Bula Fera - FMC

Bula Fera

acessos
Glifosato
907
FMC

Composição

Glifosato 480 g/L Glicina Substituída

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Pós-emergência

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - - Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - - Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - - Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - - Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Capim colonião
(Panicum maximum)
4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - - Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - - Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - - Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - - Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - - Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - - Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Capim angola
(Brachiaria mutica)
4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - - Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - - Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Capim mão de sapo
(Dactyloctenium aegyptium)
2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - - Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Junquinho
(Cyperus ferax)
2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - - Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Tiririca
(Cyperus rotundus)
2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - - Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 15 dias. Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 15 dias. Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 15 dias. Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 15 dias. Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Grama seda
(Cynodon dactylon)
5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 15 dias. Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 15 dias. Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 15 dias. Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Tiririca
(Cyperus rotundus)
5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 15 dias. Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - - Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - - Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - - Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Grama seda
(Cynodon dactylon)
5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - - Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Tiririca
(Cyperus rotundus)
5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - - Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Capim colonião
(Panicum maximum)
5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Grama seda
(Cynodon dactylon)
5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Tiririca
(Cyperus rotundus)
5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - - Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - - Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Capim colonião
(Panicum maximum)
4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - - Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - - Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - - Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - - Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 45 dias. Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Aromita
(Acacia farnesiana)
2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 45 dias. Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 45 dias. Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 45 dias. Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 45 dias. Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 45 dias. Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 45 dias. Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes

Conteúdo: 1, 5, 10, 20, 50, 100, 200 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

Recomendado para o controle não seletivo de plantas daninhas nas seguintes situações:

-Controle de plantas daninhas em áreas cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas daninhas), nos cultivos de milho, algodão, soja, arroz, café, citrus e cana-de-açúcar (jato dirigido).
-Aplicação em área total em pré-plantio das culturas e pós-emergência das plantas daninhas.
-Eliminação da soqueira da cana-de-açúcar.

DOSES/PLANTAS DANINHAS CONTROLADAS: Vide seção "Indicações de Uso/Doses".

INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

O produto FERA, aplicado no período adequado, controla as plantas daninhas com uma única aplicação. O produto FERA não tem ação sobre sementes existentes no solo. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as plantas daninhas anuais, o período adequado, situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais.
Importante: aplicar o herbicida quando a planta daninha estiver em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca).

MODO DE APLICAÇÃO:

Forma de aplicação:

Aplicação Terrestre:
Aplique Fera em jato dirigido ou protegido, para que não atinja as partes verdes dos cultivos (folhas, ramos ou caule jovem), exceto quando vise a erradicação de soqueira.
Aplique somente via terrestre, utilizando-se pulverizador costal ou tratorizado.
Em plantio direto, aplique antes do plantio da cultura.
Aplique Fera em área total, em faixa ou coroamento das plantas úteis, e em carreadores e curvas de nível.
Na eliminação da soqueira, aplique sobre as folhas.
Em equipamentos tratorizados convencionais use bicos 80.03/80.04/110.03/110.04.
Nos equipamentos costal manual utilize bicos 80.02/110.01/TK-05/110.02.
Volume de calda: 100 a 200 litros/ha.

Aplicação aérea:
Volume de aplicação: 40-50 l/ha
Altura de vôo: 4-5 m do topo da cultura
Largura da faixa de deposição: 15 m
Tamanho de densidade de gotas: 110-120 µm mínimo 20 gotas/cm²
(DMV- 420-450 µm).
Bicos de pulverização: utilizar bicos de jato cônico vazão da série D ou similar, com difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento de produto, de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo (mínimo de 20 gotas/cm² com DMV 420-450 µ) a pressão de 15-30 psi.
Com aviões do tipo Ipanema (qualquer modelo) poderão ser utilizadas barras de pulverização, com um total de 40-42 bicos. Os bicos de extremidade da asa, em número de 4-5 cada uma delas, deverão ser fechados a fim de evitar a influência e arraste das gotas de pulverização pelos vórteces da ponta da asa. Os bicos da barriga, em número de 8, deverão permanecer abertos e no mesmo ângulo dos bicos utilizados nas asas.

Condições climáticas:
Temp. Máx.: 28°C
UR Mín.: 55%
Vel. Vento Máx.: 10 km/h (3 m/s)

LIMITAÇÕES DE USO:

-Fitotoxicidade:
-Evite que a solução herbicida atinja as partes verdes das plantas úteis durante a aplicação.

-Outras restrições:
Armazene e manuseie apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio e aço inoxidável. Não armazene a solução herbicida em recipiente de ferro galvanizado, ferro ou aço comum.
-Suspenda aplicação quando houver prenúncio de chuva. Caso ocorram chuvas nas primeiras 4 horas após a aplicação, a eficiência do produto pode ser diminuída. Este é o intervalo de tempo necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta.
-A eficácia do produto é observada entre 7 e 14 dias após a aplicação.
-Use somente água limpa na aplicação do produto (sem argila em suspensão).
-Não aplique Fera quando as folhas das plantas daninhas estiverem cobertas de poeira. Nestas condições poderá haver redução da atividade do produto.
-Não capine ou roce as plantas daninhas antes da aplicação de Fera ou até 14 dias da mesma.
-Não permita o pastoreio ou ingestão de plantas daninhas por animais após a aplicação de Fera.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide MODO DE APLICAÇÃO.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola;
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Produto irritante aos olhos.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
Manuseie o produto em local arejado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
Não reutilize a embalagem vazia.
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas calçadas para reduzir o risco de exposição acidental.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR GLIFOSATO

Informações Médicas

Grupo químico:
Glicina substituída

Classe toxicológica:
Classe III.

Mecanismos de toxicidade:
Primariamente inflamatório, causando irritação de pele, mucosas e olhos.

Toxicocinética:
Após exposição oral única, aproximadamente 35% do volume ingerido é absorvido. Em exposição cutânea, são absorvidos 5,5% após 24 horas. Do glifosato absorvido, 14 - 29% é excretado pela urina, e 0,2% excretado pelo ar expirado. 99% da quantidade absorvida é eliminada em até 7 dias. Somente 0,3 % do glifosato absorvido é biotransformado, e seu único metabólito é o ácido aminometilfosfânico.

Sintomas e sinais clínicos:
As manifestações clínicas decorrentes da exposição são diretamente proporcionais à concentração e à quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição do organismo ao glifosato.
Em casos de INGESTÃO podem ocorrer lesões ulcerativas, epigastralgia, vâmitos, cólicas, diarréia, e, ocasionalmente, íleo paralítico e insuficiência hepática aguda; alterações na pressão sangüínea, palpitações, choque hipovolêmico; pneumonite, edema pulmonar não cardiogênico; insuficiência renal por necrose tubular aguda; cefaléia, fadiga, agitação, sonolência, vertigem, alterações do controle motor, convulsões e coma; acidose metabólica.
Em casos de exposição CUTÂNEA podem ocorrer dermatite de contato (eritema, queimação, prurido e vesiculas), eczema e fotossensibilização (eritema, queimação, prurido e vesículas de aparecimento tardio, entre 5 a 10 dias). Todos esses quadros podem ser agravados por uma infecção bacteriana secundária.
Exposição OCULAR pode resultar em irritação, dor e queimação ocular, turvação da visão, conjuntivite e edema palpebral.
Em casos de exposição RESPIRATÓRIA pode ocorrer aumento da freqüência respiratória, broncoespasmo e congestão vascular pulmonar.
É necessário observar a toxicidade inerente aos adjuvantes (produtos utilizados em mistura com produtos formulados para melhorar a sua aplicação) presentes na formulação, potencializando os efeitos adversos do glifosato

Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado pela presen a da substância no material gástrico.

Tratamento:
NÃO EXISTE ANTIDOTO PARA GLlFOSATO e a atropina não tem nenhum efeito neste caso. O tratamento das intoxicações por glifosato é basicamente sintomático e de manutenção das funções vitais, e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação. ADVERTÊNCIA: a pessoa que executa as medidas de descontaminação, deve estar protegida por avental impermeável, luvas de nitrila e botas de borracha, para evitar a contaminação pelo agente tóxico. Descontaminação: remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades, orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Se houver exposição ocular,irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contaminar o outro olho.
Em caso de ingestão, considerar o volume e a concentração da solução ingerida, e o tempo transcorrido até o atendimento. Ingestão recente (menos de 2 horas): proceder à lavagem gástrica e administrar carvão ativado na proporção de 50-100 9 em adultos, de 25-50 9 em crianças de 1-12 anos e de 1 g/kg em menores de 1 ano. O carvão ativado deve ser diluído em água, na proporção de 30 9 para 240 mL de água. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração (intubação ).
Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar (02 a 100%). Observar atentamente ocorrência de insuficiência respiratória. Caso ocorra edema pulmonar, manter ventilação e oxigenação adequada com controle gasométrico. Caso os níveis de pressão parcial de oxigênio (P02) não possam ser mantidos, introduzir ventilação mecânica com pressão positiva no final da expiração (PEEP).
Monitorar alterações na pressão sangüínea e arritmias cardíacas (ECG) que deverão receber tratamento específico. Manter acesso venoso de bom calibre para infusão de fluidos em caso de hipotensão. Se necessário, associar vasopressores.
Insuficiência renal, tratar com furosemida. A acidose metabólica deve ser corrigida com solução de bicarbonato de sódio, e, nos casos refratários, com hemodiálise.
Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico (tópico). Nas ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores H2 (cimetidina, ranitidina, famotidina) ou bloqueadores de bomba de próton (omeprazol, lansoprazol, pantoprazol).
Acompanhar enzimas hepáticas, amilasemia, gasometria, eletrólitos, elementos anormais e sedimentoscopia de urina. Avaliar conveniência de realizar radiografia de tórax e endoscopia digestiva alta. Manter em observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
Alertar o paciente para retornar em caso de sintomas de fotossensibilização e proceder ao tratamento sintomático.

Contra-Indicação:
O vômito é contra-indicado em razão do risco de aspiração.
A diluição do conteúdo gastrintestinal é contra-indicada em razão do aumento da superfície de contato.
A utilização de morfina é contra-indicada porque pode comprometer a ressão arterial e causar depressão cardiorespiratória.

Efeitos sinérgicos:
Com os adjunvanes presentes nas formulações, que são irritantes para pele e podem aumentar a absorção do produto.

ATENÇÃO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emer ência da empresa: 0800343545

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
O Glifosato apresenta alta solubilidade em água, com solubilidade baixa em lipídeos. Os estudos científicos demonstram que o Glifosato é muito lentamente absorvido através da membrana gastro-intestinal, ocorrendo um retenção mínima nos tecidos com rápida eliminação pelos rins, atingindo níveis não detectáveis na urina em torno do segundo ou terceiro dia, comprovado em várias espécies de animais como ratos e cães. Mesmo no caso de exposição repetida, a não retenção e rápida eliminação, demonstra que o Glifosato não é acumulado no organismo, Os estudos em ratos, camundongos e cães Beagle, demonstraram uma baixa toxicidade, quando da ingestão por um tempo prolongado.

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
A DL50 aguda oral e dérmica do Glifosato, é acima de 2.000 mg/kg. Nos animais de laboratório foram observados sinais clínicos e alterações comportamentais, tais como: tontura, diarréia, apatia, tremores, lacrimejamento, e tempo de morte.

Inalação: pode causar irritação leve a moderada das mucosas nasal e da garganta.

Pele: pode causar fraca irritação como vermelhidão da pele. O produto testado em animais de laboratório não apresentou sinais de comprometimento quanto a irritação da pele.

Olhos: pode causar irritação forte, reversível em 24 a 48 horas.

EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Em estudos realizados com animais de laboratório com Glifosato, não foram observadas reações comportamentais incomuns ou sinais toxicológicos relacionados ao tratamento. O grupo de animais que recebeu a dose mais alta, apresentou redução no ganho de peso e os exames macroscópicos na necropsia e as avaliações histopatológicas não revelaram quaisquer evidências de efeitos relacionados à administração do produto.
No estudo de longo prazo com camundongos, observou-se redução de peso corpóreo e hipertrofia lobular central dos hepatócitos em 34% dos machos no tratamento sem a maior dose. Esta alteração pode ter representado uma adaptação hepatocelular do metabolismo à substância teste.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

ESTE PRODUTO É:
- PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).

- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as' autoridades locais competentes e a Empresa FMC QUíMICA DO BRASIL L TDA.
- telefone de Emergência: 90 (xx) (19) 3319-3000.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. ° produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o titular do registro através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa titular do registro conforme indicado acima.

• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de COz, pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPl's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavegem (lavagem Manual:
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da
embalagem, por 30 segundos;
-Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local aberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela empresa titular do registro ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E A RECIClAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBAlAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o titular do registro através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através da incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.


- TRANSPORTE DE AGROTÓXICO, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas devidamente registrados para a cultura, com diferentes mecanismos de ação. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.