Bula Echo

acessos
Clorotalonil
12407
Oxon

Composição

Clorotalonil 720 g/L Carbonitrilas

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Protetor
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições climáticas forem propícias ao desenvolvimento da doença ou imediatamente ao surgimento dos primeiros sintomas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
1,5 a 2 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições climáticas forem propícias ao desenvolvimento da doença ou imediatamente ao surgimento dos primeiros sintomas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
2 L p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições climáticas forem propícias ao desenvolvimento da doença, iniciando-se a partir de 30 dias após semeadura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
1,36 a 2,05 L de calda/ha 200 a 500 L de calda/ha - Efetuar 2 (duas) aplicações. A 1ª (primeira) aplicação deve ser realizada no florescimento da cultura, seguida da 2ª (segunda) aplicação, após 15 a 20 dias. 7 dias. Efetuar 2 (duas) aplicações. A 1ª (primeira) aplicação deve ser realizada no florescimento da cultura, seguida da 2ª (segunda) aplicação, após 15 a 20 dias
Míldio
(Peronospora destructor)
1,36 a 2,05 L de calda/ha 200 a 500 L de calda/ha - Efetuar 2 (duas) aplicações. A 1ª (primeira) aplicação deve ser realizada no florescimento da cultura, seguida da 2ª (segunda) aplicação, após 15 a 20 dias. 7 dias. Efetuar 2 (duas) aplicações. A 1ª (primeira) aplicação deve ser realizada no florescimento da cultura, seguida da 2ª (segunda) aplicação, após 15 a 20 dias
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
150 a 200 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições climáticas forem propícias ao desenvolvimento da doença ou imediatamente ao surgimento dos primeiros sintomas

Frascos plásticos (PEAD): 1 L. Bombonas plásticas: 5, 10,15, 20, 25, 50, 100 e 200 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
ECHO é um fungicida protetor indicado para as culturas de amendoim, batata, feijão e tomate.

CULTURAS, DOENÇAS E DOSES:
Vide a seção “Indicações de Uso/Doses”

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALOS DE APLICAÇÃO:
- Amendoim: As aplicações do produto deverão ser de caráter preventivo (condições climáticas propícias para a doença) ou imediatamente ao aparecimento dos primeiros sintomas da doença, reaplicando com intervalos de 7 dias, caso necessário, com o número máximo de 3 aplicações. Utilizar a maior dose em condições altamente favoráveis para a doença.

- Batata: As aplicações do produto deverão ser de caráter preventivo (condições climáticas propícias para a doença) ou imediatamente ao aparecimento dos primeiros sintomas da doença, reaplicando com intervalos de 7 dias, caso necessário, com um número máximo de 4 aplicações. Utilizar a maior dose em condições altamente favoráveis para a doença.

- Feijão: As aplicações do produto deverão ser de caráter preventivo (condições climáticas propícias para o aparecimento da doença), iniciando-se 30 dias após a semeadura, reaplicando com intervalos de 7 e 10 dias, caso necessário, com o número máximo de 3 aplicações.

- Tomate: As aplicações do produto deverão ser de caráter preventivo (condições climáticas propícias para a doença) ou imediatamente ao aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, reaplicando com intervalos de 7 dias, caso necessário, com um máximo de 4 aplicações. Utilizar a maior dose em condições altamente favoráveis para a doença.

MODO DE APLICAÇÃO:
A dose recomendada de ECHO deve ser diluída em água e pulverizada com o uso de equipamentos terrestres do tipo costal (manual, pressurizado ou motorizado) ou tratorizado, equipados com filtros adequados ao tipo de bico, pressão e volume de calda desejada, de acordo com as condições do ambiente, de forma que se obtenha uma perfeita cobertura da parte aérea da planta visando as faces superior e inferior das folhas. Tais condições podem ser proporcionadas pelos bicos de jato plano convencional ou de deriva reduzida, jato plano de grande ângulo, jato plano com indução de ar, jato plano duplo comum, jato cônico e ou similares de maneira que se obtenha uma boa cobertura das plantas.
A quantidade de calda varia em função do porte e enfolhamento da planta. Em geral, o volume varia de 200 a 500 L/ha para amendoim e feijão e de 500 a 1000 L/ha para batata. Na cultura do tomate aplicar uma vazão de 400 a 1.200 L/ha, respeitando a dosagem mínima de 1,5 L de produto/ha para as pulverizações com volume de calda abaixo de 1.000 L/ha.
O diâmetro de gotas pode variar de 200 a 600 micra e deve ser ajustado para cada volume de aplicação (L/h) de forma que se proporcione uma densidade de gotas adequada, que varia de 50 a 70 gotas/cm². Obedecer a ventos de até 10 Km/h, temperatura e umidade relativa, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva.
O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Amendoim e Feijão 14 dias
Batata e Tomate 07 dias

INTERVALO DE REENTRADA DAS PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.


LIMITAÇÕES DE USO:
- Fitotoxicidade: Seguindo-se suas especificações, ECHO não é fitotóxico às culturas recomendadas.
- Incompatibilidade: Incompatível com óleos minerais.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES

PRODUTO PERIGOSO
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola;
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados;
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos;
Não desentupa bicos, orifícios, válvulas e tubulações com a boca;
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Produto extremamente irritante para os olhos.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos;
Utilize Equipamento de Proteção Individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas da calça por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe, luvas e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia;
Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita);
Utilize Equipamento de Proteção Individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas da calça por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante;
Não reutilizar a embalagem vazia;
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

Grupo químico:
Isoftalonitrila

Classe toxicológica:
I – Extremamente Tóxico

Mecanismos de toxicidade:
Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.

Sintomas e sinais clínicos:
Exposição Aguda
Nas formulações, o clorotalonil pode estar dissolvido em solventes orgânicos. Se for ingerido um produto contendo solvente, as considerações toxicológicas primárias devem ser tanto em relação ao solvente quanto em relação ao pronunciado potencial irritante do clorotalonil.
Concentrações de 0,1% ou mais de solventes orgânicos causam irritações dérmicas moderadas, podem causar irritações oculares e no trato gastrintestinal.
Tem sido relatada asma ocupacional após a exposição inalatória ao clorotalonil. Há relatos de concentrações de clorotalonil de 0,01% que causaram reações anafiláticas. Pode ocorrer pneumonia por aspiração devido aos solventes presentes nas formulações de fungicidas.

Exposição Ocular
Extremamente irritante aos olhos. Produz opacidade irreversível da córnea em animais.

Exposição Dematológica
O clorotalonil, quando não diluído, é altamente irritante para a pele. Pode ocorrer dermatite de contato após exposição a concentrações acima de 0,01% ou 0,001% em acetona. Reações alérgicas e de fotossensibilidade também são possíveis. Pode ocorrer dermatite na ausência de contato direto com a pele devido a alta volatilidade.

Trato Respiratório
O clorotalonil pode causar irritação do trato respiratório

Trato Gastrintestinal
Pode ocorrer êmese espontânea

Efeitos Imunológicos
Podem ocorrer reações anafiláticas e reação de hipersensibilidade retardada.

Toxicocinética:
Em estudos com ratos, forma administradas doses orais de clorotalonil acima de 50 mg/Kg. Aproximadamente 30% da dose foi absorvida após 48 horas. O Clorotalonil foi distribuído no sangue e tecidos em 2 horas. As concentrações mais elevadas foram encontradas no rim, seguido pelo fígado e sangue. A maior parte da excreção ocorreu pelas fezes.
A excreção biliar foi rápida, sendo o pico atingido 2h após uma dose oral de 5 mg/Kg, e essa excreção foi saturada em doses de 50 mg/Kg ou mais. A excreção urinária em ratos contabilizou de 5-10% da dose.
A eliminação fecal é a principal via em cachorros e macacos, e a excreção urinária é menor do que em ratos. Quando o clorotalonil foi aplicado na pele de ratos, aproximadamente 28% da dose foi absorvida em 120 h. Em torno de 18% da dose foi encontrada nas fezes e 6% na urina em 120 h.

Diagnóstico:
O diagnostico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clinico compatível.

Tratamento:
Antídoto não existe antídoto específico

Clorotalonil:
Exposição Oral
No caso de ingestão de quantidades significativas, administre carvão ativado em água. Não induza o vômito. Trate sintomaticamente prestando atenção, quando necessário, a sintomas respiratórios e dérmicos. Em caso de ingestão de grandes quantidades, a lavagem gástrica pode ser indicada.
A) A êmese não é indicada devido às propriedades irritantes e ausência de efeitos sistêmicos do clorotalonil diluído. O risco de aspiração do solvente presente na formulação também torna a êmese induzida potencialmente perigosa.
B) O clorotalonil não diluído é fortemente irritante. Contudo, não foram descritos efeitos corrosivos. Os pacientes devem ser examinados quanto a sinais de danos teciduais ou nas membranas mucosas. Exceto em circunstâncias raras, esofagoscopia, esteróides e antibióticos não costuma ser necessários.

Exposição Inalatória
A) Inalação: Remova o paciente para um local arejado. Monitore alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie para irritação do trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação conforme necessário. Trate o broncoespasmo com agonista beta 2 via inalatória ou corticosteróides, via parental.
Exposição ocular
A) Descontaminação: Irrigue os olhos expostos com quantidade copiosa de água corrente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.

Exposição Dérmica
Remova imediatamente a vítima das proximidades da fonte de contaminação.
1) Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave as áreas expostas com água e sabão
2) Dermatite irritante retardada pode ocorrer 48 a 72 horas após ter cessado a exposição
3) Anti-histamínicos ou esteróides tópicos podem ser úteis no tratamento da dermatite alérgica por contato.

Contra-indicações:
A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.

ATENÇÃO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-701-450

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO:

Nos estudos com animais de laboratório, o Clorotalonil administrado por via oral é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal. A absorção ocorre principalmente no intestino delgado e é maior após a administração de uma dose menor do que depois de uma dose maior. Há uma rápida distribuição para os rins, onde o produto é conjugado com a glutationa, formando metabólitos. O Clorotalonil absorvido foi totalmente metabolizado e os metabólitos excretados pela urina e bile. O armazenamento nos tecidos é menor que 1% da dose administrada. Foi observada excreção via fezes (82 a 93%), urina (4 a 9%) e pela bile (9 a 18%), sendo que 90% do produto absorvido foi excretado em 48 horas.

EFEITOS AGUDOS:

O produto ECHO® apresentou DL50 oral esperada maior que 5.000 mg/Kg de peso vivo, dermal maior que 4.000 mg/Kg de peso vivo e CL50 inalatória estimada em 3,23 mg/L de ar para ratos. Em coelhos, o produto testado não causou nenhuma reação cutânea, mas causou as seguintes alterações no estudo de irritação ocular: alterações leves a severas na superfície da córnea nas leituras em 24, 48, 72 horas, 7, 14 e 21 dias e irite, grau 1 (desde hiperemia pericorneana a congestão) nas leituras em 24, 48 e 72 horas em 2/2 dos olhos testados. Além disso, a aplicação da substância-teste causou as seguintes alterações nas conjuntivas: hiperemia, grau 1 a 2, nas leituras em 1, 24, 48, 72 horas, 7 e 14 dias em 1/2 dos olhos testados e nas leituras em 1, 24, 48, 72 horas, 7, 14 e 21 dias em 1/2 dos olhos testados; edema, grau 1 a 2, nas leituras em 1, 24, 48 e 72 horas em 1/2 dos olhos testados e em 1, 24, 48, 72 horas e 7 dias em 1/2 dos olhos testados e secreção, grau 1 a 3, nas leituras em 1, 24, 48, 72 horas e 7 dias em 1/2 dos olhos testados nas leituras em 1, 24, 48, 72 horas, 7 e 14 dias em 1/2 dos olhos testados. Os sinais de irritação não foram completamente reversíveis dentre 21 dias em ambos os animais. As alterações oculares adicionais foram alopecia periocular nas leituras em 7 e 14 dias e neovascularização na córnea em 2/2 dos animais testados e 1/2 dos animais testados apresentaram perda de peso corporal durante o teste. O corante de fluoresceína sódica detectou alterações relacionadas ao tratamento na superfície da córnea nas leituras em 24, 48, 72 horas e 7 e 14 dias em 1/2 dos olhos testados e em 24, 48, 72 horas e 7, 14 e 21 dias em 1/2 dos olhos testados.
Para o estudo de sensibilização dérmica, o produto demonstrou ser não sensibilizante cutâneo em cobaias.

EFEITOS CRÔNICOS

Não existem casos reportados de intoxicação humana por ingestão de Clorotalonil. Em estudos toxicológicos crônicos, nos quais ocorrem a exposição e observação dos animais durante toda ou boa parte de suas vidas, com administração de diferentes concentrações de Clorotalonil, foram estabelecidas doses de não efeito tóxico por exposição crônica às substâncias. O produto não apresentou características mutagênicas, teratogênicas, carcinogênicas ou efeitos sobre a reprodução.

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE

ESTE PRODUTO É:
MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em casos de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SIPCAM ISAGRO BRASIL S.A., pelo telefone (0XX34) 3319 5568, ou telefone de emergência 0800 70 10 450.
- Utilize o equipamento de proteção individual – EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água;

• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

• Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, e contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, utiliza extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA A UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

PARA EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

— LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamento de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

— ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local, onde guardadas as embalagens cheias.

— DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

— TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PARA EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL:

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificada e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

— DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado neste prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

— TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PARA EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

— DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita em incinerador rotativo com temperatura variando de 800 a 1200o C. o incinerador de resíduos possui um sistema de combustão composto de um forno rotativo, uma câmara de pós combustão e três queimadores. O forno rotativo trabalha à temperatura de 600 a 1200o C que é mantida através de uma alimentação equilibrada de resíduos líquidos e sólidos. O tempo de resistência dos resíduos sólidos no forno rotativo varia de 30 a 60 minutos.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação de Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
-Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
-Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
-Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Compatibilidade

Incompatível com óleos minerais.