Bula Excolha

CI
Tebuconazole
413
UPL

Composição

Tebuconazol 200 g/L

Classificação

Terrestre
Fungicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico

Frasco Plástico ou metálico: 0,1;0,15;0,2;1,5;2,0;3,0 L;
Frasco PET ou COEX: 0,25;0,5;1,0 L;
Bombona Plástico: 2,5;4,0;5,0;8,0;10;15;20;25 e 50 L;
Balde Plástico ou metálico: 4,0;8,0;10;15;20;25 e 50 L;
Tambor Plástico ou metálico: 100;200;250;500 e 1.000 L;
Tanque vontainer Aço Inox: 1.000.2.000;5.000;10.000;15.000;
Estruturado: 20.000;23.000 e 25.000 L.

INSTRUÇÕES DE USO

O produto EXCOLHA é um fungicida sistêmico, com ação preventiva e curativa, inibidor da biossíntese de ergosterol, do grupo químico dos triazois, indicado para aplicação foliar com pulverização terrestre motorizada e costal nas seguintes culturas: batata, café, feijão, milho e trigo.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

BATATA
O controle deve ser feito no aparecimento dos primeiros sintomas a partir do final do desenvolvimento foliar, fase que coincide com o fechamento das linhas e início do desenvolvimento dos tubérculos. Realizar de 3 a 4 aplicações.

CAFÉ
Aplicações preventivas iniciando-se em dezembro/janeiro, com um máximo de 2 aplicações, até março, que, em condições normais, é o período crítico da doença. Quando for constatada a doença atacando ponteiros no final do período das chuvas (abril/maio), fazer 1 a 2 aplicações, com intervalo de 28 dias. Volume de calda: 500 L/ha.

FEIJÃO
A doença pode ocorrer com alta intensidade mesmo nos estádios iniciais da cultura, desta forma, se aos 30 a 35 dias após o plantio, 20% dos folíolos apresentarem sintomas da doença, deve se iniciar a aplicação. Recomenda-se no máximo 3 aplicações com intervalos de 15 dias. Volume de calda: 300 L/ha.

MILHO
Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 4 aplicações. Volume de calda: 300 L/ha.

TRIGO
Iniciar o controle a partir do estádio de alongamento, quando as doenças alcançarem o valor de 5% da área foliar ou 80% de incidência. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. Volume de calda: 300 L/ha.

MODO DE APLICAÇÃO

PREPARO DA CALDA TERRESTRE MOTORIZADA

Colocar no tanque pulverizador 1/4 (25%) de sua capacidade com água limpa, adicionar a quantidade recomendada do produto e completar o volume com água, mantendo a calda sob contínua agitação. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare somente a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após o seu preparo. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo de tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.

PREPARO DA CALDA TERRESTRE COSTAL

Colocar 1/3 do volume do pulverizador com água, depois colocar a dose recomendada do produto e em seguida completar com água até o volume desejado de calda. Manter sempre a calda em agitação.

APLICAÇÃO TERRESTRE MOTORIZADA

O produto deve ser emulsionado em água e aplicado na forma de pulverização utilizando pulverizadores tratorizados equipados com barra de pulverização com bicos cônicos, com pressão de 80 a 100 lb/pol2. Devido à sua formulação, necessita ser agitado antes do preparo da calda. A calda deve ser mantida em agitação durante a pulverização.

APLICAÇÃO TERRESTRE COSTAL

O produto deve ser emulsionado em água e aplicado na forma de pulverização utilizando pulverizador costal manual com tanque de 20 L, com bico de jato plano Teejet, pressão máxima de 6 kgf cm2, cujo mecanismo é acionado manualmente através de alavanca. Devido à sua formulação, necessita ser agitado antes do preparo da calda. A calda deve ser mantida em agitação durante a pulverização. Evitar aplicar na presença de ventos fortes, nas horas mais quentes do dia e umidade relativa do ar abaixo de 50%. Caso ocorram chuvas logo após a pulverização, repetir a aplicação do fungicida.

Limpeza do Equipamento de aplicação

Antes da aplicação, verificar se o equipamento está limpo e bem conservado. Após a utilização, o equipamento de aplicação deverá ser lavado imediatamente, para evitar a formação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos. Este procedimento deverá ser feito longe de nascentes, fontes de água e de plantas úteis.

Para a sua realização, siga os seguintes passos:
1. Esvaziar o equipamento de pulverização. Enxaguar completamente o pulverizador e fazer circular água limpa pelas mangueiras, barras e bicos. No caso da existência de depósitos do produto, os mesmos devem ser soltos e removidos.
2. Remover e limpar os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
3. Enxaguar completamente o pulverizador, mangueiras, barra e bicos com água corrente.
4. Descartar a água remanescente da lavagem em um fosso seco, Ionge de mananciais de água e de culturas sensíveis ao ingrediente ativo e quando possível, armazenar a água de limpeza em local adequado para futura aplicação do mesmo ingrediente ativo.
5. Para reutilizar a água armazenada, observar se mantém a qualidade adequada para aplicação e, caso contrário, descartar conforme item 4.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Batata e café: 30 dias
Feijão: 14 dias
Milho: 15 dias
Trigo: 35 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Uso exclusivo para culturas agrícolas. Observar os intervalos de segurança e reentrada na cultura. Evitar aplicação na presença de ventos fortes, nas horas mais quentes do dia e umidade relativa do ar abaixo de 50%. Caso ocorram chuvas logo após a pulverização, repetir a aplicação do fungicida. Para maiores informações, consulte um Engenheiro Agrônomo.
O EXCOLHA não é fitotóxico para as culturas quando utilizado nas doses recomendadas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo de irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso sucessivo de fungicidas com mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento na população de fungos menos sensíveis a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto como consequência da resistência. Como prática de manejo de resistência afim de evitar a seleção de fungos menos sensíveis ou resistentes aos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distinto do Grupo G1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc.;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO G1 FUNGICIDA

O produto fungicida EXCOLHA é composto por Tebuconazole, que apresenta mecanismo de ação de C14- desmetilase na biossíntese de esterol (erg11/cyp51), pertencente ao Grupo G1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).




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