Bula Egan - Albaugh

Bula Egan

acessos
Tebuconazole
3409
Albaugh

Composição

Tebuconazol 200 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico

Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - 30 dias. 30 dias. Quando a infecção atingir 5 %
Mancha das folhas
(Ascochyta coffeae)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - 60 dias. 30 dias. Início do aparecimento dos primeiros sintomas
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 30 dias. Preventivo, no período de dezembro a março
Seca de ponteiros
(Phoma costaricensis)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - 30 dias. 30 dias. Preventivo, final do período das chuvas
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem branca
(Puccinia horiana)
75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. UNA. Após o aparecimento dos primeiros sintomas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. A partir do começo do florescimento, no início da infecção
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. A partir do começo do florescimento, no início da infecção
Mancha de alternaria
(Alternaria alternata)
1 L p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. A partir do começo do florescimento, no início da infecção
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha negra
(Diplocarpon rosae)
75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. UNA. No aparecimento dos primeiros sintomas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Final da granação. 30 dias. Início da granação
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Final da granação. 30 dias. Início da granação
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 30 dias. 50 % da área foliar apresentarem sintomas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 35 dias. A partir do estádio do alongamento, quando houver 5 % da área foliar infectada ou 80 % de incidência
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 35 dias. A partir do estádio do alongamento, quando houver 5 % da área foliar infectada ou 80 % de incidência
Ferrugem do colmo
(Puccinia graminis)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 35 dias. A partir do estádio do alongamento, quando houver 5 % da área foliar infectada ou 80 % de incidência
Fusariose
(Fusarium graminearum)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 35 dias. Preventivas, próximo ao florescimento
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 35 dias. A partir do estádio do alongamento, quando houver 5 % da área foliar infectada ou 80 % de incidência
Mancha das glumas
(Stagonospora nodorum)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 35 dias. A partir do estádio do alongamento, quando houver 5 % da área foliar infectada ou 80 % de incidência
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 35 dias. A partir do estádio do alongamento, quando houver 5 % da área foliar infectada ou 80 % de incidência
Mancha salpicada
(Septoria tritici)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 35 dias. A partir do estádio do alongamento, quando houver 5 % da área foliar infectada ou 80 % de incidência
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 35 dias. Quando a incidência em folhas durante o estádio do afilhamento situar-se entre 10 a 15 %

Frasco plástico para 0,5; 1; 1,5; 2; 2,5; 3; 3,5; 4; 4,5 e 5 litros. Bombona plástica para 5; 10; 15; 20; 25; 30; 35; 40; 45; 50; 100; 150; 200; 250; 300; 350; 400; 450; 500 e 1000 litros.

Equivalência em Ingrediente Ativo:
0,3-0,5L/ha equivale à 0,06-0,1Kg/ha.
0,5L/ha equivale à 0,1Kg/ha.
0,6L/ha equivale à 0,12Kg/ha.
0,75 L/ha e 75ml/100L de água equivalem à 0,15Kg/ha.
1L/ha equivale à 0,2Kg/ha.

INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES:

ARROZ: Realizar 2 aplicações logo o aparecimento dos sintomas da folhas, com intervalo de 14 dias.

CAFÉ: Ferrugem: recomenda-se iniciar a aplicação quando a infecção atingir cerca de 5 % e repetir a mesma se esse nível for novamente atingido.
Cercosporiose: aplicações preventivas, iniciando-se em dezembro/janeiro, com um total de duas aplicações, até março, que, em condições normais, é o período crítico da doença.
Mancha de Ascochyta: a aplicação deve ser feita no início do aparecimento dos primeiro sintomas da doença na folha e repetida 60 dias após.
Seca dos ponteiros: o controle é preventivo iniciando-se as aplicações logo após a florada(flor mucha). Efetuar-se uma 2ª aplicação 30 dias após e uma 3ª, se as condições favoráveis à doença persistirem. Quando for constatada a doença atacando ponteiros no final do período da chuvas (abril/maio), fazer uma a duas aplicações, com intervalo de 30 dias.

AVEIA: Quando forem encontrados no máximo 5% da superfície foliar infectada pelas doenças. Uma segunda aplicação será necessária se o nível crítico for atingido novamente.

CITROS: As aplicações, em número de duas, devem ser feitas antes da abertura das flores, sendo a 1ª aplicação realizada logo após o aparecimento dos botões florais (cabeça de fósforo) e a 2ª na fase de cotonete.

FEIJÃO: A partir do começo do florescimento, no início da infecção podendo ser feitas mais uma ou duas aplicações com intervalo de 15-20 dias.

CRISÂNTEMO: Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e repetir as mesmas a cada 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura.

MILHO: - Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.

ROSA: Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura.



MODO DE APLICAÇÃO:

TRUPPE 200 EC deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água. Aplicar o produto de maneira uniforme dando uma boa cobertura da parte aérea das plantas tratadas.

Equipamentos de aplicação:
Aplicação terrestre: pulverizadores tratorizados.
Bicos de pulverização tipo leque ou jato cônico de acordo com as recomendações dos fabricantes.
Manter a calda de pulverização sob agitação contínua e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras com o equipamento de tal forma a se evitar sobre-posição nas áreas tratadas.

Aplicação aérea:
Equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos série D com difusor 25 a 45. Pressão: 20 a 30 Ib/pol². Densidade de gotas: maior que 20 gotas/cm2. Altura de vôo: 3 a 4 metros. Largura da faixa de reposição efetiva: 15 m (aeronave Ipanema).

Condições climáticas: A temperatura deve estar inferior a 25°C, a velocidade do vento em torno de 3,0 a 5,0 Km/h e a U.R. superior a 50 %.

Volume de aplicação: 30 a 50 L de calda/ha.

Ângulo dos bicos em relação à direção de vôo: 135°

Altura do vôo: 2 a 4 metros sobre o solo.

Largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma cobertura uniforme. Evite a sobreposição das faixas de aplicação.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.

Velocidade do vento: inferior a 10 Km/ha.

Instruções para preparo da calda de pulverização:
Encher metade do tanque do pulverizador com água e adicionar TRUPPE 200 EC, mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.
Lavagem do equipamento de pulverização:
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.

INTERVALO DE SEGURANÇA (dias):
Arroz: 35; Aveia: 35: Café: 30; Citros: 20; Crisântemo: NA; Feijão: 14; Milho: 15; Rosa: NA; Soja: 30; Trigo (foliar): 35; Uva: 14.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as plantas tratadas.
Somente utilizar as doses recomendadas.


De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
- Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MIO) quando disponíveis e apropriados.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade