Bula Fist EC

acessos
Acetochlor
3295
Monsanto

Composição

Acetocloro 900 g/L Cloroacetanilida

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Seletivo, Pré-emergência

Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 21 dias. PRE
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 21 dias. PRE
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 21 dias. PRE
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 21 dias. PRE
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 21 dias. PRE
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 21 dias. PRE
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 21 dias. PRE
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 21 dias. PRE
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 21 dias. PRE
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 21 dias. PRE
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 21 dias. PRE
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 21 dias. PRE
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 21 dias. PRE
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 21 dias. PRE
Picão preto
(Bidens pilosa)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 21 dias. PRE
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 21 dias. PRE
Serralha
(Sonchus oleraceus)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 21 dias. PRE
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 21 dias. PRE
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Picão preto
(Bidens pilosa)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Serralha
(Sonchus oleraceus)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. PRE

Bombonas de polietileno de alta densidade com 5, 10, 20 L.Baldes metálicas revestidos com resina 20 litros. Tambores metálicos revestidos com resina - 200 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
FIST EC um herbicida seletivo, recomendado para o controle em pré-emergência de plantas infestantes mono e dicotiledôneas, existentes na cultura de soja, cana-de-açúcar e café. Não há necessidade de incorporação mecânica do produto ao solo. FIST EC pode ser aplicado com equipamentos costal e tratorizado ou aeronaves agrícolas.

CULTURAS: Soja, Café e Cana-de-açúcar.

DOSE:
As doses do produto variam de acordo com o grupo textural do solo:

SOJA: Médio (franco): 2.0 L/ha , Pesado (argiloso ou com alto teor de M.O.): 3.0 L/ha.

CANA-DE- AÇÚCAR E CAFÉ: Leve (arenoso): 3.0 L/ha, Médio (franco): 3,0 L/ha,Pesado (argiloso ou com alto teor de M.O.): 4.0 L/ha.

Obs: A recomendação diferenciada é devido ao tempo necessário para o "fechamento" da cultura. Um controle de 30 a 60 dias na soja é suficiente, enquanto que na cultura da cana-de-açúcar o tempo de controle deve ser de, no mínimo, 90 dias.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Na cultura da soja FIST EC deve ser aplicado após a semeadura (plantio) sobre a superficie do
solo na pré-emergência da cultura e das plantas infestantes, em solos livres de torrões ou restos de cultura. Deve ser aplicado diretamente sobre a superficie do solo com boas condições de umidade.

Na cultura do café deve ser aplicado na pré-emergência das plantas infestantes após a arrumação e/ou esparramação, de acordo com a conveniência. FIST EC é seletivo para o café, portanto mesmo que a calda atinja as folhas do cafeeiro, não deve ocorrer problemas de fitotoxicidade.
Aplicar o produto com boas condições de umidade no solo.

Na cana-de-açúcar deve ser aplicado logo após o plantio ou após o cultivo da soqueira, no caso de cana-soca, antes porém da germinação das plantas infestantes. Observando-se que a aplicação deve ser em área total e em pré-emergência, com boas condições de umidade do solo.
Uma única aplicação, conforme recomendado, é suficiente para o controle das plantas infestantes nas culturas aprovadas.

MODO DE APLICAÇÃO:

Equipamentos de Aplicação:

FIST EC pode ser aplicado com equipamentos tratorizados e costal ou aeronaves agrícolas.
Recomenda-se preparar a calda utilizando água limpa e observar a sequência: coloque água no tanque do pulverizador até 1/3 do volume desejado, adicionar a quantidade de FIST EC de
acordo com a dose recomendada no tanque e misture, usando para isso o sistema de agitação do próprio pulverizador. Após este procedimento, complete a capacidade do pulverizador com água, mantendo o sistema de agitação funcionando para manter homogênea a calda de pulverização.
Recomendam-se ainda as seguintes observações antes da aplicação:

Equipamentos terrestres:

Utilizar bicos de jato leque com ângulo de pulverização de 800 ou 110° e pressão máxima de 60 psi observando-se que os jatos tenham um cruzamento, entre si, máximo de 30% da faixa
coberta, em cada extremidade (os mais comuns são Teejet-leque, 80.03, 80.04, 110.03, 110.04 ou APG 110.R ou 110V).
A faixa de deposição para os equipamentos terrestres será limitada pelo comprimento da própria barra.
O volume de aplicação, com uma pressão máxima de trabalho de 60 psi será de 200 a 400 L/ha, com uma densidade de gotas/cm2 entre 20-30.

-Equipamentos aéreos:

As aeronaves deverão estar equipadas com barra e bicos leque da série 80.10,80.15 e 80.20. A barra de pulverização do avião Ipanema (qualquer modelo) deverá ter no conjunto total de 40-42 bicos, estando fechados os das extremidades em número de 4-5 bicos em cada ponta da asa. O ângulo da barra deverá ser entre 130° a 180° em relação a linha de vôo e de acordo com as variações das condições climáticas locais.
A pressão de trabalho situar-se-á entre 15 e 30 psi de forma a se obter uma deposição mínima de 20 gotas/cm2, com gota de VMD entre 420-450 micra.
A faixa de deposição será de 15 m para qualquer modelo do avião Ipanema, com a aeronave
voando entre 4-5 m. em relação ao alvo de deposição.
Deve-se utilizar para as aeronaves um volume de calda entre 40-50 L/ha.
Condições climáticas:
-temperatura máxima: 27°C
-umidade relativa do ar: mínima 70%
-velocidade do vento: máximo de 10 km/h (3 m/seg).

INTERV ALO DE SEGURANÇA:
Soja e Cana-de-açúcar: (1)
Café: 21 dias
(1) Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana -
ANVISAIMS)

LIMITAÇÕES DE USO:
O produto deve ser aplicado segundo as recomendações constantes do rótulo e da bula.

SOJA: Pode ocorrer um crestamento das folhas cotiledonares e no primeiro trifólio, seguido de um menor porte, na fase inicial. Aos 30 dias a soja não apresenta mais nenhum sintoma de fitotoxicidade tendo seu desenvolvimento normal. Caso o produto atinja a semente da soja no
momento da aplicação, poderá ocorrer uma fitotoxicidade mais acentuada. Assim, para minimizar estes danos, recomenda-se o plantio da soja na maior profundidade sugerida para a variedade e a completa cobertura das sementes nas linhas de plantio.

CANA-DE-AÇUCAR E CAFÉ: Não apresentam qualquer sintoma de fitotoxicidade quando utilizado de acordo com a recomendação.

PRECAUÇÕES GERAIS: Leia e siga as instruções desta bula e rótulo; Durante a manipulação, preparação da calda ou aplicação, use macacão com mangas compridas, avental impermeável, chapéu impermeável de abas largas, botas, óculos protetores, máscaras protetoras especiais providas de filtros adequados ao produto; Mantenha o produto afastado de crianças e animais domésticos; Não coma, não beba, e não fume durante o manuseio ou aplicação do produto; Mantenha o produto afastado de alimentos ou ração animal; Não utilize equipamentos com vazamentos; Não desentupa bicos, orifícios, válvulas, tubulações, etc. com a boca.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: Utilizar os equipamentos de segurança; Manuseie o produto em local arejado; Evite contato do produto concentrado com a pele e os olhos; caso isso aconteça lave imediatamente o local e siga as recomendações de Primeiros Socorros; Observe atentamente as recomendações do rótulo/bula visando utilizar as doses adequadas; Ao abrir a embalagem, fazê-lo de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Utilizar os equipamentos de segurança; Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes; Mantenha afastado das áreas de aplicação, crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas; Aplicar sempre as doses recomendadas.

PRECAUÇÕES APÓS APLICAÇÃO: Após a aplicação do produto remova o equipamento de proteção, tome banho e lave as roupas; Mantenha o restante dos produtos adequadamente fechados e armazenados; Observar que a Reentrada de pessoas na cultura ou área aplicada só deve ser permitida após a completa secagem da calda de pulverização.

PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente assistência médica em qualquer caso de suspeita de intoxicação; Sempre que for ao médico devido ao manuseio ou aplicação de um agrotóxico deve levar uma embalagem com rótulo legível ou a bula. INGESTÃO: Em caso de ingestão provoque vômito e procure um médico. OLHOS: Evite o contato com os olhos. Caso isso aconteça, lave-os imediatamente com água corrente durante 15 minutos e procure um médico. PELE: Evite o contato com a pele. Caso isso aconteça, lave as partes atingidas com água e sabão em abundância e se persistir a irritação procure um médico. INALAÇÃO: Evite a inalação ou aspiração do produto. Caso isso aconteça procure local arejado e se houver sinais de intoxicação procure um médico.

SINTOMAS DE ALARME: Irritação ocular é o principal problema que pode ocorrer com o produto.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO: Não há antídoto específico, devendo ser feito o TRATAMENTO SINTOMÁTICO.Telefonde de Emergência: 0800-701-0450

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO: Estudos com Carbono marcado,comprovam que o Acetochlor é rapidamente degradado (72 horas) e os metabólitos são excretados (95%) neste período principalmente através da urina e das fezes.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: O FIST CE apresenta uma DL50 oral e dérmica aguda para ratos machos e fêmeas de 1.488 mg/kg e 2.148 mg/kg respectivamente. Os estudos toxicológicos comprovam que o Acetochlor é seguro ao homem quanto a intoxicação crônica, mutagênese, carcinogênese e reprodução. O estudo de 2 anos em ratos determinou nível sem efeito tóxico de 200 ppm. O estudo crônico em cães determinou nível sem efeito tóxico de 12 mg/kg/dia.

EFEITOS COLATERAIS: Os estudos demonstram que o produto não apresenta efeito colateral, quando utilizado de acordo com as instruções do rótulo e bula.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
-Este produto é:
-MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)

-Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no
solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
-Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
-Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
-Evite a contaminação ambiental- Preserve a Natureza.
-Não utilize equipamento com vazamento.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-Aplique somente as doses recomendadas.
-Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d ' água. Evite a contaminação da água.
-A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
-Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
-O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
-A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
-O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
-Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
-Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
-Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
-Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas -ABNT .
-Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
-Isole e sinalize a área contaminada.
-Contate as autoridades locais competentes e a Empresa MONSANTO DO BRASIL LTDA.
telefone de Emergência 0800-940-6000
-Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC,
óculos protetor e máscara com filtros.
-Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d' água. Siga as instruções abaixo :
.Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio
de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado
não deverá mais ser utilizado. Neste caso consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
.Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
.Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
-Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico,
ficando a favor do vento para evitar intoxicação .

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS V AZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

-Orientações para embalagem RÍGIDA LAVÁVEL

-LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI' s -
Equipamentos de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto.
.Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a
na posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
-Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
-Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
-Faça esta operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

.Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

-Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
-Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob Pressão adotar os seguintes procedimentos:

-Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
segundos;
-Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
-Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

-ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

-DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o
término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

Orientações para embalagem RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMEMTO DA EMBALAGEM VAZIA
o armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local
onde guardadas as embalagens cheias Use luvas no manuseio dessa embalagem
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o
término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações e pessoas.
-Orientações para embalagem SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
-ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
-ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.

-DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto
ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

-DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos
órgãos competentes.

-É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

-EFEITOS SOBRE o MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.

-PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo
de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.

-TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-sea rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um engenheiro
agrônomo.