos epidemiológicos antigos realizados em humanos, novos estudos prospectivos de coorte foram realizados sobre associação entre 2,4-D e sarcoma de tecido mole e linfoma no-Hodgkin, com resultados conflitantes. Os estudos epidemiológicos mais antigos descreviam a associação com esses tumores; os mais recentes, conforme
revisão da IARC/WHO, apontam que a carcinogenicidade seja devida à presença de contaminantes do produto, especialmente a dioxina. IARC/WHO classifica atualmente o 2,4-D como possível carcinogênico (grupo 2B).

DIAGNÓSTICO: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro
clínico compatível. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.
Observação: 0 2,4-D pode ser detectado na urina, entretanto não é de valor diagnóstico. Os níveos séricos não correlacionam com o quadro clínico.

TRATAMENTO: Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: medidas de descontaminação, tratamento sintomático e de
suporte. Deve ser evitado o contato do produto com os olhos, pele e roupas contaminadas.
Exposição Oral:
Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto:
. Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário.
1. Considere logo após ingestão de unia grande quantidade do produto
(até 1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal.
2. Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou alteração de consciência em paciente não-intubados; corrosivos e hidrocarbonetos; risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal.
• Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 h)
1. Dose: suspensão (240 ml de água/30 g de carvão). Dose: 25 a 100 g
em adultos, 25 a 50 g em crianças de (1-12)a e 1 g/kg em < 1 a;
• Não provocar vômito.
• Convulsões: indicado benzodiazepínicos IV: Diazepam (adultos = 5-10
mg; crianças = 0,2-0,5 mg/kg, e repetir a cada 10-15, minutos) ou
Lorazepam (adultos: 2-4 mg; crianças: 0,05-0,1 mg/kg). Considerar Fénobarbital ou Propofol na recorrência das convulsões em >5 anos.
• Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se necessário. Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de ventilação assistida se requerido.
Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), eletrólitos, ECG, etc.
Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos
sintomas.
• Alcalinização da urina: pode ajudar a estimular a eliminação do produto e deve ser considerado em intoxicações graves.
• Arritmias cardíacas: instituir monitoramento cardíaco, ECG e administrar oxigênio. Avaliar hipoxia, acidose e distúrbios eletrolíticos.
Lidocaína e amiodarona são geralmente os agentes de primeira linha no tratamento das arritmias. Amiodarona deve ser dado com precaução se substâncias que prolongam o intervalo QT e/ou causam taquicardia ventricular do tipô torsades de pointes estão envolvidas na intoxicação.
Ritmo instável requer imediata cardioversão.
• Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento
dos sintomas.

Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e
de pneumonite química.

Efeitos sinérgicos: Em ovelhas tem se demonstrado sinergismo tóxico entre o Picloram e o
2,4-D.

ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e
obter informações especializadas sobre ó diagnóstico e tratamento
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT—ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de acervos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: (51) 30622848

Mecanismo de Ação, Absorção é Excreção para Animais de Laboratório:
A taxa de absorção dérmica em ratos é altamente variável dependendo da forma química, veículo e espécie animal. Em ratos, picos t:sulares são alcançados entre 10 minutos a 8 horas dependendo da dose administrada. 2,4-D tem sido detectado no fígado, rim e pulmões de várias espécies de animais. Níveis no cérebro são baixos, entretanto, alcançam níveis de toxicidade. 2,4-13 passa a barreira placentária em ratos, camundongos e suínos e é encontrado no útero, placenta, feto e líquido intra-uterino. O metabolismo depende da dose administrada e da espécie animal. Baixas doses em ratos mostraram meia vida de 0,5-0,8 horas. Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que o 2,4-D é excretado principalmente através da urina (84 a 94% do administrado de 2,4-D) e a eliminação fecal como via secundária de excreção (2 a 11%). Apenas uma pequena fração de 2,4-D administrado foi encontrada nos tecidos e carcaça (0,4 a 3,0%) após 48 horas. Também foi excretado no leite das ratas durante a período de lactação.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos Agudos:
• DL50 oral em ratos: 500 mg/kg
• DL50 dérmica em ratos > 4000 mg/kg
• CL50 Inalatória: > 2,497 mg/L
• Irritação Dérmica: Pouco irritante.
• Irritação Ocular: Extremamente irritante.
. Sensibilização cutânea: não sensibilizante.

Efeitos crônicos:
O 2,4-13 tem causado efeitos adversos sobre a reprodução em experimentos com animais (incremento na mortalidade nas fêmeas tratadas e diminuição do peso dos filhotes). Em ratos o 2,4-D produziu anormalidades esqueléticas; em coelhos, induziu abortos e anormalidades esqueléticas. Incremento na duração da gravidez tem sido observado. Efeitos endócrinos apareceram em estudo reprodutivo de 2 gerações. Baseados rio padrão de respostas observadas em estudos de genotoxicidade ia vitro and in vivo, encontrou-se que o 2,4-D não foi genotóxico nem mutagênico, embora alguns efeitos citogenéticos foram observados.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: .
Este produto é:
( )Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). . .
( )Muito Perigoso ao Meio Ambiente (Classe II).
(x) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE V).

• Este produto é ALTAMENTE MÔVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a natureza.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, dos e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora: e a saúde das pessoas.
• Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
* Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagricolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível,
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas no autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Rainbow Defensivos Agrícolas Ltda. - telefone de Emergência (51) 30622848.
• Utilize equipamento de proteção individual EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtro).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, impedindo que o produto atinja bueiros, drenos ou corpos d'água e siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxilio de urna pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação, para insumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adoradas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
•Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
. Lavagem da embalagem:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilIzando os mesmos EPVs Equipamentos de Proteção Individual recomendados na8 precauções no manuseio do produto.
TRÍPLICE LAVAGEM (Lavagem Manual)
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-o na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa a embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 3 segundos;
-Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação 3 vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO
. Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou matálica, perfurando o fundo.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
. ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
- ARMAZENAMENTO DE EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade,
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após e devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
Obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

-TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registraste ou por empresas legalmente autorizadas petos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO,
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar; prejudicando a fauna, a flora e a saúde das. pessoas,
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Casa este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
- TRANSPORTE DE AGROTÕXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

E recomendável utilizar outros métodos de controle de pragas, dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o
aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes. Como prática de manejo de
resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um engenheiro agrônomo.