Bula Fosfeto de Alumínio Biorisk

CI
Fosfeto de alumínio
32921
Biorisk

Composição

Fosfeto de alumínio 560 g/kg

Classificação

Fumigante
Inseticida, Cupinicida
1 - Produto Extremamente Tóxico
III - Produto perigoso
Inflamável
Corrosivo
Fumigante em Pastilhas, Comprimidos e Sachês (FF)
Fumigante

Algodão

Dosagem
Anthonomus grandis (Bicudo) ( veja aqui )
Pectinophora gossypiella (Lagarta rosada) ( veja aqui )

Amendoim

Dosagem
Corcyra cephalonica (Traça) ( veja aqui )

Aveia

Dosagem
Sitophilus oryzae (Gorgulho) ( veja aqui )
Sitophilus zeamais (Gorgulho) ( veja aqui )
Sitotroga cerealella (Traça) ( veja aqui )
Tribolium castaneum (Besouro castanho) ( veja aqui )

Cacau

Dosagem
Ephestia cautella (Traça) ( veja aqui )

Café

Dosagem
Araecerus fasciculatus (Caruncho) ( veja aqui )

Cevada

Dosagem
Rhyzopertha dominica (Gorgulho dos cereais) ( veja aqui )
Sitophilus oryzae (Gorgulho) ( veja aqui )
Sitophilus zeamais (Gorgulho) ( veja aqui )
Tribolium castaneum (Besouro castanho) ( veja aqui )

Farelo de soja

Dosagem
Sitophilus oryzae (Gorgulho) ( veja aqui )
Sitophilus zeamais (Gorgulho) ( veja aqui )
Tribolium castaneum (Besouro castanho) ( veja aqui )

Farinha de trigo

Dosagem
Ephestia kuehniella (Traça da farinha) ( veja aqui )
Plodia interpunctella (Traça indiana da farinha) ( veja aqui )
Stegobium paniceum (Besouro) ( veja aqui )
Tenebrio molitor (Besouro) ( veja aqui )
Tenebroides mauritanicus (Besouro) ( veja aqui )
Tribolium castaneum (Besouro castanho) ( veja aqui )

Feijão

Dosagem
Acanthoscelides obtectus (Caruncho) ( veja aqui )
Zabrotes subfasciatus (Caruncho do feijão) ( veja aqui )

Fumo

Dosagem
Ephestia cautella (Traça) ( veja aqui )
Lasioderma serricorne (Caruncho do fumo) ( veja aqui )

Milho

Dosagem
Laemophloeus minutus (Besouro) ( veja aqui )
Oryzaephilus surinamensis (Besouro) ( veja aqui )
Plodia interpunctella (Traça indiana da farinha) ( veja aqui )
Sitophilus oryzae (Gorgulho) ( veja aqui )
Sitophilus zeamais (Gorgulho) ( veja aqui )
Sitotroga cerealella (Traça) ( veja aqui )
Tenebroides mauritanicus (Besouro) ( veja aqui )
Tribolium castaneum (Besouro castanho) ( veja aqui )

Soja

Dosagem
Callosobruchus maculatus (Caruncho) ( veja aqui )
Corcyra cephalonica (Traça) ( veja aqui )
Plodia interpunctella (Traça indiana da farinha) ( veja aqui )
Sitophilus zeamais (Gorgulho) ( veja aqui )
Tribolium castaneum (Besouro castanho) ( veja aqui )

Sorgo

Dosagem
Rhyzopertha dominica (Gorgulho dos cereais) ( veja aqui )

Trigo

Dosagem
Plodia interpunctella (Traça indiana da farinha) ( veja aqui )
Rhyzopertha dominica (Gorgulho dos cereais) ( veja aqui )
Sitophilus oryzae (Gorgulho) ( veja aqui )
Sitophilus zeamais (Gorgulho) ( veja aqui )
Sitotroga cerealella (Traça) ( veja aqui )
Tribolium castaneum (Besouro castanho) ( veja aqui )

Tipo: Frasco
Material: Alumínio
Capacidade: 1 kg contendo 1667 comprimidos de 0,6 g ou 334 pastilhas de 3 g; 1,5 kg contendo 2500 comprimidos de 0,6 g ou 500 pastilhas de 3 g.

Tipo: Cartucho(tubete)
Material: Alumínio
Capacidade: 0,09 kg contendo 30 pastilhas de 3 g; 0,075 kg contendo 25 pastilhas de 3 g.

Tipo: Lata
Material: Metálica
Capacidade: 0,34 kg contendo 10 sachês de 34 g; 1,44 kg contendo 40 sachês de 3 g; 3,4 kg contendo 100 sachês de 34 g(4 tiras com 25 sachês ou 2 tiras com 50 sachês cada).

Tipo: Saco
Material: Plástico
Capacidade: contendo um Sachê de 34 g.

INSTRUÇÕES DE USO

O produto é um inseticida, que contém como ingrediente ativo o Fosfeto de Alumínio, 560 g/Kg na formulação fumigante, do grupo químico inorgânico precursor do gás fosfina, indicado para o controle de insetos de cereais, sementes e plumas de algodão, grãos oleaginosos, grãos leguminosos secos, grãos de café, grãos secos alimentícios, farinha de trigo, farelo de soja, produtos vegetais, fumo armazenado e alimentos elaborados armazenados.

NOTAS

1. A fumigação tem como objetivo a morte dos insetos em todas as suas fases de desenvolvimento (ovos, larvas, pupas e adultos). Portanto, não se deve alterar as doses recomendadas sob qualquer pretexto. Porém, deve-se observar que a hermeticidade, assim como o tempo de exposição são fatores preponderantes para o sucesso da operação de fumigação, visto que manterão a concentração de gás fosfina necessária à eficácia do processo. Quando diminuem os níveis de hermeticidade, aumentam indesejavelmente, os índices de sobrevivência de insetos em bolsões de baixa concentração de gás fosfina, permitindo a formação da pressão de seleção de insetos resistentes.

2. Os tipos de tratamentos acima e suas devidas dosagens se aplicam principalmente para as estruturas de silos metálicos com junções soldadas ou parafusadas, silos e armazéns graneleiros de concreto, contendo produtos a serem fumigados, que devem ser vedados com lonas próprias para fumigação, pilhas de produtos ensacados e/ou outras formas de acondicionamento, sob câmaras de fumigação com lonas próprias para essa operação, além de contêineres e porões de navios.

3. A dosagem deverá ser considerada para o volume (m³) total do depósito, silo, armazém, contêiner ou porão a ser fumigado e se aplica igualmente a esses ambientes, parcial ou totalmente carregados.

4. Desde que cumpridos os procedimentos estabelecidos nesta bula, os produtos fumigados não são afetados pela fosfina, quanto a sua qualidade, sabor, coloração e propriedades organolépticas.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

O número, a época e o intervalo de aplicação entre uma fumigação e outra, é determinado pelo grau de reinfestação do produto armazenado, segundo critério do técnico responsável pela armazenagem.

FORMA DE APLICAÇÃO

1. Pastilhas (3g) e comprimidos (0,6g)

Armazéns convencionais (fardos ou sacarias)

Cobrir cada bloco ou grupo de blocos a ser fumigado com lona própria para fumigação. Ajustar bem a lona sobre o material, mantendo um afastamento de pelo menos 30 cm da base da pilha, deixando ainda uma sobra de aproximadamente 50 cm em todos os lados. Sob a lona, colocar os comprimidos ou pastilhas em pequenas bandejas metálicas ao redor dos blocos e vedar toda a beirada da lona com cobras de areia para evitar vazamento do gás fosfina. Com o propósito de facilitar o desprendimento do gás fosfina, ao aplicar o inseticida fumigante evite a sobreposição dos comprimidos ou pastilhas.

Armazéns graneleiros horizontais e silos verticais de concreto ou metálicos (produtos a granel)

Cobrir todo o produto a ser fumigado com lona própria para fumigação, tomando o cuidado de finalizar adequadamente a vedação entre as lonas, produto em fumigação e as paredes laterais do armazém ou silo a qual poderá ser realizada com a utilização de cobras de areia e ou fita adesiva. A aplicação do inseticida fumigante na apresentação comprimidos de 0,6g ou pastilhas de 3g poderá ser efetuada por meio de sondas metálicas. Deixar aberto um espaço entre as lonas para aplicar o inseticida fumigante, após o que fechá-lo com fita adesiva ou “velcro”, se as lonas tiverem este dispositivo nas laterais. Vedar com lona adequada para fumigação e fita adesiva as entradas de aeração, válvulas de descarga e demais locais onde possa ocorrer vazamento do gás fosfina.

2. Sachê (34g)

Armazéns convencionais (produtos em fardos ou sacarias)

Cobrir cada bloco ou grupo de blocos a ser fumigado com lona própria para fumigação. Ajustar bem a lona sobre o material, mantendo um afastamento de pelo menos 30 cm da base da pilha, deixando ainda uma sobra de aproximadamente 50 cm em todos os lados. Sob a lona, colocar as tiras de sachê penduradas nas laterais das pilhas e vedar toda a beirada da lona com cobras de areia para evitar vazamento do gás fosfina.

Armazéns graneleiros horizontais e silos verticais de concreto ou metálicos (produtos a granel)

Cobrir todo o produto a ser fumigado com lona própria para fumigação, tomando o cuidado de finalizar adequadamente a vedação entre as lonas, produto em fumigação e as paredes laterais do armazém ou silo a qual poderá ser realizada com a utilização de cobras de areia e ou fita adesiva. Deixar aberto um espaço entre as lonas para aplicação das tiras de sachê, após o que fechá-lo com fita adesiva ou “velcro”, se as lonas tiverem este dispositivo nas laterais. Vedar com lona adequada para fumigação e fita adesiva as entradas de aeração, válvulas de descarga e demais locais onde possa ocorrer vazamento do gás fosfina.

Notas

- Para todos os casos de fumigação de produtos a granel, a dosagem calculada deve ser aplicada integralmente no produto a ser fumigado. No caso da fumigação das válvulas de descarga de grãos e dutos de aeração a dosagem deve ser calculada adicionalmente, e em separado, segundo os seus respectivos volumes.

- As estruturas de armazenamento sempre devem ser inspecionadas antes do armazenamento de produtos, tendo em vista avaliar eventuais locais de fuga do gás fosfina, para que sejam adotadas medidas de correção e evitar possível vazamento que, além dos riscos inerentes, permitirá o insucesso da fumigação.

- Não permitir o contato do inseticida fumigante com água, ácidos ou outros líquidos.

- Considerando-se que o contato direto do fosfeto de alumínio com água acelera a reação de geração do gás fosfina, possibilitando a formação de concentração igual ou superior ao limite de risco para acidentes (27,1g PH3/m³), deve-se tomar cuidado especial para que o inseticida fumigante não seja atingido por água oriunda de infiltrações, goteiras ou mesmo de condensações. - Para que haja o correto desprendimento do gás fumigante aplicado, os comprimidos, pastilhas ou sachês nunca devem ficar amontoados.

- Como medida de precaução, as garrafas e latas do produto devem ser abertas no lado externo dos locais de fumigação para que haja a despressurização destas embalagens. Posteriormente, tornar a fechá-las, podendo ser levadas para os locais de fumigação. No caso de embalagens de sachê, a despressurização também deverá ser executada no lado exterior. Entretanto, após aberta, todo o seu conteúdo deve ser imediatamente utilizado.

Porões de Navios

A fumigação só deverá ser realizada em navios que tenham porões herméticos, portanto, aptos para esta finalidade. É recomendada a inspeção prévia do porão. Sempre tomar cuidado com a possibilidade de ocorrência de chuvas, ainda que fracas, pois como o processo de fechamento dos porões é lento, o inseticida fumigante aplicado poderá ser exposto diretamente a água, vindo a ocorrer acidentes. Não é recomendável a fumigação nestes casos. O fumigante a ser utilizado na fumigação (em qualquer apresentação) deve ser aplicado, a pelo menos, 30 cm abaixo da superfície da carga a ser fumigada, não devendo nunca ficar exposto à ação de eventual umidade provocada pela chuva, garoa ou condensações internas do porão. Recomenda-se que o fumigante a ser aplicado no porão do navio, durante o processo de fumigação, seja distribuído por toda a superfície da carga fumigada, não permitindo a sua aglomeração ou a concentração em pequenas áreas do porão, de forma a evitar a formação de concentração de gás fosfina iguais ou superiores limite de risco para acidentes (27,1g PH3/m³). Identificar e verificar locais de possível vazamento de fosfina, a exemplo de respiros diversos, sistemas de detecção de chamas por dutos, válvulas e outras comunicações entre o porão e o convés, além de corrosões na parede divisória com a torre de comando, junto às cabines. Cuidados adicionais devem ser observados nas borrachas das tampas dos porões, bem como do acesso via agulheiro. No caso de se utilizar o processo de recirculação na fumigação de porões de navios, recomenda-se que os seus critérios básicos sejam obedecidos (periodicidade de acionamento do motor, localização da instalação do motor, etc.). Não permitir o contato do fumigante com a água, ácidos ou outros líquidos. Nunca permita que os comprimidos/pastilhas/sachês sejam amontoados independentemente do produto a ser fumigado.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO

Seguir as instruções para que se obtenha a ação total do gás fosfina em função do tempo de exposição necessário para o efetivo controle dos insetos.
1. Para temperaturas acima de 25ºC:
1.1. Sementes em geral: 96 horas.
1.2. Sementes de feijão: 72 horas.
1.3. Algodão (sementes e plumas), amendoim, arroz, aveia, cacau, café, cevada, farelo de soja, farinha de trigo, fumo, milho, soja, sorgo e trigo.

- Em fardos ou sacarias - 120 horas.
- Em silos verticais, graneleiros horizontais e porões de navios - 240 horas.

2. Para temperaturas entre 15°C a 25ºC prolongar o tempo de exposição em 20%, exceto para sementes.

3. Para temperaturas inferiores a 15°C não se recomenda a fumigação.

Observação

As temperaturas indicadas se referem às temperaturas do interior das câmaras de fumigação e ou dos produtos armazenados nos silos, armazéns graneleiros e porões de navios. Em casos excepcionais, o tempo de exposição poderá ser aumentado, porém, nunca reduzido, seja qual for a razão, sob pena de ineficácia da operação de fumigação.

PERÍODO DE AERAÇÃO

Concluída a fumigação, proceder à aeração do produto fumigado. O trabalho deve ser executado por duas pessoas ou uma equipe, e aparelhos de proteção respiratória devem estar disponíveis. As vedações feitas anteriormente devem ser removidas. Portas, janelas e todas as possíveis saídas de gás devem ser abertas. Dispondo de ventiladores/exaustores, estes devem ser ligados. A aeração deve ser suficientemente adequada para eliminar todo o gás fosfina remanescente no ambiente fumigado. Terminada a aeração, remover os avisos de “PERIGO” da área.

Produto: Grãos a granel e ensacados e tabaco (fumo) em fardos
Período mínimo de aeração: 2 dias

Produto: Tabaco (fumo) em caixas
Período mínimo de aeração: 3 dias


Observação

O período mínimo de aeração sugerido poderá ser alterado desde que a concentração do gás fosfina, remanescente ao processo de aeração, não exceda ao limite máximo permissível de 0,23 ppm.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS ÁREAS TRATADAS

A reentrada de pessoas ou reocupação das áreas fumigadas somente podem ser efetuadas após um período mínimo de ventilação e ou quando a concentração do gás fosfina não exceder ao limite máximo permissível de 0,23 ppm, medidos através de um detector específico para o gás fosfina. Vide Limitações de Uso.

LIMITAÇÕES DE USO

- Nível de Concentração Máxima: As exposições ao gás fosfina não devem exceder a 0,23 ppm para jornadas de trabalho de até 48 horas semanais;
- Inflamabilidade: Inflamável espontaneamente no ar à concentração a partir de 27,1g de gás fosfina/³;
- Corrosividade: O gás fosfina é corrosivo a metais, especialmente ao cobre e metais nobres. Os aparelhos que tenham cobre, tais como motores elétricos, cabos condutores de eletricidade, interruptores elétricos, sistemas de alarme, sistemas eletrônicos e outros, podem sofrer danos. Dessa forma, antes de iniciar a fumigação verificar atentamente a presença desses aparelhos e protegê-los devidamente da ação do gás fosfina;
- Somente iniciar a fumigação após certificar-se que a área está completamente livre de pessoas não autorizadas e de animais;
- Sob temperaturas inferiores a 15ºC não se recomenda a fumigação. Sempre considerar a temperatura sob a lona de fumigação, pois esta pode diferir da temperatura externa.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Qualquer agente de controle de pragas e doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. Para tanto, deve-se utilizar a rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.

GRUPO 24 A INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida pertence ao grupo 24A (Inibidores do Complexo IV da cadeia de transporte de elétrons na mitocôndria) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do produto como uma ferramenta útil de manejo de pragas de grãos armazenados e seus derivados, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 24A;
- Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
- Usar este ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de trinta dias;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).




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